hve-squad

Projetos que seguem as melhores práticas abaixo podem se autocertificar voluntariamente e mostrar que alcançaram um selo de melhores práticas da Open Source Security Foundation (OpenSSF).

Não existe um conjunto de práticas que possa garantir que o software nunca terá defeitos ou vulnerabilidades; mesmo métodos formais podem falhar se as especificações ou suposições estiverem erradas. Nem existe qualquer conjunto de práticas que possa garantir que um projeto sustentará uma comunidade de desenvolvimento saudável e bem-funcionada. No entanto, seguir as melhores práticas pode ajudar a melhorar os resultados dos projetos. Por exemplo, algumas práticas permitem revisão multipessoal antes do lançamento, o que pode ajudar a encontrar vulnerabilidades técnicas difíceis de encontrar e ajudar a construir confiança e desejo de interação repetida entre desenvolvedores de diferentes empresas. Para ganhar um selo, todos os critérios DEVE e NÃO DEVE devem ser atendidos, todos os critérios DEVERIA devem ser atendidos OU não atendidos com justificativa, e todos os critérios SUGERIDO devem ser atendidos OU não atendidos (queremos que sejam considerados pelo menos). Se você quiser inserir texto de justificativa como um comentário genérico, em vez de ser uma justificativa de que a situação é aceitável, inicie o bloco de texto com '//' seguido de um espaço. Feedback é bem-vindo via site do GitHub como questões ou pull requests Há também uma lista de discussão para discussão geral.

Fornecemos com prazer as informações em vários idiomas, no entanto, se houver qualquer conflito ou inconsistência entre as traduções, a versão em inglês é a versão autoritativa.
Se este é o seu projeto, por favor mostre o status do seu selo na página do seu projeto! O status do selo se parece com isto: O nível do selo para o projeto 14231 é passing Aqui está como incorporá-lo:
Você pode mostrar o status do seu selo incorporando isto no seu arquivo markdown:
[![OpenSSF Best Practices](https://www.bestpractices.dev/projects/14231/badge)](https://www.bestpractices.dev/projects/14231)
ou incorporando isto no seu HTML:
<a href="https://www.bestpractices.dev/projects/14231"><img src="https://www.bestpractices.dev/projects/14231/badge"></a>


Estes são os critérios de nível de Aprovação. Você também pode visualizar os critérios de nível Prata ou Ouro.

Baseline Series: Nível Básico 1 Nível Básico 2 Nível Básico 3

        

 Fundamentos 13/13 ●

  • Geral

    Observe que outros projetos podem usar o mesmo nome.

    APM package that assembles HVE Core agents, prompts, instructions, and skills into one installable bundle for Copilot target environments, and ships a Squad Coordinator that routes your request to a cast of agents in parallel.

    Use o formato de expressão de licença SPDX; exemplos incluem "Apache-2.0", "BSD-2-Clause", "BSD-3-Clause", "GPL-2.0+", "LGPL-3.0+", "MIT" e "(BSD-2-Clause OR Ruby)". Não inclua aspas simples ou aspas duplas.
    Se houver mais de uma linguagem, liste-as como valores separados por vírgula (espaços opcionais) e ordene-as da mais usada para a menos usada. Se houver uma longa lista, liste pelo menos as três primeiras mais comuns. Se não houver linguagem (por exemplo, este é um projeto apenas de documentação ou apenas de teste), use o caractere único "-". Use uma capitalização convencional para cada linguagem, por exemplo, "JavaScript".
    O Common Platform Enumeration (CPE) é um esquema de nomenclatura estruturado para sistemas de tecnologia da informação, software e pacotes. Ele é usado em vários sistemas e bancos de dados ao relatar vulnerabilidades.
  • Conteúdo básico do site do projeto


    O site do projeto DEVE descrever sucintamente o que o software faz (qual problema ele resolve?). [description_good]
    Isso DEVE estar em linguagem que usuários potenciais possam entender (por exemplo, ele usa o mínimo de jargão).

    In order not to have a really large readme. The documentation of the product and description were kept under a github pages site. Note that access to this documentation is linked to the github repo.

    https://peter-n91.github.io/hve-squad/index.html



    O site do projeto DEVE fornecer informações sobre como: obter, fornecer feedback (como relatórios de bugs ou melhorias) e contribuir com o software. [interact]

    There is a contributing page in the documentation website of the package that includes everything. Note that access to this documentation is linked to the github repo.

    https://peter-n91.github.io/hve-squad/contributing.html



    As informações sobre como contribuir DEVEM explicar o processo de contribuição (por exemplo, pull requests são usados?) (URL obrigatória) [contribution]
    Presumimos que projetos no GitHub usam issues e pull requests, a menos que indicado de outra forma. Essa informação pode ser breve, por exemplo, declarando que o projeto usa pull requests, um rastreador de issues ou postagens em uma lista de discussão (qual?)

    Non-trivial contribution file in repository: https://github.com/Peter-N91/hve-squad/blob/main/CONTRIBUTING.md.



    As informações sobre como contribuir DEVERIAM incluir os requisitos para contribuições aceitáveis (por exemplo, uma referência a qualquer padrão de codificação exigido). (URL obrigatória) [contribution_requirements]

    The contributing URLs will guide the user on how to properly contribute and we already have some examples where contributors followed the steps to apply their changes.

    https://github.com/Peter-N91/hve-squad/blob/main/CONTRIBUTING.md
    https://peter-n91.github.io/hve-squad/contributing.html


  • Licença FLOSS


    O software produzido pelo projeto DEVE ser lançado como FLOSS. [floss_license]
    FLOSS é software lançado de uma forma que atende à Definição de Código Aberto ou à Definição de Software Livre. Exemplos de tais licenças incluem CC0, MIT, BSD 2-clause, BSD 3-clause revisada, Apache 2.0, Lesser GNU General Public License (LGPL) e a GNU General Public License (GPL). Para nossos propósitos, isso significa que a licença DEVE ser: O software PODE também ser licenciado de outras formas (por exemplo, "GPLv2 ou proprietário" é aceitável).

