docker-net-dhcp

Projetos que seguem as melhores práticas abaixo podem se autocertificar voluntariamente e mostrar que alcançaram um selo de melhores práticas da Open Source Security Foundation (OpenSSF).

Não existe um conjunto de práticas que possa garantir que o software nunca terá defeitos ou vulnerabilidades; mesmo métodos formais podem falhar se as especificações ou suposições estiverem erradas. Nem existe qualquer conjunto de práticas que possa garantir que um projeto sustentará uma comunidade de desenvolvimento saudável e bem-funcionada. No entanto, seguir as melhores práticas pode ajudar a melhorar os resultados dos projetos. Por exemplo, algumas práticas permitem revisão multipessoal antes do lançamento, o que pode ajudar a encontrar vulnerabilidades técnicas difíceis de encontrar e ajudar a construir confiança e desejo de interação repetida entre desenvolvedores de diferentes empresas. Para ganhar um selo, todos os critérios DEVE e NÃO DEVE devem ser atendidos, todos os critérios DEVERIA devem ser atendidos OU não atendidos com justificativa, e todos os critérios SUGERIDO devem ser atendidos OU não atendidos (queremos que sejam considerados pelo menos). Se você quiser inserir texto de justificativa como um comentário genérico, em vez de ser uma justificativa de que a situação é aceitável, inicie o bloco de texto com '//' seguido de um espaço. Feedback é bem-vindo via site do GitHub como questões ou pull requests Há também uma lista de discussão para discussão geral.

Fornecemos com prazer as informações em vários idiomas, no entanto, se houver qualquer conflito ou inconsistência entre as traduções, a versão em inglês é a versão autoritativa.
Se este é o seu projeto, por favor mostre o status do seu selo na página do seu projeto! O status do selo se parece com isto: O nível do selo para o projeto 13229 é passing Aqui está como incorporá-lo:
Você pode mostrar o status do seu selo incorporando isto no seu arquivo markdown:
[![OpenSSF Best Practices](https://www.bestpractices.dev/projects/13229/badge)](https://www.bestpractices.dev/projects/13229)
ou incorporando isto no seu HTML:
<a href="https://www.bestpractices.dev/projects/13229"><img src="https://www.bestpractices.dev/projects/13229/badge"></a>


Estes são os critérios de nível Prata. Você também pode visualizar os critérios de nível Aprovação ou Ouro.

Baseline Series: Nível Básico 1 Nível Básico 2 Nível Básico 3

        

 Fundamentos 16/17 ●

  • Geral

    Observe que outros projetos podem usar o mesmo nome.

    Docker network plugin: containers get DHCP leases from the LAN. Modernized fork of devplayer0/docker-net-dhcp with macvlan attachment mode.

    Use o formato de expressão de licença SPDX; exemplos incluem "Apache-2.0", "BSD-2-Clause", "BSD-3-Clause", "GPL-2.0+", "LGPL-3.0+", "MIT" e "(BSD-2-Clause OR Ruby)". Não inclua aspas simples ou aspas duplas.
    Se houver mais de uma linguagem, liste-as como valores separados por vírgula (espaços opcionais) e ordene-as da mais usada para a menos usada. Se houver uma longa lista, liste pelo menos as três primeiras mais comuns. Se não houver linguagem (por exemplo, este é um projeto apenas de documentação ou apenas de teste), use o caractere único "-". Use uma capitalização convencional para cada linguagem, por exemplo, "JavaScript".
    O Common Platform Enumeration (CPE) é um esquema de nomenclatura estruturado para sistemas de tecnologia da informação, software e pacotes. Ele é usado em vários sistemas e bancos de dados ao relatar vulnerabilidades.
  • Pré-requisitos


    O projeto DEVE alcançar um distintivo de nível aprovado. [achieve_passing]

  • Conteúdo básico do site do projeto


    As informações sobre como contribuir DEVEM incluir os requisitos para contribuições aceitáveis (por exemplo, uma referência a qualquer padrão de codificação obrigatório). (URL obrigatória) [contribution_requirements]
  • Supervisão do projeto


    O projeto DEVERIA ter um mecanismo legal onde todos os desenvolvedores de quantidades não triviais de software do projeto afirmem que estão legalmente autorizados a fazer essas contribuições. A abordagem mais comum e facilmente implementada para fazer isso é usando um Developer Certificate of Origin (DCO), onde os usuários adicionam "signed-off-by" em seus commits e o projeto faz link para o site do DCO. No entanto, isso PODE ser implementado como um Contributor License Agreement (CLA) ou outro mecanismo legal. (URL obrigatória) [dco]
    O DCO é o mecanismo recomendado porque é fácil de implementar, rastreado no código-fonte e o git suporta diretamente um recurso "signed-off" usando "commit -s". Para ser mais eficaz, é melhor que a documentação do projeto explique o que "signed-off" significa para aquele projeto. Um CLA é um acordo legal que define os termos sob os quais obras intelectuais foram licenciadas para uma organização ou projeto. Um contributor assignment agreement (CAA) é um acordo legal que transfere direitos em uma obra intelectual para outra parte; os projetos não são obrigados a ter CAAs, já que ter CAA aumenta o risco de que contribuidores potenciais não contribuam, especialmente se o receptor for uma organização com fins lucrativos. Os CLAs da Apache Software Foundation (a licença de contribuidor individual e o CLA corporativo) são exemplos de CLAs, para projetos que determinam que os riscos desses tipos de CLAs para o projeto são menores do que seus benefícios.

    The project has no DCO sign-off requirement or CLA today. Contributions are accepted under the repository's GPL-3.0 license via GitHub pull requests. The PR checks do enforce an authorship rule (commits must be authored by a person, no AI-assistant attribution), but that is not a legal assertion mechanism.



    O projeto DEVE definir e documentar claramente seu modelo de governança do projeto (a forma como toma decisões, incluindo papéis-chave). (URL obrigatória) [governance]
    É necessário haver alguma forma bem estabelecida e documentada de tomar decisões e resolver disputas. Em projetos pequenos, isso pode ser tão simples quanto "o proprietário do projeto e líder toma todas as decisões finais". Existem vários modelos de governança, incluindo ditador benevolente e meritocracia formal; para mais detalhes, consulte Modelos de governança. Tanto abordagens centralizadas (por exemplo, mantenedor único) quanto descentralizadas (por exemplo, grupo de mantenedores) foram usadas com sucesso em projetos. As informações de governança não precisam documentar a possibilidade de criar um fork do projeto, já que isso é sempre possível para projetos FLOSS.

