Basis CLI

Projetos que seguem as melhores práticas abaixo podem se autocertificar voluntariamente e mostrar que alcançaram um selo de melhores práticas da Open Source Security Foundation (OpenSSF).

Não existe um conjunto de práticas que possa garantir que o software nunca terá defeitos ou vulnerabilidades; mesmo métodos formais podem falhar se as especificações ou suposições estiverem erradas. Nem existe qualquer conjunto de práticas que possa garantir que um projeto sustentará uma comunidade de desenvolvimento saudável e bem-funcionada. No entanto, seguir as melhores práticas pode ajudar a melhorar os resultados dos projetos. Por exemplo, algumas práticas permitem revisão multipessoal antes do lançamento, o que pode ajudar a encontrar vulnerabilidades técnicas difíceis de encontrar e ajudar a construir confiança e desejo de interação repetida entre desenvolvedores de diferentes empresas. Para ganhar um selo, todos os critérios DEVE e NÃO DEVE devem ser atendidos, todos os critérios DEVERIA devem ser atendidos OU não atendidos com justificativa, e todos os critérios SUGERIDO devem ser atendidos OU não atendidos (queremos que sejam considerados pelo menos). Se você quiser inserir texto de justificativa como um comentário genérico, em vez de ser uma justificativa de que a situação é aceitável, inicie o bloco de texto com '//' seguido de um espaço. Feedback é bem-vindo via site do GitHub como questões ou pull requests Há também uma lista de discussão para discussão geral.

Fornecemos com prazer as informações em vários idiomas, no entanto, se houver qualquer conflito ou inconsistência entre as traduções, a versão em inglês é a versão autoritativa.
Se este é o seu projeto, por favor mostre o status do seu selo na página do seu projeto! O status do selo se parece com isto: O nível do selo para o projeto 14224 é silver Aqui está como incorporá-lo:
Você pode mostrar o status do seu selo incorporando isto no seu arquivo markdown:
[![OpenSSF Best Practices](https://www.bestpractices.dev/projects/14224/badge)](https://www.bestpractices.dev/projects/14224)
ou incorporando isto no seu HTML:
<a href="https://www.bestpractices.dev/projects/14224"><img src="https://www.bestpractices.dev/projects/14224/badge"></a>


Estes são os critérios de nível de Aprovação. Você também pode visualizar os critérios de nível Prata ou Ouro.

Baseline Series: Nível Básico 1 Nível Básico 2 Nível Básico 3

        

 Fundamentos 13/13

  • Geral

    Observe que outros projetos podem usar o mesmo nome.

    Basis CLI is the command-line client for Basis Network. This repository — and this badge entry — is what distributes and verifies it: the download script that checks every binary against a SHA-256 committed to git, the checksums themselves, the release workflow that verifies each published asset and then signs it with Sigstore in keyless mode, the test suite covering all of that, and the documentation. The compiled basis binary is built from basis-core, which is not public yet. Everything in this repository is Apache-2.0 with its source, and every file carries its copyright and licence, checked in CI against version 3.3 of the REUSE Specification.

    Use o formato de expressão de licença SPDX; exemplos incluem "Apache-2.0", "BSD-2-Clause", "BSD-3-Clause", "GPL-2.0+", "LGPL-3.0+", "MIT" e "(BSD-2-Clause OR Ruby)". Não inclua aspas simples ou aspas duplas.
    Se houver mais de uma linguagem, liste-as como valores separados por vírgula (espaços opcionais) e ordene-as da mais usada para a menos usada. Se houver uma longa lista, liste pelo menos as três primeiras mais comuns. Se não houver linguagem (por exemplo, este é um projeto apenas de documentação ou apenas de teste), use o caractere único "-". Use uma capitalização convencional para cada linguagem, por exemplo, "JavaScript".
    O Common Platform Enumeration (CPE) é um esquema de nomenclatura estruturado para sistemas de tecnologia da informação, software e pacotes. Ele é usado em vários sistemas e bancos de dados ao relatar vulnerabilidades.
  • Conteúdo básico do site do projeto


    O site do projeto DEVE descrever sucintamente o que o software faz (qual problema ele resolve?). [description_good]
    Isso DEVE estar em linguagem que usuários potenciais possam entender (por exemplo, ele usa o mínimo de jargão).

    The README is this project's website. Its opening lines say what the tool is and what problem it solves: the command-line client for Basis Network, and the only tool that can currently sign for that network, because Basis signs with ML-DSA-65 (FIPS 204, post-quantum) rather than an elliptic curve, so no Ethereum wallet can produce a valid transaction for it. The same paragraph says the network is a development network and that its token has no value, so nobody arrives with the wrong expectation. https://github.com/basis-network/basis-cli#readme



    O site do projeto DEVE fornecer informações sobre como: obter, fornecer feedback (como relatórios de bugs ou melhorias) e contribuir com o software. [interact]

    The README covers all three. Obtain: an Install section with ./download.sh and the by-hand curl plus sha256sum -c equivalent. Feedback: GitHub issues, with templates for a bug report and for documentation, and SUPPORT.md saying where to ask what. Contribute: CONTRIBUTING.md, linked from the README's Project table, which also states what this repository cannot accept and why. https://github.com/basis-network/basis-cli#readme



    As informações sobre como contribuir DEVEM explicar o processo de contribuição (por exemplo, pull requests são usados?) (URL obrigatória) [contribution]
    Presumimos que projetos no GitHub usam issues e pull requests, a menos que indicado de outra forma. Essa informação pode ser breve, por exemplo, declarando que o projeto usa pull requests, um rastreador de issues ou postagens em uma lista de discussão (qual?)

    CONTRIBUTING.md explains the process: fork, branch, make check and make lint must pass, every new file needs an SPDX header or a REUSE.toml entry, every commit needs a DCO sign-off, then a pull request. It also states up front what cannot be accepted here — patches to the CLI itself, whose source is in a repository that is not public — so that nobody writes one before finding out. https://github.com/basis-network/basis-cli/blob/main/CONTRIBUTING.md



    As informações sobre como contribuir DEVERIAM incluir os requisitos para contribuições aceitáveis (por exemplo, uma referência a qualquer padrão de codificação exigido). (URL obrigatória) [contribution_requirements]

    The same document lists them: make check (the test suite) and make lint (shellcheck over both scripts, reuse lint over every file) must pass; a change to what download.sh does must come with a test; every new file needs an SPDX header or a REUSE.toml entry; every commit needs a Signed-off-by line. All of it is enforced by required CI checks on main, not just asked for. https://github.com/basis-network/basis-cli/blob/main/CONTRIBUTING.md#making-a-change


  • Licença FLOSS


    O software produzido pelo projeto DEVE ser lançado como FLOSS. [floss_license]
    FLOSS é software lançado de uma forma que atende à Definição de Código Aberto ou à Definição de Software Livre. Exemplos de tais licenças incluem CC0, MIT, BSD 2-clause, BSD 3-clause revisada, Apache 2.0, Lesser GNU General Public License (LGPL) e a GNU General Public License (GPL). Para nossos propósitos, isso significa que a licença DEVE ser: O software PODE também ser licenciado de outras formas (por exemplo, "GPLv2 ou proprietário" é aceitável).

    Everything in this repository is Apache-2.0 and ships with its source, and every file carries its copyright and licence — reuse lint runs on every pull request and reports full compliance with version 3.3 of the REUSE Specification, with Apache-2.0 as the only licence used.

    To be exact about the boundary this entry covers: the compiled basis binary distributed through GitHub releases is built from basis-core, which is not public yet. The software this project produces is the download and verification script, the committed checksums, the release and signing workflows, the test suite and the documentation — all of it Apache-2.0 with source. The README says the same thing, under "Where the source is". https://github.com/basis-network/basis-cli/blob/main/LICENSE



    É SUGERIDO que qualquer licença(s) exigida para o software produzido pelo projeto seja aprovada pela Open Source Initiative (OSI). [floss_license_osi]
    A OSI usa um processo de aprovação rigoroso para determinar quais licenças são OSS.

    Apache-2.0, which the OSI approves: https://opensource.org/license/apache-2-0 It is the only licence in the repository; reuse lint reports "Used licenses: Apache-2.0".



