tsoracle

Projetos que seguem as melhores práticas abaixo podem se autocertificar voluntariamente e mostrar que alcançaram um selo de melhores práticas da Open Source Security Foundation (OpenSSF).

Não existe um conjunto de práticas que possa garantir que o software nunca terá defeitos ou vulnerabilidades; mesmo métodos formais podem falhar se as especificações ou suposições estiverem erradas. Nem existe qualquer conjunto de práticas que possa garantir que um projeto sustentará uma comunidade de desenvolvimento saudável e bem-funcionada. No entanto, seguir as melhores práticas pode ajudar a melhorar os resultados dos projetos. Por exemplo, algumas práticas permitem revisão multipessoal antes do lançamento, o que pode ajudar a encontrar vulnerabilidades técnicas difíceis de encontrar e ajudar a construir confiança e desejo de interação repetida entre desenvolvedores de diferentes empresas. Para ganhar um selo, todos os critérios DEVE e NÃO DEVE devem ser atendidos, todos os critérios DEVERIA devem ser atendidos OU não atendidos com justificativa, e todos os critérios SUGERIDO devem ser atendidos OU não atendidos (queremos que sejam considerados pelo menos). Se você quiser inserir texto de justificativa como um comentário genérico, em vez de ser uma justificativa de que a situação é aceitável, inicie o bloco de texto com '//' seguido de um espaço. Feedback é bem-vindo via site do GitHub como questões ou pull requests Há também uma lista de discussão para discussão geral.

Fornecemos com prazer as informações em vários idiomas, no entanto, se houver qualquer conflito ou inconsistência entre as traduções, a versão em inglês é a versão autoritativa.
Se este é o seu projeto, por favor mostre o status do seu selo na página do seu projeto! O status do selo se parece com isto: O nível do selo para o projeto 12991 é passing Aqui está como incorporá-lo:
Você pode mostrar o status do seu selo incorporando isto no seu arquivo markdown:
[![OpenSSF Best Practices](https://www.bestpractices.dev/projects/12991/badge)](https://www.bestpractices.dev/projects/12991)
ou incorporando isto no seu HTML:
<a href="https://www.bestpractices.dev/projects/12991"><img src="https://www.bestpractices.dev/projects/12991/badge"></a>


Estes são os critérios de nível de Aprovação. Você também pode visualizar os critérios de nível Prata ou Ouro.

Baseline Series: Nível Básico 1 Nível Básico 2 Nível Básico 3

        

 Fundamentos 13/13

  • Geral

    Observe que outros projetos podem usar o mesmo nome.

    Distributed Timestamp Oracle (TSO) for Rust

    Use o formato de expressão de licença SPDX; exemplos incluem "Apache-2.0", "BSD-2-Clause", "BSD-3-Clause", "GPL-2.0+", "LGPL-3.0+", "MIT" e "(BSD-2-Clause OR Ruby)". Não inclua aspas simples ou aspas duplas.
    Se houver mais de uma linguagem, liste-as como valores separados por vírgula (espaços opcionais) e ordene-as da mais usada para a menos usada. Se houver uma longa lista, liste pelo menos as três primeiras mais comuns. Se não houver linguagem (por exemplo, este é um projeto apenas de documentação ou apenas de teste), use o caractere único "-". Use uma capitalização convencional para cada linguagem, por exemplo, "JavaScript".
    O Common Platform Enumeration (CPE) é um esquema de nomenclatura estruturado para sistemas de tecnologia da informação, software e pacotes. Ele é usado em vários sistemas e bancos de dados ao relatar vulnerabilidades.
  • Conteúdo básico do site do projeto


    O site do projeto DEVE descrever sucintamente o que o software faz (qual problema ele resolve?). [description_good]
    Isso DEVE estar em linguagem que usuários potenciais possam entender (por exemplo, ele usa o mínimo de jargão).

    O site do projeto DEVE fornecer informações sobre como: obter, fornecer feedback (como relatórios de bugs ou melhorias) e contribuir com o software. [interact]

    As informações sobre como contribuir DEVEM explicar o processo de contribuição (por exemplo, pull requests são usados?) (URL obrigatória) [contribution]
    Presumimos que projetos no GitHub usam issues e pull requests, a menos que indicado de outra forma. Essa informação pode ser breve, por exemplo, declarando que o projeto usa pull requests, um rastreador de issues ou postagens em uma lista de discussão (qual?)

    As informações sobre como contribuir DEVERIAM incluir os requisitos para contribuições aceitáveis (por exemplo, uma referência a qualquer padrão de codificação exigido). (URL obrigatória) [contribution_requirements]

    https://github.com/prisma-risk/tsoracle/blob/main/CONTRIBUTING.md

    CONTRIBUTING.md documents the requirements for acceptable contributions and the project's coding standards. In particular:

    • Required CI checks ("Running the checks locally")
    • Coding standards
    • Proto changes must additionally pass buf lint, buf format, and buf breaking against the main baseline.
    • Supply-chain policy — cargo deny check enforces the license allow-list and advisory policy declared in deny.toml.
    • Commit-message standard — Conventional Commits prefixes (feat:, fix:, chore:, docs:, refactor:, test:, perf:), rebase-and-squash onto main before opening a
      PR.

  • Licença FLOSS


    O software produzido pelo projeto DEVE ser lançado como FLOSS. [floss_license]
    FLOSS é software lançado de uma forma que atende à Definição de Código Aberto ou à Definição de Software Livre. Exemplos de tais licenças incluem CC0, MIT, BSD 2-clause, BSD 3-clause revisada, Apache 2.0, Lesser GNU General Public License (LGPL) e a GNU General Public License (GPL). Para nossos propósitos, isso significa que a licença DEVE ser: O software PODE também ser licenciado de outras formas (por exemplo, "GPLv2 ou proprietário" é aceitável).

    The Apache-2.0 license is approved by the Open Source Initiative (OSI).
    https://github.com/prisma-risk/tsoracle/blob/main/LICENSE



    É SUGERIDO que qualquer licença(s) exigida para o software produzido pelo projeto seja aprovada pela Open Source Initiative (OSI). [floss_license_osi]
    A OSI usa um processo de aprovação rigoroso para determinar quais licenças são OSS.

    The Apache-2.0 license is approved by the Open Source Initiative (OSI).
    https://github.com/prisma-risk/tsoracle/blob/main/LICENSE



    O projeto DEVE publicar a(s) licença(s) de seus resultados em um local padrão em seu repositório de código-fonte. (URL obrigatória) [license_location]
    Uma convenção é publicar a licença como um arquivo de nível superior chamado LICENSE ou COPYING, que PODE ser seguido por uma extensão como ".txt" ou ".md". Uma convenção alternativa é ter um diretório chamado LICENSES contendo arquivo(s) de licença; esses arquivos são tipicamente nomeados como seu identificador de licença SPDX seguido por uma extensão de arquivo apropriada, conforme descrito na Especificação REUSE. Observe que este critério é apenas um requisito no repositório de código-fonte. Você NÃO precisa incluir o arquivo de licença ao gerar algo a partir do código-fonte (como um executável, pacote ou contêiner). Por exemplo, ao gerar um pacote R para a Comprehensive R Archive Network (CRAN), siga a prática padrão do CRAN: se a licença for uma licença padrão, use a especificação de licença curta padrão (para evitar instalar outra cópia do texto) e liste o arquivo LICENSE em um arquivo de exclusão como .Rbuildignore. Da mesma forma, ao criar um pacote Debian, você pode colocar um link no arquivo de copyright para o texto da licença em /usr/share/common-licenses e excluir o arquivo de licença do pacote criado (por exemplo, deletando o arquivo após chamar dh_auto_install). Nós encorajamos a inclusão de informações de licença legíveis por máquina em formatos gerados, quando praticável.
  • Documentação


    O projeto DEVE fornecer documentação básica para o software produzido pelo projeto. [documentation_basics]
    Esta documentação deve estar em alguma mídia (como texto ou vídeo) que inclua: como instalá-lo, como iniciá-lo, como usá-lo (possivelmente com um tutorial usando exemplos) e como usá-lo de forma segura (por exemplo, o que fazer e o que não fazer) se esse for um tópico apropriado para o software. A documentação de segurança não precisa ser longa. O projeto PODE usar hiperlinks para material não pertencente ao projeto como documentação. Se o projeto não produz software, escolha "não aplicável" (N/A).

    Some documentation basics file contents found.