    Governance model, decision-making process, and the path to becoming a maintainer are documented at https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp/blob/main/GOVERNANCE.md



    O projeto DEVE adotar um código de conduta e publicá-lo em um local padrão. (URL obrigatória) [code_of_conduct]
    Os projetos podem ser capazes de melhorar a civilidade de sua comunidade e estabelecer expectativas sobre conduta aceitável adotando um código de conduta. Isso pode ajudar a evitar problemas antes que ocorram e tornar o projeto um lugar mais acolhedor para encorajar contribuições. Isso deve se concentrar apenas no comportamento dentro da comunidade/local de trabalho do projeto. Exemplos de códigos de conduta são o código de conduta do kernel Linux, o Contributor Covenant Code of Conduct, o Código de Conduta Debian, o Código de Conduta Ubuntu, o Código de Conduta Fedora, o Código de Conduta GNOME, o Código de Conduta da Comunidade KDE, o Código de Conduta da Comunidade Python, A Diretriz de Conduta da Comunidade Ruby e O Código de Conduta do Rust.

    Contributor Covenant based code of conduct in the standard location: https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp/blob/main/CODE_OF_CONDUCT.md



    O projeto DEVE definir e documentar publicamente de forma clara os papéis-chave no projeto e suas responsabilidades, incluindo quaisquer tarefas que esses papéis devem executar. DEVE estar claro quem tem qual(is) papel(is), embora isso possa não ser documentado da mesma forma. (URL obrigatória) [roles_responsibilities]
    A documentação para governança e papéis e responsabilidades pode estar em um único lugar.

    Roles (maintainer, contributors) and their responsibilities — triage, review/merge, releases, security response, CI/CD ownership — are documented at https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp/blob/main/GOVERNANCE.md#roles-and-responsibilities and it is clear who holds the maintainer role.



    O projeto DEVE ser capaz de continuar com interrupção mínima se qualquer pessoa morrer, ficar incapacitada ou, de outra forma, não puder ou não quiser continuar o suporte do projeto. Em particular, o projeto DEVE ser capaz de criar e fechar issues, aceitar mudanças propostas e lançar versões do software, dentro de uma semana após a confirmação da perda de suporte de qualquer indivíduo. Isso PODE ser feito garantindo que outra pessoa tenha quaisquer chaves, senhas e direitos legais necessários para continuar o projeto. Indivíduos que executam um projeto FLOSS PODEM fazer isso fornecendo chaves em um cofre e um testamento fornecendo quaisquer direitos legais necessários (por exemplo, para nomes DNS). (URL obrigatória) [access_continuity]

    Honestly unmet: this is a single-maintainer project, and that one maintainer holds the repository, registry, and signing access. GOVERNANCE.md states this openly rather than implying otherwise, and explicitly invites co-maintainers. Worth recording that the criterion does not strictly require a second active maintainer — it can also be satisfied by ensuring a successor holds the necessary keys, passwords and legal rights, which remains an open option here.



    O projeto DEVERIA ter um "bus factor" de 2 ou mais. (URL obrigatória) [bus_factor]
    Um "bus factor" (também conhecido como "truck factor") é o número mínimo de membros do projeto que precisam desaparecer repentinamente de um projeto ("ser atropelados por um ônibus") antes que o projeto pare devido à falta de pessoal conhecedor ou competente. A ferramenta truck-factor pode estimar isso para projetos no GitHub. Para mais informações, consulte Assessing the Bus Factor of Git Repositories de Cosentino et al.

    The bus factor is 1. This is stated openly rather than glossed at https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp/blob/main/GOVERNANCE.md — the project is single-maintainer today and explicitly invites co-maintainers.


  • Documentação


    O projeto DEVE ter um roadmap documentado que descreva o que o projeto pretende fazer e não fazer por pelo menos o próximo ano. (URL obrigatória) [documentation_roadmap]
    O projeto pode não alcançar o roadmap, e isso é aceitável; o objetivo do roadmap é ajudar usuários e contribuidores potenciais a entender a direção pretendida do projeto. Não precisa ser detalhado.

    The project's direction for roughly the next year, including the work that is blocked on upstream Docker changes and an explicit list of what the project will deliberately not do and why, is documented at https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp/blob/main/docs/roadmap.md and linked from the README. It is reviewed at every release as part of the runbook's documentation step.



    O projeto DEVE incluir documentação da arquitetura (também conhecida como design de alto nível) do software produzido pelo projeto. Se o projeto não produz software, selecione "não aplicável" (N/A). (URL obrigatória) [documentation_architecture]
    Uma arquitetura de software explica as estruturas fundamentais de um programa, ou seja, os principais componentes do programa, os relacionamentos entre eles e as principais propriedades desses componentes e relacionamentos.

    High-level design — the veth + DHCP-client flow per attachment mode, the event loop, and how endpoint state survives a plugin restart — is documented at https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp/blob/main/docs/internals.md



    O projeto DEVE documentar o que o usuário pode e não pode esperar em termos de segurança do software produzido pelo projeto (seus "requisitos de segurança"). (URL obrigatória) [documentation_security]
    Estes são os requisitos de segurança que o software deve atender.

    Security expectations, scope, trust boundary, and what is explicitly out of scope (a hostile DHCP server can still hand out bad addressing — that is the protocol, not a plugin defect) are documented at https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp/blob/main/SECURITY.md



    O projeto DEVE fornecer um guia de "início rápido" para novos usuários para ajudá-los a fazer algo rapidamente com o software. (URL obrigatória) [documentation_quick_start]
    A ideia é mostrar aos usuários como começar e fazer o software fazer qualquer coisa. Isso é extremamente importante para que potenciais usuários comecem.

    A copy-pasteable quick start — install the plugin, create a network, run a container on it — is the first section of the README: https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp#quick-start



    O projeto DEVE fazer um esforço para manter a documentação consistente com a versão atual dos resultados do projeto (incluindo software produzido pelo projeto). Quaisquer defeitos de documentação conhecidos que a tornem inconsistente DEVEM ser corrigidos. Se a documentação estiver geralmente atualizada, mas erroneamente incluir algumas informações antigas que não são mais verdadeiras, trate isso apenas como um defeito, então rastreie e corrija como de costume. [documentation_current]
    A documentação PODE incluir informações sobre diferenças ou mudanças entre versões do software e/ou link para versões antigas da documentação. A intenção deste critério é que um esforço seja feito para manter a documentação consistente, não que a documentação deva ser perfeita.

