dotfiles

Projetos que seguem as melhores práticas abaixo podem se autocertificar voluntariamente e mostrar que alcançaram um selo de melhores práticas da Open Source Security Foundation (OpenSSF).

Não existe um conjunto de práticas que possa garantir que o software nunca terá defeitos ou vulnerabilidades; mesmo métodos formais podem falhar se as especificações ou suposições estiverem erradas. Nem existe qualquer conjunto de práticas que possa garantir que um projeto sustentará uma comunidade de desenvolvimento saudável e bem-funcionada. No entanto, seguir as melhores práticas pode ajudar a melhorar os resultados dos projetos. Por exemplo, algumas práticas permitem revisão multipessoal antes do lançamento, o que pode ajudar a encontrar vulnerabilidades técnicas difíceis de encontrar e ajudar a construir confiança e desejo de interação repetida entre desenvolvedores de diferentes empresas. Para ganhar um selo, todos os critérios DEVE e NÃO DEVE devem ser atendidos, todos os critérios DEVERIA devem ser atendidos OU não atendidos com justificativa, e todos os critérios SUGERIDO devem ser atendidos OU não atendidos (queremos que sejam considerados pelo menos). Se você quiser inserir texto de justificativa como um comentário genérico, em vez de ser uma justificativa de que a situação é aceitável, inicie o bloco de texto com '//' seguido de um espaço. Feedback é bem-vindo via site do GitHub como questões ou pull requests Há também uma lista de discussão para discussão geral.

Fornecemos com prazer as informações em vários idiomas, no entanto, se houver qualquer conflito ou inconsistência entre as traduções, a versão em inglês é a versão autoritativa.
Se este é o seu projeto, por favor mostre o status do seu selo na página do seu projeto! O status do selo se parece com isto: O nível do selo para o projeto 12840 é passing Aqui está como incorporá-lo:
Você pode mostrar o status do seu selo incorporando isto no seu arquivo markdown:
[![OpenSSF Best Practices](https://www.bestpractices.dev/projects/12840/badge)](https://www.bestpractices.dev/projects/12840)
ou incorporando isto no seu HTML:
<a href="https://www.bestpractices.dev/projects/12840"><img src="https://www.bestpractices.dev/projects/12840/badge"></a>


Estes são os critérios de nível de Aprovação. Você também pode visualizar os critérios de nível Prata ou Ouro.

Baseline Series: Nível Básico 1 Nível Básico 2 Nível Básico 3

        

 Fundamentos 13/13

  • Geral

    Observe que outros projetos podem usar o mesmo nome.

    Declarative dotfiles for macOS, Linux, and WSL. Multi-shell by default. Sub-second startup. Wallpaper-driven themes. Signed releases.

    Use o formato de expressão de licença SPDX; exemplos incluem "Apache-2.0", "BSD-2-Clause", "BSD-3-Clause", "GPL-2.0+", "LGPL-3.0+", "MIT" e "(BSD-2-Clause OR Ruby)". Não inclua aspas simples ou aspas duplas.
    Se houver mais de uma linguagem, liste-as como valores separados por vírgula (espaços opcionais) e ordene-as da mais usada para a menos usada. Se houver uma longa lista, liste pelo menos as três primeiras mais comuns. Se não houver linguagem (por exemplo, este é um projeto apenas de documentação ou apenas de teste), use o caractere único "-". Use uma capitalização convencional para cada linguagem, por exemplo, "JavaScript".
    O Common Platform Enumeration (CPE) é um esquema de nomenclatura estruturado para sistemas de tecnologia da informação, software e pacotes. Ele é usado em vários sistemas e bancos de dados ao relatar vulnerabilidades.
  • Conteúdo básico do site do projeto


    O site do projeto DEVE descrever sucintamente o que o software faz (qual problema ele resolve?). [description_good]
    Isso DEVE estar em linguagem que usuários potenciais possam entender (por exemplo, ele usa o mínimo de jargão).


    O site do projeto DEVE fornecer informações sobre como: obter, fornecer feedback (como relatórios de bugs ou melhorias) e contribuir com o software. [interact]


    As informações sobre como contribuir DEVEM explicar o processo de contribuição (por exemplo, pull requests são usados?) (URL obrigatória) [contribution]
    Presumimos que projetos no GitHub usam issues e pull requests, a menos que indicado de outra forma. Essa informação pode ser breve, por exemplo, declarando que o projeto usa pull requests, um rastreador de issues ou postagens em uma lista de discussão (qual?)

    As informações sobre como contribuir DEVERIAM incluir os requisitos para contribuições aceitáveis (por exemplo, uma referência a qualquer padrão de codificação exigido). (URL obrigatória) [contribution_requirements]

    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/blob/master/CONTRIBUTING.md

    CONTRIBUTING.md states the requirements for acceptable contributions, including the required coding standards — shell is shellcheck-clean and shfmt-formatted (2-space, set -euo pipefail), Lua uses stylua/luacheck, and commits follow Conventional Commits — all enforced by the pre-commit config that mirrors CI (config/pre-commit-config.yaml). It also defines a pull-request checklist, branch-name and commit-title rules, and a regression-test requirement for new code.


  • Licença FLOSS


    O software produzido pelo projeto DEVE ser lançado como FLOSS. [floss_license]
    FLOSS é software lançado de uma forma que atende à Definição de Código Aberto ou à Definição de Software Livre. Exemplos de tais licenças incluem CC0, MIT, BSD 2-clause, BSD 3-clause revisada, Apache 2.0, Lesser GNU General Public License (LGPL) e a GNU General Public License (GPL). Para nossos propósitos, isso significa que a licença DEVE ser: O software PODE também ser licenciado de outras formas (por exemplo, "GPLv2 ou proprietário" é aceitável).

    The Apache-2.0 license is approved by the Open Source Initiative (OSI).



    É SUGERIDO que qualquer licença(s) exigida para o software produzido pelo projeto seja aprovada pela Open Source Initiative (OSI). [floss_license_osi]
    A OSI usa um processo de aprovação rigoroso para determinar quais licenças são OSS.

    The Apache-2.0 license is approved by the Open Source Initiative (OSI).



    O projeto DEVE publicar a(s) licença(s) de seus resultados em um local padrão em seu repositório de código-fonte. (URL obrigatória) [license_location]
    Uma convenção é publicar a licença como um arquivo de nível superior chamado LICENSE ou COPYING, que PODE ser seguido por uma extensão como ".txt" ou ".md". Uma convenção alternativa é ter um diretório chamado LICENSES contendo arquivo(s) de licença; esses arquivos são tipicamente nomeados como seu identificador de licença SPDX seguido por uma extensão de arquivo apropriada, conforme descrito na Especificação REUSE. Observe que este critério é apenas um requisito no repositório de código-fonte. Você NÃO precisa incluir o arquivo de licença ao gerar algo a partir do código-fonte (como um executável, pacote ou contêiner). Por exemplo, ao gerar um pacote R para a Comprehensive R Archive Network (CRAN), siga a prática padrão do CRAN: se a licença for uma licença padrão, use a especificação de licença curta padrão (para evitar instalar outra cópia do texto) e liste o arquivo LICENSE em um arquivo de exclusão como .Rbuildignore. Da mesma forma, ao criar um pacote Debian, você pode colocar um link no arquivo de copyright para o texto da licença em /usr/share/common-licenses e excluir o arquivo de licença do pacote criado (por exemplo, deletando o arquivo após chamar dh_auto_install). Nós encorajamos a inclusão de informações de licença legíveis por máquina em formatos gerados, quando praticável.

    Non-trivial license location file in repository: https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/blob/master/LICENSE.


  • Documentação


    O projeto DEVE fornecer documentação básica para o software produzido pelo projeto. [documentation_basics]
    Esta documentação deve estar em alguma mídia (como texto ou vídeo) que inclua: como instalá-lo, como iniciá-lo, como usá-lo (possivelmente com um tutorial usando exemplos) e como usá-lo de forma segura (por exemplo, o que fazer e o que não fazer) se esse for um tópico apropriado para o software. A documentação de segurança não precisa ser longa. O projeto PODE usar hiperlinks para material não pertencente ao projeto como documentação. Se o projeto não produz software, escolha "não aplicável" (N/A).

    Some documentation basics file contents found.