    O projeto DEVE publicar a(s) licença(s) de seus resultados em um local padrão em seu repositório de código-fonte. (URL obrigatória) [license_location]
    Uma convenção é publicar a licença como um arquivo de nível superior chamado LICENSE ou COPYING, que PODE ser seguido por uma extensão como ".txt" ou ".md". Uma convenção alternativa é ter um diretório chamado LICENSES contendo arquivo(s) de licença; esses arquivos são tipicamente nomeados como seu identificador de licença SPDX seguido por uma extensão de arquivo apropriada, conforme descrito na Especificação REUSE. Observe que este critério é apenas um requisito no repositório de código-fonte. Você NÃO precisa incluir o arquivo de licença ao gerar algo a partir do código-fonte (como um executável, pacote ou contêiner). Por exemplo, ao gerar um pacote R para a Comprehensive R Archive Network (CRAN), siga a prática padrão do CRAN: se a licença for uma licença padrão, use a especificação de licença curta padrão (para evitar instalar outra cópia do texto) e liste o arquivo LICENSE em um arquivo de exclusão como .Rbuildignore. Da mesma forma, ao criar um pacote Debian, você pode colocar um link no arquivo de copyright para o texto da licença em /usr/share/common-licenses e excluir o arquivo de licença do pacote criado (por exemplo, deletando o arquivo após chamar dh_auto_install). Nós encorajamos a inclusão de informações de licença legíveis por máquina em formatos gerados, quando praticável.

    LICENSE at the top level, and LICENSES/Apache-2.0.txt as the REUSE Specification asks for. https://github.com/basis-network/basis-cli/blob/main/LICENSE


  • Documentação


    O projeto DEVE fornecer documentação básica para o software produzido pelo projeto. [documentation_basics]
    Esta documentação deve estar em alguma mídia (como texto ou vídeo) que inclua: como instalá-lo, como iniciá-lo, como usá-lo (possivelmente com um tutorial usando exemplos) e como usá-lo de forma segura (por exemplo, o que fazer e o que não fazer) se esse for um tópico apropriado para o software. A documentação de segurança não precisa ser longa. O projeto PODE usar hiperlinks para material não pertencente ao projeto como documentação. Se o projeto não produz software, escolha "não aplicável" (N/A).

    The README covers installing it (./download.sh, or the by-hand curl and sha256sum -c), running it, and what each command does. Using it securely is in SECURITY.md: how to verify a download against the committed checksum, how to verify the Sigstore signature on a release asset, and that any key used against a development network should be treated as a test key and never share a passphrase with anything else. https://github.com/basis-network/basis-cli#install



    O projeto DEVE fornecer documentação de referência que descreva a interface externa (tanto entrada quanto saída) do software produzido pelo projeto. [documentation_interface]
    A documentação de uma interface externa explica a um usuário final ou desenvolvedor como usá-la. Isso incluiria sua interface de programação de aplicativos (API) se o software tiver uma. Se for uma biblioteca, documente as principais classes/tipos e métodos/funções que podem ser chamados. Se for uma aplicação web, defina sua interface de URL (geralmente sua interface REST). Se for uma interface de linha de comando, documente os parâmetros e opções que suporta. Em muitos casos, é melhor que a maior parte desta documentação seja gerada automaticamente, para que essa documentação permaneça sincronizada com o software conforme ele muda, mas isso não é obrigatório. O projeto PODE usar hiperlinks para material não pertencente ao projeto como documentação. A documentação PODE ser gerada automaticamente (quando praticável, esta é frequentemente a melhor forma de fazê-lo). A documentação de uma interface REST pode ser gerada usando Swagger/OpenAPI. A documentação da interface de código PODE ser gerada usando ferramentas como JSDoc (JavaScript), ESDoc (JavaScript), pydoc (Python), devtools (R), pkgdown (R) e Doxygen (muitos). Simplesmente ter comentários no código de implementação não é suficiente para satisfazer este critério; precisa haver uma maneira fácil de ver a informação sem ler todo o código-fonte. Se o projeto não produz software, escolha "não aplicável" (N/A).

    The README documents the command-line interface: every subcommand, and how the endpoint is supplied (--rpc-url or the BASIS_RPC_URL environment variable). It also documents four places where the interface does not behave the way it looks — queries take the last 20 bytes of a 32-byte account and answer "balance 0" for the wrong ones, the printed unit names and divisor are wrong, no HTTP header can be sent, and the TLS roots are embedded so corporate TLS inspection breaks every call — because reference documentation that described only the intent would be documentation of something else. download.sh's own interface (its one argument, and BASIS_CLI_VERSION, BASIS_CLI_BASE_URL, BASIS_CLI_REPO) is documented in its header comment. https://github.com/basis-network/basis-cli#commands


  • Outro


    Os sites do projeto (site, repositório e URLs de download) DEVEM suportar HTTPS usando TLS. [sites_https]
    Isso requer que a URL da página inicial do projeto e a URL do repositório de controle de versão comecem com "https:", não "http:". Você pode obter certificados gratuitos do Let's Encrypt. Os projetos PODEM implementar este critério usando (por exemplo) GitHub pages, GitLab pages ou SourceForge project pages. Se você suportar HTTP, recomendamos que você redirecione o tráfego HTTP para HTTPS.

    The homepage and the repository are the same URL and it is HTTPS: https://github.com/basis-network/basis-cli — as are the release downloads, and download.sh builds every URL from an HTTPS base it does not let a caller downgrade silently. The organisation's other site, https://basisnetwork.com.co, is HTTPS with HTTP redirected to it.



    O projeto DEVE ter um ou mais mecanismos para discussão (incluindo mudanças propostas e questões) que sejam pesquisáveis, permitam que mensagens e tópicos sejam endereçados por URL, permitam que novas pessoas participem de algumas das discussões e não exijam instalação no lado do cliente de software proprietário. [discussion]
    Exemplos de mecanismos aceitáveis incluem lista(s) de discussão arquivadas, discussões de questões e pull requests do GitHub, Bugzilla, Mantis e Trac. Mecanismos de discussão assíncronos (como IRC) são aceitáveis se atenderem a esses critérios; certifique-se de que haja um mecanismo de arquivamento endereçável por URL. JavaScript proprietário, embora desencorajado, é permitido.

    GitHub issues and pull request discussions: searchable, every comment addressable by its own URL, open to anyone with a GitHub account, and usable without installing any proprietary client. https://github.com/basis-network/basis-cli/issues



    O projeto DEVERIA fornecer documentação em inglês e ser capaz de aceitar relatórios de bugs e comentários sobre código em inglês. [english]
    O inglês é atualmente a língua franca da tecnologia de computadores; o suporte ao inglês aumenta o número de diferentes desenvolvedores e revisores em potencial em todo o mundo. Um projeto pode atender a este critério mesmo que o idioma principal de seus desenvolvedores principais não seja o inglês.

    Everything in the repository is in English — code, comments, documentation, commit messages, issue and pull request templates — and bug reports and comments in English are what we expect and answer. This is a deliberate rule for the public repositories: the maintainers' first language is Spanish, and the repository is not.



    O projeto DEVE ser mantido. [maintained]
    No mínimo, o projeto deve tentar responder a relatórios significativos de problemas e vulnerabilidades. Um projeto que está buscando ativamente um badge provavelmente é mantido. Todos os projetos e pessoas têm recursos limitados, e projetos típicos devem rejeitar algumas mudanças propostas, portanto, recursos limitados e rejeições de propostas não indicam por si só um projeto não mantido.

    Quando um projeto souber que não será mais mantido, ele deve definir este critério como "Não atendido" e usar o(s) mecanismo(s) apropriado(s) para indicar a outros que não está sendo mantido. Por exemplo, use "DEPRECATED" como o primeiro cabeçalho de seu README, adicione "DEPRECATED" perto do início de sua página inicial, adicione "DEPRECATED" ao início da descrição do projeto do repositório de código, adicione um badge de sem intenção de manutenção em seu README e/ou página inicial, marque-o como descontinuado em quaisquer repositórios de pacotes (por exemplo, npm deprecate), e/ou use o sistema de marcação do repositório de código para arquivá-lo (por exemplo, a configuração "archive" do GitHub, a marcação "archived" do GitLab, o status "readonly" do Gerrit ou o status de projeto "abandoned" do SourceForge). Discussão adicional pode ser encontrada aqui.