    Keeping documentation consistent with the release is a mandatory step in the release runbook (step 3): every release branch gets a top-to-bottom review of README and docs/ against what the release actually contains, with the release-candidate window as the last checkpoint. See https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp/blob/main/docs/release-runbook.md



    A página inicial do repositório do projeto e/ou site DEVE identificar e criar hiperlinks para quaisquer conquistas, incluindo este selo de melhores práticas, dentro de 48 horas do reconhecimento público de que a conquista foi alcançada. (URL obrigatória) [documentation_achievements]
    Uma conquista é qualquer conjunto de critérios externos que o projeto trabalhou especificamente para atender, incluindo alguns selos. Esta informação não precisa estar na página inicial do site do projeto. Um projeto usando o GitHub pode colocar conquistas na página inicial do repositório adicionando-as ao arquivo README.

    The repository front page carries a badge row linking to this best practices badge, the OpenSSF Scorecard report, and the CI status badges: https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp#docker-net-dhcp


  • Acessibilidade e internacionalização


    O projeto (tanto os sites do projeto quanto os resultados do projeto) DEVERIA seguir as melhores práticas de acessibilidade para que pessoas com deficiências ainda possam participar do projeto e usar os resultados do projeto quando for razoável fazê-lo. [accessibility_best_practices]
    Para aplicações web, veja as Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG 2.0) e seu documento de apoio Understanding WCAG 2.0; veja também informações de acessibilidade do W3C. Para aplicações GUI, considere usar as diretrizes de acessibilidade específicas do ambiente (como Gnome, KDE, XFCE, Android, iOS, Mac e Windows). Algumas aplicações TUI (por exemplo, programas `ncurses`) podem fazer certas coisas para se tornarem mais acessíveis (como a configuração `force-arrow-cursor` do `alpine`). A maioria das aplicações de linha de comando são bastante acessíveis como estão. Este critério é frequentemente N/A, por exemplo, para bibliotecas de programas. Aqui estão alguns exemplos de ações a tomar ou questões a considerar:
    • Forneça alternativas de texto para qualquer conteúdo não textual para que possa ser transformado em outras formas que as pessoas precisam, como letras grandes, braille, fala, símbolos ou linguagem mais simples (diretriz WCAG 2.0 1.1)
    • A cor não é usada como o único meio visual de transmitir informações, indicar uma ação, solicitar uma resposta ou distinguir um elemento visual. (diretriz WCAG 2.0 1.4.1)
    • A apresentação visual de texto e imagens de texto tem uma razão de contraste de pelo menos 4.5:1, exceto para texto grande, texto incidental e logotipos (diretriz WCAG 2.0 1.4.3)
    • Torne toda a funcionalidade disponível a partir de um teclado (diretriz WCAG 2.1)
    • Um projeto GUI ou baseado na web DEVERIA testar com pelo menos um leitor de tela nas plataformas de destino (por exemplo, NVDA, Jaws ou WindowEyes no Windows; VoiceOver no Mac & iOS; Orca no Linux/BSD; TalkBack no Android). Programas TUI PODEM trabalhar para reduzir o redesenho para evitar leitura redundante por leitores de tela.

    The software has no GUI — it is a daemon whose entire user-facing output is plain text log lines, which are readable by screen readers and terminal accessibility tooling. The project site is a mkdocs-material build (semantic HTML, keyboard navigation, light/dark contrast themes), and project participation happens through GitHub, which follows its own accessibility program.



    O software produzido pelo projeto DEVERIA ser internacionalizado para permitir fácil localização para a cultura, região ou idioma do público-alvo. Se a internacionalização (i18n) não se aplicar (por exemplo, o software não gera texto destinado a usuários finais e não classifica texto legível por humanos), selecione "não aplicável" (N/A). [internationalization]
    Localização "refere-se à adaptação de um produto, aplicação ou conteúdo de documento para atender aos requisitos de idioma, cultura e outros de um mercado-alvo específico (um locale)". Internacionalização é o "projeto e desenvolvimento de um produto, aplicação ou conteúdo de documento que permite fácil localização para públicos-alvo que variam em cultura, região ou idioma". (Veja "Localization vs. Internationalization" do W3C.) O software atende a este critério simplesmente sendo internacionalizado. Nenhuma localização para outro idioma específico é necessária, pois uma vez que o software foi internacionalizado, é possível para outros trabalharem na localização.

    The software produces no end-user-facing text: output is English-language operator/diagnostic logging, and the project performs no human-readable text sorting or collation.


  • Outro


    Se os sites do projeto (site, repositório e URLs de download) armazenam senhas para autenticação de usuários externos, as senhas DEVEM ser armazenadas como hashes iterados com um salt por usuário usando um algoritmo de extensão de chave (iterado) (por exemplo, Argon2id, Bcrypt, Scrypt ou PBKDF2). Se os sites do projeto não armazenam senhas para este propósito, selecione "não aplicável" (N/A). [sites_password_security]
    Observe que o uso do GitHub atende a este critério. Este critério aplica-se apenas a senhas usadas para autenticação de usuários externos nos sites do projeto (também conhecida como autenticação de entrada). Se os sites do projeto precisam fazer login em outros sites (também conhecida como autenticação de saída), eles podem precisar armazenar tokens de autorização para esse propósito de forma diferente (já que armazenar um hash seria inútil). Isso aplica o critério crypto_password_storage aos sites do projeto, semelhante a sites_https.

    The project runs no sites of its own that store user passwords. The website, repository, and download URLs are GitHub, GitHub Pages, GHCR, and Docker Hub.


 Controle de Mudanças 1/1 ●

  • Versões anteriores


    O projeto DEVE manter as versões mais antigas do produto mais frequentemente usadas ou fornecer um caminho de atualização para versões mais recentes. Se o caminho de atualização for difícil, o projeto DEVE documentar como realizar a atualização (por exemplo, as interfaces que mudaram e etapas sugeridas detalhadas para ajudar na atualização). [maintenance_or_update]

    The upgrade path is a single documented command sequence (disable, rm, install the new tag), and it is deliberately cheap — see https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp/blob/main/docs/reference.md#install-upgrade-uninstall. The support policy (latest release, no backports, because upgrades are cheap) is stated in SECURITY.md, and every behavioural change is recorded per release in RELEASE_NOTES.md.