    O projeto DEVE fornecer documentação de referência que descreva a interface externa (tanto entrada quanto saída) do software produzido pelo projeto. [documentation_interface]
    A documentação de uma interface externa explica a um usuário final ou desenvolvedor como usá-la. Isso incluiria sua interface de programação de aplicativos (API) se o software tiver uma. Se for uma biblioteca, documente as principais classes/tipos e métodos/funções que podem ser chamados. Se for uma aplicação web, defina sua interface de URL (geralmente sua interface REST). Se for uma interface de linha de comando, documente os parâmetros e opções que suporta. Em muitos casos, é melhor que a maior parte desta documentação seja gerada automaticamente, para que essa documentação permaneça sincronizada com o software conforme ele muda, mas isso não é obrigatório. O projeto PODE usar hiperlinks para material não pertencente ao projeto como documentação. A documentação PODE ser gerada automaticamente (quando praticável, esta é frequentemente a melhor forma de fazê-lo). A documentação de uma interface REST pode ser gerada usando Swagger/OpenAPI. A documentação da interface de código PODE ser gerada usando ferramentas como JSDoc (JavaScript), ESDoc (JavaScript), pydoc (Python), devtools (R), pkgdown (R) e Doxygen (muitos). Simplesmente ter comentários no código de implementação não é suficiente para satisfazer este critério; precisa haver uma maneira fácil de ver a informação sem ler todo o código-fonte. Se o projeto não produz software, escolha "não aplicável" (N/A).

    The external interface is documented in reference form: the dot CLI man page (share/man/man1/dot.1, with OPTIONS/EXAMPLES) and the reference manual docs/manual/03-reference/ — 01-dot-cli.md (every command, its flags/arguments = input, and its output), 02-config-files.md, 03-environment.md (environment variables), 04-templates.md, and 05-feature-flags.md. The alias and utility interfaces are documented in docs/reference/ALIASES.md, docs/reference/UTILS.md, and docs/reference/SCRIPTS.md, with a generated docs/manual/command-index.md. Every command also self-documents via dot --help / dot <command> --help.

    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/blob/master/docs/manual/03-reference/01-dot-cli.md


  • Outro


    Os sites do projeto (site, repositório e URLs de download) DEVEM suportar HTTPS usando TLS. [sites_https]
    Isso requer que a URL da página inicial do projeto e a URL do repositório de controle de versão comecem com "https:", não "http:". Você pode obter certificados gratuitos do Let's Encrypt. Os projetos PODEM implementar este critério usando (por exemplo) GitHub pages, GitLab pages ou SourceForge project pages. Se você suportar HTTP, recomendamos que você redirecione o tráfego HTTP para HTTPS.

    Given only https: URLs.



    O projeto DEVE ter um ou mais mecanismos para discussão (incluindo mudanças propostas e questões) que sejam pesquisáveis, permitam que mensagens e tópicos sejam endereçados por URL, permitam que novas pessoas participem de algumas das discussões e não exijam instalação no lado do cliente de software proprietário. [discussion]
    Exemplos de mecanismos aceitáveis incluem lista(s) de discussão arquivadas, discussões de questões e pull requests do GitHub, Bugzilla, Mantis e Trac. Mecanismos de discussão assíncronos (como IRC) são aceitáveis se atenderem a esses critérios; certifique-se de que haja um mecanismo de arquivamento endereçável por URL. JavaScript proprietário, embora desencorajado, é permitido.

    GitHub supports discussions on issues and pull requests.



    O projeto DEVERIA fornecer documentação em inglês e ser capaz de aceitar relatórios de bugs e comentários sobre código em inglês. [english]
    O inglês é atualmente a língua franca da tecnologia de computadores; o suporte ao inglês aumenta o número de diferentes desenvolvedores e revisores em potencial em todo o mundo. Um projeto pode atender a este critério mesmo que o idioma principal de seus desenvolvedores principais não seja o inglês.

    All project documentation (README, docs/, the dot.1 man page, inline code comments) and commit messages are written in English. The project accepts and responds to bug reports, security reports, and code comments in English via GitHub Issues, Pull Requests, and Security Advisories (security@sebastienrousseau.com). https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles



    O projeto DEVE ser mantido. [maintained]
    No mínimo, o projeto deve tentar responder a relatórios significativos de problemas e vulnerabilidades. Um projeto que está buscando ativamente um badge provavelmente é mantido. Todos os projetos e pessoas têm recursos limitados, e projetos típicos devem rejeitar algumas mudanças propostas, portanto, recursos limitados e rejeições de propostas não indicam por si só um projeto não mantido.

    Quando um projeto souber que não será mais mantido, ele deve definir este critério como "Não atendido" e usar o(s) mecanismo(s) apropriado(s) para indicar a outros que não está sendo mantido. Por exemplo, use "DEPRECATED" como o primeiro cabeçalho de seu README, adicione "DEPRECATED" perto do início de sua página inicial, adicione "DEPRECATED" ao início da descrição do projeto do repositório de código, adicione um badge de sem intenção de manutenção em seu README e/ou página inicial, marque-o como descontinuado em quaisquer repositórios de pacotes (por exemplo, npm deprecate), e/ou use o sistema de marcação do repositório de código para arquivá-lo (por exemplo, a configuração "archive" do GitHub, a marcação "archived" do GitLab, o status "readonly" do Gerrit ou o status de projeto "abandoned" do SourceForge). Discussão adicional pode ser encontrada aqui.

    The project is actively maintained: frequent commits, regular tagged releases (latest v0.2.506, preceded by v0.2.505, v0.2.504, …), continuously-running CI/CD (tests, security scans, releases), and timely responses to issues and pull requests. The OpenSSF Scorecard "Maintained" check scores this 10/10.

    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/commits/master


 Controle de Mudanças 9/9

  • Repositório de código-fonte público controlado por versão


    O projeto DEVE ter um repositório de código-fonte controlado por versão que seja publicamente legível e tenha uma URL. [repo_public]
    A URL PODE ser a mesma que a URL do projeto. O projeto PODE usar branches privados (não públicos) em casos específicos enquanto a mudança não for lançada publicamente (por exemplo, para corrigir uma vulnerabilidade antes de ser revelada ao público).

    Repository on GitHub, which provides public git repositories with URLs.



    O repositório de código-fonte do projeto DEVE rastrear quais mudanças foram feitas, quem fez as mudanças e quando as mudanças foram feitas. [repo_track]

    Repository on GitHub, which uses git. git can track the changes, who made them, and when they were made.



    Para permitir revisão colaborativa, o repositório de código-fonte do projeto DEVE incluir versões intermediárias para revisão entre lançamentos; ele NÃO DEVE incluir apenas lançamentos finais. [repo_interim]
    Os projetos PODEM optar por omitir versões intermediárias específicas de seus repositórios de código-fonte públicos (por exemplo, aquelas que corrigem vulnerabilidades de segurança não públicas específicas, podem nunca ser lançadas publicamente ou incluem material que não pode ser legalmente postado e não estão no lançamento final).

    The Git repository contains the complete commit history, including all interim development commits between releases (not only tagged release snapshots). Development happens on feature branches via pull requests with many interim commits — e.g., the feat/v0.2.506 branch holds 30+ reviewable commits between v0.2.505 and v0.2.506 — so changes are available for collaborative review before they ship.

    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/commits/master



    É SUGERIDO que software de controle de versão distribuído comum seja usado (por exemplo, git) para o repositório de código-fonte do projeto. [repo_distributed]
    O Git não é especificamente exigido e os projetos podem usar software de controle de versão centralizado (como subversion) com justificativa.

    Repository on GitHub, which uses git. git is distributed.


  • Numeração de versão única


    Os resultados do projeto DEVEM ter um identificador de versão único para cada lançamento destinado a ser usado pelos usuários. [version_unique]
    Isso PODE ser atendido de várias maneiras, incluindo IDs de commit (como git commit id ou mercurial changeset id) ou um número de versão (incluindo números de versão que usam versionamento semântico ou esquemas baseados em data como AAAAMMDD).

    Every release carries a unique semantic-version identifier (e.g., 0.2.506, 0.2.505, 0.2.504). The version is the single source of truth in .chezmoidata.toml (dotfiles_version), enforced repo-wide by version-sync.sh and a CI version-consistency check, and published as a unique, immutable Git tag (v0.2.506, …) on each release.