    Actively maintained. The repository was published on 2026-08-23 and has been worked on since; Dependabot is enabled for GitHub Actions and every one of its eight pull requests was reviewed and either merged or closed with a reason, including one that had to be reworked by hand because splitting a multi-action bump across pull requests would have left the workflow inconsistent. SECURITY.md commits to response times for vulnerability reports, and GOVERNANCE.md names both maintainers and is exact about what a second one does and does not buy: access and releases no longer depend on one person, while a second review still cannot be promised with a team of two. https://github.com/basis-network/basis-cli/commits/main


 Controle de Mudanças 9/9

  • Repositório de código-fonte público controlado por versão


    O projeto DEVE ter um repositório de código-fonte controlado por versão que seja publicamente legível e tenha uma URL. [repo_public]
    A URL PODE ser a mesma que a URL do projeto. O projeto PODE usar branches privados (não públicos) em casos específicos enquanto a mudança não for lançada publicamente (por exemplo, para corrigir uma vulnerabilidade antes de ser revelada ao público).

    git, public, and never anything else: https://github.com/basis-network/basis-cli



    O repositório de código-fonte do projeto DEVE rastrear quais mudanças foram feitas, quem fez as mudanças e quando as mudanças foram feitas. [repo_track]

    git records the author, the date and the diff of every change. main is protected: no force-push, linear history required, and every change arrives through a pull request whose checks must pass, so the history is a sequence of reviewable steps rather than a series of overwrites.



    Para permitir revisão colaborativa, o repositório de código-fonte do projeto DEVE incluir versões intermediárias para revisão entre lançamentos; ele NÃO DEVE incluir apenas lançamentos finais. [repo_interim]
    Os projetos PODEM optar por omitir versões intermediárias específicas de seus repositórios de código-fonte públicos (por exemplo, aquelas que corrigem vulnerabilidades de segurança não públicas específicas, podem nunca ser lançadas publicamente ou incluem material que não pode ser legalmente postado e não estão no lançamento final).

    Work lands on main continuously between releases, through pull requests; the repository is not a drop of release tarballs. Everything since v0.1.0 is visible in the history and in the merged pull requests. https://github.com/basis-network/basis-cli/pulls?q=is%3Apr+is%3Aclosed



    É SUGERIDO que software de controle de versão distribuído comum seja usado (por exemplo, git) para o repositório de código-fonte do projeto. [repo_distributed]
    O Git não é especificamente exigido e os projetos podem usar software de controle de versão centralizado (como subversion) com justificativa.

    git.


  • Numeração de versão única


    Os resultados do projeto DEVEM ter um identificador de versão único para cada lançamento destinado a ser usado pelos usuários. [version_unique]
    Isso PODE ser atendido de várias maneiras, incluindo IDs de commit (como git commit id ou mercurial changeset id) ou um número de versão (incluindo números de versão que usam versionamento semântico ou esquemas baseados em data como AAAAMMDD).

    Every release has a unique vX.Y.Z identifier, an annotated git tag, and a GitHub release carrying the binaries. The current one is v0.1.0. https://github.com/basis-network/basis-cli/releases



    É SUGERIDO que o formato de numeração de versão Versionamento Semântico (SemVer) ou Versionamento de Calendário (CalVer) seja usado para lançamentos. É SUGERIDO que aqueles que usam CalVer incluam um valor de nível micro. [version_semver]
    Os projetos geralmente devem preferir qualquer formato que seja esperado por seus usuários, por exemplo, porque é o formato normal usado por seu ecossistema. Muitos ecossistemas preferem SemVer, e SemVer é geralmente preferido para interfaces de programação de aplicações (APIs) e kits de desenvolvimento de software (SDKs). CalVer tende a ser usado por projetos que são grandes, têm um número excepcionalmente grande de dependências desenvolvidas independentemente, têm um escopo em constante mudança ou são sensíveis ao tempo. É SUGERIDO que aqueles que usam CalVer incluam um valor de nível micro, porque incluir um nível micro suporta branches mantidos simultaneamente sempre que isso se tornar necessário. Outros formatos de numeração de versão podem ser usados como números de versão, incluindo IDs de commit do git ou IDs de changeset do mercurial, desde que identifiquem exclusivamente as versões. No entanto, algumas alternativas (como IDs de commit do git) podem causar problemas como identificadores de lançamento, porque os usuários podem não ser capazes de determinar facilmente se estão atualizados. O formato do ID de versão pode não ser importante para identificar lançamentos de software se todos os destinatários executarem apenas a versão mais recente (por exemplo, é o código para um único site ou serviço de internet que é constantemente atualizado via entrega contínua).

    Semantic Versioning. The current release is v0.1.0.



    É SUGERIDO que os projetos identifiquem cada lançamento dentro de seu sistema de controle de versão. Por exemplo, é SUGERIDO que aqueles que usam git identifiquem cada lançamento usando tags do git. [version_tags]

    An annotated git tag per release, vX.Y.Z. checksums/<tag>/ is committed before the release is published, so the tag and the checksums it vouches for are one reviewable step. https://github.com/basis-network/basis-cli/tags


  • Notas de lançamento


    O projeto DEVE fornecer, em cada lançamento, notas de lançamento que sejam um resumo legível por humanos das principais mudanças nesse lançamento para ajudar os usuários a determinar se devem atualizar e qual será o impacto da atualização. As notas de lançamento NÃO DEVEM ser a saída bruta de um log de controle de versão (por exemplo, os resultados do comando "git log" não são notas de lançamento). Projetos cujos resultados não se destinam à reutilização em vários locais (como o software para um único site ou serviço) E empregam entrega contínua PODEM selecionar "N/A". (URL obrigatória) [release_notes]
    As notas de lançamento PODEM ser implementadas de várias maneiras. Muitos projetos as fornecem em um arquivo chamado "NEWS", "CHANGELOG" ou "ChangeLog", opcionalmente com extensões como ".txt", ".md" ou ".html". Historicamente, o termo "change log" significava um log de todas as mudanças, mas para atender a esses critérios, o que é necessário é um resumo legível por humanos. As notas de lançamento PODEM, em vez disso, ser fornecidas por mecanismos de sistema de controle de versão, como o fluxo de trabalho GitHub Releases.

    CHANGELOG.md, written by hand and not generated from the git log. It says what changed and why it changed: v0.1.0's entry explains that the binaries are not new, only newly versioned, and gives its own section to the removal of basis-node from what this repository vouches for, with the reasoning, because that is the kind of change a user needs to notice. https://github.com/basis-network/basis-cli/blob/main/CHANGELOG.md



    As notas de lançamento DEVEM identificar todas as vulnerabilidades de tempo de execução publicamente conhecidas corrigidas neste lançamento que já tinham uma atribuição CVE ou similar quando o lançamento foi criado. Este critério pode ser marcado como não aplicável (N/A) se os usuários normalmente não conseguem atualizar o software por conta própria (por exemplo, como geralmente é verdade para atualizações de kernel). Este critério se aplica apenas aos resultados do projeto, não às suas dependências. Se não houver notas de lançamento ou se não houve vulnerabilidades publicamente conhecidas, escolha N/A. [release_notes_vulns]
    Este critério ajuda os usuários a determinar se uma determinada atualização irá corrigir uma vulnerabilidade que é publicamente conhecida, para ajudar os usuários a tomar uma decisão informada sobre atualização. Se os usuários normalmente não conseguem atualizar o software por conta própria em seus computadores, mas devem depender de um ou mais intermediários para realizar a atualização (como é frequentemente o caso de um kernel e software de baixo nível que está entrelaçado com um kernel), o projeto pode escolher "não aplicável" (N/A) em vez disso, já que essa informação adicional não será útil para esses usuários. Da mesma forma, um projeto pode escolher N/A se todos os destinatários executarem apenas a versão mais recente (por exemplo, é o código para um único site ou serviço de internet que é constantemente atualizado via entrega contínua). Este critério se aplica apenas aos resultados do projeto, não às suas dependências. Listar as vulnerabilidades de todas as dependências transitivas de um projeto torna-se difícil conforme as dependências aumentam e variam, e é desnecessário já que ferramentas que examinam e rastreiam dependências podem fazer isso de uma forma mais escalável.

    There have been no publicly known vulnerabilities in this project's results, so no release has fixed one. The criterion says to choose N/A in exactly that case.