 Relatórios 3/3 ●

  • Processo de relato de bugs


    O projeto DEVE usar um rastreador de questões para rastrear questões individuais. [report_tracker]

    GitHub Issues, with structured issue forms for bug reports and feature requests: https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp/issues


  • Processo de relato de vulnerabilidades


    O projeto DEVE dar crédito ao(s) relator(es) de todos os relatórios de vulnerabilidade resolvidos nos últimos 12 meses, exceto para o(s) relator(es) que solicitarem anonimato. Se não houve vulnerabilidades resolvidas nos últimos 12 meses, selecione "não aplicável" (N/A). (URL obrigatória) [vulnerability_report_credit]

    No vulnerabilities have been reported or resolved in the last 12 months (zero published security advisories). SECURITY.md commits in advance to crediting reporters in the advisory and the release notes unless they request anonymity.



    O projeto DEVE ter um processo documentado para responder a relatos de vulnerabilidades. (URL obrigatória) [vulnerability_response_process]
    Isso está fortemente relacionado a vulnerability_report_process, que exige que haja uma forma documentada de relatar vulnerabilidades. Também está relacionado a vulnerability_report_response, que exige resposta a relatos de vulnerabilidades dentro de um determinado prazo.

    Documented in the "Reporting a vulnerability" and "Response process" sections of https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp/blob/main/SECURITY.md — private GitHub security advisory intake, triage and confirmation, fix in a released version, published advisory with reporter credit.


 Qualidade 19/19 ●

  • Padrões de codificação


    O projeto DEVE identificar os guias de estilo de codificação específicos para as linguagens primárias que utiliza, e exigir que as contribuições geralmente estejam em conformidade com eles. (URL obrigatória) [coding_standards]
    Na maioria dos casos, isso é feito referenciando algum(ns) guia(s) de estilo existente(s), possivelmente listando diferenças. Esses guias de estilo podem incluir maneiras de melhorar a legibilidade e maneiras de reduzir a probabilidade de defeitos (incluindo vulnerabilidades). Muitas linguagens de programação têm um ou mais guias de estilo amplamente utilizados. Exemplos de guias de estilo incluem guias de estilo do Google e Padrões de Codificação SEI CERT.

    The required style guides are named in the Contributing section: Go code must be gofmt-formatted and pass go vet and staticcheck; shell and workflow files must pass shellcheck and actionlint. Compliance is a stated requirement for an acceptable contribution. See https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp#contributing



    O projeto DEVE aplicar automaticamente seu(s) estilo(s) de codificação selecionado(s) se houver pelo menos uma ferramenta FLOSS que possa fazer isso na(s) linguagem(ns) selecionada(s). [coding_standards_enforced]
    Isso PODE ser implementado usando ferramenta(s) de análise estática e/ou forçando o código através de reformatadores de código. Em muitos casos, a configuração da ferramenta está incluída no repositório do projeto (já que projetos diferentes podem escolher configurações diferentes). Os projetos PODEM permitir exceções de estilo (e normalmente permitirão); onde ocorrem exceções, elas DEVEM ser raras e documentadas no código em suas localizações, para que essas exceções possam ser revisadas e para que as ferramentas possam tratá-las automaticamente no futuro. Exemplos de tais ferramentas incluem ESLint (JavaScript), Rubocop (Ruby) e devtools check (R).

    gofmt, go vet, and staticcheck run in the test workflow on every pull request, and actionlint runs as its own required status check. Branch protection on dev and main makes these checks blocking, so a non-conforming change cannot merge.


  • Sistema de compilação funcional


    Os sistemas de compilação para binários nativos DEVEM honrar as variáveis de compilador e vinculador (ambiente) relevantes passadas para eles (por exemplo, CC, CFLAGS, CXX, CXXFLAGS e LDFLAGS) e passá-las para invocações de compilador e vinculador. Um sistema de compilação PODE estendê-las com flags adicionais; ele NÃO DEVE simplesmente substituir valores fornecidos pelos seus próprios. Se nenhum binário nativo estiver sendo gerado, selecione "não aplicável" (N/A). [build_standard_variables]
    Deve ser fácil habilitar recursos especiais de compilação como Address Sanitizer (ASAN), ou cumprir as melhores práticas de proteção de distribuição (por exemplo, ativando facilmente flags de compilador para fazê-lo).

    The Makefile invokes plain go build -o <out> ./cmd/<name> with no injected or overriding compiler/linker flags, so GOFLAGS, CGO_ENABLED, CGO_CFLAGS, and CGO_LDFLAGS supplied by the environment are honoured and passed through to the toolchain unchanged.



    O sistema de compilação e instalação DEVERIA preservar informações de depuração se elas forem solicitadas nas flags relevantes (por exemplo, "install -s" não é usado). Se não houver sistema de compilação ou instalação (por exemplo, bibliotecas JavaScript típicas), selecione "não aplicável" (N/A). [build_preserve_debug]
    Por exemplo, definir CFLAGS (C) ou CXXFLAGS (C++) deve criar as informações de depuração relevantes se essas linguagens forem usadas, e elas não devem ser removidas durante a instalação. Informações de depuração são necessárias para suporte e análise, e também úteis para medir a presença de recursos de proteção nos binários compilados.

    Nothing in the build strips the binaries: there is no -ldflags "-s -w", no strip, and no install -s. Symbol tables and DWARF debug information are preserved in the shipped binaries.



    O sistema de compilação do software produzido pelo projeto NÃO DEVE compilar recursivamente subdiretórios se houver dependências cruzadas nos subdiretórios. Se não houver sistema de compilação ou instalação (por exemplo, bibliotecas JavaScript típicas), selecione "não aplicável" (N/A). [build_non_recursive]
    As informações de dependência interna do sistema de compilação do projeto precisam ser precisas, caso contrário, mudanças no projeto podem não compilar corretamente. Compilações incorretas podem levar a defeitos (incluindo vulnerabilidades). Um erro comum em sistemas de compilação grandes é usar uma "compilação recursiva" ou "make recursivo", isto é, uma hierarquia de subdiretórios contendo arquivos fonte, onde cada subdiretório é compilado independentemente. A menos que cada subdiretório seja totalmente independente, isso é um erro, porque as informações de dependência estão incorretas.