    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/tags



    É SUGERIDO que o formato de numeração de versão Versionamento Semântico (SemVer) ou Versionamento de Calendário (CalVer) seja usado para lançamentos. É SUGERIDO que aqueles que usam CalVer incluam um valor de nível micro. [version_semver]
    Os projetos geralmente devem preferir qualquer formato que seja esperado por seus usuários, por exemplo, porque é o formato normal usado por seu ecossistema. Muitos ecossistemas preferem SemVer, e SemVer é geralmente preferido para interfaces de programação de aplicações (APIs) e kits de desenvolvimento de software (SDKs). CalVer tende a ser usado por projetos que são grandes, têm um número excepcionalmente grande de dependências desenvolvidas independentemente, têm um escopo em constante mudança ou são sensíveis ao tempo. É SUGERIDO que aqueles que usam CalVer incluam um valor de nível micro, porque incluir um nível micro suporta branches mantidos simultaneamente sempre que isso se tornar necessário. Outros formatos de numeração de versão podem ser usados como números de versão, incluindo IDs de commit do git ou IDs de changeset do mercurial, desde que identifiquem exclusivamente as versões. No entanto, algumas alternativas (como IDs de commit do git) podem causar problemas como identificadores de lançamento, porque os usuários podem não ser capazes de determinar facilmente se estão atualizados. O formato do ID de versão pode não ser importante para identificar lançamentos de software se todos os destinatários executarem apenas a versão mais recente (por exemplo, é o código para um único site ou serviço de internet que é constantemente atualizado via entrega contínua).


    É SUGERIDO que os projetos identifiquem cada lançamento dentro de seu sistema de controle de versão. Por exemplo, é SUGERIDO que aqueles que usam git identifiquem cada lançamento usando tags do git. [version_tags]

    Every release is identified in version control with a Git tag following vMAJOR.MINOR.PATCH (e.g., v0.2.506, v0.2.505, v0.2.504). Tags are created as part of the signed release workflow (commits/tags are signed with SSH ED25519), and each tag has a corresponding GitHub Release with notes and signed artifacts.

    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/tags


  • Notas de lançamento


    O projeto DEVE fornecer, em cada lançamento, notas de lançamento que sejam um resumo legível por humanos das principais mudanças nesse lançamento para ajudar os usuários a determinar se devem atualizar e qual será o impacto da atualização. As notas de lançamento NÃO DEVEM ser a saída bruta de um log de controle de versão (por exemplo, os resultados do comando "git log" não são notas de lançamento). Projetos cujos resultados não se destinam à reutilização em vários locais (como o software para um único site ou serviço) E empregam entrega contínua PODEM selecionar "N/A". (URL obrigatória) [release_notes]
    As notas de lançamento PODEM ser implementadas de várias maneiras. Muitos projetos as fornecem em um arquivo chamado "NEWS", "CHANGELOG" ou "ChangeLog", opcionalmente com extensões como ".txt", ".md" ou ".html". Historicamente, o termo "change log" significava um log de todas as mudanças, mas para atender a esses critérios, o que é necessário é um resumo legível por humanos. As notas de lançamento PODEM, em vez disso, ser fornecidas por mecanismos de sistema de controle de versão, como o fluxo de trabalho GitHub Releases.

    Non-trivial release notes file in repository: https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/blob/master/CHANGELOG.md.



    As notas de lançamento DEVEM identificar todas as vulnerabilidades de tempo de execução publicamente conhecidas corrigidas neste lançamento que já tinham uma atribuição CVE ou similar quando o lançamento foi criado. Este critério pode ser marcado como não aplicável (N/A) se os usuários normalmente não conseguem atualizar o software por conta própria (por exemplo, como geralmente é verdade para atualizações de kernel). Este critério se aplica apenas aos resultados do projeto, não às suas dependências. Se não houver notas de lançamento ou se não houve vulnerabilidades publicamente conhecidas, escolha N/A. [release_notes_vulns]
    Este critério ajuda os usuários a determinar se uma determinada atualização irá corrigir uma vulnerabilidade que é publicamente conhecida, para ajudar os usuários a tomar uma decisão informada sobre atualização. Se os usuários normalmente não conseguem atualizar o software por conta própria em seus computadores, mas devem depender de um ou mais intermediários para realizar a atualização (como é frequentemente o caso de um kernel e software de baixo nível que está entrelaçado com um kernel), o projeto pode escolher "não aplicável" (N/A) em vez disso, já que essa informação adicional não será útil para esses usuários. Da mesma forma, um projeto pode escolher N/A se todos os destinatários executarem apenas a versão mais recente (por exemplo, é o código para um único site ou serviço de internet que é constantemente atualizado via entrega contínua). Este critério se aplica apenas aos resultados do projeto, não às suas dependências. Listar as vulnerabilidades de todas as dependências transitivas de um projeto torna-se difícil conforme as dependências aumentam e variam, e é desnecessário já que ferramentas que examinam e rastreiam dependências podem fazer isso de uma forma mais escalável.

    The project's own results have had no publicly-known, CVE-assigned run-time vulnerabilities to date. Security-relevant issues are caught pre-release by CI (CodeQL, gitleaks, TruffleHog, Scorecard) and noted in CHANGELOG.md when relevant, but none have been publicly-disclosed/CVE-assigned vulnerabilities at release time. Per the criterion, N/A applies when there have been no publicly known vulnerabilities; users can also self-update via chezmoi/git at any time.


 Relatórios 8/8

  • Processo de relato de bugs


    O projeto DEVE fornecer um processo para os usuários enviarem relatórios de bugs (por exemplo, usando um rastreador de problemas ou uma lista de discussão). (URL obrigatória) [report_process]

    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/issues

    Users submit bug reports through the project's GitHub issue tracker (https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/issues), the standard defect-reporting mechanism for the repository. Security-sensitive reports have a separate private channel documented in .github/SECURITY.md (security@sebastienrousseau.com, with encrypted/GPG disclosure). CONTRIBUTING.md also points contributors to the issue tracker.



    O projeto DEVERIA usar um rastreador de problemas para rastrear problemas individuais. [report_tracker]

    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/issues

    Users submit bug reports through the project's GitHub issue tracker (https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/issues), the standard defect-reporting mechanism for the repository. Security-sensitive reports have a separate private channel documented in .github/SECURITY.md (security@sebastienrousseau.com, with encrypted/GPG disclosure). CONTRIBUTING.md also points contributors to the issue tracker.



    O projeto DEVE reconhecer a maioria dos relatórios de bugs enviados nos últimos 2-12 meses (inclusive); a resposta não precisa incluir uma correção. [report_responses]

    The maintainer acknowledges essentially all bug reports. Of the issues opened in the last 2–12 months, every one received a response from the project owner (7/7 with maintainer comments). External bug reports are acknowledged promptly — e.g., issue #882 (an SSL-certificate report from an outside contributor, @HaleTom) was answered by the maintainer the next day with the status and remediation plan. Many issues are also self-tracked roadmap items that are closed with a detailed completion comment.

    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/issues/882



    O projeto DEVERIA responder a uma maioria (>50%) das solicitações de melhorias nos últimos 2-12 meses (inclusive). [enhancement_responses]
    A resposta PODE ser 'não' ou uma discussão sobre seus méritos. O objetivo é simplesmente que haja alguma resposta a algumas solicitações, o que indica que o projeto ainda está ativo. Para fins deste critério, os projetos não precisam contar solicitações falsas (por exemplo, de spammers ou sistemas automatizados). Se um projeto não estiver mais fazendo melhorias, selecione "não atendido" e inclua a URL que torna esta situação clara para os usuários. Se um projeto tende a ser sobrecarregado pelo número de solicitações de melhorias, selecione "não atendido" e explique.

    The project responds to enhancement requests. The majority of issues in the last 2–12 months are enhancement/feature items (e.g., #872 Atuin history filter, #875 drift detection, #877 deps.dev integration, #879 CI composites, #880 shell-parity perf), each discussed and closed with a detailed maintainer response describing what shipped (or, where deferred, why and what's next — e.g., #874, #880's perf target). The project is actively making enhancements, with regular feature releases (v0.2.50x), confirming it's alive and responsive.

    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/issues?q=is%3Aissue+is%3Aclosed



    O projeto DEVE ter um arquivo publicamente disponível para relatórios e respostas para pesquisa posterior. (URL obrigatória) [report_archive]

    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/issues?q=is%3Aissue

    All bug reports, enhancement requests, and their responses are stored in the project's GitHub issue tracker, which serves as a publicly available, permanently-archived, full-text-searchable record. Closed issues remain accessible (e.g., ?q=is%3Aissue+is%3Aclosed), and the discussion threads (including maintainer responses) are preserved for later searching.


  • Processo de relato de vulnerabilidades


    O projeto DEVE publicar o processo para relatar vulnerabilidades no site do projeto. (URL obrigatória) [vulnerability_report_process]
    Projetos hospedados no GitHub DEVERIAM considerar habilitar o relato privado de uma vulnerabilidade de segurança. Projetos no GitLab DEVERIAM considerar usar sua capacidade de relatar uma vulnerabilidade de forma privada. Projetos PODEM identificar um endereço de e-mail em https://PROJECTSITE/security, frequentemente na forma security@example.org. Este processo de relato de vulnerabilidades PODE ser o mesmo que seu processo de relato de bugs. Relatórios de vulnerabilidades PODEM ser sempre públicos, mas muitos projetos têm um mecanismo de relato de vulnerabilidades privado.