    O projeto DEVE fornecer documentação de referência que descreva a interface externa (tanto entrada quanto saída) do software produzido pelo projeto. [documentation_interface]
    A documentação de uma interface externa explica a um usuário final ou desenvolvedor como usá-la. Isso incluiria sua interface de programação de aplicativos (API) se o software tiver uma. Se for uma biblioteca, documente as principais classes/tipos e métodos/funções que podem ser chamados. Se for uma aplicação web, defina sua interface de URL (geralmente sua interface REST). Se for uma interface de linha de comando, documente os parâmetros e opções que suporta. Em muitos casos, é melhor que a maior parte desta documentação seja gerada automaticamente, para que essa documentação permaneça sincronizada com o software conforme ele muda, mas isso não é obrigatório. O projeto PODE usar hiperlinks para material não pertencente ao projeto como documentação. A documentação PODE ser gerada automaticamente (quando praticável, esta é frequentemente a melhor forma de fazê-lo). A documentação de uma interface REST pode ser gerada usando Swagger/OpenAPI. A documentação da interface de código PODE ser gerada usando ferramentas como JSDoc (JavaScript), ESDoc (JavaScript), pydoc (Python), devtools (R), pkgdown (R) e Doxygen (muitos). Simplesmente ter comentários no código de implementação não é suficiente para satisfazer este critério; precisa haver uma maneira fácil de ver a informação sem ler todo o código-fonte. Se o projeto não produz software, escolha "não aplicável" (N/A).
  • Outro


    Os sites do projeto (site, repositório e URLs de download) DEVEM suportar HTTPS usando TLS. [sites_https]
    Isso requer que a URL da página inicial do projeto e a URL do repositório de controle de versão comecem com "https:", não "http:". Você pode obter certificados gratuitos do Let's Encrypt. Os projetos PODEM implementar este critério usando (por exemplo) GitHub pages, GitLab pages ou SourceForge project pages. Se você suportar HTTP, recomendamos que você redirecione o tráfego HTTP para HTTPS.

    Given only https: URLs.



    O projeto DEVE ter um ou mais mecanismos para discussão (incluindo mudanças propostas e questões) que sejam pesquisáveis, permitam que mensagens e tópicos sejam endereçados por URL, permitam que novas pessoas participem de algumas das discussões e não exijam instalação no lado do cliente de software proprietário. [discussion]
    Exemplos de mecanismos aceitáveis incluem lista(s) de discussão arquivadas, discussões de questões e pull requests do GitHub, Bugzilla, Mantis e Trac. Mecanismos de discussão assíncronos (como IRC) são aceitáveis se atenderem a esses critérios; certifique-se de que haja um mecanismo de arquivamento endereçável por URL. JavaScript proprietário, embora desencorajado, é permitido.

    GitHub supports discussions on issues and pull requests.



    O projeto DEVERIA fornecer documentação em inglês e ser capaz de aceitar relatórios de bugs e comentários sobre código em inglês. [english]
    O inglês é atualmente a língua franca da tecnologia de computadores; o suporte ao inglês aumenta o número de diferentes desenvolvedores e revisores em potencial em todo o mundo. Um projeto pode atender a este critério mesmo que o idioma principal de seus desenvolvedores principais não seja o inglês.


    O projeto DEVE ser mantido. [maintained]
    No mínimo, o projeto deve tentar responder a relatórios significativos de problemas e vulnerabilidades. Um projeto que está buscando ativamente um badge provavelmente é mantido. Todos os projetos e pessoas têm recursos limitados, e projetos típicos devem rejeitar algumas mudanças propostas, portanto, recursos limitados e rejeições de propostas não indicam por si só um projeto não mantido.

    Quando um projeto souber que não será mais mantido, ele deve definir este critério como "Não atendido" e usar o(s) mecanismo(s) apropriado(s) para indicar a outros que não está sendo mantido. Por exemplo, use "DEPRECATED" como o primeiro cabeçalho de seu README, adicione "DEPRECATED" perto do início de sua página inicial, adicione "DEPRECATED" ao início da descrição do projeto do repositório de código, adicione um badge de sem intenção de manutenção em seu README e/ou página inicial, marque-o como descontinuado em quaisquer repositórios de pacotes (por exemplo, npm deprecate), e/ou use o sistema de marcação do repositório de código para arquivá-lo (por exemplo, a configuração "archive" do GitHub, a marcação "archived" do GitLab, o status "readonly" do Gerrit ou o status de projeto "abandoned" do SourceForge). Discussão adicional pode ser encontrada aqui.

 Controle de Mudanças 9/9

  • Repositório de código-fonte público controlado por versão


    O projeto DEVE ter um repositório de código-fonte controlado por versão que seja publicamente legível e tenha uma URL. [repo_public]
    A URL PODE ser a mesma que a URL do projeto. O projeto PODE usar branches privados (não públicos) em casos específicos enquanto a mudança não for lançada publicamente (por exemplo, para corrigir uma vulnerabilidade antes de ser revelada ao público).

    Repository on GitHub, which provides public git repositories with URLs.



    O repositório de código-fonte do projeto DEVE rastrear quais mudanças foram feitas, quem fez as mudanças e quando as mudanças foram feitas. [repo_track]

    Repository on GitHub, which uses git. git can track the changes, who made them, and when they were made.



    Para permitir revisão colaborativa, o repositório de código-fonte do projeto DEVE incluir versões intermediárias para revisão entre lançamentos; ele NÃO DEVE incluir apenas lançamentos finais. [repo_interim]
    Os projetos PODEM optar por omitir versões intermediárias específicas de seus repositórios de código-fonte públicos (por exemplo, aquelas que corrigem vulnerabilidades de segurança não públicas específicas, podem nunca ser lançadas publicamente ou incluem material que não pode ser legalmente postado e não estão no lançamento final).

    All development occurs in this public GitHub repository. Every commit between tagged releases is publicly visible on the main branch, and changes are landed via public pull requests that remain in the repository history. There is no private development fork; the public repo is the canonical source of truth.



    É SUGERIDO que software de controle de versão distribuído comum seja usado (por exemplo, git) para o repositório de código-fonte do projeto. [repo_distributed]
    O Git não é especificamente exigido e os projetos podem usar software de controle de versão centralizado (como subversion) com justificativa.

    Repository on GitHub, which uses git. git is distributed.


  • Numeração de versão única


    Os resultados do projeto DEVEM ter um identificador de versão único para cada lançamento destinado a ser usado pelos usuários. [version_unique]
    Isso PODE ser atendido de várias maneiras, incluindo IDs de commit (como git commit id ou mercurial changeset id) ou um número de versão (incluindo números de versão que usam versionamento semântico ou esquemas baseados em data como AAAAMMDD).

    Each published artifact has a unique SemVer identifier. The workspace publishes multiple crates to crates.io, and each crate is released under its own <crate-name>-v<MAJOR.MINOR.PATCH> git tag (e.g., tsoracle-v0.1.14, tsoracle-server-v0.2.9, tsoracle-driver-openraft-v0.3.3). The version in each crate's Cargo.toml matches its tag, so the version string a user sees via cargo or in a Cargo.lock uniquely identifies the released code state. Every release additionally has a unique git commit SHA on main.



    É SUGERIDO que o formato de numeração de versão Versionamento Semântico (SemVer) ou Versionamento de Calendário (CalVer) seja usado para lançamentos. É SUGERIDO que aqueles que usam CalVer incluam um valor de nível micro. [version_semver]
    Os projetos geralmente devem preferir qualquer formato que seja esperado por seus usuários, por exemplo, porque é o formato normal usado por seu ecossistema. Muitos ecossistemas preferem SemVer, e SemVer é geralmente preferido para interfaces de programação de aplicações (APIs) e kits de desenvolvimento de software (SDKs). CalVer tende a ser usado por projetos que são grandes, têm um número excepcionalmente grande de dependências desenvolvidas independentemente, têm um escopo em constante mudança ou são sensíveis ao tempo. É SUGERIDO que aqueles que usam CalVer incluam um valor de nível micro, porque incluir um nível micro suporta branches mantidos simultaneamente sempre que isso se tornar necessário. Outros formatos de numeração de versão podem ser usados como números de versão, incluindo IDs de commit do git ou IDs de changeset do mercurial, desde que identifiquem exclusivamente as versões. No entanto, algumas alternativas (como IDs de commit do git) podem causar problemas como identificadores de lançamento, porque os usuários podem não ser capazes de determinar facilmente se estão atualizados. O formato do ID de versão pode não ser importante para identificar lançamentos de software se todos os destinatários executarem apenas a versão mais recente (por exemplo, é o código para um único site ou serviço de internet que é constantemente atualizado via entrega contínua).


