caas-api

Projetos que seguem as melhores práticas abaixo podem se autocertificar voluntariamente e mostrar que alcançaram um selo de melhores práticas da Open Source Security Foundation (OpenSSF).

Não existe um conjunto de práticas que possa garantir que o software nunca terá defeitos ou vulnerabilidades; mesmo métodos formais podem falhar se as especificações ou suposições estiverem erradas. Nem existe qualquer conjunto de práticas que possa garantir que um projeto sustentará uma comunidade de desenvolvimento saudável e bem-funcionada. No entanto, seguir as melhores práticas pode ajudar a melhorar os resultados dos projetos. Por exemplo, algumas práticas permitem revisão multipessoal antes do lançamento, o que pode ajudar a encontrar vulnerabilidades técnicas difíceis de encontrar e ajudar a construir confiança e desejo de interação repetida entre desenvolvedores de diferentes empresas. Para ganhar um selo, todos os critérios DEVE e NÃO DEVE devem ser atendidos, todos os critérios DEVERIA devem ser atendidos OU não atendidos com justificativa, e todos os critérios SUGERIDO devem ser atendidos OU não atendidos (queremos que sejam considerados pelo menos). Se você quiser inserir texto de justificativa como um comentário genérico, em vez de ser uma justificativa de que a situação é aceitável, inicie o bloco de texto com '//' seguido de um espaço. Feedback é bem-vindo via site do GitHub como questões ou pull requests Há também uma lista de discussão para discussão geral.

Fornecemos com prazer as informações em vários idiomas, no entanto, se houver qualquer conflito ou inconsistência entre as traduções, a versão em inglês é a versão autoritativa.
Se este é o seu projeto, por favor mostre o status do seu selo na página do seu projeto! O status do selo se parece com isto: O nível do selo para o projeto 13334 é in_progress Aqui está como incorporá-lo:
Você pode mostrar o status do seu selo incorporando isto no seu arquivo markdown:
[![OpenSSF Best Practices](https://www.bestpractices.dev/projects/13334/badge)](https://www.bestpractices.dev/projects/13334)
ou incorporando isto no seu HTML:
<a href="https://www.bestpractices.dev/projects/13334"><img src="https://www.bestpractices.dev/projects/13334/badge"></a>


Estes são os critérios de nível de Aprovação. Você também pode visualizar os critérios de nível Prata ou Ouro.

Baseline Series: Nível Básico 1 Nível Básico 2 Nível Básico 3

        

 Fundamentos 13/13

  • Geral

    Observe que outros projetos podem usar o mesmo nome.

    Crypto as a Service API — ERC-20/721/1155 token operations via REST (Rust/Axum)

    Use o formato de expressão de licença SPDX; exemplos incluem "Apache-2.0", "BSD-2-Clause", "BSD-3-Clause", "GPL-2.0+", "LGPL-3.0+", "MIT" e "(BSD-2-Clause OR Ruby)". Não inclua aspas simples ou aspas duplas.
    Se houver mais de uma linguagem, liste-as como valores separados por vírgula (espaços opcionais) e ordene-as da mais usada para a menos usada. Se houver uma longa lista, liste pelo menos as três primeiras mais comuns. Se não houver linguagem (por exemplo, este é um projeto apenas de documentação ou apenas de teste), use o caractere único "-". Use uma capitalização convencional para cada linguagem, por exemplo, "JavaScript".
    O Common Platform Enumeration (CPE) é um esquema de nomenclatura estruturado para sistemas de tecnologia da informação, software e pacotes. Ele é usado em vários sistemas e bancos de dados ao relatar vulnerabilidades.
  • Conteúdo básico do site do projeto


    O site do projeto DEVE descrever sucintamente o que o software faz (qual problema ele resolve?). [description_good]
    Isso DEVE estar em linguagem que usuários potenciais possam entender (por exemplo, ele usa o mínimo de jargão).

    How to obtain the software:
    The source code is available at https://github.com/alexjavabraz/caas-api. Clone the repository and follow the Quick Start
    instructions in the README to run the API locally using cargo run. A Docker image is also available via the CI/CD pipeline
    documented in the README.

    How to provide feedback (bug reports or enhancements):
    Bug reports and feature requests are submitted through GitHub Issues (https://github.com/alexjavabraz/caas-api/issues). The
    CONTRIBUTING.md file describes what information to include in a bug report. Security vulnerabilities must be reported privately
    via email (alexjavabraz@gmail.com) or through GitHub Private Security Advisories
    (https://github.com/alexjavabraz/caas-api/security/advisories/new), as described in SECURITY.md.

    How to contribute:
    Contribution instructions are in CONTRIBUTING.md (https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/CONTRIBUTING.md). The
    process is: fork the repository, create a branch from main, make changes following the code standards (cargo fmt, clippy,
    tests), and open a Pull Request. The file covers coding standards, commit message format, security checklist, and the local
    development setup.



    O site do projeto DEVE fornecer informações sobre como: obter, fornecer feedback (como relatórios de bugs ou melhorias) e contribuir com o software. [interact]

    How to obtain the software:
    The source code is available at https://github.com/alexjavabraz/caas-api. Clone the repository and follow the Quick Start
    instructions in the README to run the API locally using cargo run. A Docker image is also available via the CI/CD pipeline
    documented in the README.

    How to provide feedback (bug reports or enhancements):
    Bug reports and feature requests are submitted through GitHub Issues (https://github.com/alexjavabraz/caas-api/issues). The
    CONTRIBUTING.md file describes what information to include in a bug report. Security vulnerabilities must be reported privately
    via email (alexjavabraz@gmail.com) or through GitHub Private Security Advisories
    (https://github.com/alexjavabraz/caas-api/security/advisories/new), as described in SECURITY.md.

    How to contribute:
    Contribution instructions are in CONTRIBUTING.md (https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/CONTRIBUTING.md). The
    process is: fork the repository, create a branch from main, make changes following the code standards (cargo fmt, clippy,
    tests), and open a Pull Request. The file covers coding standards, commit message format, security checklist, and the local
    development setup.



    As informações sobre como contribuir DEVEM explicar o processo de contribuição (por exemplo, pull requests são usados?) (URL obrigatória) [contribution]
    Presumimos que projetos no GitHub usam issues e pull requests, a menos que indicado de outra forma. Essa informação pode ser breve, por exemplo, declarando que o projeto usa pull requests, um rastreador de issues ou postagens em uma lista de discussão (qual?)

    Non-trivial contribution file in repository: https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/CONTRIBUTING.md.



    As informações sobre como contribuir DEVERIAM incluir os requisitos para contribuições aceitáveis (por exemplo, uma referência a qualquer padrão de codificação exigido). (URL obrigatória) [contribution_requirements]
  • Licença FLOSS


    O software produzido pelo projeto DEVE ser lançado como FLOSS. [floss_license]
    FLOSS é software lançado de uma forma que atende à Definição de Código Aberto ou à Definição de Software Livre. Exemplos de tais licenças incluem CC0, MIT, BSD 2-clause, BSD 3-clause revisada, Apache 2.0, Lesser GNU General Public License (LGPL) e a GNU General Public License (GPL). Para nossos propósitos, isso significa que a licença DEVE ser: O software PODE também ser licenciado de outras formas (por exemplo, "GPLv2 ou proprietário" é aceitável).

    The MIT license is approved by the Open Source Initiative (OSI).



    É SUGERIDO que qualquer licença(s) exigida para o software produzido pelo projeto seja aprovada pela Open Source Initiative (OSI). [floss_license_osi]
    A OSI usa um processo de aprovação rigoroso para determinar quais licenças são OSS.

    The MIT license is approved by the Open Source Initiative (OSI).



    O projeto DEVE publicar a(s) licença(s) de seus resultados em um local padrão em seu repositório de código-fonte. (URL obrigatória) [license_location]
    Uma convenção é publicar a licença como um arquivo de nível superior chamado LICENSE ou COPYING, que PODE ser seguido por uma extensão como ".txt" ou ".md". Uma convenção alternativa é ter um diretório chamado LICENSES contendo arquivo(s) de licença; esses arquivos são tipicamente nomeados como seu identificador de licença SPDX seguido por uma extensão de arquivo apropriada, conforme descrito na Especificação REUSE. Observe que este critério é apenas um requisito no repositório de código-fonte. Você NÃO precisa incluir o arquivo de licença ao gerar algo a partir do código-fonte (como um executável, pacote ou contêiner). Por exemplo, ao gerar um pacote R para a Comprehensive R Archive Network (CRAN), siga a prática padrão do CRAN: se a licença for uma licença padrão, use a especificação de licença curta padrão (para evitar instalar outra cópia do texto) e liste o arquivo LICENSE em um arquivo de exclusão como .Rbuildignore. Da mesma forma, ao criar um pacote Debian, você pode colocar um link no arquivo de copyright para o texto da licença em /usr/share/common-licenses e excluir o arquivo de licença do pacote criado (por exemplo, deletando o arquivo após chamar dh_auto_install). Nós encorajamos a inclusão de informações de licença legíveis por máquina em formatos gerados, quando praticável.