    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/security/policy

    The vulnerability-reporting process is published in .github/SECURITY.md, rendered at the repository's Security → Policy tab (/security/policy). It documents a private disclosure channel — security@sebastienrousseau.com with GPG/encrypted disclosure — and a response process. GitHub's built-in private vulnerability reporting is now enabled for the repository, giving researchers a private "Report a vulnerability" button on the Security tab as the SUGGESTED mechanism.



    Se relatórios privados de vulnerabilidades forem suportados, o projeto DEVE incluir como enviar as informações de uma forma que seja mantida privada. (URL obrigatória) [vulnerability_report_private]
    Exemplos incluem um relatório de defeito privado enviado na web usando HTTPS (TLS) ou um e-mail criptografado usando OpenPGP. Se relatórios de vulnerabilidades forem sempre públicos (portanto, nunca há relatórios privados de vulnerabilidades), escolha "não aplicável" (N/A).

    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/security/policy

    Private vulnerability reporting is supported and the methods for sending information privately are documented in .github/SECURITY.md: (1) GitHub's built-in private security-advisory form, "Report a vulnerability," over HTTPS/TLS (now enabled on the repo); and (2) email to security@sebastienrousseau.com encrypted with the project's published OpenPGP/GPG key. The disclosure key and encrypted-reporting instructions are in docs/security/DISCLOSURE.md (key: docs/security/security-pubkey.asc, fingerprint 55AF…4693), also fetchable via WKD.



    O tempo de resposta inicial do projeto para qualquer relatório de vulnerabilidade recebido nos últimos 6 meses DEVE ser menor ou igual a 14 dias. [vulnerability_report_response]
    Se não houve vulnerabilidades relatadas nos últimos 6 meses, escolha "não aplicável" (N/A).

    The project has received no vulnerability reports in the last 6 months (zero repository security advisories / GHSA records). A private reporting channel exists and is ready (GitHub private advisories + security@sebastienrousseau.com with GPG), but since no vulnerability reports have been submitted, there is no initial-response time to evaluate. Per the criterion, N/A applies when there have been no vulnerabilities reported in the period.


 Qualidade 13/13

  • Sistema de compilação funcional


    Se o software produzido pelo projeto requer construção para uso, o projeto DEVE fornecer um sistema de construção funcional que possa reconstruir automaticamente o software a partir do código-fonte. [build]
    Um sistema de construção determina quais ações precisam ocorrer para reconstruir o software (e em que ordem), e então executa essas etapas. Por exemplo, ele pode invocar um compilador para compilar o código-fonte. Se um executável é criado a partir do código-fonte, deve ser possível modificar o código-fonte do projeto e então gerar um executável atualizado com essas modificações. Se o software produzido pelo projeto depende de bibliotecas externas, o sistema de construção não precisa construir essas bibliotecas externas. Se não houver necessidade de construir nada para usar o software depois que seu código-fonte for modificado, selecione "não aplicável" (N/A).

    É SUGERIDO que ferramentas comuns sejam usadas para construir o software. [build_common_tools]
    Por exemplo, Maven, Ant, cmake, o autotools, make, rake (Ruby) ou devtools (R).

    O projeto DEVERIA ser construível usando apenas ferramentas FLOSS. [build_floss_tools]

    The project is built/installed and developed using only FLOSS tools: install.sh (Bash), chezmoi (Apache-2.0), mise (MIT), and GNU Make, with the cockpit and gateway using the FLOSS Go toolchain and the Python standard library. All CI quality gates use FLOSS tooling — shellcheck, shfmt, hadolint, stylua, luacheck, gofmt/go vet, gitleaks, actionlint, CodeQL. No proprietary build tool is required on any supported platform (macOS/Linux/WSL).


  • Conjunto de testes automatizados


    O projeto DEVE usar pelo menos um conjunto de testes automatizados que seja disponibilizado publicamente como FLOSS (esse conjunto de testes pode ser mantido como um projeto FLOSS separado). O projeto DEVE mostrar ou documentar claramente como executar o(s) conjunto(s) de testes (por exemplo, por meio de um script de integração contínua (CI) ou por meio de documentação em arquivos como BUILD.md, README.md ou CONTRIBUTING.md). [test]
    O projeto PODE usar múltiplos conjuntos de testes automatizados (por exemplo, um que executa rapidamente, versus outro que é mais completo mas requer equipamento especial). Existem muitos frameworks de teste e sistemas de suporte a testes disponíveis, incluindo Selenium (automação de navegador web), Junit (JVM, Java), RUnit (R), testthat (R).

    The project ships a comprehensive automated test suite (4,840+ tests across tests/unit/, tests/integration/, tests/regression/, plus a Go test suite for the cockpit), built on a custom FLOSS test framework in tests/framework/ (MIT-licensed, part of this repository). How to run it is documented in tests/README.md and CONTRIBUTING.md — ./tests/framework/test_runner.sh (or go test ./... for the cockpit) — and it runs automatically in CI via reliability-gate.yml and the main CI workflows on every push/PR.

    URL:
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/blob/master/tests/README.md



    Um conjunto de testes DEVERIA ser invocável de forma padrão para aquela linguagem. [test_invocation]
    Por exemplo, "make check", "mvn test", ou "rake test" (Ruby).

    The project ships a comprehensive automated test suite (4,840+ tests across tests/unit/, tests/integration/, tests/regression/, plus a Go test suite for the cockpit), built on a custom FLOSS test framework in tests/framework/ (MIT-licensed, part of this repository). How to run it is documented in tests/README.md and CONTRIBUTING.md — ./tests/framework/test_runner.sh (or go test ./... for the cockpit) — and it runs automatically in CI via reliability-gate.yml and the main CI workflows on every push/PR.

    URL:
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/blob/master/tests/README.md



    É SUGERIDO que o conjunto de testes cubra a maioria (ou idealmente todos) os ramos de código, campos de entrada e funcionalidade. [test_most]

    The test suite broadly covers the project's functionality: every dot subcommand, alias group, and function group has unit tests, complemented by integration tests (the local AI gateway, cross-shell parity, headless Neovim load) and Go-native fuzz tests for input handling (validateName, URL resolver). Coverage is measured, not assumed — the cockpit Go module is ~98% line coverage; shell coverage sits at ~48%, which is the documented structural ceiling for xtrace-only instrumentation (the remaining surface is system-mutation, platform-gated, and interactive code that can't be exercised under test — see docs/operations/COVERAGE.md for the exclusion list and rationale). Coverage is enforced by a minimum-threshold CI gate.

    URL:
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/blob/master/docs/operations/COVERAGE.md



    É SUGERIDO que o projeto implemente integração contínua (onde código novo ou alterado é frequentemente integrado em um repositório de código central e testes automatizados são executados no resultado). [test_continuous_integration]

    The project implements continuous integration via GitHub Actions. On every push and pull request, multiple workflows run automated tests and quality gates across a Linux + macOS matrix — ci.yml, ci-enforced.yml, and reliability-gate.yml (the full 4,840-test suite + shell/PowerShell/WSL contracts), plus codeql.yml, coverage.yml, scorecard.yml, and security scanning. Changes are integrated frequently into master through reviewed PRs, with required status checks gating merges.

    URL:
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/actions


  • Teste de novas funcionalidades


    O projeto DEVE ter uma política geral (formal ou não) de que conforme nova funcionalidade importante seja adicionada ao software produzido pelo projeto, testes dessa funcionalidade devem ser adicionados a um conjunto de testes automatizados. [test_policy]
    Desde que haja uma política, mesmo que verbal, que diga que desenvolvedores devem adicionar testes ao conjunto de testes automatizados para novas funcionalidades importantes, selecione "Met".

    CONTRIBUTING.md documents the policy that new functionality must ship with tests: the pull-request checklist requires tests for new code, and the "Regression tests" section mandates a Regression for: traceability marker linking each test to the issue/commit it covers. The policy is not just word-of-mouth — it's enforced by a regression-traceability pre-commit hook and CI, and a coverage-threshold gate discourages untested code.