    É SUGERIDO que os projetos identifiquem cada lançamento dentro de seu sistema de controle de versão. Por exemplo, é SUGERIDO que aqueles que usam git identifiquem cada lançamento usando tags do git. [version_tags]

  • Notas de lançamento


    O projeto DEVE fornecer, em cada lançamento, notas de lançamento que sejam um resumo legível por humanos das principais mudanças nesse lançamento para ajudar os usuários a determinar se devem atualizar e qual será o impacto da atualização. As notas de lançamento NÃO DEVEM ser a saída bruta de um log de controle de versão (por exemplo, os resultados do comando "git log" não são notas de lançamento). Projetos cujos resultados não se destinam à reutilização em vários locais (como o software para um único site ou serviço) E empregam entrega contínua PODEM selecionar "N/A". (URL obrigatória) [release_notes]
    As notas de lançamento PODEM ser implementadas de várias maneiras. Muitos projetos as fornecem em um arquivo chamado "NEWS", "CHANGELOG" ou "ChangeLog", opcionalmente com extensões como ".txt", ".md" ou ".html". Historicamente, o termo "change log" significava um log de todas as mudanças, mas para atender a esses critérios, o que é necessário é um resumo legível por humanos. As notas de lançamento PODEM, em vez disso, ser fornecidas por mecanismos de sistema de controle de versão, como o fluxo de trabalho GitHub Releases.

    URL: https://github.com/prisma-risk/tsoracle/releases

    Release notes are published via the GitHub Releases workflow for every tagged version, and mirrored in per-crate CHANGELOG.md files under crates/*/CHANGELOG.md using the Keep a Changelog format with Added / Fixed / Other sections and PR links. They are generated by release-plz from Conventional Commits — i.e., curated human-readable summaries, not raw git log output. The repository is a Cargo workspace, so each published crate (binary, server, client, drivers, toolkits) has its own SemVer track and its own changelog entry per release.



    As notas de lançamento DEVEM identificar todas as vulnerabilidades de tempo de execução publicamente conhecidas corrigidas neste lançamento que já tinham uma atribuição CVE ou similar quando o lançamento foi criado. Este critério pode ser marcado como não aplicável (N/A) se os usuários normalmente não conseguem atualizar o software por conta própria (por exemplo, como geralmente é verdade para atualizações de kernel). Este critério se aplica apenas aos resultados do projeto, não às suas dependências. Se não houver notas de lançamento ou se não houve vulnerabilidades publicamente conhecidas, escolha N/A. [release_notes_vulns]
    Este critério ajuda os usuários a determinar se uma determinada atualização irá corrigir uma vulnerabilidade que é publicamente conhecida, para ajudar os usuários a tomar uma decisão informada sobre atualização. Se os usuários normalmente não conseguem atualizar o software por conta própria em seus computadores, mas devem depender de um ou mais intermediários para realizar a atualização (como é frequentemente o caso de um kernel e software de baixo nível que está entrelaçado com um kernel), o projeto pode escolher "não aplicável" (N/A) em vez disso, já que essa informação adicional não será útil para esses usuários. Da mesma forma, um projeto pode escolher N/A se todos os destinatários executarem apenas a versão mais recente (por exemplo, é o código para um único site ou serviço de internet que é constantemente atualizado via entrega contínua). Este critério se aplica apenas aos resultados do projeto, não às suas dependências. Listar as vulnerabilidades de todas as dependências transitivas de um projeto torna-se difícil conforme as dependências aumentam e variam, e é desnecessário já que ferramentas que examinam e rastreiam dependências podem fazer isso de uma forma mais escalável.

    No publicly known run-time vulnerability has ever been assigned a CVE or published as a GitHub Security Advisory against tsoracle. The repository's Security Advisories list (https://github.com/prisma-risk/tsoracle/security/advisories) is empty, and no CVE-* / GHSA-* identifier appears in any release's notes (https://github.com/prisma-risk/tsoracle/releases) or per-crate CHANGELOG.md. Per the criterion text, this case selects N/A. The project's SECURITY.md documents the private reporting channel so that when a vulnerability is reported and fixed, future release notes can identify it by CVE/GHSA.


 Relatórios 8/8

  • Processo de relato de bugs


    O projeto DEVE fornecer um processo para os usuários enviarem relatórios de bugs (por exemplo, usando um rastreador de problemas ou uma lista de discussão). (URL obrigatória) [report_process]

    Non-trivial SECURITY[.md] file found file in repository: https://github.com/prisma-risk/tsoracle/blob/main/SECURITY.md. [osps_do_02_01]



    O projeto DEVERIA usar um rastreador de problemas para rastrear problemas individuais. [report_tracker]

    GitHub Issues is the project's issue tracker (https://github.com/prisma-risk/tsoracle/issues). It is publicly readable, supports anyone with a GitHub account filing new issues, supports labeling, milestones, assignment, cross-references to commits/PRs, and search across open and closed history.



    O projeto DEVE reconhecer a maioria dos relatórios de bugs enviados nos últimos 2-12 meses (inclusive); a resposta não precisa incluir uma correção. [report_responses]

    Bug reports and feature requests are tracked at https://github.com/prisma-risk/tsoracle/issues and responded to by the maintainer. Issues are triaged within days of being filed; the majority are resolved by a merged PR within weeks. The issue tracker is public, supports labeling, and links bidirectionally to commits and PRs.



    O projeto DEVERIA responder a uma maioria (>50%) das solicitações de melhorias nos últimos 2-12 meses (inclusive). [enhancement_responses]
    A resposta PODE ser 'não' ou uma discussão sobre seus méritos. O objetivo é simplesmente que haja alguma resposta a algumas solicitações, o que indica que o projeto ainda está ativo. Para fins deste critério, os projetos não precisam contar solicitações falsas (por exemplo, de spammers ou sistemas automatizados). Se um projeto não estiver mais fazendo melhorias, selecione "não atendido" e inclua a URL que torna esta situação clara para os usuários. Se um projeto tende a ser sobrecarregado pelo número de solicitações de melhorias, selecione "não atendido" e explique.

    Enhancement requests filed as GitHub Issues are responded to by the maintainer. Where an enhancement is accepted, a tracking issue or PR is opened; where rejected, the rationale is recorded on the issue thread. The issue tracker at https://github.com/prisma-risk/tsoracle/issues is the canonical channel.



    O projeto DEVE ter um arquivo publicamente disponível para relatórios e respostas para pesquisa posterior. (URL obrigatória) [report_archive]

    URL: https://github.com/prisma-risk/tsoracle/issues?q=is%3Aissue

    GitHub Issues serves as the public, permanent archive of bug reports, feature requests, and discussion. Closed issues remain visible and searchable; every issue has a stable URL. PRs are similarly archived at https://github.com/prisma-risk/tsoracle/pulls?q=is%3Apr.


  • Processo de relato de vulnerabilidades


    O projeto DEVE publicar o processo para relatar vulnerabilidades no site do projeto. (URL obrigatória) [vulnerability_report_process]
    Projetos hospedados no GitHub DEVERIAM considerar habilitar o relato privado de uma vulnerabilidade de segurança. Projetos no GitLab DEVERIAM considerar usar sua capacidade de relatar uma vulnerabilidade de forma privada. Projetos PODEM identificar um endereço de e-mail em https://PROJECTSITE/security, frequentemente na forma security@example.org. Este processo de relato de vulnerabilidades PODE ser o mesmo que seu processo de relato de bugs. Relatórios de vulnerabilidades PODEM ser sempre públicos, mas muitos projetos têm um mecanismo de relato de vulnerabilidades privado.

    URL: https://github.com/prisma-risk/tsoracle/blob/main/SECURITY.md

    SECURITY.md documents the vulnerability reporting process end-to-end: where to file a report (private draft Security Advisory at https://github.com/prisma-risk/tsoracle/security/advisories/new — not public issues), what information to include (affected versions, impact assessment, minimal reproduction, severity estimate), the project's response commitments (24h acknowledgment, 72h triage, 30d coordinated disclosure or sooner on fix release), the in-scope and out-of-scope surface, and the post-fix public-disclosure flow with CVE request via the GitHub CNA.