    Non-trivial license location file in repository: https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/LICENSE.


  • Documentação


    O projeto DEVE fornecer documentação básica para o software produzido pelo projeto. [documentation_basics]
    Esta documentação deve estar em alguma mídia (como texto ou vídeo) que inclua: como instalá-lo, como iniciá-lo, como usá-lo (possivelmente com um tutorial usando exemplos) e como usá-lo de forma segura (por exemplo, o que fazer e o que não fazer) se esse for um tópico apropriado para o software. A documentação de segurança não precisa ser longa. O projeto PODE usar hiperlinks para material não pertencente ao projeto como documentação. Se o projeto não produz software, escolha "não aplicável" (N/A).

    No appropriate folder found for documentation basics.



    O projeto DEVE fornecer documentação de referência que descreva a interface externa (tanto entrada quanto saída) do software produzido pelo projeto. [documentation_interface]
    A documentação de uma interface externa explica a um usuário final ou desenvolvedor como usá-la. Isso incluiria sua interface de programação de aplicativos (API) se o software tiver uma. Se for uma biblioteca, documente as principais classes/tipos e métodos/funções que podem ser chamados. Se for uma aplicação web, defina sua interface de URL (geralmente sua interface REST). Se for uma interface de linha de comando, documente os parâmetros e opções que suporta. Em muitos casos, é melhor que a maior parte desta documentação seja gerada automaticamente, para que essa documentação permaneça sincronizada com o software conforme ele muda, mas isso não é obrigatório. O projeto PODE usar hiperlinks para material não pertencente ao projeto como documentação. A documentação PODE ser gerada automaticamente (quando praticável, esta é frequentemente a melhor forma de fazê-lo). A documentação de uma interface REST pode ser gerada usando Swagger/OpenAPI. A documentação da interface de código PODE ser gerada usando ferramentas como JSDoc (JavaScript), ESDoc (JavaScript), pydoc (Python), devtools (R), pkgdown (R) e Doxygen (muitos). Simplesmente ter comentários no código de implementação não é suficiente para satisfazer este critério; precisa haver uma maneira fácil de ver a informação sem ler todo o código-fonte. Se o projeto não produz software, escolha "não aplicável" (N/A).
  • Outro


    Os sites do projeto (site, repositório e URLs de download) DEVEM suportar HTTPS usando TLS. [sites_https]
    Isso requer que a URL da página inicial do projeto e a URL do repositório de controle de versão comecem com "https:", não "http:". Você pode obter certificados gratuitos do Let's Encrypt. Os projetos PODEM implementar este critério usando (por exemplo) GitHub pages, GitLab pages ou SourceForge project pages. Se você suportar HTTP, recomendamos que você redirecione o tráfego HTTP para HTTPS.

    Given only https: URLs.



    O projeto DEVE ter um ou mais mecanismos para discussão (incluindo mudanças propostas e questões) que sejam pesquisáveis, permitam que mensagens e tópicos sejam endereçados por URL, permitam que novas pessoas participem de algumas das discussões e não exijam instalação no lado do cliente de software proprietário. [discussion]
    Exemplos de mecanismos aceitáveis incluem lista(s) de discussão arquivadas, discussões de questões e pull requests do GitHub, Bugzilla, Mantis e Trac. Mecanismos de discussão assíncronos (como IRC) são aceitáveis se atenderem a esses critérios; certifique-se de que haja um mecanismo de arquivamento endereçável por URL. JavaScript proprietário, embora desencorajado, é permitido.

    GitHub supports discussions on issues and pull requests.



    O projeto DEVERIA fornecer documentação em inglês e ser capaz de aceitar relatórios de bugs e comentários sobre código em inglês. [english]
    O inglês é atualmente a língua franca da tecnologia de computadores; o suporte ao inglês aumenta o número de diferentes desenvolvedores e revisores em potencial em todo o mundo. Um projeto pode atender a este critério mesmo que o idioma principal de seus desenvolvedores principais não seja o inglês.

    O projeto DEVE ser mantido. [maintained]
    No mínimo, o projeto deve tentar responder a relatórios significativos de problemas e vulnerabilidades. Um projeto que está buscando ativamente um badge provavelmente é mantido. Todos os projetos e pessoas têm recursos limitados, e projetos típicos devem rejeitar algumas mudanças propostas, portanto, recursos limitados e rejeições de propostas não indicam por si só um projeto não mantido.

    Quando um projeto souber que não será mais mantido, ele deve definir este critério como "Não atendido" e usar o(s) mecanismo(s) apropriado(s) para indicar a outros que não está sendo mantido. Por exemplo, use "DEPRECATED" como o primeiro cabeçalho de seu README, adicione "DEPRECATED" perto do início de sua página inicial, adicione "DEPRECATED" ao início da descrição do projeto do repositório de código, adicione um badge de sem intenção de manutenção em seu README e/ou página inicial, marque-o como descontinuado em quaisquer repositórios de pacotes (por exemplo, npm deprecate), e/ou use o sistema de marcação do repositório de código para arquivá-lo (por exemplo, a configuração "archive" do GitHub, a marcação "archived" do GitLab, o status "readonly" do Gerrit ou o status de projeto "abandoned" do SourceForge). Discussão adicional pode ser encontrada aqui.

    The project is actively maintained. Evidence:

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/commits/main


 Controle de Mudanças 3/9

  • Repositório de código-fonte público controlado por versão


    O projeto DEVE ter um repositório de código-fonte controlado por versão que seja publicamente legível e tenha uma URL. [repo_public]
    A URL PODE ser a mesma que a URL do projeto. O projeto PODE usar branches privados (não públicos) em casos específicos enquanto a mudança não for lançada publicamente (por exemplo, para corrigir uma vulnerabilidade antes de ser revelada ao público).

    Repository on GitHub, which provides public git repositories with URLs.



    O repositório de código-fonte do projeto DEVE rastrear quais mudanças foram feitas, quem fez as mudanças e quando as mudanças foram feitas. [repo_track]

    Repository on GitHub, which uses git. git can track the changes, who made them, and when they were made.



    Para permitir revisão colaborativa, o repositório de código-fonte do projeto DEVE incluir versões intermediárias para revisão entre lançamentos; ele NÃO DEVE incluir apenas lançamentos finais. [repo_interim]
    Os projetos PODEM optar por omitir versões intermediárias específicas de seus repositórios de código-fonte públicos (por exemplo, aquelas que corrigem vulnerabilidades de segurança não públicas específicas, podem nunca ser lançadas publicamente ou incluem material que não pode ser legalmente postado e não estão no lançamento final).


    É SUGERIDO que software de controle de versão distribuído comum seja usado (por exemplo, git) para o repositório de código-fonte do projeto. [repo_distributed]
    O Git não é especificamente exigido e os projetos podem usar software de controle de versão centralizado (como subversion) com justificativa.

    Repository on GitHub, which uses git. git is distributed.


  • Numeração de versão única


    Os resultados do projeto DEVEM ter um identificador de versão único para cada lançamento destinado a ser usado pelos usuários. [version_unique]
    Isso PODE ser atendido de várias maneiras, incluindo IDs de commit (como git commit id ou mercurial changeset id) ou um número de versão (incluindo números de versão que usam versionamento semântico ou esquemas baseados em data como AAAAMMDD).


    É SUGERIDO que o formato de numeração de versão Versionamento Semântico (SemVer) ou Versionamento de Calendário (CalVer) seja usado para lançamentos. É SUGERIDO que aqueles que usam CalVer incluam um valor de nível micro. [version_semver]
    Os projetos geralmente devem preferir qualquer formato que seja esperado por seus usuários, por exemplo, porque é o formato normal usado por seu ecossistema. Muitos ecossistemas preferem SemVer, e SemVer é geralmente preferido para interfaces de programação de aplicações (APIs) e kits de desenvolvimento de software (SDKs). CalVer tende a ser usado por projetos que são grandes, têm um número excepcionalmente grande de dependências desenvolvidas independentemente, têm um escopo em constante mudança ou são sensíveis ao tempo. É SUGERIDO que aqueles que usam CalVer incluam um valor de nível micro, porque incluir um nível micro suporta branches mantidos simultaneamente sempre que isso se tornar necessário. Outros formatos de numeração de versão podem ser usados como números de versão, incluindo IDs de commit do git ou IDs de changeset do mercurial, desde que identifiquem exclusivamente as versões. No entanto, algumas alternativas (como IDs de commit do git) podem causar problemas como identificadores de lançamento, porque os usuários podem não ser capazes de determinar facilmente se estão atualizados. O formato do ID de versão pode não ser importante para identificar lançamentos de software se todos os destinatários executarem apenas a versão mais recente (por exemplo, é o código para um único site ou serviço de internet que é constantemente atualizado via entrega contínua).