    URL:
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/blob/master/CONTRIBUTING.md



    O projeto DEVE ter evidências de que a test_policy para adicionar testes foi seguida nas mudanças mais recentes e importantes ao software produzido pelo projeto. [tests_are_added]
    Funcionalidade importante seria tipicamente mencionada nas notas de lançamento. Perfeição não é necessária, apenas evidências de que testes estão sendo tipicamente adicionados na prática ao conjunto de testes automatizados quando nova funcionalidade importante é adicionada ao software produzido pelo projeto.

    Recent major changes consistently ship with their tests. The current cockpit/gateway feature work (PR #936) added a Go test suite for the cockpit (~98% coverage, with a CI coverage gate), a gateway integration test (tests/integration/test_ai_gateway.sh, 24 assertions), and an exhaustive shell exercise (tests/unit/dot-cli/test_ai_exhaustive.sh). Earlier features did the same — e.g., #872 added test_atuin_history_filter.sh (27 tests), #877 added test_check_deps_dev.sh (9 tests), #875 added test_drift_dashboard.sh (12 tests), #881 added golden-snapshot + install fuzz tests. Each issue's closing comment lists the tests added alongside the functionality.

    URL:
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/pull/936/files
    (or a closed feature issue: https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/issues/877)



    É SUGERIDO que esta política sobre adicionar testes (veja test_policy) seja documentada nas instruções para propostas de mudanças. [tests_documented_added]
    Contudo, mesmo uma regra informal é aceitável desde que os testes estejam sendo adicionados na prática.

    The policy on adding tests is documented in CONTRIBUTING.md, which is the project's instructions for change proposals (pull requests). Its pull-request checklist requires tests for new functionality, and the "Regression tests" section documents the requirement (including the Regression for: traceability marker). The rule is therefore both written down in the contribution guide and enforced in CI.

    URL:
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/blob/master/CONTRIBUTING.md


  • Sinalizadores de aviso


    O projeto DEVE habilitar uma ou mais flags de avisos do compilador, um modo de linguagem "seguro", ou usar uma ferramenta "linter" separada para procurar erros de qualidade de código ou erros comuns simples, se houver pelo menos uma ferramenta FLOSS que possa implementar este critério na linguagem selecionada. [warnings]
    Exemplos de flags de avisos do compilador incluem gcc/clang "-Wall". Exemplos de modo de linguagem "seguro" incluem JavaScript "use strict" e perl5 "use warnings". Uma ferramenta "linter" separada é simplesmente uma ferramenta que examina o código-fonte para procurar erros de qualidade de código ou erros comuns simples. Estes são tipicamente habilitados dentro do código-fonte ou instruções de compilação.

    The project enables linters and safe-language modes across every language it uses: shellcheck (with set -euo pipefail safe mode in all shell scripts), shfmt, hadolint (Dockerfiles), luacheck + stylua (Lua), gofmt + go vet (Go), ruff (Python), and actionlint (GitHub workflows), plus gitleaks/detect-secrets. These are enabled and enforced both locally via the pre-commit config (config/pre-commit-config.yaml) and in CI on every push/PR.

    URL:
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/blob/master/config/pre-commit-config.yaml



    O projeto DEVE tratar os avisos. [warnings_fixed]
    Estes são os avisos identificados pela implementação do critério warnings. O projeto deve corrigir avisos ou marcá-los no código-fonte como falsos positivos. Idealmente não haveria avisos, mas um projeto PODE aceitar alguns avisos (tipicamente menos de 1 aviso por 100 linhas ou menos de 10 avisos).

    Warnings are addressed: the linters run in enforcing mode in CI and the pre-commit hooks, so code must be clean to merge — e.g., shellcheck --severity=error, shfmt -d, go vet, ruff check, actionlint, gitleaks. Where a finding is a genuine false positive it is explicitly suppressed with a documented directive rather than ignored — # shellcheck disable=SCxxxx, # hadolint ignore=DLxxxx, the gitleaks allowlist in config/gitleaks.toml, and LCOV_EXCL fences for unreachable code. CI is green, so the tree is effectively warning-free.

    URL:
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/actions/workflows/ci.yml
    (or the pre-commit config: https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/blob/master/config/pre-commit-config.yaml)



    É SUGERIDO que projetos sejam maximamente rigorosos com avisos no software produzido pelo projeto, onde prático. [warnings_strict]
    Alguns avisos não podem ser efetivamente habilitados em alguns projetos. O que é necessário é evidência de que o projeto está se esforçando para habilitar flags de avisos onde puder, de forma que erros sejam detectados cedo.

    The project strives for maximal strictness. All shell uses set -euo pipefail. CI is two-tiered: ci.yml runs the standard gates while ci-enforced.yml adds stricter "aspirational" checks (broader lint, security, copyright-header enforcement, full unit/integration suites). The cockpit Go module enforces gofmt + go vet behind a ≥98% coverage gate, and the test framework offers a DOT_STRICT mode that promotes silent failures (command-not-found, unbound variables) to hard test failures. Where a stricter flag isn't practical for a given file, it's suppressed explicitly with a justification rather than disabled globally.

    URL:
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/blob/master/.github/workflows/ci-enforced.yml


 Segurança 16/16

  • Conhecimento de desenvolvimento seguro


    O projeto DEVE ter pelo menos um desenvolvedor principal que saiba como projetar software seguro. (Veja 'details' para os requisitos exatos.) [know_secure_design]
    Isto requer entender os seguintes princípios de projeto, incluindo os 8 princípios de Saltzer and Schroeder:
    • economia de mecanismo (mantenha o projeto tão simples e pequeno quanto prático, por exemplo, adotando simplificações amplas)
    • padrões à prova de falhas (decisões de acesso devem negar por padrão, e a instalação dos projetos deve ser segura por padrão)
    • mediação completa (todo acesso que possa ser limitado deve ser verificado quanto à autoridade e não ser contornável)
    • projeto aberto (mecanismos de segurança não devem depender da ignorância do invasor sobre seu projeto, mas sim em informações mais facilmente protegidas e alteradas como chaves e senhas)
    • separação de privilégios (idealmente, acesso a objetos importantes deve depender de mais de uma condição, de forma que derrotar um sistema de proteção não permita acesso completo. Por exemplo, autenticação multifator, como exigir tanto uma senha quanto um token de hardware, é mais forte que autenticação de fator único)
    • menor privilégio (processos devem operar com o menor privilégio necessário)
    • menor mecanismo comum (o projeto deve minimizar os mecanismos comuns a mais de um usuário e dos quais todos os usuários dependem, por exemplo, diretórios para arquivos temporários)
    • aceitabilidade psicológica (a interface humana deve ser projetada para facilidade de uso - projetar para "menor surpresa" pode ajudar)
    • superfície de ataque limitada (a superfície de ataque - o conjunto dos diferentes pontos onde um invasor pode tentar entrar ou extrair dados - deve ser limitada)
    • validação de entrada com listas de permissões (entradas devem tipicamente ser verificadas para determinar se são válidas antes de serem aceitas; esta validação deve usar listas de permissões (que aceitam apenas valores conhecidamente bons), não listas de negação (que tentam listar valores conhecidamente ruins)).
    Um "desenvolvedor principal" em um projeto é qualquer pessoa que esteja familiarizada com a base de código do projeto, esteja confortável fazendo mudanças nela, e seja reconhecida como tal pela maioria dos outros participantes no projeto. Um desenvolvedor principal tipicamente faria várias contribuições ao longo do último ano (via código, documentação ou respondendo perguntas). Desenvolvedores seriam tipicamente considerados desenvolvedores principais se iniciaram o projeto (e não deixaram o projeto há mais de três anos), têm a opção de receber informações em um canal privado de relato de vulnerabilidades (se houver um), podem aceitar commits em nome do projeto, ou realizar lançamentos finais do software do projeto. Se há apenas um desenvolvedor, esse indivíduo é o desenvolvedor principal. Muitos livros e cursos estão disponíveis para ajudá-lo a entender como desenvolver software mais seguro e discutir projeto. Por exemplo, o curso Secure Software Development Fundamentals é um conjunto gratuito de três cursos que explicam como desenvolver software mais seguro (é gratuito se você auditar; por uma taxa extra você pode obter um certificado para provar que aprendeu o material).


    Pelo menos um dos desenvolvedores principais do projeto DEVE conhecer tipos comuns de erros que levam a vulnerabilidades neste tipo de software, bem como pelo menos um método para combater ou mitigar cada um deles. [know_common_errors]
    Exemplos (dependendo do tipo de software) incluem injeção SQL, injeção de SO, estouro clássico de buffer, cross-site scripting, autenticação ausente e autorização ausente. Veja o CWE/SANS top 25 ou OWASP Top 10 para listas comumente usadas. Muitos livros e cursos estão disponíveis para ajudá-lo a entender como desenvolver software mais seguro e discutir erros comuns de implementação que levam a vulnerabilidades. Por exemplo, o curso Secure Software Development Fundamentals é um conjunto gratuito de três cursos que explicam como desenvolver software mais seguro (é gratuito se você auditar; por uma taxa extra você pode obter um certificado para provar que aprendeu o material).