    Se relatórios privados de vulnerabilidades forem suportados, o projeto DEVE incluir como enviar as informações de uma forma que seja mantida privada. (URL obrigatória) [vulnerability_report_private]
    Exemplos incluem um relatório de defeito privado enviado na web usando HTTPS (TLS) ou um e-mail criptografado usando OpenPGP. Se relatórios de vulnerabilidades forem sempre públicos (portanto, nunca há relatórios privados de vulnerabilidades), escolha "não aplicável" (N/A).

    URL: https://github.com/prisma-risk/tsoracle/security/advisories/new

    The project's SECURITY.md directs reporters to GitHub's private Security Advisories channel, which is encrypted in transit (TLS) and visible only to repository maintainers. SECURITY.md additionally invites reporters to request an out-of-band encrypted channel via a follow-up comment on the advisory if they need stronger pre-disclosure secrecy.



    O tempo de resposta inicial do projeto para qualquer relatório de vulnerabilidade recebido nos últimos 6 meses DEVE ser menor ou igual a 14 dias. [vulnerability_report_response]
    Se não houve vulnerabilidades relatadas nos últimos 6 meses, escolha "não aplicável" (N/A).

    No vulnerability reports have been received against tsoracle to date. The project's Security Advisories list (https://github.com/prisma-risk/tsoracle/security/advisories) contains zero advisories, draft or published. When a report is received, SECURITY.md commits the project to acknowledgment within 24 hours and triage within 72 hours; the criterion will become demonstrably Met after the first report is responded to within those windows.


 Qualidade 13/13

  • Sistema de compilação funcional


    Se o software produzido pelo projeto requer construção para uso, o projeto DEVE fornecer um sistema de construção funcional que possa reconstruir automaticamente o software a partir do código-fonte. [build]
    Um sistema de construção determina quais ações precisam ocorrer para reconstruir o software (e em que ordem), e então executa essas etapas. Por exemplo, ele pode invocar um compilador para compilar o código-fonte. Se um executável é criado a partir do código-fonte, deve ser possível modificar o código-fonte do projeto e então gerar um executável atualizado com essas modificações. Se o software produzido pelo projeto depende de bibliotecas externas, o sistema de construção não precisa construir essas bibliotecas externas. Se não houver necessidade de construir nada para usar o software depois que seu código-fonte for modificado, selecione "não aplicável" (N/A).

    Non-trivial build file in repository: https://github.com/prisma-risk/tsoracle/blob/main/Makefile.



    É SUGERIDO que ferramentas comuns sejam usadas para construir o software. [build_common_tools]
    Por exemplo, Maven, Ant, cmake, o autotools, make, rake (Ruby) ou devtools (R).

    Non-trivial build file in repository: https://github.com/prisma-risk/tsoracle/blob/main/Makefile.



    O projeto DEVERIA ser construível usando apenas ferramentas FLOSS. [build_floss_tools]

    The build uses cargo and the rustc Rust compiler — both released under the FLOSS dual MIT/Apache-2.0 license (https://github.com/rust-lang/rust/blob/master/COPYRIGHT). Supporting build-time tools enforced by CI (protoc, buf, clang/libclang, cargo-llvm-cov, cargo-deny) are all FLOSS. No proprietary tooling is required to build the project from source.


  • Conjunto de testes automatizados


    O projeto DEVE usar pelo menos um conjunto de testes automatizados que seja disponibilizado publicamente como FLOSS (esse conjunto de testes pode ser mantido como um projeto FLOSS separado). O projeto DEVE mostrar ou documentar claramente como executar o(s) conjunto(s) de testes (por exemplo, por meio de um script de integração contínua (CI) ou por meio de documentação em arquivos como BUILD.md, README.md ou CONTRIBUTING.md). [test]
    O projeto PODE usar múltiplos conjuntos de testes automatizados (por exemplo, um que executa rapidamente, versus outro que é mais completo mas requer equipamento especial). Existem muitos frameworks de teste e sistemas de suporte a testes disponíveis, incluindo Selenium (automação de navegador web), Junit (JVM, Java), RUnit (R), testthat (R).

    .github/workflows/ci.yml runs cargo test --workspace --all-features --locked on every push and PR, covering unit tests in each of the 17 workspace crates, integration tests under crates/*/tests/ (monotonicity, single_node, three_node, snapshot_transfer, restart_replay, linearized_barrier, reconfiguration, dynamic_membership, and ~20 more), plus the failpoints (docs/failpoint-testing.md) and yieldpoints (docs/yieldpoint-testing.md) feature suites. A cross-platform driver-file job runs on Ubuntu, macOS, and Windows. Out-of-process: 15+ libFuzzer harnesses (fuzz/fuzz_targets/), the kube-e2e and mixed-version-soak Kubernetes acceptance lanes (kube-e2e.yml, kube-e2e-mixed-version.yml), the stress-smoke PR job (mem/raft/paxos/process topologies with a positive-control inject-violation step), and nightly leak/fuzz/stress workflows.



    Um conjunto de testes DEVERIA ser invocável de forma padrão para aquela linguagem. [test_invocation]
    Por exemplo, "make check", "mvn test", ou "rake test" (Ruby).

    URL: https://github.com/prisma-risk/tsoracle/blob/main/CONTRIBUTING.md

    The project's tests are invoked with cargo test --workspace --all-features (documented under 'Running the checks locally' in CONTRIBUTING.md). The Makefile additionally provides convenience targets such as make test-failpoints and make coverage.



    É SUGERIDO que o conjunto de testes cubra a maioria (ou idealmente todos) os ramos de código, campos de entrada e funcionalidade. [test_most]

    Coverage is measured by cargo-llvm-cov in the coverage CI job and uploaded to Coveralls (https://coveralls.io/github/prisma-risk/tsoracle). The most recent measurement is approximately 95% line coverage across the workspace, indicating that most major functionality is exercised by automated tests. Critical paths (consensus drivers, timestamp allocator, leader handoff) are covered by dedicated integration test files and additionally by fuzz harnesses for input-decoder paths.



    É SUGERIDO que o projeto implemente integração contínua (onde código novo ou alterado é frequentemente integrado em um repositório de código central e testes automatizados são executados no resultado). [test_continuous_integration]

    URL: https://github.com/prisma-risk/tsoracle/blob/main/.github/workflows/ci.yml

    CI runs on every push to main and every pull request via .github/workflows/ci.yml. Jobs: test (full workspace), cross-platform driver-file (ubuntu/macOS/Windows), buf (proto lint/format/breaking), deny, critical-path, header-check, fuzz-lockfile, coverage, stress-smoke. Additional workflows trigger on schedule or specific paths: fuzz-pr.yml (per-PR), fuzz-nightly.yml, kube-e2e.yml, kube-e2e-mixed-version.yml, leak-nightly.yml, stress-nightly.yml, scorecard.yml, release-plz.yml, release-images.yml, pages-build-check.yml, pages.yml.


  • Teste de novas funcionalidades


    O projeto DEVE ter uma política geral (formal ou não) de que conforme nova funcionalidade importante seja adicionada ao software produzido pelo projeto, testes dessa funcionalidade devem ser adicionados a um conjunto de testes automatizados. [test_policy]
    Desde que haja uma política, mesmo que verbal, que diga que desenvolvedores devem adicionar testes ao conjunto de testes automatizados para novas funcionalidades importantes, selecione "Met".

    URL: https://github.com/prisma-risk/tsoracle/blob/main/CONTRIBUTING.md#test-policy
    CONTRIBUTING.md has an explicit ## Test policy section requiring that every contribution adding new functionality MUST include automated tests exercising it, and every bug fix MUST include at least one regression test that fails on the unfixed code and passes on the fix. Tests run via cargo test --workspace --all-features as a CI required check. Exempt: docs:, refactor:, chore: Conventional Commits prefixes (no runtime behavior change). Enforced at review time, backed by measured workspace line coverage (cargo-llvm-cov → Coveralls, currently ~95%).



    O projeto DEVE ter evidências de que a test_policy para adicionar testes foi seguida nas mudanças mais recentes e importantes ao software produzido pelo projeto. [tests_are_added]
    Funcionalidade importante seria tipicamente mencionada nas notas de lançamento. Perfeição não é necessária, apenas evidências de que testes estão sendo tipicamente adicionados na prática ao conjunto de testes automatizados quando nova funcionalidade importante é adicionada ao software produzido pelo projeto.