 Relatórios 8/8

  • Processo de relato de bugs


    O projeto DEVE fornecer um processo para os usuários enviarem relatórios de bugs (por exemplo, usando um rastreador de problemas ou uma lista de discussão). (URL obrigatória) [report_process]

    GitHub issues, with templates: one for a bug report, which asks for the version, the platform and the command, and one for documentation. The template chooser also carries a link that sends security reports somewhere else, so nobody files one in public by accident. CONTRIBUTING.md describes what a useful report contains. https://github.com/basis-network/basis-cli/issues/new/choose



    O projeto DEVERIA usar um rastreador de problemas para rastrear problemas individuais. [report_tracker]

    O projeto DEVE reconhecer a maioria dos relatórios de bugs enviados nos últimos 2-12 meses (inclusive); a resposta não precisa incluir uma correção. [report_responses]

    The repository was published on 2026-08-23 and no bug report has been submitted yet, so nothing is outstanding and nothing has gone unanswered. What has arrived — twelve pull requests, eight of them from Dependabot — was reviewed and merged or closed with a reason, all of it within a day. SUPPORT.md states what a reporter can expect, including that nothing outside security reports carries a guarantee. https://github.com/basis-network/basis-cli/issues?q=is%3Aissue



    O projeto DEVERIA responder a uma maioria (>50%) das solicitações de melhorias nos últimos 2-12 meses (inclusive). [enhancement_responses]
    A resposta PODE ser 'não' ou uma discussão sobre seus méritos. O objetivo é simplesmente que haja alguma resposta a algumas solicitações, o que indica que o projeto ainda está ativo. Para fins deste critério, os projetos não precisam contar solicitações falsas (por exemplo, de spammers ou sistemas automatizados). Se um projeto não estiver mais fazendo melhorias, selecione "não atendido" e inclua a URL que torna esta situação clara para os usuários. Se um projeto tende a ser sobrecarregado pelo número de solicitações de melhorias, selecione "não atendido" e explique.

    No enhancement request has been submitted yet — the repository has been public since 2026-08-23. SUPPORT.md and CONTRIBUTING.md say what is in scope here and what is not, which is the honest form of an answer given in advance: the CLI's own behaviour is decided in basis-core, and requests about it are forwarded rather than silently dropped.



    O projeto DEVE ter um arquivo publicamente disponível para relatórios e respostas para pesquisa posterior. (URL obrigatória) [report_archive]

    Every issue and pull request, open or closed, stays public and searchable on GitHub, with each comment addressable by URL. https://github.com/basis-network/basis-cli/issues?q=is%3Aissue


  • Processo de relato de vulnerabilidades


    O projeto DEVE publicar o processo para relatar vulnerabilidades no site do projeto. (URL obrigatória) [vulnerability_report_process]
    Projetos hospedados no GitHub DEVERIAM considerar habilitar o relato privado de uma vulnerabilidade de segurança. Projetos no GitLab DEVERIAM considerar usar sua capacidade de relatar uma vulnerabilidade de forma privada. Projetos PODEM identificar um endereço de e-mail em https://PROJECTSITE/security, frequentemente na forma security@example.org. Este processo de relato de vulnerabilidades PODE ser o mesmo que seu processo de relato de bugs. Relatórios de vulnerabilidades PODEM ser sempre públicos, mas muitos projetos têm um mecanismo de relato de vulnerabilidades privado.

    SECURITY.md publishes it: two private routes (a GitHub security advisory, or email to security@basisnetwork.com.co with [security] in the subject), what to include, and the timelines we hold ourselves to — acknowledgement within 3 working days, first assessment within 10, a fix or a stated plan within 90 days of the report. It also says what to do if none of that happens: assume the mail did not arrive and send it again. https://github.com/basis-network/basis-cli/blob/main/SECURITY.md



    Se relatórios privados de vulnerabilidades forem suportados, o projeto DEVE incluir como enviar as informações de uma forma que seja mantida privada. (URL obrigatória) [vulnerability_report_private]
    Exemplos incluem um relatório de defeito privado enviado na web usando HTTPS (TLS) ou um e-mail criptografado usando OpenPGP. Se relatórios de vulnerabilidades forem sempre públicos (portanto, nunca há relatórios privados de vulnerabilidades), escolha "não aplicável" (N/A).

    GitHub's private vulnerability reporting is enabled on the repository, so a reporter can open a private security advisory visible only to them and the maintainers. Email to security@basisnetwork.com.co is the second private route. Neither requires opening anything in public. https://github.com/basis-network/basis-cli/security/advisories/new



    O tempo de resposta inicial do projeto para qualquer relatório de vulnerabilidade recebido nos últimos 6 meses DEVE ser menor ou igual a 14 dias. [vulnerability_report_response]
    Se não houve vulnerabilidades relatadas nos últimos 6 meses, escolha "não aplicável" (N/A).

    No vulnerability has been reported. The repository has only been public since 2026-08-23, well under the six months this criterion asks about.


 Qualidade 13/13

  • Sistema de compilação funcional


    Se o software produzido pelo projeto requer construção para uso, o projeto DEVE fornecer um sistema de construção funcional que possa reconstruir automaticamente o software a partir do código-fonte. [build]
    Um sistema de construção determina quais ações precisam ocorrer para reconstruir o software (e em que ordem), e então executa essas etapas. Por exemplo, ele pode invocar um compilador para compilar o código-fonte. Se um executável é criado a partir do código-fonte, deve ser possível modificar o código-fonte do projeto e então gerar um executável atualizado com essas modificações. Se o software produzido pelo projeto depende de bibliotecas externas, o sistema de construção não precisa construir essas bibliotecas externas. Se não houver necessidade de construir nada para usar o software depois que seu código-fonte for modificado, selecione "não aplicável" (N/A).

    Nothing in this repository is built. download.sh and the test suite are shell, read by an interpreter exactly as they are committed; the rest is documentation, workflow definitions and checksum files. The basis binary is not built here either — it is downloaded from a GitHub release and verified against a checksum committed to git. The Makefile has check and lint, and deliberately no build, for that reason.



    É SUGERIDO que ferramentas comuns sejam usadas para construir o software. [build_common_tools]
    Por exemplo, Maven, Ant, cmake, o autotools, make, rake (Ruby) ou devtools (R).

    There is nothing to build. (make is present, but only as the entry point for the tests and the linters.)



    O projeto DEVERIA ser construível usando apenas ferramentas FLOSS. [build_floss_tools]

    There is nothing to build. Everything used to check and release this repository is FLOSS anyway: bash, curl, coreutils, shellcheck, reuse, CodeQL and Sigstore cosign.


  • Conjunto de testes automatizados


    O projeto DEVE usar pelo menos um conjunto de testes automatizados que seja disponibilizado publicamente como FLOSS (esse conjunto de testes pode ser mantido como um projeto FLOSS separado). O projeto DEVE mostrar ou documentar claramente como executar o(s) conjunto(s) de testes (por exemplo, por meio de um script de integração contínua (CI) ou por meio de documentação em arquivos como BUILD.md, README.md ou CONTRIBUTING.md). [test]
    O projeto PODE usar múltiplos conjuntos de testes automatizados (por exemplo, um que executa rapidamente, versus outro que é mais completo mas requer equipamento especial). Existem muitos frameworks de teste e sistemas de suporte a testes disponíveis, incluindo Selenium (automação de navegador web), Junit (JVM, Java), RUnit (R), testthat (R).

    test/run.sh, Apache-2.0 like the rest of the repository, run with make check. Nine cases, no framework and no network: each one builds a throwaway release under a temporary directory and points download.sh at it over file:// through BASIS_CLI_BASE_URL, and every fixture is made at run time out of strings, so nothing binary is committed.

    Two of the cases are the failure paths this repository exists for: a binary that does not match its committed checksum must be refused, and a machine with neither sha256sum nor shasum must refuse rather than skip the check. Both were confirmed to bite — with the verification disabled the suite goes red. How to run it is in the README, in CONTRIBUTING.md and in the CI workflow that runs it on every pull request. https://github.com/basis-network/basis-cli/blob/main/test/run.sh



    Um conjunto de testes DEVERIA ser invocável de forma padrão para aquela linguagem. [test_invocation]
    Por exemplo, "make check", "mvn test", ou "rake test" (Ruby).

    make check. Shell has no de facto standard test runner, so the Makefile provides the conventional entry point; test/run.sh also runs directly, and make lint is its counterpart for shellcheck and reuse. https://github.com/basis-network/basis-cli/blob/main/Makefile



    É SUGERIDO que o conjunto de testes cubra a maioria (ou idealmente todos) os ramos de código, campos de entrada e funcionalidade. [test_most]

    The suite exercises every branch of download.sh that a user can reach: version selection (including that sort -V puts v0.10.0 above v0.2.0, which an alphabetical sort would not), the BASIS_CLI_VERSION override, a missing checksum file and the error listing it prints, all three arms of the sha256sum / shasum / neither decision, the asset-name mapping with and without a file extension, multi-entry checksum files, verification passing and failing, and that the copied checksum file is not left behind. What is not covered is curl's retry path, which needs a server that fails on purpose.