  • Usar práticas criptográficas boas e básicas

    Observe que alguns softwares não precisam usar mecanismos criptográficos. Se o seu projeto produzir software que (1) inclui, ativa ou habilita funcionalidade de criptografia, e (2) pode ser liberado dos Estados Unidos (EUA) para fora dos EUA ou para um não cidadão dos EUA, você pode ser legalmente obrigado a tomar algumas etapas extras. Normalmente isso envolve apenas o envio de um e-mail. Para mais informações, consulte a seção de criptografia de Understanding Open Source Technology & US Export Controls.

    O software produzido pelo projeto DEVE usar, por padrão, apenas protocolos criptográficos e algoritmos que são publicamente publicados e revisados por especialistas (se protocolos criptográficos e algoritmos forem usados). [crypto_published]
    Esses critérios criptográficos nem sempre se aplicam porque alguns softwares não têm necessidade de usar diretamente capacidades criptográficas.


    Se o software produzido pelo projeto for uma aplicação ou biblioteca, e seu propósito principal não for implementar criptografia, então ele DEVERIA apenas chamar software especificamente projetado para implementar funções criptográficas; ele NÃO DEVERIA reimplementar o seu próprio. [crypto_call]


    Toda funcionalidade no software produzido pelo projeto que depende de criptografia DEVE ser implementável usando FLOSS. [crypto_floss]


    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVEM usar comprimentos de chave padrão que pelo menos atendam aos requisitos mínimos do NIST até o ano de 2030 (conforme declarado em 2012). DEVE ser possível configurar o software para que comprimentos de chave menores sejam completamente desabilitados. [crypto_keylength]
    Esses comprimentos mínimos de bits são: chave simétrica 112, módulo de fatoração 2048, chave de logaritmo discreto 224, grupo logarítmico discreto 2048, curva elíptica 224 e hash 224 (hashing de senha não é coberto por este comprimento de bits, mais informações sobre hashing de senha podem ser encontradas no critério crypto_password_storage). Veja https://www.keylength.com para uma comparação de recomendações de comprimento de chave de várias organizações. O software PODE permitir comprimentos de chave menores em algumas configurações (idealmente não permitiria, já que isso permite ataques de downgrade, mas comprimentos de chave mais curtos são às vezes necessários para interoperabilidade).


    Os mecanismos de segurança padrão dentro do software produzido pelo projeto NÃO DEVEM depender de algoritmos criptográficos quebrados (por exemplo, MD4, MD5, DES único, RC4, Dual_EC_DRBG), ou usar modos de cifra que são inadequados ao contexto, a menos que sejam necessários para implementar um protocolo interoperável (onde o protocolo implementado é a versão mais recente desse padrão amplamente suportado pelo ecossistema de rede, esse ecossistema requer o uso de tal algoritmo ou modo, e esse ecossistema não oferece nenhuma alternativa mais segura). A documentação DEVE descrever quaisquer riscos de segurança relevantes e quaisquer mitigações conhecidas se esses algoritmos ou modos quebrados forem necessários para um protocolo interoperável. [crypto_working]
    O modo ECB é quase nunca apropriado porque revela blocos idênticos dentro do texto cifrado conforme demonstrado pelo pinguim ECB, e o modo CTR é frequentemente inadequado porque não realiza autenticação e causa duplicatas se o estado de entrada for repetido. Em muitos casos é melhor escolher um modo de algoritmo de cifra de bloco projetado para combinar sigilo e autenticação, por exemplo, Galois/Counter Mode (GCM) e EAX. Projetos PODEM permitir que usuários habilitem mecanismos quebrados (por exemplo, durante a configuração) onde necessário para compatibilidade, mas então os usuários sabem que estão fazendo isso.

    The project's default security mechanisms use strong, current cryptography: SHA-256 for integrity (ALL_SHA256SUMS on releases), Ed25519 for the GPG disclosure key and for SSH-signed commits/tags, and Sigstore/cosign (ECDSA, keyless) for artifact and SBOM signing. No security mechanism depends on a broken algorithm (no MD4/MD5/SHA-1/DES/RC4 used for security) or an inappropriate cipher mode (e.g., ECB). The only SHA-1 usage anywhere is the OpenPGP Web Key Directory local-part lookup hash, which is mandated by the WKD interoperable standard and is not a security mechanism (it's a directory-lookup identifier).



    Os mecanismos de segurança padrão dentro do software produzido pelo projeto NÃO DEVERIAM depender de algoritmos criptográficos ou modos com fraquezas sérias conhecidas (por exemplo, o algoritmo de hash criptográfico SHA-1 ou o modo CBC em SSH). [crypto_weaknesses]
    Preocupações sobre o modo CBC em SSH são discutidas em CERT: SSH CBC vulnerability.

    The project's default security mechanisms avoid algorithms/modes with known serious weaknesses. The managed SSH config (defaults/private_dot_ssh/config.tmpl) explicitly pins modern primitives — Ciphers chacha20-poly1305@openssh.com, aes256-gcm@openssh.com, aes128-gcm@openssh.com (no CBC, directly addressing the SSH-CBC concern), KexAlgorithms curve25519-sha256, and HostKeyAlgorithms ssh-ed25519, rsa-sha2-512/256 (no SHA-1). Integrity and signing use SHA-256, Ed25519 (GPG + signed commits), and ECDSA/Sigstore. MD5/SHA-1 appear only as user-selectable options in general-purpose hashing utilities (hash, hashsum), never as a security default — which the criterion permits ("MAY allow users to enable broken mechanisms… where necessary"). The openssl convenience aliases use AES-256-CBC with PBKDF2 for at-rest file encryption (a strong cipher, not a broken one).

    URL:
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/blob/master/defaults/private_dot_ssh/config.tmpl



    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVERIAM implementar sigilo perfeito para frente para protocolos de acordo de chave, de modo que uma chave de sessão derivada de um conjunto de chaves de longo prazo não possa ser comprometida se uma das chaves de longo prazo for comprometida no futuro. [crypto_pfs]

    The project's default security mechanisms avoid algorithms/modes with known serious weaknesses. The managed SSH config (defaults/private_dot_ssh/config.tmpl) explicitly pins modern primitives — Ciphers chacha20-poly1305@openssh.com, aes256-gcm@openssh.com, aes128-gcm@openssh.com (no CBC, directly addressing the SSH-CBC concern), KexAlgorithms curve25519-sha256, and HostKeyAlgorithms ssh-ed25519, rsa-sha2-512/256 (no SHA-1). Integrity and signing use SHA-256, Ed25519 (GPG + signed commits), and ECDSA/Sigstore. MD5/SHA-1 appear only as user-selectable options in general-purpose hashing utilities (hash, hashsum), never as a security default — which the criterion permits ("MAY allow users to enable broken mechanisms… where necessary"). The openssl convenience aliases use AES-256-CBC with PBKDF2 for at-rest file encryption (a strong cipher, not a broken one).

    URL):
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/blob/master/defaults/private_dot_ssh/config.tmpl



    Se o software produzido pelo projeto causar o armazenamento de senhas para autenticação de usuários externos, as senhas DEVEM ser armazenadas como hashes iterados com um salt por usuário usando um algoritmo de extensão de chave (iterado) (por exemplo, Argon2id, Bcrypt, Scrypt ou PBKDF2). Veja também OWASP Password Storage Cheat Sheet. [crypto_password_storage]
    Este critério aplica-se apenas quando o software está aplicando autenticação de usuários usando senhas para usuários externos (também conhecida como autenticação de entrada), como aplicações web do lado do servidor. Não se aplica em casos onde o software armazena senhas para autenticar em outros sistemas (também conhecida como autenticação de saída, por exemplo, o software implementa um cliente para algum outro sistema), já que pelo menos partes desse software devem ter acesso frequentemente à senha não hasheada.

    The project is a personal dotfiles/shell-configuration manager. It does not implement inbound authentication of external users and stores no user passwords for authentication — there is no server-side web application, login system, or password database. Per the criterion, this applies only to software enforcing password authentication of external users (inbound auth), which the project does not do.