    Recent commit history on the main branch (https://github.com/prisma-risk/tsoracle/commits/main) shows that non-trivial code changes are typically accompanied by tests. Examples from recent months: barrier-seq durable seed (M5), snapshot publish TOCTOU (M4), WatchGuard drop sync stepdown (M3), shutdown stall on hung driver (M2), paxos lease generation wrap, openraft peer RPC deadline — each shipped with the regression test that proved the fix. The CI required-checks gate prevents fixes from landing without tests at the architectural level the change touched.



    É SUGERIDO que esta política sobre adicionar testes (veja test_policy) seja documentada nas instruções para propostas de mudanças. [tests_documented_added]
    Contudo, mesmo uma regra informal é aceitável desde que os testes estejam sendo adicionados na prática.

    Same gap as test_policy: CONTRIBUTING.md does not yet explicitly require new functionality to be accompanied by tests. The de-facto practice is consistent (see tests_are_added at the passing level), but the policy is not documented. Action: add a one-sentence policy to CONTRIBUTING.md.


  • Sinalizadores de aviso


    O projeto DEVE habilitar uma ou mais flags de avisos do compilador, um modo de linguagem "seguro", ou usar uma ferramenta "linter" separada para procurar erros de qualidade de código ou erros comuns simples, se houver pelo menos uma ferramenta FLOSS que possa implementar este critério na linguagem selecionada. [warnings]
    Exemplos de flags de avisos do compilador incluem gcc/clang "-Wall". Exemplos de modo de linguagem "seguro" incluem JavaScript "use strict" e perl5 "use warnings". Uma ferramenta "linter" separada é simplesmente uma ferramenta que examina o código-fonte para procurar erros de qualidade de código ou erros comuns simples. Estes são tipicamente habilitados dentro do código-fonte ou instruções de compilação.

    The project enables compiler warnings via cargo's default warning set, and Clippy lints — the canonical Rust linter — are run in CI with cargo clippy --workspace --all-targets --all-features --locked -- -D warnings (see .github/workflows/ci.yml). The -D warnings flag promotes every warning to a hard error, so any warning in any workspace crate fails CI. Library and binary crates additionally carry #![cfg_attr(not(test), warn(clippy::unwrap_used, clippy::expect_used))] at the crate root to flag panicking calls in non-test code (documented in CONTRIBUTING.md).



    O projeto DEVE tratar os avisos. [warnings_fixed]
    Estes são os avisos identificados pela implementação do critério warnings. O projeto deve corrigir avisos ou marcá-los no código-fonte como falsos positivos. Idealmente não haveria avisos, mas um projeto PODE aceitar alguns avisos (tipicamente menos de 1 aviso por 100 linhas ou menos de 10 avisos).

    Because clippy runs with -D warnings in CI as a required check, no PR can merge into main with an outstanding warning. The workspace contains no #![allow] overrides at the workspace or crate level for lint groups. The pre-commit hook in .husky/pre-commit additionally runs fmt + clippy locally before commit, surfacing warnings before they reach CI.



    É SUGERIDO que projetos sejam maximamente rigorosos com avisos no software produzido pelo projeto, onde prático. [warnings_strict]
    Alguns avisos não podem ser efetivamente habilitados em alguns projetos. O que é necessário é evidência de que o projeto está se esforçando para habilitar flags de avisos onde puder, de forma que erros sejam detectados cedo.

    The project's CI runs cargo clippy --workspace --all-targets --all-features --locked -- -D warnings, treating every warning as a hard error. Library and binary crates additionally carry #![cfg_attr(not(test), warn(clippy::unwrap_used, clippy::expect_used))] to escalate panicking patterns in non-test code. No #![allow] overrides are present at the workspace level, and no workarounds (e.g., clippy.toml allow-unwrap-in-tests) are used to silence the lint.


 Segurança 16/16

  • Conhecimento de desenvolvimento seguro


    O projeto DEVE ter pelo menos um desenvolvedor principal que saiba como projetar software seguro. (Veja 'details' para os requisitos exatos.) [know_secure_design]
    Isto requer entender os seguintes princípios de projeto, incluindo os 8 princípios de Saltzer and Schroeder:
    • economia de mecanismo (mantenha o projeto tão simples e pequeno quanto prático, por exemplo, adotando simplificações amplas)
    • padrões à prova de falhas (decisões de acesso devem negar por padrão, e a instalação dos projetos deve ser segura por padrão)
    • mediação completa (todo acesso que possa ser limitado deve ser verificado quanto à autoridade e não ser contornável)
    • projeto aberto (mecanismos de segurança não devem depender da ignorância do invasor sobre seu projeto, mas sim em informações mais facilmente protegidas e alteradas como chaves e senhas)
    • separação de privilégios (idealmente, acesso a objetos importantes deve depender de mais de uma condição, de forma que derrotar um sistema de proteção não permita acesso completo. Por exemplo, autenticação multifator, como exigir tanto uma senha quanto um token de hardware, é mais forte que autenticação de fator único)
    • menor privilégio (processos devem operar com o menor privilégio necessário)
    • menor mecanismo comum (o projeto deve minimizar os mecanismos comuns a mais de um usuário e dos quais todos os usuários dependem, por exemplo, diretórios para arquivos temporários)
    • aceitabilidade psicológica (a interface humana deve ser projetada para facilidade de uso - projetar para "menor surpresa" pode ajudar)
    • superfície de ataque limitada (a superfície de ataque - o conjunto dos diferentes pontos onde um invasor pode tentar entrar ou extrair dados - deve ser limitada)
    • validação de entrada com listas de permissões (entradas devem tipicamente ser verificadas para determinar se são válidas antes de serem aceitas; esta validação deve usar listas de permissões (que aceitam apenas valores conhecidamente bons), não listas de negação (que tentam listar valores conhecidamente ruins)).
    Um "desenvolvedor principal" em um projeto é qualquer pessoa que esteja familiarizada com a base de código do projeto, esteja confortável fazendo mudanças nela, e seja reconhecida como tal pela maioria dos outros participantes no projeto. Um desenvolvedor principal tipicamente faria várias contribuições ao longo do último ano (via código, documentação ou respondendo perguntas). Desenvolvedores seriam tipicamente considerados desenvolvedores principais se iniciaram o projeto (e não deixaram o projeto há mais de três anos), têm a opção de receber informações em um canal privado de relato de vulnerabilidades (se houver um), podem aceitar commits em nome do projeto, ou realizar lançamentos finais do software do projeto. Se há apenas um desenvolvedor, esse indivíduo é o desenvolvedor principal. Muitos livros e cursos estão disponíveis para ajudá-lo a entender como desenvolver software mais seguro e discutir projeto. Por exemplo, o curso Secure Software Development Fundamentals é um conjunto gratuito de três cursos que explicam como desenvolver software mais seguro (é gratuito se você auditar; por uma taxa extra você pode obter um certificado para provar que aprendeu o material).

    At least one project member is familiar with secure design principles, demonstrated by concrete decisions: (1) TLS/mTLS on peer and admin transport, with a secure-by-default Helm chart guard that refuses to render an HA openraft/paxos deployment without TLS unless tls.allowInsecurePeer=true is set explicitly; (2) fail-closed defaults across the consensus/timestamp critical path (single-active leadership-stream lease, synchronous WatchGuard step-down at the drop site, openraft graceful handoff transferring leadership before drain); (3) defense-in-depth on the client (per-pass + absolute redirect caps, MAX_TOTAL_LEADER_REDIRECTS=64); (4) SECURITY.md with the report→triage→CNA-coordinated CVE disclosure flow; (5) input validation at the gRPC decode boundary backed by 15+ libFuzzer harnesses.



    Pelo menos um dos desenvolvedores principais do projeto DEVE conhecer tipos comuns de erros que levam a vulnerabilidades neste tipo de software, bem como pelo menos um método para combater ou mitigar cada um deles. [know_common_errors]
    Exemplos (dependendo do tipo de software) incluem injeção SQL, injeção de SO, estouro clássico de buffer, cross-site scripting, autenticação ausente e autorização ausente. Veja o CWE/SANS top 25 ou OWASP Top 10 para listas comumente usadas. Muitos livros e cursos estão disponíveis para ajudá-lo a entender como desenvolver software mais seguro e discutir erros comuns de implementação que levam a vulnerabilidades. Por exemplo, o curso Secure Software Development Fundamentals é um conjunto gratuito de três cursos que explicam como desenvolver software mais seguro (é gratuito se você auditar; por uma taxa extra você pode obter um certificado para provar que aprendeu o material).