    É SUGERIDO que o projeto implemente integração contínua (onde código novo ou alterado é frequentemente integrado em um repositório de código central e testes automatizados são executados no resultado). [test_continuous_integration]

    .github/workflows/test.yml runs make check on every push to main and every pull request, alongside shellcheck, reuse lint, a checksum-format check and CodeQL. All five are required status checks on main, so nothing merges without them. https://github.com/basis-network/basis-cli/actions/workflows/test.yml


  • Teste de novas funcionalidades


    O projeto DEVE ter uma política geral (formal ou não) de que conforme nova funcionalidade importante seja adicionada ao software produzido pelo projeto, testes dessa funcionalidade devem ser adicionados a um conjunto de testes automatizados. [test_policy]
    Desde que haja uma política, mesmo que verbal, que diga que desenvolvedores devem adicionar testes ao conjunto de testes automatizados para novas funcionalidades importantes, selecione "Met".

    CONTRIBUTING.md states it under "Tests": a change to what download.sh does comes with a test; a documentation change does not. The reasoning is given rather than asserted — this script exists to refuse a download that does not match the committed checksum, and a refusal that quietly stops working looks exactly like one that works. The pull request template carries it as a checklist item. https://github.com/basis-network/basis-cli/blob/main/CONTRIBUTING.md#tests



    O projeto DEVE ter evidências de que a test_policy para adicionar testes foi seguida nas mudanças mais recentes e importantes ao software produzido pelo projeto. [tests_are_added]
    Funcionalidade importante seria tipicamente mencionada nas notas de lançamento. Perfeição não é necessária, apenas evidências de que testes estão sendo tipicamente adicionados na prática ao conjunto de testes automatizados quando nova funcionalidade importante é adicionada ao software produzido pelo projeto.

    The most recent substantial change to download.sh was the move from a cloud storage bucket to GitHub releases, which introduced the versions(), platforms() and newest() helpers and the asset-name mapping. Five of the nine cases in the suite cover exactly that work, and the two failure-path cases cover the verification it has to preserve. The suite arrived with the policy and covers the whole of the script's current behaviour rather than only its newest part, which is the outcome the policy exists to produce. https://github.com/basis-network/basis-cli/blob/main/test/run.sh



    É SUGERIDO que esta política sobre adicionar testes (veja test_policy) seja documentada nas instruções para propostas de mudanças. [tests_documented_added]
    Contudo, mesmo uma regra informal é aceitável desde que os testes estejam sendo adicionados na prática.

    It is written down in CONTRIBUTING.md, in the section a contributor reads before opening a pull request, and repeated as a checklist item in the pull request template. https://github.com/basis-network/basis-cli/blob/main/CONTRIBUTING.md#tests


  • Sinalizadores de aviso


    O projeto DEVE habilitar uma ou mais flags de avisos do compilador, um modo de linguagem "seguro", ou usar uma ferramenta "linter" separada para procurar erros de qualidade de código ou erros comuns simples, se houver pelo menos uma ferramenta FLOSS que possa implementar este critério na linguagem selecionada. [warnings]
    Exemplos de flags de avisos do compilador incluem gcc/clang "-Wall". Exemplos de modo de linguagem "seguro" incluem JavaScript "use strict" e perl5 "use warnings". Uma ferramenta "linter" separada é simplesmente uma ferramenta que examina o código-fonte para procurar erros de qualidade de código ou erros comuns simples. Estes são tipicamente habilitados dentro do código-fonte ou instruções de compilação.

    shellcheck runs over download.sh and test/run.sh on every push and every pull request, and make lint runs the same thing locally. Both scripts also run under bash's nearest thing to a safe mode — set -euo pipefail in the script, set -uo pipefail in the suite, which needs to survive a failing case in order to report it. https://github.com/basis-network/basis-cli/blob/main/.github/workflows/lint.yml



    O projeto DEVE tratar os avisos. [warnings_fixed]
    Estes são os avisos identificados pela implementação do critério warnings. O projeto deve corrigir avisos ou marcá-los no código-fonte como falsos positivos. Idealmente não haveria avisos, mas um projeto PODE aceitar alguns avisos (tipicamente menos de 1 aviso por 100 linhas ou menos de 10 avisos).

    There are none to address: shellcheck is clean on both files, and there is not a single # shellcheck disable anywhere in the repository — nothing has been silenced instead of fixed. It is a required status check on main, so a new warning blocks the merge rather than being carried.



    É SUGERIDO que projetos sejam maximamente rigorosos com avisos no software produzido pelo projeto, onde prático. [warnings_strict]
    Alguns avisos não podem ser efetivamente habilitados em alguns projetos. O que é necessário é evidência de que o projeto está se esforçando para habilitar flags de avisos onde puder, de forma que erros sejam detectados cedo.

    shellcheck runs at its default severity, which is the lowest one and therefore reports everything from style upwards, over every script in the repository, with no exclusions and no suppressions. Its optional --enable=all checks were reviewed and not adopted: they are formatting preferences (brace every variable reference, prefer [[ ]] to [ ]) rather than defect detection, and adopting them would mean rewriting working code to a house style it does not use.


 Segurança 16/16

  • Conhecimento de desenvolvimento seguro


    O projeto DEVE ter pelo menos um desenvolvedor principal que saiba como projetar software seguro. (Veja 'details' para os requisitos exatos.) [know_secure_design]
    Isto requer entender os seguintes princípios de projeto, incluindo os 8 princípios de Saltzer and Schroeder:
    • economia de mecanismo (mantenha o projeto tão simples e pequeno quanto prático, por exemplo, adotando simplificações amplas)
    • padrões à prova de falhas (decisões de acesso devem negar por padrão, e a instalação dos projetos deve ser segura por padrão)
    • mediação completa (todo acesso que possa ser limitado deve ser verificado quanto à autoridade e não ser contornável)
    • projeto aberto (mecanismos de segurança não devem depender da ignorância do invasor sobre seu projeto, mas sim em informações mais facilmente protegidas e alteradas como chaves e senhas)
    • separação de privilégios (idealmente, acesso a objetos importantes deve depender de mais de uma condição, de forma que derrotar um sistema de proteção não permita acesso completo. Por exemplo, autenticação multifator, como exigir tanto uma senha quanto um token de hardware, é mais forte que autenticação de fator único)
    • menor privilégio (processos devem operar com o menor privilégio necessário)
    • menor mecanismo comum (o projeto deve minimizar os mecanismos comuns a mais de um usuário e dos quais todos os usuários dependem, por exemplo, diretórios para arquivos temporários)
    • aceitabilidade psicológica (a interface humana deve ser projetada para facilidade de uso - projetar para "menor surpresa" pode ajudar)
    • superfície de ataque limitada (a superfície de ataque - o conjunto dos diferentes pontos onde um invasor pode tentar entrar ou extrair dados - deve ser limitada)
    • validação de entrada com listas de permissões (entradas devem tipicamente ser verificadas para determinar se são válidas antes de serem aceitas; esta validação deve usar listas de permissões (que aceitam apenas valores conhecidamente bons), não listas de negação (que tentam listar valores conhecidamente ruins)).
    Um "desenvolvedor principal" em um projeto é qualquer pessoa que esteja familiarizada com a base de código do projeto, esteja confortável fazendo mudanças nela, e seja reconhecida como tal pela maioria dos outros participantes no projeto. Um desenvolvedor principal tipicamente faria várias contribuições ao longo do último ano (via código, documentação ou respondendo perguntas). Desenvolvedores seriam tipicamente considerados desenvolvedores principais se iniciaram o projeto (e não deixaram o projeto há mais de três anos), têm a opção de receber informações em um canal privado de relato de vulnerabilidades (se houver um), podem aceitar commits em nome do projeto, ou realizar lançamentos finais do software do projeto. Se há apenas um desenvolvedor, esse indivíduo é o desenvolvedor principal. Muitos livros e cursos estão disponíveis para ajudá-lo a entender como desenvolver software mais seguro e discutir projeto. Por exemplo, o curso Secure Software Development Fundamentals é um conjunto gratuito de três cursos que explicam como desenvolver software mais seguro (é gratuito se você auditar; por uma taxa extra você pode obter um certificado para provar que aprendeu o material).

    The maintainer designed this repository's delivery model around these principles, and the design is visible rather than asserted.