    É SUGERIDO que os projetos identifiquem cada lançamento dentro de seu sistema de controle de versão. Por exemplo, é SUGERIDO que aqueles que usam git identifiquem cada lançamento usando tags do git. [version_tags]

  • Notas de lançamento


    O projeto DEVE fornecer, em cada lançamento, notas de lançamento que sejam um resumo legível por humanos das principais mudanças nesse lançamento para ajudar os usuários a determinar se devem atualizar e qual será o impacto da atualização. As notas de lançamento NÃO DEVEM ser a saída bruta de um log de controle de versão (por exemplo, os resultados do comando "git log" não são notas de lançamento). Projetos cujos resultados não se destinam à reutilização em vários locais (como o software para um único site ou serviço) E empregam entrega contínua PODEM selecionar "N/A". (URL obrigatória) [release_notes]
    As notas de lançamento PODEM ser implementadas de várias maneiras. Muitos projetos as fornecem em um arquivo chamado "NEWS", "CHANGELOG" ou "ChangeLog", opcionalmente com extensões como ".txt", ".md" ou ".html". Historicamente, o termo "change log" significava um log de todas as mudanças, mas para atender a esses critérios, o que é necessário é um resumo legível por humanos. As notas de lançamento PODEM, em vez disso, ser fornecidas por mecanismos de sistema de controle de versão, como o fluxo de trabalho GitHub Releases.

    No release notes file found.



    As notas de lançamento DEVEM identificar todas as vulnerabilidades de tempo de execução publicamente conhecidas corrigidas neste lançamento que já tinham uma atribuição CVE ou similar quando o lançamento foi criado. Este critério pode ser marcado como não aplicável (N/A) se os usuários normalmente não conseguem atualizar o software por conta própria (por exemplo, como geralmente é verdade para atualizações de kernel). Este critério se aplica apenas aos resultados do projeto, não às suas dependências. Se não houver notas de lançamento ou se não houve vulnerabilidades publicamente conhecidas, escolha N/A. [release_notes_vulns]
    Este critério ajuda os usuários a determinar se uma determinada atualização irá corrigir uma vulnerabilidade que é publicamente conhecida, para ajudar os usuários a tomar uma decisão informada sobre atualização. Se os usuários normalmente não conseguem atualizar o software por conta própria em seus computadores, mas devem depender de um ou mais intermediários para realizar a atualização (como é frequentemente o caso de um kernel e software de baixo nível que está entrelaçado com um kernel), o projeto pode escolher "não aplicável" (N/A) em vez disso, já que essa informação adicional não será útil para esses usuários. Da mesma forma, um projeto pode escolher N/A se todos os destinatários executarem apenas a versão mais recente (por exemplo, é o código para um único site ou serviço de internet que é constantemente atualizado via entrega contínua). Este critério se aplica apenas aos resultados do projeto, não às suas dependências. Listar as vulnerabilidades de todas as dependências transitivas de um projeto torna-se difícil conforme as dependências aumentam e variam, e é desnecessário já que ferramentas que examinam e rastreiam dependências podem fazer isso de uma forma mais escalável.

 Relatórios 8/8

  • Processo de relato de bugs


    O projeto DEVE fornecer um processo para os usuários enviarem relatórios de bugs (por exemplo, usando um rastreador de problemas ou uma lista de discussão). (URL obrigatória) [report_process]

    Non-trivial SECURITY[.md] file found file in repository: https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/SECURITY.md. [osps_do_02_01]



    O projeto DEVERIA usar um rastreador de problemas para rastrear problemas individuais. [report_tracker]

    The project uses GitHub Issues as its issue tracker:

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/issues

    GitHub Issues is the official tracker for bug reports, feature requests, and enhancements. It is referenced in both
    CONTRIBUTING.md (https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/CONTRIBUTING.md#reporting-bugs) and SECURITY.md
    (https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/SECURITY.md).



    O projeto DEVE reconhecer a maioria dos relatórios de bugs enviados nos últimos 2-12 meses (inclusive); a resposta não precisa incluir uma correção. [report_responses]

    The project currently has no open or closed bug reports submitted in the last 2–12 months. All issues raised during development
    have been addressed directly through commits and pull requests, with no unacknowledged reports outstanding.

    As the project grows its user base, all bug reports submitted via GitHub Issues will be acknowledged within 48 hours,
    consistent with the response timeline documented in SECURITY.md
    (https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/SECURITY.md).



    O projeto DEVERIA responder a uma maioria (>50%) das solicitações de melhorias nos últimos 2-12 meses (inclusive). [enhancement_responses]
    A resposta PODE ser 'não' ou uma discussão sobre seus méritos. O objetivo é simplesmente que haja alguma resposta a algumas solicitações, o que indica que o projeto ainda está ativo. Para fins deste critério, os projetos não precisam contar solicitações falsas (por exemplo, de spammers ou sistemas automatizados). Se um projeto não estiver mais fazendo melhorias, selecione "não atendido" e inclua a URL que torna esta situação clara para os usuários. Se um projeto tende a ser sobrecarregado pelo número de solicitações de melhorias, selecione "não atendido" e explique.

    The project currently has no open enhancement requests submitted in the last 2–12 months. Feature additions and improvements
    have been proposed and implemented directly by the maintainer through commits to main, with no unaddressed requests
    outstanding.

    Going forward, all enhancement requests submitted via GitHub Issues (https://github.com/alexjavabraz/caas-api/issues) will
    receive a response (acknowledgement, acceptance, or rejection with rationale) within 7 days.



    O projeto DEVE ter um arquivo publicamente disponível para relatórios e respostas para pesquisa posterior. (URL obrigatória) [report_archive]

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/issues?q=is%3Aissue

    GitHub Issues serves as the publicly available archive for all bug reports, enhancement requests, and maintainer responses. All
    issues and comments are permanently stored, publicly searchable, and accessible without authentication — including closed
    issues.


  • Processo de relato de vulnerabilidades


    O projeto DEVE publicar o processo para relatar vulnerabilidades no site do projeto. (URL obrigatória) [vulnerability_report_process]
    Projetos hospedados no GitHub DEVERIAM considerar habilitar o relato privado de uma vulnerabilidade de segurança. Projetos no GitLab DEVERIAM considerar usar sua capacidade de relatar uma vulnerabilidade de forma privada. Projetos PODEM identificar um endereço de e-mail em https://PROJECTSITE/security, frequentemente na forma security@example.org. Este processo de relato de vulnerabilidades PODE ser o mesmo que seu processo de relato de bugs. Relatórios de vulnerabilidades PODEM ser sempre públicos, mas muitos projetos têm um mecanismo de relato de vulnerabilidades privado.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/SECURITY.md

    The vulnerability reporting process is documented in SECURITY.md and covers: private disclosure via email
    (alexjavabraz@gmail.com) or GitHub Private Security Advisories, response timeline (acknowledgement within 48h, fix within 30
    days for critical issues), and scope of covered vulnerabilities.



    Se relatórios privados de vulnerabilidades forem suportados, o projeto DEVE incluir como enviar as informações de uma forma que seja mantida privada. (URL obrigatória) [vulnerability_report_private]
    Exemplos incluem um relatório de defeito privado enviado na web usando HTTPS (TLS) ou um e-mail criptografado usando OpenPGP. Se relatórios de vulnerabilidades forem sempre públicos (portanto, nunca há relatórios privados de vulnerabilidades), escolha "não aplicável" (N/A).

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/SECURITY.md#reporting-a-vulnerability

    SECURITY.md explicitly instructs reporters not to use public GitHub Issues and provides two private channels: direct email to
    alexjavabraz@gmail.com and GitHub Private Security Advisories at
    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/security/advisories/new.



    O tempo de resposta inicial do projeto para qualquer relatório de vulnerabilidade recebido nos últimos 6 meses DEVE ser menor ou igual a 14 dias. [vulnerability_report_response]
    Se não houve vulnerabilidades relatadas nos últimos 6 meses, escolha "não aplicável" (N/A).

    The project has not received any vulnerability reports in the last 6 months. The documented response commitment in SECURITY.md
    (https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/SECURITY.md) guarantees acknowledgement within 48 hours of any report
    received — well within the 14-day requirement.


 Qualidade 13/13

  • Sistema de compilação funcional


    Se o software produzido pelo projeto requer construção para uso, o projeto DEVE fornecer um sistema de construção funcional que possa reconstruir automaticamente o software a partir do código-fonte. [build]
    Um sistema de construção determina quais ações precisam ocorrer para reconstruir o software (e em que ordem), e então executa essas etapas. Por exemplo, ele pode invocar um compilador para compilar o código-fonte. Se um executável é criado a partir do código-fonte, deve ser possível modificar o código-fonte do projeto e então gerar um executável atualizado com essas modificações. Se o software produzido pelo projeto depende de bibliotecas externas, o sistema de construção não precisa construir essas bibliotecas externas. Se não houver necessidade de construir nada para usar o software depois que seu código-fonte for modificado, selecione "não aplicável" (N/A).