    At least one project member is familiar with common errors leading to vulnerabilities. The implementation language is safe Rust, which structurally excludes the memory-safety class (buffer overflow, use-after-free, double-free, data races on Send/Sync types). For classes Rust does not prevent: (1) 15+ libFuzzer harnesses (fuzz/fuzz_targets/) exercise codec/proto decode paths against malformed input, run per-PR and nightly with auto-issue filing on crash; (2) cargo-deny enforces a FLOSS-only license allow-list and the RustSec advisory database in the deny CI job; (3) OpenSSF Scorecard runs on every push and weekly cron; (4) Dependabot updates GitHub Actions, the fuzz workspace, and base image digests; (5) base images pinned by SHA256 in deploy/Dockerfile.


  • Usar práticas criptográficas boas e básicas

    Observe que alguns softwares não precisam usar mecanismos criptográficos. Se o seu projeto produzir software que (1) inclui, ativa ou habilita funcionalidade de criptografia, e (2) pode ser liberado dos Estados Unidos (EUA) para fora dos EUA ou para um não cidadão dos EUA, você pode ser legalmente obrigado a tomar algumas etapas extras. Normalmente isso envolve apenas o envio de um e-mail. Para mais informações, consulte a seção de criptografia de Understanding Open Source Technology & US Export Controls.

    O software produzido pelo projeto DEVE usar, por padrão, apenas protocolos criptográficos e algoritmos que são publicamente publicados e revisados por especialistas (se protocolos criptográficos e algoritmos forem usados). [crypto_published]
    Esses critérios criptográficos nem sempre se aplicam porque alguns softwares não têm necessidade de usar diretamente capacidades criptográficas.

    The project does not implement cryptographic algorithms itself. Where it uses cryptography (TLS for the gRPC client/server and peer transport), it relies on rustls via tonic, which uses the published ring / aws-lc-rs providers exercising standardized algorithms documented by IETF RFCs (TLS 1.3 cipher suites, ECDSA, RSA-PKCS#1, X25519, AES-GCM, ChaCha20-Poly1305).



    Se o software produzido pelo projeto for uma aplicação ou biblioteca, e seu propósito principal não for implementar criptografia, então ele DEVERIA apenas chamar software especificamente projetado para implementar funções criptográficas; ele NÃO DEVERIA reimplementar o seu próprio. [crypto_call]

    The project does not implement cryptography itself and does not expose cryptographic algorithm selection to its users as a tunable surface. Cryptographic choices are delegated to rustls/tonic defaults (modern TLS 1.3 cipher suites). The criterion applies to projects that select among multiple cryptographic algorithms at the application layer; tsoracle does not.



    Toda funcionalidade no software produzido pelo projeto que depende de criptografia DEVE ser implementável usando FLOSS. [crypto_floss]

    All cryptographic implementations the project depends on are FLOSS: rustls (Apache-2.0/MIT/ISC), ring (ISC with a mixed-license historical statement), tonic (MIT). The cargo-deny deny.toml license allow-list (Apache-2.0, MIT, BSD-3-Clause, ISC, Unicode-3.0, Zlib) is enforced in CI and would reject a non-FLOSS crypto dependency on the next PR.



    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVEM usar comprimentos de chave padrão que pelo menos atendam aos requisitos mínimos do NIST até o ano de 2030 (conforme declarado em 2012). DEVE ser possível configurar o software para que comprimentos de chave menores sejam completamente desabilitados. [crypto_keylength]
    Esses comprimentos mínimos de bits são: chave simétrica 112, módulo de fatoração 2048, chave de logaritmo discreto 224, grupo logarítmico discreto 2048, curva elíptica 224 e hash 224 (hashing de senha não é coberto por este comprimento de bits, mais informações sobre hashing de senha podem ser encontradas no critério crypto_password_storage). Veja https://www.keylength.com para uma comparação de recomendações de comprimento de chave de várias organizações. O software PODE permitir comprimentos de chave menores em algumas configurações (idealmente não permitiria, já que isso permite ataques de downgrade, mas comprimentos de chave mais curtos são às vezes necessários para interoperabilidade).

    The project uses TLS 1.3 via rustls defaults, which selects key lengths providing at least 128-bit security (X25519 with curve25519 / P-256 / RSA-2048 minimum / AES-128-GCM / AES-256-GCM / ChaCha20-Poly1305). The project does not implement its own crypto with sub-112-bit-security algorithms.



    Os mecanismos de segurança padrão dentro do software produzido pelo projeto NÃO DEVEM depender de algoritmos criptográficos quebrados (por exemplo, MD4, MD5, DES único, RC4, Dual_EC_DRBG), ou usar modos de cifra que são inadequados ao contexto, a menos que sejam necessários para implementar um protocolo interoperável (onde o protocolo implementado é a versão mais recente desse padrão amplamente suportado pelo ecossistema de rede, esse ecossistema requer o uso de tal algoritmo ou modo, e esse ecossistema não oferece nenhuma alternativa mais segura). A documentação DEVE descrever quaisquer riscos de segurança relevantes e quaisquer mitigações conhecidas se esses algoritmos ou modos quebrados forem necessários para um protocolo interoperável. [crypto_working]
    O modo ECB é quase nunca apropriado porque revela blocos idênticos dentro do texto cifrado conforme demonstrado pelo pinguim ECB, e o modo CTR é frequentemente inadequado porque não realiza autenticação e causa duplicatas se o estado de entrada for repetido. Em muitos casos é melhor escolher um modo de algoritmo de cifra de bloco projetado para combinar sigilo e autenticação, por exemplo, Galois/Counter Mode (GCM) e EAX. Projetos PODEM permitir que usuários habilitem mecanismos quebrados (por exemplo, durante a configuração) onde necessário para compatibilidade, mas então os usuários sabem que estão fazendo isso.

    The project uses TLS 1.3 via rustls defaults. The rustls default profile rejects TLS 1.0/1.1 and weak/broken cipher suites (MD5 signature algorithms, RC4, DES/3DES, NULL ciphers, export-grade key exchange). The project does not use known-broken algorithms anywhere in its own source.



    Os mecanismos de segurança padrão dentro do software produzido pelo projeto NÃO DEVERIAM depender de algoritmos criptográficos ou modos com fraquezas sérias conhecidas (por exemplo, o algoritmo de hash criptográfico SHA-1 ou o modo CBC em SSH). [crypto_weaknesses]
    Preocupações sobre o modo CBC em SSH são discutidas em CERT: SSH CBC vulnerability.

    The project does not implement cryptographic algorithms; it consumes rustls via tonic. Rustls maintains its own cipher-suite hygiene upstream — no SHA-1 in signature contexts, no RC4, no DES/3DES, no 64-bit block ciphers, no TLS 1.0/1.1, no insecure curves — and tsoracle inherits those choices via the rustls default ClientConfig/ServerConfig.



    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVERIAM implementar sigilo perfeito para frente para protocolos de acordo de chave, de modo que uma chave de sessão derivada de um conjunto de chaves de longo prazo não possa ser comprometida se uma das chaves de longo prazo for comprometida no futuro. [crypto_pfs]

    TLS 1.3 — the only protocol version rustls offers by default for tsoracle's transports — mandates ephemeral Diffie-Hellman key exchange (X25519 / secp256r1 / secp384r1) for every handshake, so perfect forward secrecy is provided for every session.



    Se o software produzido pelo projeto causar o armazenamento de senhas para autenticação de usuários externos, as senhas DEVEM ser armazenadas como hashes iterados com um salt por usuário usando um algoritmo de extensão de chave (iterado) (por exemplo, Argon2id, Bcrypt, Scrypt ou PBKDF2). Veja também OWASP Password Storage Cheat Sheet. [crypto_password_storage]
    Este critério aplica-se apenas quando o software está aplicando autenticação de usuários usando senhas para usuários externos (também conhecida como autenticação de entrada), como aplicações web do lado do servidor. Não se aplica em casos onde o software armazena senhas para autenticar em outros sistemas (também conhecida como autenticação de saída, por exemplo, o software implementa um cliente para algum outro sistema), já que pelo menos partes desse software devem ter acesso frequentemente à senha não hasheada.

    The project does not authenticate users by password. Authentication between peers and between clients and the server is via mutual TLS (X.509 certificates), not passwords. No user-supplied secret is stored or compared by the project.