    Fail-safe defaults: download.sh refuses to continue if it cannot verify — if there is no checksum file, if there is no tool to hash with, or if the hash does not match — and never falls back to "download it anyway".

    Open design: releases are signed with Sigstore in keyless mode, so there is no private key whose secrecy the scheme depends on; the certificate is in the public Rekor transparency log and anyone can check it.

    Separation of privilege: the binary travels through a GitHub release and the checksum through git, so replacing one is not enough — that separation is the reason this repository exists and it is written up in the README.

    Least privilege: every workflow is permissions: read-all by default, only the release job asks for more (contents: write and id-token: write), and every checkout runs with persist-credentials: false.

    Limited attack surface: nothing here reads a keystore, asks for a passphrase or touches key material of any kind, and SECURITY.md says so explicitly.

    Economy of mechanism: the whole verification is one shell script that a reader can hold in their head, which is a deliberate choice over anything cleverer.

    Psychological acceptability: the four known rough edges of the CLI are documented in the README precisely because a silent wrong answer — a query that returns "balance 0" for a mistyped address length — is the failure a user cannot detect.



    Pelo menos um dos desenvolvedores principais do projeto DEVE conhecer tipos comuns de erros que levam a vulnerabilidades neste tipo de software, bem como pelo menos um método para combater ou mitigar cada um deles. [know_common_errors]
    Exemplos (dependendo do tipo de software) incluem injeção SQL, injeção de SO, estouro clássico de buffer, cross-site scripting, autenticação ausente e autorização ausente. Veja o CWE/SANS top 25 ou OWASP Top 10 para listas comumente usadas. Muitos livros e cursos estão disponíveis para ajudá-lo a entender como desenvolver software mais seguro e discutir erros comuns de implementação que levam a vulnerabilidades. Por exemplo, o curso Secure Software Development Fundamentals é um conjunto gratuito de três cursos que explicam como desenvolver software mais seguro (é gratuito se você auditar; por uma taxa extra você pode obter um certificado para provar que aprendeu o material).

    The maintainer knows the classes of error that matter for software of this kind and what counters each.

    Supply-chain substitution of a published artifact: countered by checking the binary against a SHA-256 that travelled through a different channel, and by Sigstore signatures over the assets.

    A checksum served from the same place as the file it describes (CWE-494, download of code without integrity check): countered by never downloading the checksum — download.sh reads it from the working tree, and this is stated in the script's own header as the reason it exists.

    Mutable action tags in CI: every action is pinned to a commit SHA, not a tag, because whoever can move a tag can change what runs.

    Credential exposure in CI (CWE-522): persist-credentials: false on every checkout, read-only tokens by default, keyless signing so there is no key to steal, and GitHub secret scanning with push protection enabled.

    Expression injection in workflows (CWE-78 in a CI context): CodeQL's actions queries run on every push and pull request, and are a required check.

    Unquoted shell expansion and word splitting (CWE-88): shellcheck on every script, required, with nothing suppressed.

    For the CLI itself, the network's own design counters the class that matters most for a signing tool: keys are ML-DSA-65 (FIPS 204), the keystore is encrypted, and the passphrase is never transmitted or recoverable.


  • Usar práticas criptográficas boas e básicas

    Observe que alguns softwares não precisam usar mecanismos criptográficos. Se o seu projeto produzir software que (1) inclui, ativa ou habilita funcionalidade de criptografia, e (2) pode ser liberado dos Estados Unidos (EUA) para fora dos EUA ou para um não cidadão dos EUA, você pode ser legalmente obrigado a tomar algumas etapas extras. Normalmente isso envolve apenas o envio de um e-mail. Para mais informações, consulte a seção de criptografia de Understanding Open Source Technology & US Export Controls.

    O software produzido pelo projeto DEVE usar, por padrão, apenas protocolos criptográficos e algoritmos que são publicamente publicados e revisados por especialistas (se protocolos criptográficos e algoritmos forem usados). [crypto_published]
    Esses critérios criptográficos nem sempre se aplicam porque alguns softwares não têm necessidade de usar diretamente capacidades criptográficas.

    Everything used here is publicly specified and reviewed: SHA-256 (FIPS 180-4) for the integrity check, TLS for transport — negotiated by curl and by git, not by anything written here — and Sigstore, whose signing certificates are ECDSA P-256 and whose transparency log is public. This repository implements no cryptography of its own; it calls established tools.



    Se o software produzido pelo projeto for uma aplicação ou biblioteca, e seu propósito principal não for implementar criptografia, então ele DEVERIA apenas chamar software especificamente projetado para implementar funções criptográficas; ele NÃO DEVERIA reimplementar o seu próprio. [crypto_call]

    It calls sha256sum or shasum from coreutils, curl for transport and cosign for signatures, and re-implements none of them. There is no hand-written cryptographic code anywhere in the repository.



    Toda funcionalidade no software produzido pelo projeto que depende de criptografia DEVE ser implementável usando FLOSS. [crypto_floss]

    Every algorithm involved has FLOSS implementations, and the implementations actually used are FLOSS: GNU coreutils, curl with OpenSSL or GnuTLS, git, and Sigstore cosign (Apache-2.0).



    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVEM usar comprimentos de chave padrão que pelo menos atendam aos requisitos mínimos do NIST até o ano de 2030 (conforme declarado em 2012). DEVE ser possível configurar o software para que comprimentos de chave menores sejam completamente desabilitados. [crypto_keylength]
    Esses comprimentos mínimos de bits são: chave simétrica 112, módulo de fatoração 2048, chave de logaritmo discreto 224, grupo logarítmico discreto 2048, curva elíptica 224 e hash 224 (hashing de senha não é coberto por este comprimento de bits, mais informações sobre hashing de senha podem ser encontradas no critério crypto_password_storage). Veja https://www.keylength.com para uma comparação de recomendações de comprimento de chave de várias organizações. O software PODE permitir comprimentos de chave menores em algumas configurações (idealmente não permitiria, já que isso permite ataques de downgrade, mas comprimentos de chave mais curtos são às vezes necessários para interoperabilidade).

    SHA-256 is a 256-bit hash, above the 224-bit minimum. Sigstore's ECDSA P-256 is a 256-bit curve, above the 224-bit elliptic-curve minimum. TLS is negotiated by curl, which in any current build offers nothing below these minimums. Nothing weaker can be selected here: there is no option to choose a different hash, no --insecure, and no configuration surface at all for the transport.



    Os mecanismos de segurança padrão dentro do software produzido pelo projeto NÃO DEVEM depender de algoritmos criptográficos quebrados (por exemplo, MD4, MD5, DES único, RC4, Dual_EC_DRBG), ou usar modos de cifra que são inadequados ao contexto, a menos que sejam necessários para implementar um protocolo interoperável (onde o protocolo implementado é a versão mais recente desse padrão amplamente suportado pelo ecossistema de rede, esse ecossistema requer o uso de tal algoritmo ou modo, e esse ecossistema não oferece nenhuma alternativa mais segura). A documentação DEVE descrever quaisquer riscos de segurança relevantes e quaisquer mitigações conhecidas se esses algoritmos ou modos quebrados forem necessários para um protocolo interoperável. [crypto_working]
    O modo ECB é quase nunca apropriado porque revela blocos idênticos dentro do texto cifrado conforme demonstrado pelo pinguim ECB, e o modo CTR é frequentemente inadequado porque não realiza autenticação e causa duplicatas se o estado de entrada for repetido. Em muitos casos é melhor escolher um modo de algoritmo de cifra de bloco projetado para combinar sigilo e autenticação, por exemplo, Galois/Counter Mode (GCM) e EAX. Projetos PODEM permitir que usuários habilitem mecanismos quebrados (por exemplo, durante a configuração) onde necessário para compatibilidade, mas então os usuários sabem que estão fazendo isso.

    Nothing here depends on a broken algorithm. There is no MD4, MD5, single DES, RC4 or Dual_EC_DRBG anywhere; the only hash used is SHA-256. There is no cipher-mode choice to get wrong either, because this software encrypts nothing — it verifies and it downloads.



    Os mecanismos de segurança padrão dentro do software produzido pelo projeto NÃO DEVERIAM depender de algoritmos criptográficos ou modos com fraquezas sérias conhecidas (por exemplo, o algoritmo de hash criptográfico SHA-1 ou o modo CBC em SSH). [crypto_weaknesses]
    Preocupações sobre o modo CBC em SSH são discutidas em CERT: SSH CBC vulnerability.