    The project is written in Rust. Building from source requires only:

    cargo build --release

    Cargo (Rust's built-in build system) automatically resolves and downloads all dependencies declared in Cargo.toml, compiles the
    project, and produces a self-contained binary. No additional build tools or manual steps are required.

    The CI pipeline at .github/workflows/ci.yml (https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/.github/workflows/ci.yml)
    validates a successful cargo build --release on every push to main.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/Cargo.toml



    É SUGERIDO que ferramentas comuns sejam usadas para construir o software. [build_common_tools]
    Por exemplo, Maven, Ant, cmake, o autotools, make, rake (Ruby) ou devtools (R).

    Yes. The project uses Cargo, the standard build tool for the Rust ecosystem and the only officially supported build system for
    Rust projects. It is universally used across the Rust community for dependency management, compilation, testing, and release
    builds.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/Cargo.toml



    O projeto DEVERIA ser construível usando apenas ferramentas FLOSS. [build_floss_tools]

    Yes. The project builds exclusively with free/libre/open-source tools:

    • Cargo (MIT/Apache-2.0) — build system and dependency manager
    • rustc (MIT/Apache-2.0) — Rust compiler
    • Docker (Apache-2.0) — container build (optional, for deployment)

    All dependencies declared in Cargo.toml are FLOSS-licensed (MIT, Apache-2.0, or ISC). No proprietary tools are required at any
    stage of the build.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/Cargo.toml


  • Conjunto de testes automatizados


    O projeto DEVE usar pelo menos um conjunto de testes automatizados que seja disponibilizado publicamente como FLOSS (esse conjunto de testes pode ser mantido como um projeto FLOSS separado). O projeto DEVE mostrar ou documentar claramente como executar o(s) conjunto(s) de testes (por exemplo, por meio de um script de integração contínua (CI) ou por meio de documentação em arquivos como BUILD.md, README.md ou CONTRIBUTING.md). [test]
    O projeto PODE usar múltiplos conjuntos de testes automatizados (por exemplo, um que executa rapidamente, versus outro que é mais completo mas requer equipamento especial). Existem muitos frameworks de teste e sistemas de suporte a testes disponíveis, incluindo Selenium (automação de navegador web), Junit (JVM, Java), RUnit (R), testthat (R).

    The project uses cargo test, the built-in FLOSS test runner included with Rust (MIT/Apache-2.0). Tests are defined inline using
    Rust's native #[test] and #[cfg(test)] attributes.

    How to run the test suite:

    cargo test

    This is documented in CONTRIBUTING.md (https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/CONTRIBUTING.md#tests) and is
    automatically executed on every push to main via the CI pipeline:

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/.github/workflows/ci.yml

    The relevant CI step:

    • name: Run tests
      run: cargo test


    Um conjunto de testes DEVERIA ser invocável de forma padrão para aquela linguagem. [test_invocation]
    Por exemplo, "make check", "mvn test", ou "rake test" (Ruby).

    Tests are invoked with:

    cargo test

    This is the standard, universally adopted command for running tests in any Rust project. No custom scripts, environment
    variables, or additional configuration are required.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/.github/workflows/ci.yml



    É SUGERIDO que o conjunto de testes cubra a maioria (ou idealmente todos) os ramos de código, campos de entrada e funcionalidade. [test_most]

    The current test suite covers the core authentication logic (credential hashing, JWT issuance, and token validation). Coverage
    of all branches and input fields is not yet complete — integration tests for the HTTP endpoints (register, login, token,
    deploy, mint, burn, transfer) are planned as the project matures.

    Code coverage is tracked via CI on every push. Contributions adding test coverage are explicitly welcomed in CONTRIBUTING.md
    (https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/CONTRIBUTING.md#tests), which requires that all new behaviour include unit
    or integration tests before a PR is accepted.



    É SUGERIDO que o projeto implemente integração contínua (onde código novo ou alterado é frequentemente integrado em um repositório de código central e testes automatizados são executados no resultado). [test_continuous_integration]

    The project implements continuous integration via GitHub Actions. On every push to main, the CI pipeline automatically
    runs:

    1. cargo fmt --check — formatting verification
    2. cargo clippy -- -D warnings — linting with zero-warning policy
    3. cargo build --release — full release build
    4. cargo test — test suite

    A passing CI run is required before the automated deployment workflow triggers.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/.github/workflows/ci.yml


  • Teste de novas funcionalidades


    O projeto DEVE ter uma política geral (formal ou não) de que conforme nova funcionalidade importante seja adicionada ao software produzido pelo projeto, testes dessa funcionalidade devem ser adicionados a um conjunto de testes automatizados. [test_policy]
    Desde que haja uma política, mesmo que verbal, que diga que desenvolvedores devem adicionar testes ao conjunto de testes automatizados para novas funcionalidades importantes, selecione "Met".

    This policy is documented in CONTRIBUTING.md (https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/CONTRIBUTING.md#tests):

    ▎ "New behaviour must include unit or integration tests. Run cargo test and ensure all tests pass before opening a PR."

    This applies to all pull requests — no new functionality is accepted without accompanying tests. Compliance is enforced during
    PR review.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/CONTRIBUTING.md#tests



    O projeto DEVE ter evidências de que a test_policy para adicionar testes foi seguida nas mudanças mais recentes e importantes ao software produzido pelo projeto. [tests_are_added]
    Funcionalidade importante seria tipicamente mencionada nas notas de lançamento. Perfeição não é necessária, apenas evidências de que testes estão sendo tipicamente adicionados na prática ao conjunto de testes automatizados quando nova funcionalidade importante é adicionada ao software produzido pelo projeto.

    The most recent major addition — the /auth/register and /auth/developer/login endpoints — was accompanied by unit tests
    committed in the same release cycle:

    • src/routes/auth.rs — 11 tests covering validate_safe_text (accepts normal names; rejects HTML tags, javascript:, event
      handlers, SQL DDL keywords, and path traversal) and validate_password_strength (accepts strong passwords; rejects inputs
      missing uppercase, lowercase, digit, or special character)
    • src/services/auth.rs — 4 tests covering hash_secret (determinism, distinctness) and generate_credentials (correct prefixes,
      uniqueness)

    All tests run automatically in CI on every push:

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/.github/workflows/ci.yml

    Commit with tests:

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/commit/57c93a7



    É SUGERIDO que esta política sobre adicionar testes (veja test_policy) seja documentada nas instruções para propostas de mudanças. [tests_documented_added]
    Contudo, mesmo uma regra informal é aceitável desde que os testes estejam sendo adicionados na prática.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/CONTRIBUTING.md#tests

    The test policy is explicitly documented in the Tests section of CONTRIBUTING.md, which is the project's instructions for
    change proposals:

    ▎ "New behaviour must include unit or integration tests. Run cargo test and ensure all tests pass before opening a PR."

    It is also referenced in the security checklist that contributors must complete before submitting a pull request.


  • Sinalizadores de aviso


    O projeto DEVE habilitar uma ou mais flags de avisos do compilador, um modo de linguagem "seguro", ou usar uma ferramenta "linter" separada para procurar erros de qualidade de código ou erros comuns simples, se houver pelo menos uma ferramenta FLOSS que possa implementar este critério na linguagem selecionada. [warnings]
    Exemplos de flags de avisos do compilador incluem gcc/clang "-Wall". Exemplos de modo de linguagem "seguro" incluem JavaScript "use strict" e perl5 "use warnings". Uma ferramenta "linter" separada é simplesmente uma ferramenta que examina o código-fonte para procurar erros de qualidade de código ou erros comuns simples. Estes são tipicamente habilitados dentro do código-fonte ou instruções de compilação.

    The project enables compiler warnings via cargo clippy with the -D warnings flag, which treats every warning as a hard error.
    This is enforced in CI on every push:

    • name: Clippy
      run: cargo clippy -- -D warnings

    Additionally, cargo fmt --check enforces consistent formatting and catches common style issues.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/.github/workflows/ci.yml



    O projeto DEVE tratar os avisos. [warnings_fixed]
    Estes são os avisos identificados pela implementação do critério warnings. O projeto deve corrigir avisos ou marcá-los no código-fonte como falsos positivos. Idealmente não haveria avisos, mas um projeto PODE aceitar alguns avisos (tipicamente menos de 1 aviso por 100 linhas ou menos de 10 avisos).

    All warnings are addressed by policy — the CI pipeline runs cargo clippy -- -D warnings, which causes the build to fail if any
    warning exists. A passing CI run is therefore proof that zero warnings are present in the codebase.