    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVEM gerar todas as chaves criptográficas e nonces usando um gerador de números aleatórios criptograficamente seguro, e NÃO DEVEM fazê-lo usando geradores que são criptograficamente inseguros. [crypto_random]
    Um gerador de números aleatórios criptograficamente seguro pode ser um gerador de números aleatórios de hardware, ou pode ser um gerador de números pseudo-aleatórios criptograficamente seguro (CSPRNG) usando um algoritmo como Hash_DRBG, HMAC_DRBG, CTR_DRBG, Yarrow ou Fortuna. Exemplos de chamadas para geradores de números aleatórios seguros incluem o java.security.SecureRandom do Java e o window.crypto.getRandomValues do JavaScript. Exemplos de chamadas para geradores de números aleatórios inseguros incluem o java.util.Random do Java e o Math.random do JavaScript.

    The project uses the rand crate (workspace pin: rand = { version = '0.9', default-features = false, features = ['std', 'std_rng'] }) where std_rng is ChaCha12Rng, a cryptographically-secure PRNG, seeded via the getrandom crate from the OS CSPRNG (/dev/urandom, getrandom(2), BCryptGenRandom per platform). For TLS, rustls uses its provider's CSPRNG (ring/aws-lc-rs). The project does not use thread_rng() in security-critical paths and does not implement its own PRNG.


  • Entrega protegida contra ataques man-in-the-middle (MITM)


    O projeto DEVE usar um mecanismo de entrega que contraponha ataques MITM. Usar https ou ssh+scp é aceitável. [delivery_mitm]
    Um mecanismo ainda mais forte é liberar o software com pacotes assinados digitalmente, já que isso mitiga ataques no sistema de distribuição, mas isso só funciona se os usuários puderem estar confiantes de que as chaves públicas para assinaturas estão corretas e se os usuários realmente verificarão a assinatura.

    Distribution channels use HTTPS exclusively. [osps_br_03_02]



    Um hash criptográfico (por exemplo, um sha1sum) NÃO DEVE ser recuperado por http e usado sem verificar uma assinatura criptográfica. [delivery_unsigned]
    Esses hashes podem ser modificados durante o trânsito.

    Distributed artifacts include cryptographic integrity protection: (1) crates.io tarballs are referenced by SHA-256 in any consumer's Cargo.lock, so a transport-level tamper would change the consumer's lockfile; (2) container images on ghcr.io are content-addressable by SHA256 digest, and the project's deploy/Dockerfile pins base images by digest (FROM rust:1-bookworm@sha256:6258907abe... and FROM debian:bookworm-slim@sha256:0104b334...); (3) GitHub release tags are immutable git references identified by SHA-1 commit; (4) distribution channels themselves are HTTPS-only (see delivery_mitm).


  • Vulnerabilidades conhecidas publicamente corrigidas


    NÃO DEVE haver vulnerabilidades não corrigidas de severidade média ou superior que sejam publicamente conhecidas por mais de 60 dias. [vulnerabilities_fixed_60_days]
    A vulnerabilidade deve ser corrigida e lançada pelo próprio projeto (as correções podem ser desenvolvidas em outro lugar). Uma vulnerabilidade se torna publicamente conhecida (para este propósito) uma vez que tem um CVE com informações lançadas publicamente sem paywall (relatadas, por exemplo, no National Vulnerability Database) ou quando o projeto foi informado e a informação foi liberada ao público (possivelmente pelo projeto). Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente usado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade eles mesmos usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem publicamente reveladas uma vez que a vulnerabilidade seja publicamente conhecida. Nota: isso significa que os usuários podem ficar vulneráveis a todos os atacantes em todo o mundo por até 60 dias. Este critério é frequentemente muito mais fácil de atender do que o que o Google recomenda em Rebooting responsible disclosure, porque o Google recomenda que o período de 60 dias comece quando o projeto é notificado mesmo se o relatório não for público. Observe também que este critério de selo, como outros critérios, aplica-se ao projeto individual. Alguns projetos fazem parte de organizações guarda-chuva maiores ou projetos maiores, possivelmente em múltiplas camadas, e muitos projetos alimentam seus resultados para outras organizações e projetos como parte de uma cadeia de suprimentos potencialmente complexa. Um projeto individual geralmente não pode controlar o resto, mas um projeto individual pode trabalhar para lançar uma correção de vulnerabilidade de forma oportuna. Portanto, focamos apenas no tempo de resposta do projeto individual. Uma vez que uma correção esteja disponível do projeto individual, outros podem determinar como lidar com a correção (por exemplo, eles podem atualizar para a versão mais recente ou podem aplicar apenas a correção como uma solução cherry-picked).

    No publicly known vulnerability has been disclosed against tsoracle to date — the project's Security Advisories list (https://github.com/prisma-risk/tsoracle/security/advisories) contains zero advisories, draft or published, and no CVE has been assigned. Therefore there has been no past instance where the 60-day clock could be either met or missed. The project's SECURITY.md commits to coordinated disclosure within 30 days from report (or sooner on fix release), well inside the 60-day criterion.



    Os projetos DEVERIAM corrigir todas as vulnerabilidades críticas rapidamente após serem relatadas. [vulnerabilities_critical_fixed]

    No critical vulnerability has been publicly disclosed against tsoracle. SECURITY.md commits the project to coordinated disclosure within 30 days and to requesting a CVE via the GitHub CNA when the impact warrants one.


  • Outras questões de segurança


    Os repositórios públicos NÃO DEVEM vazar uma credencial privada válida (por exemplo, uma senha funcionando ou chave privada) que se destina a limitar o acesso público. [no_leaked_credentials]
    Um projeto PODE vazar credenciais "de amostra" para testes e bancos de dados sem importância, desde que não sejam destinadas a limitar o acesso público.

    A grep of the repository for common secret patterns (BEGIN PRIVATE KEY, BEGIN RSA PRIVATE KEY, BEGIN OPENSSH PRIVATE KEY, AKIA[0-9A-Z]{16}, ghp_, aws_access_key) across .rs, .toml, .yml, and .md files returns zero matches. The only TLS/PKI material in the repository is test-only certificate generation via the rcgen crate at test-fixture time; no static private keys are committed. .gitignore excludes typical credential paths, and OpenSSF Scorecard's pinned-dependencies / token-permissions checks run on every push.


 Análise 8/8

  • Análise estática de código


    Pelo menos uma ferramenta de análise estática de código (além de avisos do compilador e modos de linguagem "seguros") DEVE ser aplicada a qualquer grande lançamento de produção proposto do software antes de seu lançamento, se houver pelo menos uma ferramenta FLOSS que implemente este critério na linguagem selecionada. [static_analysis]
    Uma ferramenta de análise estática de código examina o código de software (como código-fonte, código intermediário ou executável) sem executá-lo com entradas específicas. Para fins deste critério, avisos do compilador e modos de linguagem "seguros" não contam como ferramentas de análise estática de código (estes tipicamente evitam análise profunda porque a velocidade é vital). Algumas ferramentas de análise estática focam na detecção de defeitos genéricos, outras focam em encontrar tipos específicos de defeitos (como vulnerabilidades), e algumas fazem uma combinação. Exemplos de tais ferramentas de análise estática de código incluem cppcheck (C, C++), clang static analyzer (C, C++), SpotBugs (Java), FindBugs (Java) (incluindo FindSecurityBugs), PMD (Java), Brakeman (Ruby on Rails), lintr (R), goodpractice (R), Coverity Quality Analyzer, SonarQube, Codacy e HP Enterprise Fortify Static Code Analyzer. Listas maiores de ferramentas podem ser encontradas em lugares como a lista da Wikipedia de ferramentas para análise estática de código, informações da OWASP sobre análise estática de código, lista do NIST de analisadores de segurança de código-fonte e lista de ferramentas de análise estática de Wheeler. Se não houver ferramentas de análise estática FLOSS disponíveis para a(s) linguagem(ns) de implementação usada(s), você pode selecionar 'N/A'.

    Three static-analysis categories run on every push and PR (.github/workflows/ci.yml): (1) Clippy with cargo clippy --workspace --all-targets --all-features --locked -- -D warnings denying every warning; (2) cargo-deny with cargo deny check enforces the FLOSS-only license allow-list (deny.toml) and the RustSec advisory database against the resolved dependency tree; (3) OpenSSF Scorecard supply-chain analysis (.github/workflows/scorecard.yml). Two project-specific guards also run: scripts/check-critical-path.sh (no tracing!/println!/sync-I/O on hot-path files) and scripts/check-ts-header.py (canonical Apache-2.0 short license header).