    No SHA-1 and no CBC-mode SSH: the only hash is SHA-256 and the only transport is TLS as curl negotiates it. (git names its own objects with SHA-1, which is a property of the version control system rather than of anything this project produces or verifies with — the integrity guarantee this repository makes rests on the SHA-256 in checksums/, not on a commit id.)



    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVERIAM implementar sigilo perfeito para frente para protocolos de acordo de chave, de modo que uma chave de sessão derivada de um conjunto de chaves de longo prazo não possa ser comprometida se uma das chaves de longo prazo for comprometida no futuro. [crypto_pfs]

    This software implements no key agreement protocol of its own, so there is no forward secrecy property for it to have. Transport is curl's TLS, which negotiates ECDHE with GitHub, and that is the whole of the key agreement involved.



    Se o software produzido pelo projeto causar o armazenamento de senhas para autenticação de usuários externos, as senhas DEVEM ser armazenadas como hashes iterados com um salt por usuário usando um algoritmo de extensão de chave (iterado) (por exemplo, Argon2id, Bcrypt, Scrypt ou PBKDF2). Veja também OWASP Password Storage Cheat Sheet. [crypto_password_storage]
    Este critério aplica-se apenas quando o software está aplicando autenticação de usuários usando senhas para usuários externos (também conhecida como autenticação de entrada), como aplicações web do lado do servidor. Não se aplica em casos onde o software armazena senhas para autenticar em outros sistemas (também conhecida como autenticação de saída, por exemplo, o software implementa um cliente para algum outro sistema), já que pelo menos partes desse software devem ter acesso frequentemente à senha não hasheada.

    Nothing in this repository authenticates external users, so no password is ever stored. download.sh reads no credential of any kind, and SECURITY.md states that nothing here reads a keystore or asks for a passphrase.



    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVEM gerar todas as chaves criptográficas e nonces usando um gerador de números aleatórios criptograficamente seguro, e NÃO DEVEM fazê-lo usando geradores que são criptograficamente inseguros. [crypto_random]
    Um gerador de números aleatórios criptograficamente seguro pode ser um gerador de números aleatórios de hardware, ou pode ser um gerador de números pseudo-aleatórios criptograficamente seguro (CSPRNG) usando um algoritmo como Hash_DRBG, HMAC_DRBG, CTR_DRBG, Yarrow ou Fortuna. Exemplos de chamadas para geradores de números aleatórios seguros incluem o java.security.SecureRandom do Java e o window.crypto.getRandomValues do JavaScript. Exemplos de chamadas para geradores de números aleatórios inseguros incluem o java.util.Random do Java e o Math.random do JavaScript.

    Nothing in this repository generates a cryptographic key or a nonce. Key generation belongs to the compiled CLI, which is outside the scope of this entry; the signing done by the release workflow is keyless, so there is no key generated there either.


  • Entrega protegida contra ataques man-in-the-middle (MITM)


    O projeto DEVE usar um mecanismo de entrega que contraponha ataques MITM. Usar https ou ssh+scp é aceitável. [delivery_mitm]
    Um mecanismo ainda mais forte é liberar o software com pacotes assinados digitalmente, já que isso mitiga ataques no sistema de distribuição, mas isso só funciona se os usuários puderem estar confiantes de que as chaves públicas para assinaturas estão corretas e se os usuários realmente verificarão a assinatura.

    Three layers, and the middle one is the point. Transport is HTTPS throughout — the repository, the release assets, and every URL download.sh builds. The binary is then checked against a SHA-256 that did not travel with it: the checksum comes from git, where it has a commit, an author, a date and a diff anybody can read, and the script refuses to continue if the two disagree. And every published asset is signed with Sigstore cosign in keyless mode by the release workflow, which verifies it against those same committed checksums before signing; the certificate is in the public Rekor transparency log, and SECURITY.md gives the exact cosign verify-blob command. https://github.com/basis-network/basis-cli/blob/main/SECURITY.md#signatures



    Um hash criptográfico (por exemplo, um sha1sum) NÃO DEVE ser recuperado por http e usado sem verificar uma assinatura criptográfica. [delivery_unsigned]
    Esses hashes podem ser modificados durante o trânsito.

    The checksum is never downloaded. download.sh reads it from the working tree, which arrived through git over HTTPS, and the script's header says so as the reason it exists: a checksum served next to the file it describes proves nothing, because whoever can replace one can replace the other. There is no code path in this repository that fetches a hash over the network and then trusts it.


  • Vulnerabilidades conhecidas publicamente corrigidas


    NÃO DEVE haver vulnerabilidades não corrigidas de severidade média ou superior que sejam publicamente conhecidas por mais de 60 dias. [vulnerabilities_fixed_60_days]
    A vulnerabilidade deve ser corrigida e lançada pelo próprio projeto (as correções podem ser desenvolvidas em outro lugar). Uma vulnerabilidade se torna publicamente conhecida (para este propósito) uma vez que tem um CVE com informações lançadas publicamente sem paywall (relatadas, por exemplo, no National Vulnerability Database) ou quando o projeto foi informado e a informação foi liberada ao público (possivelmente pelo projeto). Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente usado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade eles mesmos usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem publicamente reveladas uma vez que a vulnerabilidade seja publicamente conhecida. Nota: isso significa que os usuários podem ficar vulneráveis a todos os atacantes em todo o mundo por até 60 dias. Este critério é frequentemente muito mais fácil de atender do que o que o Google recomenda em Rebooting responsible disclosure, porque o Google recomenda que o período de 60 dias comece quando o projeto é notificado mesmo se o relatório não for público. Observe também que este critério de selo, como outros critérios, aplica-se ao projeto individual. Alguns projetos fazem parte de organizações guarda-chuva maiores ou projetos maiores, possivelmente em múltiplas camadas, e muitos projetos alimentam seus resultados para outras organizações e projetos como parte de uma cadeia de suprimentos potencialmente complexa. Um projeto individual geralmente não pode controlar o resto, mas um projeto individual pode trabalhar para lançar uma correção de vulnerabilidade de forma oportuna. Portanto, focamos apenas no tempo de resposta do projeto individual. Uma vez que uma correção esteja disponível do projeto individual, outros podem determinar como lidar com a correção (por exemplo, eles podem atualizar para a versão mais recente ou podem aplicar apenas a correção como uma solução cherry-picked).

    There are no known unpatched vulnerabilities of any severity in this project's results. None has been reported or found since the repository was published on 2026-08-23. Dependabot is enabled for GitHub Actions and its alerts are acted on the same day; GitHub secret scanning with push protection is enabled and has flagged nothing.



    Os projetos DEVERIAM corrigir todas as vulnerabilidades críticas rapidamente após serem relatadas. [vulnerabilities_critical_fixed]

    None has been reported. The commitment is written down in SECURITY.md: acknowledgement within 3 working days, a first assessment within 10, and a fix or a stated plan within 90 days of the report, with the reporter credited in the release notes unless they ask otherwise.


  • Outras questões de segurança


    Os repositórios públicos NÃO DEVEM vazar uma credencial privada válida (por exemplo, uma senha funcionando ou chave privada) que se destina a limitar o acesso público. [no_leaked_credentials]
    Um projeto PODE vazar credenciais "de amostra" para testes e bancos de dados sem importância, desde que não sejam destinadas a limitar o acesso público.

    No credential of any kind is in the repository, and nothing here reads one. The release workflow signs with Sigstore in keyless mode, so there is no private signing key that could be committed by accident. Every workflow declares permissions: read-all and only the release job raises it, to contents: write and id-token: write; every actions/checkout runs with persist-credentials: false, so no token is left in the checkout. GitHub secret scanning and push protection are enabled on the repository.


 Análise 8/8

  • Análise estática de código


    Pelo menos uma ferramenta de análise estática de código (além de avisos do compilador e modos de linguagem "seguros") DEVE ser aplicada a qualquer grande lançamento de produção proposto do software antes de seu lançamento, se houver pelo menos uma ferramenta FLOSS que implemente este critério na linguagem selecionada. [static_analysis]
    Uma ferramenta de análise estática de código examina o código de software (como código-fonte, código intermediário ou executável) sem executá-lo com entradas específicas. Para fins deste critério, avisos do compilador e modos de linguagem "seguros" não contam como ferramentas de análise estática de código (estes tipicamente evitam análise profunda porque a velocidade é vital). Algumas ferramentas de análise estática focam na detecção de defeitos genéricos, outras focam em encontrar tipos específicos de defeitos (como vulnerabilidades), e algumas fazem uma combinação. Exemplos de tais ferramentas de análise estática de código incluem cppcheck (C, C++), clang static analyzer (C, C++), SpotBugs (Java), FindBugs (Java) (incluindo FindSecurityBugs), PMD (Java), Brakeman (Ruby on Rails), lintr (R), goodpractice (R), Coverity Quality Analyzer, SonarQube, Codacy e HP Enterprise Fortify Static Code Analyzer. Listas maiores de ferramentas podem ser encontradas em lugares como a lista da Wikipedia de ferramentas para análise estática de código, informações da OWASP sobre análise estática de código, lista do NIST de analisadores de segurança de código-fonte e lista de ferramentas de análise estática de Wheeler. Se não houver ferramentas de análise estática FLOSS disponíveis para a(s) linguagem(ns) de implementação usada(s), você pode selecionar 'N/A'.