    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVEM gerar todas as chaves criptográficas e nonces usando um gerador de números aleatórios criptograficamente seguro, e NÃO DEVEM fazê-lo usando geradores que são criptograficamente inseguros. [crypto_random]
    Um gerador de números aleatórios criptograficamente seguro pode ser um gerador de números aleatórios de hardware, ou pode ser um gerador de números pseudo-aleatórios criptograficamente seguro (CSPRNG) usando um algoritmo como Hash_DRBG, HMAC_DRBG, CTR_DRBG, Yarrow ou Fortuna. Exemplos de chamadas para geradores de números aleatórios seguros incluem o java.security.SecureRandom do Java e o window.crypto.getRandomValues do JavaScript. Exemplos de chamadas para geradores de números aleatórios inseguros incluem o java.util.Random do Java e o Math.random do JavaScript.

    All cryptographic keys, certificates, and secrets are generated with cryptographically secure RNGs: SSH keys/certs via ssh-keygen (Ed25519, OS CSPRNG /dev/urandom/getrandom), GPG keys via gpg, and the pw password generator via openssl rand. Bash's insecure $RANDOM is used only for cosmetic features (wallpaper rotation, lorem-ipsum, the pipes animation) — never for keys, nonces, salts, or secrets.


  • Entrega protegida contra ataques man-in-the-middle (MITM)


    O projeto DEVE usar um mecanismo de entrega que contraponha ataques MITM. Usar https ou ssh+scp é aceitável. [delivery_mitm]
    Um mecanismo ainda mais forte é liberar o software com pacotes assinados digitalmente, já que isso mitiga ataques no sistema de distribuição, mas isso só funciona se os usuários puderem estar confiantes de que as chaves públicas para assinaturas estão corretas e se os usuários realmente verificarão a assinatura.

    Distribution channels use HTTPS exclusively. [osps_br_03_02]



    Um hash criptográfico (por exemplo, um sha1sum) NÃO DEVE ser recuperado por http e usado sem verificar uma assinatura criptográfica. [delivery_unsigned]
    Esses hashes podem ser modificados durante o trânsito.

    All cryptographic keys, certificates, and secrets are generated with cryptographically secure RNGs: SSH keys and certificates via ssh-keygen (Ed25519, using the OS CSPRNG / getrandom//dev/urandom — see scripts/security/ssh-cert.sh), GPG keys via gpg, and the password generator (pw) via openssl rand -base64. Bash's cryptographically-insecure $RANDOM is used only for non-security, cosmetic purposes — random wallpaper selection (wallpaper-rotate.sh, wallpaper-sync.sh), lorem-ipsum text (lorem), and the pipes terminal animation — never for keys, nonces, salts, IVs, or secrets.


  • Vulnerabilidades conhecidas publicamente corrigidas


    NÃO DEVE haver vulnerabilidades não corrigidas de severidade média ou superior que sejam publicamente conhecidas por mais de 60 dias. [vulnerabilities_fixed_60_days]
    A vulnerabilidade deve ser corrigida e lançada pelo próprio projeto (as correções podem ser desenvolvidas em outro lugar). Uma vulnerabilidade se torna publicamente conhecida (para este propósito) uma vez que tem um CVE com informações lançadas publicamente sem paywall (relatadas, por exemplo, no National Vulnerability Database) ou quando o projeto foi informado e a informação foi liberada ao público (possivelmente pelo projeto). Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente usado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade eles mesmos usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem publicamente reveladas uma vez que a vulnerabilidade seja publicamente conhecida. Nota: isso significa que os usuários podem ficar vulneráveis a todos os atacantes em todo o mundo por até 60 dias. Este critério é frequentemente muito mais fácil de atender do que o que o Google recomenda em Rebooting responsible disclosure, porque o Google recomenda que o período de 60 dias comece quando o projeto é notificado mesmo se o relatório não for público. Observe também que este critério de selo, como outros critérios, aplica-se ao projeto individual. Alguns projetos fazem parte de organizações guarda-chuva maiores ou projetos maiores, possivelmente em múltiplas camadas, e muitos projetos alimentam seus resultados para outras organizações e projetos como parte de uma cadeia de suprimentos potencialmente complexa. Um projeto individual geralmente não pode controlar o resto, mas um projeto individual pode trabalhar para lançar uma correção de vulnerabilidade de forma oportuna. Portanto, focamos apenas no tempo de resposta do projeto individual. Uma vez que uma correção esteja disponível do projeto individual, outros podem determinar como lidar com a correção (por exemplo, eles podem atualizar para a versão mais recente ou podem aplicar apenas a correção como uma solução cherry-picked).

    The project has no publicly-known, unpatched vulnerabilities of medium or higher severity — there are zero open repository security advisories / CVEs. Security issues identified internally (e.g., the recent CodeQL command-injection finding in the gateway) are patched and released within the same change set, so no medium-or-higher vulnerability has ever been publicly known and left unpatched for more than 60 days.



    Os projetos DEVERIAM corrigir todas as vulnerabilidades críticas rapidamente após serem relatadas. [vulnerabilities_critical_fixed]

    Critical vulnerabilities are fixed rapidly. The most recent example: a critical CodeQL finding (py/command-line-injection in the local gateway) was detected by CI and fully remediated within the same pull request (#936) on the same day — sanitizing the model via a constant lookup table and moving user content off the command line, iterated until CodeQL reported "no new alerts." There are currently no open critical vulnerabilities (zero security advisories).

    URL:
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/pull/936


  • Outras questões de segurança


    Os repositórios públicos NÃO DEVEM vazar uma credencial privada válida (por exemplo, uma senha funcionando ou chave privada) que se destina a limitar o acesso público. [no_leaked_credentials]
    Um projeto PODE vazar credenciais "de amostra" para testes e bancos de dados sem importância, desde que não sejam destinadas a limitar o acesso público.

    The repository leaks no valid private credentials. Multiple secret-scanning layers run in CI and pre-commit — gitleaks, TruffleHog OSS, and detect-secrets — and GitHub's native secret scanning and Dependabot are enabled on the repo. The only secret-shaped strings present are deliberately-fake test fixtures used to verify the scanners and the Atuin history filter (tests/unit/secrets/*.sh, allowlisted in config/gitleaks.toml) and documentation examples — none are working credentials intended to limit public access. Real secrets are kept out of the repo (Atuin history filtering, gitleaks pre-commit, no committed keys).

    URL:
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/blob/master/config/gitleaks.toml


 Análise 8/8

  • Análise estática de código


    Pelo menos uma ferramenta de análise estática de código (além de avisos do compilador e modos de linguagem "seguros") DEVE ser aplicada a qualquer grande lançamento de produção proposto do software antes de seu lançamento, se houver pelo menos uma ferramenta FLOSS que implemente este critério na linguagem selecionada. [static_analysis]
    Uma ferramenta de análise estática de código examina o código de software (como código-fonte, código intermediário ou executável) sem executá-lo com entradas específicas. Para fins deste critério, avisos do compilador e modos de linguagem "seguros" não contam como ferramentas de análise estática de código (estes tipicamente evitam análise profunda porque a velocidade é vital). Algumas ferramentas de análise estática focam na detecção de defeitos genéricos, outras focam em encontrar tipos específicos de defeitos (como vulnerabilidades), e algumas fazem uma combinação. Exemplos de tais ferramentas de análise estática de código incluem cppcheck (C, C++), clang static analyzer (C, C++), SpotBugs (Java), FindBugs (Java) (incluindo FindSecurityBugs), PMD (Java), Brakeman (Ruby on Rails), lintr (R), goodpractice (R), Coverity Quality Analyzer, SonarQube, Codacy e HP Enterprise Fortify Static Code Analyzer. Listas maiores de ferramentas podem ser encontradas em lugares como a lista da Wikipedia de ferramentas para análise estática de código, informações da OWASP sobre análise estática de código, lista do NIST de analisadores de segurança de código-fonte e lista de ferramentas de análise estática de Wheeler. Se não houver ferramentas de análise estática FLOSS disponíveis para a(s) linguagem(ns) de implementação usada(s), você pode selecionar 'N/A'.

    The project applies FLOSS static code analysis on every change and before every release: CodeQL (deep data-flow SAST, beyond compiler warnings/safe modes) runs on every push to master and every pull request, and shellcheck performs static analysis of all shell code, alongside an insecure-pattern scan and OpenSSF Scorecard. CodeQL's depth is demonstrated by it catching a real py/command-line-injection data-flow vulnerability in the gateway (fixed in #936). The release workflow only proceeds after these analyses pass.