    É SUGERIDO que pelo menos uma das ferramentas de análise estática usadas para o critério static_analysis inclua regras ou abordagens para procurar vulnerabilidades comuns na linguagem ou ambiente analisado. [static_analysis_common_vulnerabilities]
    Ferramentas de análise estática que são especificamente projetadas para procurar vulnerabilidades comuns são mais propensas a encontrá-las. Dito isso, usar quaisquer ferramentas estáticas normalmente ajudará a encontrar alguns problemas, então estamos sugerindo mas não exigindo isso para o nível de selo 'passing'.

    OpenSSF Scorecard (.github/workflows/scorecard.yml) flags supply-chain and project-management common-vulnerability classes (token permissions, branch protection, pinned dependencies, dangerous workflow patterns). cargo-deny (.github/workflows/ci.yml deny job) checks the RustSec advisory database for known CVEs in the dependency graph on every PR. Clippy's default lint set includes lints for common error classes that Rust does not prevent at compile time (uninit reads, panicking calls in non-test code via the unwrap_used/expect_used escalation).



    Todas as vulnerabilidades exploráveis de severidade média e superior descobertas com análise estática de código DEVEM ser corrigidas de forma oportuna após serem confirmadas. [static_analysis_fixed]
    Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente usado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade eles mesmos usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem publicamente reveladas uma vez que a vulnerabilidade seja publicamente conhecida. Observe que o critério vulnerabilities_fixed_60_days exige que todas essas vulnerabilidades sejam corrigidas dentro de 60 dias de se tornarem públicas.

    Because clippy runs with -D warnings (denying every warning to error) and the deny / header-check / critical-path guards are all required CI gates, no PR can merge with an outstanding static-analysis finding. The workspace contains no global #![allow] overrides on lint groups.



    É SUGERIDO que a análise estática de código-fonte ocorra em cada commit ou pelo menos diariamente. [static_analysis_often]

    Static analysis runs on every push to main and every pull request (see the clippy, deny, header-check, and critical-path jobs in .github/workflows/ci.yml — triggered by on: push: branches: [main] and on: pull_request). OpenSSF Scorecard runs additionally on a weekly cron (43 18 * * 6 in .github/workflows/scorecard.yml) and on every main-branch push.


  • Análise dinâmica de código


    É SUGERIDO que pelo menos uma ferramenta de análise dinâmica seja aplicada a qualquer grande lançamento de produção proposto do software antes de seu lançamento. [dynamic_analysis]
    Uma ferramenta de análise dinâmica examina o software executando-o com entradas específicas. Por exemplo, o projeto PODE usar uma ferramenta de fuzzing (por exemplo, American Fuzzy Lop) ou um scanner de aplicação web (por exemplo, OWASP ZAP ou w3af). Em alguns casos, o projeto OSS-Fuzz pode estar disposto a aplicar testes de fuzzing ao seu projeto. Para fins deste critério, a ferramenta de análise dinâmica precisa variar as entradas de alguma forma para procurar vários tipos de problemas ou ser um conjunto de testes automatizado com pelo menos 80% de cobertura de ramificação. A página da Wikipedia sobre análise dinâmica e a página da OWASP sobre fuzzing identificam algumas ferramentas de análise dinâmica. A(s) ferramenta(s) de análise PODEM estar focadas em procurar vulnerabilidades de segurança, mas isso não é obrigatório.

    The project runs multiple dynamic-analysis modes: (1) libFuzzer harnesses in fuzz/fuzz_targets/ (15+ targets) running per-PR (.github/workflows/fuzz-pr.yml) and nightly (.github/workflows/fuzz-nightly.yml) with auto-issue filing on crash; (2) Kubernetes e2e in real cluster lanes (kube-e2e.yml, mixed-version-soak); (3) stress lanes with monotonicity assertion and positive-control inject-violation step (stress-smoke and stress-nightly.yml); (4) leak-nightly (.github/workflows/leak-nightly.yml) for memory leaks; (5) failpoint and yieldpoint test scaffolding for software-fault injection during integration runs.



    É SUGERIDO que se o software produzido pelo projeto incluir software escrito usando uma linguagem insegura em memória (por exemplo, C ou C++), então pelo menos uma ferramenta dinâmica (por exemplo, um fuzzer ou scanner de aplicação web) seja rotineiramente usada em combinação com um mecanismo para detectar problemas de segurança de memória, como estouros de buffer. Se o projeto não produzir software escrito em uma linguagem insegura em memória, escolha "não aplicável" (N/A). [dynamic_analysis_unsafe]
    Exemplos de mecanismos para detectar problemas de segurança de memória incluem Address Sanitizer (ASAN) (disponível no GCC e LLVM), Memory Sanitizer e valgrind. Outras ferramentas potencialmente usadas incluem thread sanitizer e undefined behavior sanitizer. Assertivas generalizadas também funcionariam.

    Where the project uses dynamic analysis (libFuzzer in fuzz/, kube-e2e + mixed-version-soak in e2e/kube/, stress-smoke + stress-nightly, leak-nightly), it exercises the program against malformed or adversarial input and under real-world fault injection. The failpoints and yieldpoints test scaffolding (see docs/failpoint-testing.md and docs/yieldpoint-testing.md) injects software faults during integration runs, and the stress lane's positive-control inject-violation step proves the monotonicity-violation detector still fires. Findings are addressed before merge.



    É SUGERIDO que o projeto use uma configuração para pelo menos alguma análise dinâmica (como testes ou fuzzing) que habilite muitas asserções. Em muitos casos, essas asserções não devem ser habilitadas em builds de produção. [dynamic_analysis_enable_assertions]
    Este critério não sugere habilitar asserções durante a produção; isso é inteiramente decisão do projeto e de seus usuários. O foco deste critério é, em vez disso, melhorar a detecção de falhas durante a análise dinâmica antes da implantação. Habilitar asserções no uso em produção é completamente diferente de habilitar asserções durante a análise dinâmica (como testes). Em alguns casos, habilitar asserções no uso em produção é extremamente imprudente (especialmente em componentes de alta integridade). Existem muitos argumentos contra habilitar asserções em produção, por exemplo, bibliotecas não devem travar chamadores, sua presença pode causar rejeição por lojas de aplicativos e/ou ativar uma asserção em produção pode expor dados privados, como chaves privadas. Observe que em muitas distribuições Linux NDEBUG não é definido, então assert() em C/C++ será habilitado por padrão para produção nesses ambientes. Pode ser importante usar um mecanismo de asserção diferente ou definir NDEBUG para produção nesses ambientes.

    Rust's debug_assert! macros are active in debug builds (default for cargo test) and in stress-smoke, kube-e2e, and fuzz harness binaries (libFuzzer builds in debug). The project uses debug_assert! liberally on invariant-protection paths (e.g., the openraft LeaderState contract guard at run_leader_watch, the PaxosRunner start guard, the consensus barrier-seq invariants).



    Todas as vulnerabilidades exploráveis de severidade média e superior descobertas com análise dinâmica de código DEVEM ser corrigidas em tempo hábil após serem confirmadas. [dynamic_analysis_fixed]
    Se você não está executando análise dinâmica de código e, portanto, não encontrou nenhuma vulnerabilidade dessa forma, escolha "não aplicável" (N/A). Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente utilizado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade por conta própria usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem reveladas publicamente assim que a vulnerabilidade for conhecida publicamente.

    All medium-or-higher dynamic-analysis findings are fixed and gated on main: (1) libFuzzer harnesses in fuzz/fuzz_targets/ run per-PR (fuzz-pr.yml) and nightly with a 30-minute/target budget (fuzz-nightly.yml), crashes auto-file as issues with the offending input; (2) kube-e2e and mixed-version-soak (kube-e2e.yml, kube-e2e-mixed-version.yml) gate on a 0.05% soak error budget; (3) stress-smoke runs mem/raft/paxos/process topologies with a positive-control inject-violation step that must exit 1 to prove the supervisor still catches monotonicity breaks; (4) leak-nightly (leak-nightly.yml) runs nightly. None report unresolved findings on main.



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Entrada de selo do projeto de propriedade de: Sebastian Thiebaud.
Entrada criada em 2026-05-26 18:53:24 UTC, última atualização em 2026-05-26 22:21:27 UTC. Selo de aprovação alcançado pela última vez em 2026-05-26 22:21:27 UTC.