    There is one top-level Makefile and no recursive make: it never invokes make in subdirectories. Cross-package dependencies are resolved by the Go toolchain from the package graph.



    O projeto DEVE ser capaz de repetir o processo de geração de informações a partir de arquivos fonte e obter exatamente o mesmo resultado bit a bit. Se nenhuma compilação ocorrer (por exemplo, linguagens de script onde o código fonte é usado diretamente em vez de ser compilado), selecione "não aplicável" (N/A). [build_repeatable]
    Usuários de GCC e clang podem achar útil a opção -frandom-seed; em alguns casos, isso pode ser resolvido forçando algum tipo de ordenação. Mais sugestões podem ser encontradas no site reproducible build.

    Verified empirically, not inferred. The plugin was built twice from a clean export of the same commit, the second time with docker build --no-cache so no layer or cached object could be reused, and the resulting binaries compared by SHA-256: identical both times (dhcp-handler 0eb5b698698f2d8f4e997062c77f295726915c9ba31125db1800e602edfa4bf8, net-dhcp 0ac36b87391c5bd5ea7a4b268183ca3fd86c686bf9b5d0505b97c4e0780d710b). The preconditions are pinned deliberately: dependencies fixed by go.mod/go.sum with checksum verification, the golang and alpine base images pinned by sha256 digest, Alpine package versions pinned and enforced by an apk-pin-check workflow, and a fixed build path inside the container.


  • Sistema de instalação


    O projeto DEVE fornecer uma maneira de instalar e desinstalar facilmente o software produzido pelo projeto usando uma convenção comumente utilizada. [installation_common]
    Exemplos incluem usar um gerenciador de pacotes (no nível do sistema ou da linguagem), "make install/uninstall" (suportando DESTDIR), um contêiner em formato padrão, ou uma imagem de máquina virtual em formato padrão. O processo de instalação e desinstalação (por exemplo, seu empacotamento) PODE ser implementado por terceiros, desde que seja FLOSS.

    Installed and removed with the standard Docker plugin convention: docker plugin install ghcr.io/claymore666/docker-net-dhcp:vX.Y.Z, and docker plugin disable + docker plugin rm to uninstall. Documented at https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp/blob/main/docs/reference.md#install-upgrade-uninstall



    O sistema de instalação para usuários finais DEVE honrar convenções padrão para selecionar o local onde os artefatos compilados são escritos no momento da instalação. Por exemplo, se instalar arquivos em um sistema POSIX, ele DEVE honrar a variável de ambiente DESTDIR. Se não houver sistema de instalação ou convenção padrão, selecione "não aplicável" (N/A). [installation_standard_variables]

    There is no filesystem installation step for end users and therefore no DESTDIR-style convention to honour: the deliverable is a Docker managed plugin, installed by the daemon from a registry with docker plugin install.



    O projeto DEVE fornecer uma maneira para desenvolvedores em potencial instalarem rapidamente todos os resultados do projeto e ambiente de suporte necessário para fazer alterações, incluindo os testes e ambiente de teste. Isso DEVE ser realizado com uma convenção comumente utilizada. [installation_development_quick]
    Isso PODE ser implementado usando um contêiner gerado e/ou script(s) de instalação. Dependências externas normalmente seriam instaladas invocando gerenciador(es) de pacotes do sistema e/ou da linguagem, conforme external_dependencies.

    A developer runs make (which builds the rootfs image, creates the plugin, and enables it) to get a working local install, and make integration-test to bring up the full test environment — the suite provisions its own dnsmasq DHCP fixtures on veth pairs, so no LAN setup or external server is needed. Standard convention (make + Docker), no bespoke bootstrap.


  • Componentes mantidos externamente


    O projeto DEVE listar dependências externas de uma forma processável por computador. (URL obrigatória) [external_dependencies]
    Tipicamente isso é feito usando as convenções do gerenciador de pacotes e/ou sistema de compilação. Note que isso ajuda a implementar installation_development_quick.

    Go dependencies are listed machine-readably with pinned versions and checksums in https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp/blob/main/go.mod and go.sum; runtime OS packages are version-pinned in the Dockerfile; and every release publishes an SBOM alongside the image.



    Os projetos DEVEM monitorar ou verificar periodicamente suas dependências externas (incluindo cópias de conveniência) para detectar vulnerabilidades conhecidas, e corrigir vulnerabilidades exploráveis ou verificá-las como não exploráveis. [dependency_monitoring]
    Isso pode ser feito usando uma ferramenta de análise de origem / ferramenta de verificação de dependências / ferramenta de análise de composição de software como OWASP's Dependency-Check, Sonatype's Nexus Auditor, Synopsys' Black Duck Software Composition Analysis e Bundler-audit (para Ruby). Alguns gerenciadores de pacotes incluem mecanismos para fazer isso. É aceitável se a vulnerabilidade dos componentes não puder ser explorada, mas esta análise é difícil e às vezes é mais fácil simplesmente atualizar ou corrigir a parte.

    Dependabot opens grouped weekly update PRs for Go modules and GitHub Actions; govulncheck runs as a required status check on every pull request and on a weekly schedule; CodeQL, Trivy, and GitHub Dependency Review also run in CI. Vulnerabilities with no fixed release available are recorded individually in .github/vuln-allowlist.txt with a written justification and a review date — never a bare identifier — and are re-evaluated by the gate on every run.



    "O projeto DEVE:
    1. facilitar a identificação e atualização de componentes mantidos externamente reutilizados; ou
    2. usar os componentes padrão fornecidos pelo sistema ou linguagem de programação.
    Então, se uma vulnerabilidade for encontrada em um componente reutilizado, será fácil atualizar esse componente." [updateable_reused_components]
    Uma maneira típica de atender a este critério é usar sistemas de gerenciamento de pacotes do sistema e da linguagem de programação. Muitos programas FLOSS são distribuídos com "bibliotecas de conveniência" que são cópias locais de bibliotecas padrão (possivelmente bifurcadas). Por si só, isso é bom. No entanto, se o programa *deve* usar essas cópias locais (bifurcadas), então atualizar as bibliotecas "padrão" como uma atualização de segurança deixará essas cópias adicionais ainda vulneráveis. Isso é especialmente um problema para sistemas baseados em nuvem; se o provedor de nuvem atualizar suas bibliotecas "padrão", mas o programa não as usar, então as atualizações na verdade não ajudam. Veja, por exemplo, "Chromium: Why it isn't in Fedora yet as a proper package" by Tom Callaway.