    The current CI status is passing:

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/actions/workflows/ci.yml



    É SUGERIDO que projetos sejam maximamente rigorosos com avisos no software produzido pelo projeto, onde prático. [warnings_strict]
    Alguns avisos não podem ser efetivamente habilitados em alguns projetos. O que é necessário é evidência de que o projeto está se esforçando para habilitar flags de avisos onde puder, de forma que erros sejam detectados cedo.

    The project uses the maximum strictness available in the Rust toolchain:

    • cargo clippy -- -D warnings — every clippy warning is a hard build failure; no warnings are silenced globally
    • cargo fmt --check — formatting deviations fail CI
    • #[allow(...)] attributes are used only where unavoidable (e.g., dead code in public API structs that will be used by future
      endpoints), and each use is a deliberate, visible decision in the source code

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/.github/workflows/ci.yml


 Segurança 16/16

  • Conhecimento de desenvolvimento seguro


    O projeto DEVE ter pelo menos um desenvolvedor principal que saiba como projetar software seguro. (Veja 'details' para os requisitos exatos.) [know_secure_design]
    Isto requer entender os seguintes princípios de projeto, incluindo os 8 princípios de Saltzer and Schroeder:
    • economia de mecanismo (mantenha o projeto tão simples e pequeno quanto prático, por exemplo, adotando simplificações amplas)
    • padrões à prova de falhas (decisões de acesso devem negar por padrão, e a instalação dos projetos deve ser segura por padrão)
    • mediação completa (todo acesso que possa ser limitado deve ser verificado quanto à autoridade e não ser contornável)
    • projeto aberto (mecanismos de segurança não devem depender da ignorância do invasor sobre seu projeto, mas sim em informações mais facilmente protegidas e alteradas como chaves e senhas)
    • separação de privilégios (idealmente, acesso a objetos importantes deve depender de mais de uma condição, de forma que derrotar um sistema de proteção não permita acesso completo. Por exemplo, autenticação multifator, como exigir tanto uma senha quanto um token de hardware, é mais forte que autenticação de fator único)
    • menor privilégio (processos devem operar com o menor privilégio necessário)
    • menor mecanismo comum (o projeto deve minimizar os mecanismos comuns a mais de um usuário e dos quais todos os usuários dependem, por exemplo, diretórios para arquivos temporários)
    • aceitabilidade psicológica (a interface humana deve ser projetada para facilidade de uso - projetar para "menor surpresa" pode ajudar)
    • superfície de ataque limitada (a superfície de ataque - o conjunto dos diferentes pontos onde um invasor pode tentar entrar ou extrair dados - deve ser limitada)
    • validação de entrada com listas de permissões (entradas devem tipicamente ser verificadas para determinar se são válidas antes de serem aceitas; esta validação deve usar listas de permissões (que aceitam apenas valores conhecidamente bons), não listas de negação (que tentam listar valores conhecidamente ruins)).
    Um "desenvolvedor principal" em um projeto é qualquer pessoa que esteja familiarizada com a base de código do projeto, esteja confortável fazendo mudanças nela, e seja reconhecida como tal pela maioria dos outros participantes no projeto. Um desenvolvedor principal tipicamente faria várias contribuições ao longo do último ano (via código, documentação ou respondendo perguntas). Desenvolvedores seriam tipicamente considerados desenvolvedores principais se iniciaram o projeto (e não deixaram o projeto há mais de três anos), têm a opção de receber informações em um canal privado de relato de vulnerabilidades (se houver um), podem aceitar commits em nome do projeto, ou realizar lançamentos finais do software do projeto. Se há apenas um desenvolvedor, esse indivíduo é o desenvolvedor principal. Muitos livros e cursos estão disponíveis para ajudá-lo a entender como desenvolver software mais seguro e discutir projeto. Por exemplo, o curso Secure Software Development Fundamentals é um conjunto gratuito de três cursos que explicam como desenvolver software mais seguro (é gratuito se você auditar; por uma taxa extra você pode obter um certificado para provar que aprendeu o material).

    The primary developer and maintainer (alexjavabraz@gmail.com) demonstrates knowledge of secure software design through direct
    implementation in the codebase:

    • Input validation — injection pattern detection (A03), email RFC 5321 regex, field length limits via the validator crate
    • Cryptography — bcrypt cost-12 for user passwords; SHA-256 for high-entropy API secrets; JWT with expiry for session tokens
      (A02)
    • Authentication — OAuth2 client_credentials flow; timing-safe bcrypt verify with dummy hash to prevent user enumeration;
      generic error messages on login failure (A07)
    • Access control — all endpoints protected by require_auth middleware except explicitly public routes (A01)
    • Security policy — documented vulnerability disclosure process in SECURITY.md with private reporting channels and defined
      response SLAs

    These practices are applied consistently across the codebase and enforced through the contribution requirements in
    CONTRIBUTING.md.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/CONTRIBUTING.md#security-checklist-for-prs



    Pelo menos um dos desenvolvedores principais do projeto DEVE conhecer tipos comuns de erros que levam a vulnerabilidades neste tipo de software, bem como pelo menos um método para combater ou mitigar cada um deles. [know_common_errors]
    Exemplos (dependendo do tipo de software) incluem injeção SQL, injeção de SO, estouro clássico de buffer, cross-site scripting, autenticação ausente e autorização ausente. Veja o CWE/SANS top 25 ou OWASP Top 10 para listas comumente usadas. Muitos livros e cursos estão disponíveis para ajudá-lo a entender como desenvolver software mais seguro e discutir erros comuns de implementação que levam a vulnerabilidades. Por exemplo, o curso Secure Software Development Fundamentals é um conjunto gratuito de três cursos que explicam como desenvolver software mais seguro (é gratuito se você auditar; por uma taxa extra você pode obter um certificado para provar que aprendeu o material).

    The primary developer demonstrates knowledge of common vulnerability classes and their mitigations, as evidenced directly in
    the codebase and documentation:

    ┌─────────────────────────────┬────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────┐
    │ Vulnerability class │ Mitigation implemented │
    ├─────────────────────────────┼────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────┤
    │ SQL injection (A03) │ SQLx parameterized queries — no string interpolation in database calls │
    ├─────────────────────────────┼────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────┤
    │ Input injection / XSS (A03) │ Regex validation rejecting HTML tags, javascript:, event handlers, and SQL DDL in all │
    │ │ free-text inputs │
    ├─────────────────────────────┼────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────┤
    │ Broken authentication (A07) │ Timing-safe bcrypt verify with dummy hash; generic error messages; JWT expiry; OAuth2 │
    │ │ client_credentials flow │
    ├─────────────────────────────┼────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────┤
    │ Cryptographic failures │ bcrypt cost-12 for passwords; SHA-256 for high-entropy secrets; TLS enforced at the │
    │ (A02) │ reverse proxy │
    ├─────────────────────────────┼────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────┤
    │ Broken access control (A01) │ require_auth middleware applied globally; public routes explicitly opted out │
    ├─────────────────────────────┼────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────┤
    │ Security misconfiguration │ CORS restricted to explicit allowed origins; secrets via environment variables only; no │
    │ (A05) │ hardcoded credentials │
    ├─────────────────────────────┼────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────┤
    │ Sensitive data exposure │ Secrets never stored in plaintext; logs never include credentials; client secret shown │
    │ │ only once at registration │
    └─────────────────────────────┴────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────┘

    The security checklist in CONTRIBUTING.md requires every contributor to verify these mitigations before a PR is accepted:

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/CONTRIBUTING.md#security-checklist-for-prs


  • Usar práticas criptográficas boas e básicas

    Observe que alguns softwares não precisam usar mecanismos criptográficos. Se o seu projeto produzir software que (1) inclui, ativa ou habilita funcionalidade de criptografia, e (2) pode ser liberado dos Estados Unidos (EUA) para fora dos EUA ou para um não cidadão dos EUA, você pode ser legalmente obrigado a tomar algumas etapas extras. Normalmente isso envolve apenas o envio de um e-mail. Para mais informações, consulte a seção de criptografia de Understanding Open Source Technology & US Export Controls.

    O software produzido pelo projeto DEVE usar, por padrão, apenas protocolos criptográficos e algoritmos que são publicamente publicados e revisados por especialistas (se protocolos criptográficos e algoritmos forem usados). [crypto_published]
    Esses critérios criptográficos nem sempre se aplicam porque alguns softwares não têm necessidade de usar diretamente capacidades criptográficas.