    Two tools, both on every push and every pull request, and both required checks on main.

    shellcheck analyses download.sh and test/run.sh — it does data-flow analysis well beyond a syntax check, and it is the tool for this language. CodeQL analyses the GitHub Actions workflows (languages: actions), which is the other half of the code here and the half that holds the release credentials: it looks for untrusted input reaching a run step, excessive token permissions, and unpinned or cache-poisonable steps. A workflow is code with credentials, and leaving it unanalysed because it is YAML would miss the most valuable target in the repository. https://github.com/basis-network/basis-cli/blob/main/.github/workflows/codeql.yml



    É SUGERIDO que pelo menos uma das ferramentas de análise estática usadas para o critério static_analysis inclua regras ou abordagens para procurar vulnerabilidades comuns na linguagem ou ambiente analisado. [static_analysis_common_vulnerabilities]
    Ferramentas de análise estática que são especificamente projetadas para procurar vulnerabilidades comuns são mais propensas a encontrá-las. Dito isso, usar quaisquer ferramentas estáticas normalmente ajudará a encontrar alguns problemas, então estamos sugerindo mas não exigindo isso para o nível de selo 'passing'.

    CodeQL's Actions query pack is written for exactly the vulnerabilities of this environment — expression injection, excessive GITHUB_TOKEN permissions, artifact poisoning, unpinned actions. OpenSSF Scorecard also runs against the repository weekly and on every push to main. https://scorecard.dev/viewer/?uri=github.com/basis-network/basis-cli



    Todas as vulnerabilidades exploráveis de severidade média e superior descobertas com análise estática de código DEVEM ser corrigidas de forma oportuna após serem confirmadas. [static_analysis_fixed]
    Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente usado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade eles mesmos usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem publicamente reveladas uma vez que a vulnerabilidade seja publicamente conhecida. Observe que o critério vulnerabilities_fixed_60_days exige que todas essas vulnerabilidades sejam corrigidas dentro de 60 dias de se tornarem públicas.

    Neither tool has reported a finding of any severity. Both are required status checks on main, so a finding blocks the merge instead of accumulating in a backlog, and neither has a suppression anywhere in the repository.



    É SUGERIDO que a análise estática de código-fonte ocorra em cada commit ou pelo menos diariamente. [static_analysis_often]

    Every push to main and every pull request, for both tools, plus CodeQL's weekly scheduled run and Scorecard's.


  • Análise dinâmica de código


    É SUGERIDO que pelo menos uma ferramenta de análise dinâmica seja aplicada a qualquer grande lançamento de produção proposto do software antes de seu lançamento. [dynamic_analysis]
    Uma ferramenta de análise dinâmica examina o software executando-o com entradas específicas. Por exemplo, o projeto PODE usar uma ferramenta de fuzzing (por exemplo, American Fuzzy Lop) ou um scanner de aplicação web (por exemplo, OWASP ZAP ou w3af). Em alguns casos, o projeto OSS-Fuzz pode estar disposto a aplicar testes de fuzzing ao seu projeto. Para fins deste critério, a ferramenta de análise dinâmica precisa variar as entradas de alguma forma para procurar vários tipos de problemas ou ser um conjunto de testes automatizado com pelo menos 80% de cobertura de ramificação. A página da Wikipedia sobre análise dinâmica e a página da OWASP sobre fuzzing identificam algumas ferramentas de análise dinâmica. A(s) ferramenta(s) de análise PODEM estar focadas em procurar vulnerabilidades de segurança, mas isso não é obrigatório.

    No fuzzer or scanner is run. The test suite does execute download.sh with varied inputs, two of them adversarial, but it does not generate inputs and we do not measure branch coverage, so claiming it as dynamic analysis would be a stretch. There is also little surface to point a tool at: download.sh runs on the user's machine, takes one argument and three environment variables, and there is no service here to scan.



    É SUGERIDO que se o software produzido pelo projeto incluir software escrito usando uma linguagem insegura em memória (por exemplo, C ou C++), então pelo menos uma ferramenta dinâmica (por exemplo, um fuzzer ou scanner de aplicação web) seja rotineiramente usada em combinação com um mecanismo para detectar problemas de segurança de memória, como estouros de buffer. Se o projeto não produzir software escrito em uma linguagem insegura em memória, escolha "não aplicável" (N/A). [dynamic_analysis_unsafe]
    Exemplos de mecanismos para detectar problemas de segurança de memória incluem Address Sanitizer (ASAN) (disponível no GCC e LLVM), Memory Sanitizer e valgrind. Outras ferramentas potencialmente usadas incluem thread sanitizer e undefined behavior sanitizer. Assertivas generalizadas também funcionariam.

    Nothing in this repository is written in a memory-unsafe language. It is shell, YAML and Markdown. (The CLI it distributes is Rust, and is outside the scope of this entry.)



    É SUGERIDO que o projeto use uma configuração para pelo menos alguma análise dinâmica (como testes ou fuzzing) que habilite muitas asserções. Em muitos casos, essas asserções não devem ser habilitadas em builds de produção. [dynamic_analysis_enable_assertions]
    Este critério não sugere habilitar asserções durante a produção; isso é inteiramente decisão do projeto e de seus usuários. O foco deste critério é, em vez disso, melhorar a detecção de falhas durante a análise dinâmica antes da implantação. Habilitar asserções no uso em produção é completamente diferente de habilitar asserções durante a análise dinâmica (como testes). Em alguns casos, habilitar asserções no uso em produção é extremamente imprudente (especialmente em componentes de alta integridade). Existem muitos argumentos contra habilitar asserções em produção, por exemplo, bibliotecas não devem travar chamadores, sua presença pode causar rejeição por lojas de aplicativos e/ou ativar uma asserção em produção pode expor dados privados, como chaves privadas. Observe que em muitas distribuições Linux NDEBUG não é definido, então assert() em C/C++ será habilitado por padrão para produção nesses ambientes. Pode ser importante usar um mecanismo de asserção diferente ou definir NDEBUG para produção nesses ambientes.

    bash has no assertion mechanism to enable. Both scripts run under set -u, and the script under test under set -euo pipefail, which is the nearest equivalent the language offers, but calling that "many assertions" would be generous.



    Todas as vulnerabilidades exploráveis de severidade média e superior descobertas com análise dinâmica de código DEVEM ser corrigidas em tempo hábil após serem confirmadas. [dynamic_analysis_fixed]
    Se você não está executando análise dinâmica de código e, portanto, não encontrou nenhuma vulnerabilidade dessa forma, escolha "não aplicável" (N/A). Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente utilizado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade por conta própria usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem reveladas publicamente assim que a vulnerabilidade for conhecida publicamente.

    No dynamic analysis is run, so nothing has been found by it.



Você pode usar ferramentas e sistemas de IA para propor alterações por meio de uma URL simples, como https://www.bestpractices.dev/pt-BR/projects/14224/choose/edit?osps_ac_01_01_status=Met&osps_ac_01_01_justification=GitHub+enforced. Veja nosso sistema de propostas de automação para saber como fazer isso. Estes dados estão disponíveis sob o Community Data License Agreement – Permissive, Version 2.0 (CDLA-Permissive-2.0). Isso significa que um Destinatário de Dados pode compartilhar os Dados, com ou sem modificações, desde que o Destinatário de Dados disponibilize o texto deste acordo com os Dados compartilhados. Por favor, dê crédito a Sebastian e aos contribuidores do selo de melhores práticas OpenSSF.

Entrada de selo do projeto de propriedade de: Sebastian.
Entrada criada em 2026-08-24 15:57:55 UTC, última atualização em 2026-08-26 02:10:48 UTC. Selo de aprovação alcançado pela última vez em 2026-08-24 16:56:42 UTC.