    All reused components are standard Go modules resolved through go.mod, so updating one is a go get plus a lockfile change; Dependabot automates exactly that. No vendored or convenience copies of third-party source are carried in the repository.



    O projeto DEVERIA evitar usar funções e APIs obsoletas ou desatualizadas onde alternativas FLOSS estejam disponíveis no conjunto de tecnologia que usa (sua "pilha de tecnologia") e para uma supermaioria dos usuários que o projeto suporta (para que os usuários tenham acesso pronto à alternativa). [interfaces_current]

    staticcheck runs as a blocking CI check and its SA1019 rule fails the build on use of deprecated functions and APIs, so deprecated interfaces cannot silently accumulate. The stack is kept current deliberately — this fork exists partly because upstream stopped building against modern Docker; it tracks a current Go toolchain and Docker SDK.


  • Conjunto de testes automatizados


    Uma suíte de testes automatizada DEVE ser aplicada a cada check-in em um repositório compartilhado para pelo menos um branch. Esta suíte de testes DEVE produzir um relatório sobre sucesso ou falha do teste. [automated_integration_testing]
    Este requisito pode ser visto como um subconjunto de test_continuous_integration, mas focado apenas em testes, sem exigir integração contínua.

    A live integration suite runs on every pull request as a required status check, exercising all three attachment modes plus DHCPv6, restart recovery, and failure injection against a real kernel, a real Docker daemon, and real dnsmasq DHCP servers. It reports pass/fail per scenario in the workflow run.



    O projeto DEVE adicionar testes de regressão a uma suíte de testes automatizada para pelo menos 50% dos bugs corrigidos nos últimos seis meses. [regression_tests_added50]

    Measured over the bug-fix commits merged in the six months to 2026-08-02: 37 fix commits, of which 23 also add or extend an automated test (a Go _test.go file or a scenario under test/integration), giving 62 percent. The misses are concentrated in the older part of the window and in CI and release-workflow fixes; every plugin behaviour fix merged since 2026-07-28 ships with a regression test. The rule is that a fix lands with the test that would have caught it — see the container-restart failures #402/#408, the v1.3.4 lease-lifecycle fixes, and TestHostConfig_NoSlowStopOptOut, which exists specifically to stop a test being weakened to make it pass.



    O projeto DEVE ter suíte(s) de teste automatizada(s) FLOSS que forneçam pelo menos 80% de cobertura de instruções se houver pelo menos uma ferramenta FLOSS que possa medir este critério na linguagem selecionada. [test_statement_coverage80]
    Muitas ferramentas FLOSS estão disponíveis para medir cobertura de testes, incluindo gcov/lcov, Blanket.js, Istanbul, JCov e covr (R). Note que atender a este critério não é uma garantia de que a suíte de testes seja completa, em vez disso, falhar em atender a este critério é um forte indicador de uma suíte de testes pobre.

    Merged unit-plus-integration statement coverage is 85.8 percent, computed as a statement-weighted total over the shipped packages (pkg/plugin 85.0 percent of 1811 statements, pkg/dhcp 89.9 of 338, pkg/util 98.5 of 78, cmd/net-dhcp 76.4 of 72, cmd/dhcp-handler 75.0 of 16). Coverage is measured in CI by a dedicated workflow that merges the unit run with a coverage-instrumented build of the plugin exercised by the live integration suite. Per-package floors are recorded in .github/coverage-baseline.txt and enforced by a ratchet script that blocks any release regressing them.


  • Teste de novas funcionalidades


    O projeto DEVE ter uma política escrita formal de que, à medida que uma nova funcionalidade importante é adicionada, testes para a nova funcionalidade DEVEM ser adicionados a uma suíte de testes automatizada. [test_policy_mandated]

    Written policy in the Contributing section — new functionality is expected to ship with tests — backed by a per-package coverage ratchet that is a required check on the release pull request, so a feature that adds untested code cannot ship. See https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp#contributing



    O projeto DEVE incluir, em suas instruções documentadas para propostas de mudança, a política de que testes devem ser adicionados para novas funcionalidades importantes. [tests_documented_added]
    Contudo, mesmo uma regra informal é aceitável desde que os testes estejam sendo adicionados na prática.

    The policy is stated in the documented instructions for change proposals. The README's Contributing section lists, among the requirements for an acceptable contribution: new functionality is expected to ship with tests, and a coverage ratchet enforces this at release time. See https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp#contributing


  • Sinalizadores de aviso


    Os projetos DEVEM ser maximamente rigorosos com avisos no software produzido pelo projeto, onde for prático. [warnings_strict]
    Alguns avisos não podem ser efetivamente habilitados em alguns projetos. O que é necessário é evidência de que o projeto está se esforçando para habilitar flags de avisos onde puder, de forma que erros sejam detectados cedo.

    staticcheck runs with its full default check set (all of SA, S, ST and QF) over the whole module rather than a reduced subset, and the linter version is pinned so an upgrade is a deliberate change. Unit tests additionally run under the Go race detector (go test -race).


 Segurança 13/13 ●

  • Conhecimento de desenvolvimento seguro


    O projeto DEVE implementar princípios de projeto seguro (de "know_secure_design"), quando aplicável. Se o projeto não está produzindo software, selecione "não aplicável" (N/A). [implement_secure_design]
    Por exemplo, os resultados do projeto devem ter padrões à prova de falhas (decisões de acesso devem negar por padrão, e a instalação dos projetos deve ser segura por padrão). Eles também devem ter mediação completa (todo acesso que possa ser limitado deve ser verificado quanto à autoridade e não ser contornável). Note que em alguns casos os princípios entrarão em conflito, caso em que uma escolha deve ser feita (por exemplo, muitos mecanismos podem tornar as coisas mais complexas, contrariando a "economia de mecanismo" / mantenha simples).

    Secure design principles are applied and argued explicitly in the assurance case at https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp/blob/main/SECURITY.md#security-assurance-case — memory-safe implementation language, no home-grown cryptography, an explicit trust boundary around DHCP-server-supplied bytes, and the minimum privilege set the plugin can function with, declared in config.json and shown to the user at install time.