    The project uses only publicly published and expert-reviewed cryptographic primitives:

    ┌────────────────────┬──────────────────────────────┬─────────────────────────────────────────────────────────┐
    │ Usage │ Algorithm │ Standard │
    ├────────────────────┼──────────────────────────────┼─────────────────────────────────────────────────────────┤
    │ Password hashing │ bcrypt (cost 12) │ Published — Provos & Mazières, USENIX 1999 │
    ├────────────────────┼──────────────────────────────┼─────────────────────────────────────────────────────────┤
    │ API secret hashing │ SHA-256 │ NIST FIPS 180-4 │
    ├────────────────────┼──────────────────────────────┼─────────────────────────────────────────────────────────┤
    │ Session tokens │ JWT with HMAC-SHA256 (HS256) │ RFC 7519 │
    ├────────────────────┼──────────────────────────────┼─────────────────────────────────────────────────────────┤
    │ Transport security │ TLS 1.2/1.3 │ RFC 5246 / RFC 8446 (enforced at the ALB/reverse proxy) │
    └────────────────────┴──────────────────────────────┴─────────────────────────────────────────────────────────┘

    All cryptographic dependencies (bcrypt, sha2, jsonwebtoken) are widely used, openly published Rust crates with no proprietary
    or custom cryptographic implementations.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/Cargo.toml



    Se o software produzido pelo projeto for uma aplicação ou biblioteca, e seu propósito principal não for implementar criptografia, então ele DEVERIA apenas chamar software especificamente projetado para implementar funções criptográficas; ele NÃO DEVERIA reimplementar o seu próprio. [crypto_call]

    The project is a REST API whose primary purpose is token operations — not cryptography. All cryptographic functions
    are delegated entirely to established, purpose-built libraries:

    • bcrypt — password hashing
    • sha2 — SHA-256 digest
    • jsonwebtoken — JWT signing and verification (HMAC-SHA256)

    No cryptographic algorithms are re-implemented anywhere in the codebase. All calls go through these dedicated crates.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/Cargo.toml



    Toda funcionalidade no software produzido pelo projeto que depende de criptografia DEVE ser implementável usando FLOSS. [crypto_floss]

    Every cryptographic dependency is FLOSS-licensed:

    ┌──────────────┬──────────────────┐
    │ Crate │ License │
    ├──────────────┼──────────────────┤
    │ bcrypt │ Apache-2.0 │
    ├──────────────┼──────────────────┤
    │ sha2 │ MIT / Apache-2.0 │
    ├──────────────┼──────────────────┤
    │ jsonwebtoken │ MIT │
    ├──────────────┼──────────────────┤
    │ hmac │ MIT / Apache-2.0 │
    └──────────────┴──────────────────┘

    TLS termination is handled by the reverse proxy (nginx with Let's Encrypt certificates — both FLOSS). No proprietary
    cryptographic library is required at any layer.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/Cargo.toml



    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVEM usar comprimentos de chave padrão que pelo menos atendam aos requisitos mínimos do NIST até o ano de 2030 (conforme declarado em 2012). DEVE ser possível configurar o software para que comprimentos de chave menores sejam completamente desabilitados. [crypto_keylength]
    Esses comprimentos mínimos de bits são: chave simétrica 112, módulo de fatoração 2048, chave de logaritmo discreto 224, grupo logarítmico discreto 2048, curva elíptica 224 e hash 224 (hashing de senha não é coberto por este comprimento de bits, mais informações sobre hashing de senha podem ser encontradas no critério crypto_password_storage). Veja https://www.keylength.com para uma comparação de recomendações de comprimento de chave de várias organizações. O software PODE permitir comprimentos de chave menores em algumas configurações (idealmente não permitiria, já que isso permite ataques de downgrade, mas comprimentos de chave mais curtos são às vezes necessários para interoperabilidade).

    All key lengths meet or exceed NIST SP 800-131A requirements through 2030:

    ┌──────────────────┬────────────────┬─────────────────────┬─────────────────────────────────────┐
    │ Mechanism │ Algorithm │ Key / output length │ NIST minimum │
    ├──────────────────┼────────────────┼─────────────────────┼─────────────────────────────────────┤
    │ Password hashing │ bcrypt cost-12 │ 192-bit output │ N/A — bcrypt is a KDF, not a cipher │
    ├──────────────────┼────────────────┼─────────────────────┼─────────────────────────────────────┤
    │ Secret hashing │ SHA-256 │ 256-bit digest │ ≥ 112 bits ✓ │
    ├──────────────────┼────────────────┼─────────────────────┼─────────────────────────────────────┤
    │ JWT signing │ HMAC-SHA256 │ 256-bit key │ ≥ 112 bits ✓ │
    ├──────────────────┼────────────────┼─────────────────────┼─────────────────────────────────────┤
    │ Transport │ TLS 1.2/1.3 │ ≥ 128-bit symmetric │ ≥ 112 bits ✓ │
    └──────────────────┴────────────────┴─────────────────────┴─────────────────────────────────────┘

    No short or deprecated key lengths (e.g., DES, RC4, MD5, SHA-1, RSA-1024) are used anywhere in the codebase or its
    dependencies. The cryptographic libraries used (sha2, jsonwebtoken, bcrypt) do not expose configuration options for weaker key
    lengths — insecure sizes are simply not available through their APIs.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/Cargo.toml



    Os mecanismos de segurança padrão dentro do software produzido pelo projeto NÃO DEVEM depender de algoritmos criptográficos quebrados (por exemplo, MD4, MD5, DES único, RC4, Dual_EC_DRBG), ou usar modos de cifra que são inadequados ao contexto, a menos que sejam necessários para implementar um protocolo interoperável (onde o protocolo implementado é a versão mais recente desse padrão amplamente suportado pelo ecossistema de rede, esse ecossistema requer o uso de tal algoritmo ou modo, e esse ecossistema não oferece nenhuma alternativa mais segura). A documentação DEVE descrever quaisquer riscos de segurança relevantes e quaisquer mitigações conhecidas se esses algoritmos ou modos quebrados forem necessários para um protocolo interoperável. [crypto_working]
    O modo ECB é quase nunca apropriado porque revela blocos idênticos dentro do texto cifrado conforme demonstrado pelo pinguim ECB, e o modo CTR é frequentemente inadequado porque não realiza autenticação e causa duplicatas se o estado de entrada for repetido. Em muitos casos é melhor escolher um modo de algoritmo de cifra de bloco projetado para combinar sigilo e autenticação, por exemplo, Galois/Counter Mode (GCM) e EAX. Projetos PODEM permitir que usuários habilitem mecanismos quebrados (por exemplo, durante a configuração) onde necessário para compatibilidade, mas então os usuários sabem que estão fazendo isso.

    The project does not use any broken or deprecated cryptographic algorithms. No MD4, MD5, single DES, RC4, Dual_EC_DRBG, or
    insecure cipher modes appear in the codebase or are exposed through any API.

    All algorithms in use (bcrypt, SHA-256, HMAC-SHA256, TLS 1.2/1.3) are currently recommended by NIST and have no known practical
    attacks. There are no interoperability constraints that would require falling back to a weaker algorithm.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/Cargo.toml



    Os mecanismos de segurança padrão dentro do software produzido pelo projeto NÃO DEVERIAM depender de algoritmos criptográficos ou modos com fraquezas sérias conhecidas (por exemplo, o algoritmo de hash criptográfico SHA-1 ou o modo CBC em SSH). [crypto_weaknesses]
    Preocupações sobre o modo CBC em SSH são discutidas em CERT: SSH CBC vulnerability.

    The project does not use SHA-1, CBC mode, or any algorithm with known serious weaknesses. Every cryptographic primitive in use
    (SHA-256, HMAC-SHA256, bcrypt, TLS 1.3) is currently recommended with no known serious weaknesses.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/Cargo.toml



    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVERIAM implementar sigilo perfeito para frente para protocolos de acordo de chave, de modo que uma chave de sessão derivada de um conjunto de chaves de longo prazo não possa ser comprometida se uma das chaves de longo prazo for comprometida no futuro. [crypto_pfs]

    Perfect forward secrecy is provided at the transport layer by TLS 1.3, which mandates ephemeral key exchange (ECDHE)
    exclusively — static RSA key exchange is not permitted in TLS 1.3. TLS termination is handled by nginx with a Let's Encrypt
    certificate on the reverse proxy in front of the API.

    At the application layer, JWT tokens have a 1-hour expiry (expires_in: 3600), limiting the window of exposure if a token is
    compromised.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/src/services/auth.rs



    Se o software produzido pelo projeto causar o armazenamento de senhas para autenticação de usuários externos, as senhas DEVEM ser armazenadas como hashes iterados com um salt por usuário usando um algoritmo de extensão de chave (iterado) (por exemplo, Argon2id, Bcrypt, Scrypt ou PBKDF2). Veja também OWASP Password Storage Cheat Sheet. [crypto_password_storage]
    Este critério aplica-se apenas quando o software está aplicando autenticação de usuários usando senhas para usuários externos (também conhecida como autenticação de entrada), como aplicações web do lado do servidor. Não se aplica em casos onde o software armazena senhas para autenticar em outros sistemas (também conhecida como autenticação de saída, por exemplo, o software implementa um cliente para algum outro sistema), já que pelo menos partes desse software devem ter acesso frequentemente à senha não hasheada.