    URL to cite (evidence):
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/blob/master/.github/workflows/codeql.yml



    É SUGERIDO que pelo menos uma das ferramentas de análise estática usadas para o critério static_analysis inclua regras ou abordagens para procurar vulnerabilidades comuns na linguagem ou ambiente analisado. [static_analysis_common_vulnerabilities]
    Ferramentas de análise estática que são especificamente projetadas para procurar vulnerabilidades comuns são mais propensas a encontrá-las. Dito isso, usar quaisquer ferramentas estáticas normalmente ajudará a encontrar alguns problemas, então estamos sugerindo mas não exigindo isso para o nível de selo 'passing'.

    The static analysis is vulnerability-focused, not just style. CodeQL runs its security query suite, which targets common vulnerability classes (injection, path traversal, SSRF, command injection, etc.) — it flagged a real py/command-line-injection flaw in the gateway. This is complemented by a dedicated "Scan for Insecure Patterns" job, gitleaks/TruffleHog for credential exposure, and Checkov for workflow/IaC security misconfigurations.

    URL to cite (evidence):
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/security/code-scanning
    (or the workflow: .github/workflows/codeql.yml)



    Todas as vulnerabilidades exploráveis de severidade média e superior descobertas com análise estática de código DEVEM ser corrigidas de forma oportuna após serem confirmadas. [static_analysis_fixed]
    Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente usado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade eles mesmos usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem publicamente reveladas uma vez que a vulnerabilidade seja publicamente conhecida. Observe que o critério vulnerabilities_fixed_60_days exige que todas essas vulnerabilidades sejam corrigidas dentro de 60 dias de se tornarem públicas.

    Medium-and-higher static-analysis findings are fixed in a timely way. The most recent example: CodeQL confirmed a critical py/command-line-injection vulnerability in the gateway, and it was fixed within the same pull request (#936) on the same day — iterated until CodeQL re-analysis reported "No new alerts." There are currently no open medium-or-higher CodeQL code-scanning alerts on the project's own code.

    URL to cite (evidence):
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/security/code-scanning?query=is%3Aclosed
    (or PR #936, which shows the fix)



    É SUGERIDO que a análise estática de código-fonte ocorra em cada commit ou pelo menos diariamente. [static_analysis_often]

    Static analysis runs on every commit. CodeQL runs on every push to master (the path filter was removed so all commits are analyzed) and on every pull request, with an additional weekly scheduled scan. shellcheck runs on every commit via both the pre-commit hooks and CI, and OpenSSF Scorecard runs on push plus weekly. So static analysis occurs effectively per-commit, well beyond the "at least daily" bar.

    URL to cite (evidence):
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/actions/workflows/codeql.yml


  • Análise dinâmica de código


    É SUGERIDO que pelo menos uma ferramenta de análise dinâmica seja aplicada a qualquer grande lançamento de produção proposto do software antes de seu lançamento. [dynamic_analysis]
    Uma ferramenta de análise dinâmica examina o software executando-o com entradas específicas. Por exemplo, o projeto PODE usar uma ferramenta de fuzzing (por exemplo, American Fuzzy Lop) ou um scanner de aplicação web (por exemplo, OWASP ZAP ou w3af). Em alguns casos, o projeto OSS-Fuzz pode estar disposto a aplicar testes de fuzzing ao seu projeto. Para fins deste critério, a ferramenta de análise dinâmica precisa variar as entradas de alguma forma para procurar vários tipos de problemas ou ser um conjunto de testes automatizado com pelo menos 80% de cobertura de ramificação. A página da Wikipedia sobre análise dinâmica e a página da OWASP sobre fuzzing identificam algumas ferramentas de análise dinâmica. A(s) ferramenta(s) de análise PODEM estar focadas em procurar vulnerabilidades de segurança, mas isso não é obrigatório.

    The project applies dynamic analysis via fuzzing — which the criterion explicitly names as a qualifying tool. Go native fuzzers (FuzzValidateName, FuzzInitURLResolver) vary inputs to exercise the validate-name and URL-resolver logic, run through a Go-fuzz CI workflow (fuzz.yml) and now ClusterFuzzLite (cflite_pr.yml, code-change mode on pull requests), with the harnesses also packaged as an OSS-Fuzz integration. A separate install.sh fuzz harness exercises the installer with 10 malformed-input fixtures. These run before release.

    URL to cite (evidence):
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/tree/master/oss-fuzz-integration
    (or the new .github/workflows/cflite_pr.yml)



    É SUGERIDO que se o software produzido pelo projeto incluir software escrito usando uma linguagem insegura em memória (por exemplo, C ou C++), então pelo menos uma ferramenta dinâmica (por exemplo, um fuzzer ou scanner de aplicação web) seja rotineiramente usada em combinação com um mecanismo para detectar problemas de segurança de memória, como estouros de buffer. Se o projeto não produzir software escrito em uma linguagem insegura em memória, escolha "não aplicável" (N/A). [dynamic_analysis_unsafe]
    Exemplos de mecanismos para detectar problemas de segurança de memória incluem Address Sanitizer (ASAN) (disponível no GCC e LLVM), Memory Sanitizer e valgrind. Outras ferramentas potencialmente usadas incluem thread sanitizer e undefined behavior sanitizer. Assertivas generalizadas também funcionariam.

    The project produces no software written in a memory-unsafe language (no C/C++). Its code is Bash, Lua, Go, and Python — all memory-safe or managed. Per the criterion, N/A applies when the project does not produce memory-unsafe-language software. (For completeness, the Go fuzzers are still compiled and run under AddressSanitizer via ClusterFuzzLite, but the criterion's triggering condition — presence of a memory-unsafe language — is not met.)



    É SUGERIDO que o projeto use uma configuração para pelo menos alguma análise dinâmica (como testes ou fuzzing) que habilite muitas asserções. Em muitos casos, essas asserções não devem ser habilitadas em builds de produção. [dynamic_analysis_enable_assertions]
    Este critério não sugere habilitar asserções durante a produção; isso é inteiramente decisão do projeto e de seus usuários. O foco deste critério é, em vez disso, melhorar a detecção de falhas durante a análise dinâmica antes da implantação. Habilitar asserções no uso em produção é completamente diferente de habilitar asserções durante a análise dinâmica (como testes). Em alguns casos, habilitar asserções no uso em produção é extremamente imprudente (especialmente em componentes de alta integridade). Existem muitos argumentos contra habilitar asserções em produção, por exemplo, bibliotecas não devem travar chamadores, sua presença pode causar rejeição por lojas de aplicativos e/ou ativar uma asserção em produção pode expor dados privados, como chaves privadas. Observe que em muitas distribuições Linux NDEBUG não é definido, então assert() em C/C++ será habilitado por padrão para produção nesses ambientes. Pode ser importante usar um mecanismo de asserção diferente ou definir NDEBUG para produção nesses ambientes.

    The project's dynamic analysis runs with assertions/sanitizers enabled. The Go fuzzers are compiled and executed under AddressSanitizer via ClusterFuzzLite (sanitizer: address), enabling runtime memory/undefined-behavior checks during fuzzing; the fuzz harnesses themselves assert invariants on their outputs (e.g., the validate-name and URL-resolver harnesses check result consistency and crash on violations). The test framework additionally provides a DOT_STRICT mode that promotes otherwise-silent failures (command-not-found, unbound variables) into hard test failures, and all shell runs under set -euo pipefail, which asserts on errors and unbound variables during test execution.



    Todas as vulnerabilidades exploráveis de severidade média e superior descobertas com análise dinâmica de código DEVEM ser corrigidas em tempo hábil após serem confirmadas. [dynamic_analysis_fixed]
    Se você não está executando análise dinâmica de código e, portanto, não encontrou nenhuma vulnerabilidade dessa forma, escolha "não aplicável" (N/A). Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente utilizado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade por conta própria usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem reveladas publicamente assim que a vulnerabilidade for conhecida publicamente.

    The project runs dynamic analysis (fuzzing). It has not surfaced any medium-or-higher severity exploitable vulnerabilities to date, and the input-handling issues that fuzzing did surface were fixed promptly in the same change — e.g., the install.sh fuzz harness (issue #881) revealed that the -h alias and garbage positional arguments fell through to a network call; both were fixed in the same commit (alias added, positionals validated against a semver regex). So all issues found via dynamic analysis have been fixed in a timely way.

    URL to cite (evidence):
    https://github.com/sebastienrousseau/dotfiles/issues/881



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Entrada de selo do projeto de propriedade de: Sebastien Rousseau.
Entrada criada em 2026-05-14 22:26:04 UTC, última atualização em 2026-06-28 21:28:25 UTC. Selo de aprovação alcançado pela última vez em 2026-06-28 21:28:25 UTC.