  • Usar práticas criptográficas boas e básicas

    Observe que alguns softwares não precisam usar mecanismos criptográficos. Se o seu projeto produzir software que (1) inclui, ativa ou habilita funcionalidade de criptografia, e (2) pode ser liberado dos Estados Unidos (EUA) para fora dos EUA ou para um não cidadão dos EUA, você pode ser legalmente obrigado a tomar algumas etapas extras. Normalmente isso envolve apenas o envio de um e-mail. Para mais informações, consulte a seção de criptografia de Understanding Open Source Technology & US Export Controls.

    Os mecanismos de segurança padrão dentro do software produzido pelo projeto NÃO DEVEM depender de algoritmos criptográficos ou modos com fraquezas sérias conhecidas (por exemplo, o algoritmo de hash criptográfico SHA-1 ou o modo CBC em SSH). [crypto_weaknesses]
    Preocupações sobre o modo CBC em SSH são discutidas em CERT: SSH CBC vulnerability.

    The software implements no cryptographic functionality of its own. It is a Docker network driver: it speaks DHCP and DHCPv6 over UDP through dhcpcd, manipulates network interfaces via netlink, and serves the libnetwork remote-driver API over a local Unix domain socket. It stores no passwords, establishes no authenticated or encrypted channel, and selects no cryptographic algorithms or key lengths.



    O projeto DEVERIA suportar múltiplos algoritmos criptográficos, para que os usuários possam mudar rapidamente se um for quebrado. Algoritmos de chave simétrica comuns incluem AES, Twofish e Serpent. Alternativas comuns de algoritmos de hash criptográfico incluem SHA-2 (incluindo SHA-224, SHA-256, SHA-384 E SHA-512) e SHA-3. [crypto_algorithm_agility]

    The project implements no cryptography of its own; there is no algorithm to switch. Release signing is delegated to cosign/Sigstore.



    O projeto DEVE suportar o armazenamento de credenciais de autenticação (como senhas e tokens dinâmicos) e chaves criptográficas privadas em arquivos que são separados de outras informações (como arquivos de configuração, bancos de dados e logs), e permitir que os usuários as atualizem e substituam sem recompilação de código. Se o projeto nunca processar credenciais de autenticação e chaves criptográficas privadas, selecione "não aplicável" (N/A). [crypto_credential_agility]

    The plugin never processes authentication credentials or private cryptographic keys.



    O software produzido pelo projeto DEVERIA suportar protocolos seguros para todas as suas comunicações de rede, como SSHv2 ou posterior, TLS1.2 ou posterior (HTTPS), IPsec, SFTP e SNMPv3. Protocolos inseguros como FTP, HTTP, telnet, SSLv3 ou anterior, e SSHv1 DEVERIAM estar desabilitados por padrão, e apenas habilitados se o usuário configurá-lo especificamente. Se o software produzido pelo projeto não suportar comunicações de rede, selecione "não aplicável" (N/A). [crypto_used_network]

    Honestly unmet, and structurally so: the plugin's purpose is to obtain addresses from the LAN's existing DHCP server, and DHCP (v4 and v6) has no encrypted variant to prefer or fall back to. Its other communication channel is the local Docker Unix socket, which does not traverse a network. SECURITY.md documents the resulting residual risk — a hostile DHCP server can hand out bad addressing — as accepted and outside the plugin's control.



    O software produzido pelo projeto DEVERIA, se suportar ou usar TLS, suportar pelo menos a versão TLS 1.2. Observe que o predecessor do TLS era chamado SSL. Se o software não usar TLS, selecione "não aplicável" (N/A). [crypto_tls12]

    The software neither supports nor uses TLS.



    O software produzido pelo projeto DEVE, se suportar TLS, realizar a verificação de certificado TLS por padrão ao usar TLS, incluindo em sub-recursos. Se o software não usar TLS, selecione "não aplicável" (N/A). [crypto_certificate_verification]
    Observe que a verificação incorreta de certificado TLS é um erro comum. Para mais informações, consulte "The Most Dangerous Code in the World: Validating SSL Certificates in Non-Browser Software" por Martin Georgiev et al. e "Do you trust this application?" por Michael Catanzaro.

    The plugin implements no TLS. Its only network protocol is DHCP (v4/v6) via dhcpcd; it talks to the Docker daemon over a local Unix socket. No TLS client or server code exists in the project.



    O software produzido pelo projeto DEVE, se suportar TLS, realizar a verificação de certificado antes de enviar cabeçalhos HTTP com informações privadas (como cookies seguros). Se o software não usar TLS, selecione "não aplicável" (N/A). [crypto_verification_private]

    The plugin implements no TLS and sends no HTTP headers carrying private information.


  • Lançamento seguro


    O projeto DEVE assinar criptograficamente os lançamentos dos resultados do projeto destinados ao uso generalizado, e DEVE haver um processo documentado explicando aos usuários como eles podem obter as chaves públicas de assinatura e verificar a(s) assinatura(s). A chave privada para essa(s) assinatura(s) NÃO DEVE estar em site(s) usado(s) para distribuir diretamente o software ao público. Se os lançamentos não forem destinados ao uso generalizado, selecione "não aplicável" (N/A). [signed_releases]
    Os resultados do projeto incluem tanto o código-fonte quanto quaisquer entregáveis gerados quando aplicável (por exemplo, executáveis, pacotes e contêineres). Os entregáveis gerados PODEM ser assinados separadamente do código-fonte. Estes PODEM ser implementados como tags git assinadas (usando assinaturas digitais criptográficas). Os projetos PODEM fornecer resultados gerados separadamente de ferramentas como git, mas nesses casos, os resultados separados DEVEM ser assinados separadamente.

    Every release from v1.1.0 onward is cryptographically signed: the plugin image is cosign-signed (keyless, via Sigstore) and the release-artifact checksums.txt manifest is cosign-signed so one signature covers every attached file. SLSA build provenance and an SBOM are published with each release. Signing happens in the release workflow using Sigstore's ephemeral keyless flow, so no long-lived private key exists on the distribution sites. Copy-pasteable verification commands, pinned per release, are in https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp#verifying-releases



    É SUGERIDO que no sistema de controle de versão, cada tag de versão importante (uma tag que faz parte de um lançamento principal, lançamento menor ou corrige vulnerabilidades publicamente observadas) seja criptograficamente assinada e verificável conforme descrito em signed_releases. [version_tags_signed]

    Release tags are cryptographically signed (SSH signing) by the maintainer and display as Verified on GitHub; the signing key is published on the maintainer's GitHub account.