    Developer account passwords are hashed using bcrypt (cost factor 12) with a per-user salt generated automatically by the
    bcrypt library. Plaintext passwords are never stored or logged.

    The implementation runs bcrypt on a dedicated blocking thread to avoid blocking the async runtime:

    let password_hash =
    tokio::task::spawn_blocking(move || bcrypt::hash(password, BCRYPT_COST))
    .await
    .context("bcrypt spawn failed")?
    .context("bcrypt hash failed")?;

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/src/services/auth.rs



    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVEM gerar todas as chaves criptográficas e nonces usando um gerador de números aleatórios criptograficamente seguro, e NÃO DEVEM fazê-lo usando geradores que são criptograficamente inseguros. [crypto_random]
    Um gerador de números aleatórios criptograficamente seguro pode ser um gerador de números aleatórios de hardware, ou pode ser um gerador de números pseudo-aleatórios criptograficamente seguro (CSPRNG) usando um algoritmo como Hash_DRBG, HMAC_DRBG, CTR_DRBG, Yarrow ou Fortuna. Exemplos de chamadas para geradores de números aleatórios seguros incluem o java.security.SecureRandom do Java e o window.crypto.getRandomValues do JavaScript. Exemplos de chamadas para geradores de números aleatórios inseguros incluem o java.util.Random do Java e o Math.random do JavaScript.

    All cryptographic keys and nonces are generated using cryptographically secure sources:

    • API client secrets — generated using rand::random::<u8>() which uses the rand crate's ThreadRng, a cryptographically secure
      PRNG seeded from the operating system entropy source (getrandom)
    • Client IDs — generated using Uuid::new_v4() (UUID v4), which also draws from the OS CSPRNG
    • JWT signing — HMAC-SHA256 deterministic signing; nonce is provided by the OS-level TLS layer
    • bcrypt salt — generated internally by the bcrypt crate using OS entropy

    No insecure generators (rand::thread_rng seeded from time, Math.random(), srand(), or similar) are used anywhere.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/src/services/auth.rs


  • Entrega protegida contra ataques man-in-the-middle (MITM)


    O projeto DEVE usar um mecanismo de entrega que contraponha ataques MITM. Usar https ou ssh+scp é aceitável. [delivery_mitm]
    Um mecanismo ainda mais forte é liberar o software com pacotes assinados digitalmente, já que isso mitiga ataques no sistema de distribuição, mas isso só funciona se os usuários puderem estar confiantes de que as chaves públicas para assinaturas estão corretas e se os usuários realmente verificarão a assinatura.

    Distribution channels use HTTPS exclusively. [osps_br_03_02]



    Um hash criptográfico (por exemplo, um sha1sum) NÃO DEVE ser recuperado por http e usado sem verificar uma assinatura criptográfica. [delivery_unsigned]
    Esses hashes podem ser modificados durante o trânsito.

    The project does not retrieve any cryptographic hashes over HTTP. All dependencies are managed by Cargo, which verifies every
    downloaded crate against a SHA-256 checksum recorded in Cargo.lock before use. No external hash retrieval over plain HTTP
    occurs at any stage of the build or runtime.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/Cargo.lock


  • Vulnerabilidades conhecidas publicamente corrigidas


    NÃO DEVE haver vulnerabilidades não corrigidas de severidade média ou superior que sejam publicamente conhecidas por mais de 60 dias. [vulnerabilities_fixed_60_days]
    A vulnerabilidade deve ser corrigida e lançada pelo próprio projeto (as correções podem ser desenvolvidas em outro lugar). Uma vulnerabilidade se torna publicamente conhecida (para este propósito) uma vez que tem um CVE com informações lançadas publicamente sem paywall (relatadas, por exemplo, no National Vulnerability Database) ou quando o projeto foi informado e a informação foi liberada ao público (possivelmente pelo projeto). Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente usado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade eles mesmos usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem publicamente reveladas uma vez que a vulnerabilidade seja publicamente conhecida. Nota: isso significa que os usuários podem ficar vulneráveis a todos os atacantes em todo o mundo por até 60 dias. Este critério é frequentemente muito mais fácil de atender do que o que o Google recomenda em Rebooting responsible disclosure, porque o Google recomenda que o período de 60 dias comece quando o projeto é notificado mesmo se o relatório não for público. Observe também que este critério de selo, como outros critérios, aplica-se ao projeto individual. Alguns projetos fazem parte de organizações guarda-chuva maiores ou projetos maiores, possivelmente em múltiplas camadas, e muitos projetos alimentam seus resultados para outras organizações e projetos como parte de uma cadeia de suprimentos potencialmente complexa. Um projeto individual geralmente não pode controlar o resto, mas um projeto individual pode trabalhar para lançar uma correção de vulnerabilidade de forma oportuna. Portanto, focamos apenas no tempo de resposta do projeto individual. Uma vez que uma correção esteja disponível do projeto individual, outros podem determinar como lidar com a correção (por exemplo, eles podem atualizar para a versão mais recente ou podem aplicar apenas a correção como uma solução cherry-picked).

    There are no known unpatched vulnerabilities of medium or higher severity in the project. Dependency vulnerability scanning is
    performed automatically on every push to main via cargo audit, which checks all crates in Cargo.lock against the RustSec
    Advisory Database (https://rustsec.org/). The CI build fails if any advisory of medium or higher severity is found.

    The cargo audit step was added to CI in commit 1bae20e (https://github.com/alexjavabraz/caas-api/commit/1bae20e) and runs
    automatically going forward to ensure no advisory exceeds the 60-day window unaddressed.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/.github/workflows/ci.yml



    Os projetos DEVERIAM corrigir todas as vulnerabilidades críticas rapidamente após serem relatadas. [vulnerabilities_critical_fixed]

    The vulnerability response policy documented in SECURITY.md commits to fixing critical and high severity vulnerabilities within
    30 days of report — well within any reasonable definition of "rapidly." In practice, the cargo audit step in CI detects
    dependency vulnerabilities automatically on every push, enabling fixes before they are even reported externally.

    No critical vulnerabilities have been reported or identified to date.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/SECURITY.md#response-timeline


  • Outras questões de segurança


    Os repositórios públicos NÃO DEVEM vazar uma credencial privada válida (por exemplo, uma senha funcionando ou chave privada) que se destina a limitar o acesso público. [no_leaked_credentials]
    Um projeto PODE vazar credenciais "de amostra" para testes e bancos de dados sem importância, desde que não sejam destinadas a limitar o acesso público.

    No credentials, private keys, or secrets are present in the repository. All sensitive values (database URL, RabbitMQ URL, JWT
    secret, AWS credentials) are supplied exclusively via environment variables at runtime and referenced through the AppConfig
    struct loaded by dotenvy.

    The .gitignore excludes .env files, and the CONTRIBUTING.md security checklist explicitly requires:

    ▎ "No secrets or credentials in code or tests"

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/CONTRIBUTING.md#security-checklist-for-prs


 Análise 8/8

  • Análise estática de código


    Pelo menos uma ferramenta de análise estática de código (além de avisos do compilador e modos de linguagem "seguros") DEVE ser aplicada a qualquer grande lançamento de produção proposto do software antes de seu lançamento, se houver pelo menos uma ferramenta FLOSS que implemente este critério na linguagem selecionada. [static_analysis]
    Uma ferramenta de análise estática de código examina o código de software (como código-fonte, código intermediário ou executável) sem executá-lo com entradas específicas. Para fins deste critério, avisos do compilador e modos de linguagem "seguros" não contam como ferramentas de análise estática de código (estes tipicamente evitam análise profunda porque a velocidade é vital). Algumas ferramentas de análise estática focam na detecção de defeitos genéricos, outras focam em encontrar tipos específicos de defeitos (como vulnerabilidades), e algumas fazem uma combinação. Exemplos de tais ferramentas de análise estática de código incluem cppcheck (C, C++), clang static analyzer (C, C++), SpotBugs (Java), FindBugs (Java) (incluindo FindSecurityBugs), PMD (Java), Brakeman (Ruby on Rails), lintr (R), goodpractice (R), Coverity Quality Analyzer, SonarQube, Codacy e HP Enterprise Fortify Static Code Analyzer. Listas maiores de ferramentas podem ser encontradas em lugares como a lista da Wikipedia de ferramentas para análise estática de código, informações da OWASP sobre análise estática de código, lista do NIST de analisadores de segurança de código-fonte e lista de ferramentas de análise estática de Wheeler. Se não houver ferramentas de análise estática FLOSS disponíveis para a(s) linguagem(ns) de implementação usada(s), você pode selecionar 'N/A'.

    cargo audit is applied automatically on every push to main via CI, scanning all dependencies against the RustSec Advisory
    Database for known vulnerabilities before any release is built and pushed to ECR.

    Additionally, cargo clippy (beyond a simple compiler warning tool — it implements over 700 static analysis lints covering
    correctness, performance, and security anti-patterns) runs with -D warnings on every push, blocking the release build if any
    lint fires.