  • Outras questões de segurança


    Os resultados do projeto DEVEM verificar todas as entradas de fontes potencialmente não confiáveis para garantir que sejam válidas (uma *lista de permissões*), e rejeitar entradas inválidas, se houver quaisquer restrições sobre os dados. [input_validation]
    Observe que comparar a entrada com uma lista de "formatos inválidos" (também conhecida como *lista de negação*) normalmente não é suficiente, porque os atacantes muitas vezes podem contornar uma lista de negação. Em particular, os números são convertidos em formatos internos e então verificados se estão entre o mínimo e o máximo (inclusive), e as strings de texto são verificadas para garantir que sejam padrões de texto válidos (por exemplo, UTF-8 válido, comprimento, sintaxe, etc.). Alguns dados podem precisar ser "qualquer coisa" (por exemplo, um carregador de arquivos), mas estes normalmente seriam raros.

    The untrusted inputs are DHCP server responses and the DHCP client's hook events. Both are parsed through validating code paths (pkg/dhcp BuildEvent and the handler-pipe JSON decoder) that reject malformed input rather than propagating it, and both carry native Go fuzz targets with seed corpora that run in CI on every pull request, so malformed input is exercised rather than assumed safe.



    Mecanismos de proteção DEVERIAM ser usados no software produzido pelo projeto para que defeitos de software tenham menos probabilidade de resultar em vulnerabilidades de segurança. [hardening]
    Os mecanismos de proteção podem incluir cabeçalhos HTTP como Content Security Policy (CSP), flags de compilador para mitigar ataques (como -fstack-protector), ou flags de compilador para eliminar comportamento indefinido. Para nossos propósitos, o privilégio mínimo não é considerado um mecanismo de proteção (privilégio mínimo é importante, mas separado).

    The plugin is written in Go, a memory-safe language, and imports the unsafe package in zero source files, so entire classes of memory-corruption defects cannot occur. The race detector runs over the unit suite in CI, the untrusted parsers are fuzzed on every pull request, and the plugin requests an explicit, minimal capability set in config.json rather than running fully privileged — the daemon shows that set to the user before installation. See https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp/blob/main/SECURITY.md#security-assurance-case



    O projeto DEVE fornecer um caso de garantia que justifique por que seus requisitos de segurança são atendidos. O caso de garantia DEVE incluir: uma descrição do modelo de ameaças, identificação clara dos limites de confiança, um argumento de que os princípios de projeto seguro foram aplicados e um argumento de que fraquezas comuns de segurança na implementação foram combatidas. (URL obrigatória) [assurance_case]
    Um caso de garantia é "um corpo documentado de evidências que fornece um argumento convincente e válido de que um conjunto específico de reivindicações críticas sobre as propriedades de um sistema são adequadamente justificadas para uma dada aplicação em um dado ambiente" ("Software Assurance Using Structured Assurance Case Models", Thomas Rhodes et al, NIST Interagency Report 7608). Limites de confiança são fronteiras onde os dados ou a execução muda seu nível de confiança, por exemplo, os limites de um servidor em uma aplicação web típica. É comum listar princípios de projeto seguro (como Saltzer e Schroeer) e fraquezas comuns de segurança na implementação (como o OWASP top 10 ou CWE/SANS top 25), e mostrar como cada um é combatido. O caso de garantia do BadgeApp pode ser um exemplo útil. Isso está relacionado a documentation_security, documentation_architecture e implement_secure_design.

    A written assurance case — security goals, threat model, trust boundary, an argument that secure design principles were applied, and an argument that common implementation weaknesses are countered (memory-safe language, fuzzed untrusted parsers, live integration coverage of the escape-relevant paths, signed and attested supply chain) — together with the accepted residual risk, is published at https://github.com/claymore666/docker-net-dhcp/blob/main/SECURITY.md#security-assurance-case


 Análise 2/2 ●

  • Análise estática de código


    O projeto DEVE usar pelo menos uma ferramenta de análise estática com regras ou abordagens para procurar vulnerabilidades comuns na linguagem ou ambiente analisado, se houver pelo menos uma ferramenta FLOSS que possa implementar este critério na linguagem selecionada. [static_analysis_common_vulnerabilities]
    Ferramentas de análise estática que são especificamente projetadas para procurar vulnerabilidades comuns são mais propensas a encontrá-las. Dito isso, usar quaisquer ferramentas estáticas normalmente ajudará a encontrar alguns problemas, então estamos sugerindo mas não exigindo isso para o nível de selo 'passing'.

    CodeQL security queries + govulncheck (reachability) + dependency-review


  • Análise dinâmica de código


    Se o software produzido pelo projeto incluir software escrito usando uma linguagem insegura em memória (por exemplo, C ou C++), então pelo menos uma ferramenta dinâmica (por exemplo, um fuzzer ou scanner de aplicação web) DEVE ser rotineiramente usada em combinação com um mecanismo para detectar problemas de segurança de memória, como estouros de buffer. Se o projeto não produzir software escrito em uma linguagem insegura em memória, escolha "não aplicável" (N/A). [dynamic_analysis_unsafe]
    Exemplos de mecanismos para detectar problemas de segurança de memória incluem Address Sanitizer (ASAN) (disponível no GCC e LLVM), Memory Sanitizer e valgrind. Outras ferramentas potencialmente usadas incluem thread sanitizer e undefined behavior sanitizer. Assertivas generalizadas também funcionariam.

    Go — memory-safe language



Você pode usar ferramentas e sistemas de IA para propor alterações por meio de uma URL simples, como https://www.bestpractices.dev/pt-BR/projects/13229/choose/edit?osps_ac_01_01_status=Met&osps_ac_01_01_justification=GitHub+enforced. Veja nosso sistema de propostas de automação para saber como fazer isso. Estes dados estão disponíveis sob o Community Data License Agreement – Permissive, Version 2.0 (CDLA-Permissive-2.0). Isso significa que um Destinatário de Dados pode compartilhar os Dados, com ou sem modificações, desde que o Destinatário de Dados disponibilize o texto deste acordo com os Dados compartilhados. Por favor, dê crédito a Chris e aos contribuidores do selo de melhores práticas OpenSSF.

Entrada de selo do projeto de propriedade de: Chris.
Entrada criada em 2026-06-14 12:10:55 UTC, última atualização em 2026-09-28 18:09:32 UTC. Selo de aprovação alcançado pela última vez em 2026-06-14 13:17:33 UTC.