    Both tools are FLOSS and run before the Docker image is built and deployed:

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/.github/workflows/ci.yml



    É SUGERIDO que pelo menos uma das ferramentas de análise estática usadas para o critério static_analysis inclua regras ou abordagens para procurar vulnerabilidades comuns na linguagem ou ambiente analisado. [static_analysis_common_vulnerabilities]
    Ferramentas de análise estática que são especificamente projetadas para procurar vulnerabilidades comuns são mais propensas a encontrá-las. Dito isso, usar quaisquer ferramentas estáticas normalmente ajudará a encontrar alguns problemas, então estamos sugerindo mas não exigindo isso para o nível de selo 'passing'.

    cargo clippy includes lints specifically targeting common vulnerability patterns in Rust:

    • clippy::unwrap_used — flags unchecked unwraps that can cause panics
    • clippy::expect_used — flags unchecked expects
    • clippy::integer_arithmetic — flags potential integer overflow
    • clippy::indexing_slicing — flags unchecked index access
    • clippy::panic — flags explicit panics in library code

    Additionally, cargo audit scans specifically for known CVEs and security advisories in all dependencies via the RustSec
    Advisory Database, which is maintained by the Rust Security Response WG and covers vulnerability classes including memory
    safety, denial of service, and cryptographic weaknesses.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/.github/workflows/ci.yml



    Todas as vulnerabilidades exploráveis de severidade média e superior descobertas com análise estática de código DEVEM ser corrigidas de forma oportuna após serem confirmadas. [static_analysis_fixed]
    Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente usado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade eles mesmos usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem publicamente reveladas uma vez que a vulnerabilidade seja publicamente conhecida. Observe que o critério vulnerabilities_fixed_60_days exige que todas essas vulnerabilidades sejam corrigidas dentro de 60 dias de se tornarem públicas.

    No medium or higher severity vulnerabilities have been identified by cargo clippy or cargo audit in the current codebase. The
    CI pipeline enforces this continuously — cargo clippy -- -D warnings fails the build on any finding, and cargo audit fails the
    build on any advisory, preventing any vulnerable release from reaching production.

    The response timeline for confirmed vulnerabilities is documented in SECURITY.md: critical/high within 30 days, medium/low
    within 90 days.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/SECURITY.md#response-timeline



    É SUGERIDO que a análise estática de código-fonte ocorra em cada commit ou pelo menos diariamente. [static_analysis_often]

    There are no unpatched vulnerabilities of medium or higher severity that have been publicly known for more than 60 days. cargo
    audit runs automatically in CI on every push and found 6 advisories during this review; 5 were resolved immediately by
    upgrading sqlx (0.7→0.8) and validator (0.18→0.20):

    • RUSTSEC-2024-0363 (sqlx) — fixed by upgrading to 0.8
    • RUSTSEC-2026-0098/0099/0104 (rustls-webpki) — fixed transitively by sqlx 0.8
    • RUSTSEC-2024-0421 (idna) — fixed by upgrading validator to 0.20

    The remaining advisory RUSTSEC-2023-0071 (rsa — Marvin Attack) is documented as ignored in .cargo/audit.toml: the rsa crate is
    an unreachable transitive dependency pulled in by sqlx-mysql via the migrate feature; the project uses only PostgreSQL and
    performs no RSA operations. No fix is available upstream.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/.cargo/audit.toml


  • Análise dinâmica de código


    É SUGERIDO que pelo menos uma ferramenta de análise dinâmica seja aplicada a qualquer grande lançamento de produção proposto do software antes de seu lançamento. [dynamic_analysis]
    Uma ferramenta de análise dinâmica examina o software executando-o com entradas específicas. Por exemplo, o projeto PODE usar uma ferramenta de fuzzing (por exemplo, American Fuzzy Lop) ou um scanner de aplicação web (por exemplo, OWASP ZAP ou w3af). Em alguns casos, o projeto OSS-Fuzz pode estar disposto a aplicar testes de fuzzing ao seu projeto. Para fins deste critério, a ferramenta de análise dinâmica precisa variar as entradas de alguma forma para procurar vários tipos de problemas ou ser um conjunto de testes automatizado com pelo menos 80% de cobertura de ramificação. A página da Wikipedia sobre análise dinâmica e a página da OWASP sobre fuzzing identificam algumas ferramentas de análise dinâmica. A(s) ferramenta(s) de análise PODEM estar focadas em procurar vulnerabilidades de segurança, mas isso não é obrigatório.


    É SUGERIDO que se o software produzido pelo projeto incluir software escrito usando uma linguagem insegura em memória (por exemplo, C ou C++), então pelo menos uma ferramenta dinâmica (por exemplo, um fuzzer ou scanner de aplicação web) seja rotineiramente usada em combinação com um mecanismo para detectar problemas de segurança de memória, como estouros de buffer. Se o projeto não produzir software escrito em uma linguagem insegura em memória, escolha "não aplicável" (N/A). [dynamic_analysis_unsafe]
    Exemplos de mecanismos para detectar problemas de segurança de memória incluem Address Sanitizer (ASAN) (disponível no GCC e LLVM), Memory Sanitizer e valgrind. Outras ferramentas potencialmente usadas incluem thread sanitizer e undefined behavior sanitizer. Assertivas generalizadas também funcionariam.

    cargo-fuzz (libFuzzer-based) is applied to every major production release via CI. Two fuzz targets exercise the input
    validation functions that process all external input:

    • fuzz_validate_safe_text — fuzzes the injection-pattern detector (HTML, SQL, path traversal) with arbitrary UTF-8 input,
      verifying it never panics
    • fuzz_validate_password_strength — fuzzes the password complexity checker with arbitrary input

    Fuzzing runs automatically for 30 seconds per target on every push to main (nightly Rust job in CI), before the Docker image is
    built and deployed.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/tree/main/fuzz

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/.github/workflows/ci.yml



    É SUGERIDO que o projeto use uma configuração para pelo menos alguma análise dinâmica (como testes ou fuzzing) que habilite muitas asserções. Em muitos casos, essas asserções não devem ser habilitadas em builds de produção. [dynamic_analysis_enable_assertions]
    Este critério não sugere habilitar asserções durante a produção; isso é inteiramente decisão do projeto e de seus usuários. O foco deste critério é, em vez disso, melhorar a detecção de falhas durante a análise dinâmica antes da implantação. Habilitar asserções no uso em produção é completamente diferente de habilitar asserções durante a análise dinâmica (como testes). Em alguns casos, habilitar asserções no uso em produção é extremamente imprudente (especialmente em componentes de alta integridade). Existem muitos argumentos contra habilitar asserções em produção, por exemplo, bibliotecas não devem travar chamadores, sua presença pode causar rejeição por lojas de aplicativos e/ou ativar uma asserção em produção pode expor dados privados, como chaves privadas. Observe que em muitas distribuições Linux NDEBUG não é definido, então assert() em C/C++ será habilitado por padrão para produção nesses ambientes. Pode ser importante usar um mecanismo de asserção diferente ou definir NDEBUG para produção nesses ambientes.

    The fuzz targets are compiled exclusively in debug mode with nightly Rust, which enables:

    • Rust's built-in overflow checks — integer overflow that would wrap silently in release mode panics in debug mode, causing
      libFuzzer to report a crash
    • Debug assertions (debug_assert!) — active in debug builds, stripped from production release builds (cargo build --release)
    • libFuzzer sanitizers — cargo-fuzz automatically enables AddressSanitizer (-Zsanitizer=address) on nightly, catching
      use-after-free, heap overflows, and stack overflows at runtime

    Production builds use cargo build --release, which disables overflow checks and debug assertions entirely. The fuzz job in CI
    explicitly uses cargo +nightly fuzz run, never the release profile.

    https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/fuzz/Cargo.toml



    Todas as vulnerabilidades exploráveis de severidade média e superior descobertas com análise dinâmica de código DEVEM ser corrigidas em tempo hábil após serem confirmadas. [dynamic_analysis_fixed]
    Se você não está executando análise dinâmica de código e, portanto, não encontrou nenhuma vulnerabilidade dessa forma, escolha "não aplicável" (N/A). Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente utilizado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade por conta própria usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem reveladas publicamente assim que a vulnerabilidade for conhecida publicamente.

    No vulnerabilities of medium or higher severity have been discovered through dynamic analysis. The fuzz targets have run
    without finding any crashes, panics, or unexpected behavior in the validation functions.

    The response timeline documented in SECURITY.md
    (https://github.com/alexjavabraz/caas-api/blob/main/SECURITY.md#response-timeline) applies equally to findings from dynamic
    analysis: critical/high within 30 days, medium/low within 90 days.



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Entrada de selo do projeto de propriedade de: Alex Braz.
Entrada criada em 2026-06-22 14:49:42 UTC, última atualização em 2026-06-22 22:43:19 UTC.