    The MIT license is approved by the Open Source Initiative (OSI).



    É SUGERIDO que qualquer licença(s) exigida para o software produzido pelo projeto seja aprovada pela Open Source Initiative (OSI). [floss_license_osi]
    A OSI usa um processo de aprovação rigoroso para determinar quais licenças são OSS.

    The MIT license is approved by the Open Source Initiative (OSI).



    O projeto DEVE publicar a(s) licença(s) de seus resultados em um local padrão em seu repositório de código-fonte. (URL obrigatória) [license_location]
    Uma convenção é publicar a licença como um arquivo de nível superior chamado LICENSE ou COPYING, que PODE ser seguido por uma extensão como ".txt" ou ".md". Uma convenção alternativa é ter um diretório chamado LICENSES contendo arquivo(s) de licença; esses arquivos são tipicamente nomeados como seu identificador de licença SPDX seguido por uma extensão de arquivo apropriada, conforme descrito na Especificação REUSE. Observe que este critério é apenas um requisito no repositório de código-fonte. Você NÃO precisa incluir o arquivo de licença ao gerar algo a partir do código-fonte (como um executável, pacote ou contêiner). Por exemplo, ao gerar um pacote R para a Comprehensive R Archive Network (CRAN), siga a prática padrão do CRAN: se a licença for uma licença padrão, use a especificação de licença curta padrão (para evitar instalar outra cópia do texto) e liste o arquivo LICENSE em um arquivo de exclusão como .Rbuildignore. Da mesma forma, ao criar um pacote Debian, você pode colocar um link no arquivo de copyright para o texto da licença em /usr/share/common-licenses e excluir o arquivo de licença do pacote criado (por exemplo, deletando o arquivo após chamar dh_auto_install). Nós encorajamos a inclusão de informações de licença legíveis por máquina em formatos gerados, quando praticável.

    Non-trivial license location file in repository: https://github.com/Peter-N91/hve-squad/blob/main/LICENSE.


  • Documentação


    O projeto DEVE fornecer documentação básica para o software produzido pelo projeto. [documentation_basics]
    Esta documentação deve estar em alguma mídia (como texto ou vídeo) que inclua: como instalá-lo, como iniciá-lo, como usá-lo (possivelmente com um tutorial usando exemplos) e como usá-lo de forma segura (por exemplo, o que fazer e o que não fazer) se esse for um tópico apropriado para o software. A documentação de segurança não precisa ser longa. O projeto PODE usar hiperlinks para material não pertencente ao projeto como documentação. Se o projeto não produz software, escolha "não aplicável" (N/A).

    Some documentation basics file contents found.



    O projeto DEVE fornecer documentação de referência que descreva a interface externa (tanto entrada quanto saída) do software produzido pelo projeto. [documentation_interface]
    A documentação de uma interface externa explica a um usuário final ou desenvolvedor como usá-la. Isso incluiria sua interface de programação de aplicativos (API) se o software tiver uma. Se for uma biblioteca, documente as principais classes/tipos e métodos/funções que podem ser chamados. Se for uma aplicação web, defina sua interface de URL (geralmente sua interface REST). Se for uma interface de linha de comando, documente os parâmetros e opções que suporta. Em muitos casos, é melhor que a maior parte desta documentação seja gerada automaticamente, para que essa documentação permaneça sincronizada com o software conforme ele muda, mas isso não é obrigatório. O projeto PODE usar hiperlinks para material não pertencente ao projeto como documentação. A documentação PODE ser gerada automaticamente (quando praticável, esta é frequentemente a melhor forma de fazê-lo). A documentação de uma interface REST pode ser gerada usando Swagger/OpenAPI. A documentação da interface de código PODE ser gerada usando ferramentas como JSDoc (JavaScript), ESDoc (JavaScript), pydoc (Python), devtools (R), pkgdown (R) e Doxygen (muitos). Simplesmente ter comentários no código de implementação não é suficiente para satisfazer este critério; precisa haver uma maneira fácil de ver a informação sem ler todo o código-fonte. Se o projeto não produz software, escolha "não aplicável" (N/A).

    A usage screen with some validated scenarios is present on the github pages documentation. Explanatory videos are also available for users. Note that access to this documentation is linked to the github repo.

    https://peter-n91.github.io/hve-squad/usage.html


  • Outro


    Os sites do projeto (site, repositório e URLs de download) DEVEM suportar HTTPS usando TLS. [sites_https]
    Isso requer que a URL da página inicial do projeto e a URL do repositório de controle de versão comecem com "https:", não "http:". Você pode obter certificados gratuitos do Let's Encrypt. Os projetos PODEM implementar este critério usando (por exemplo) GitHub pages, GitLab pages ou SourceForge project pages. Se você suportar HTTP, recomendamos que você redirecione o tráfego HTTP para HTTPS.

    Given only https: URLs.



    O projeto DEVE ter um ou mais mecanismos para discussão (incluindo mudanças propostas e questões) que sejam pesquisáveis, permitam que mensagens e tópicos sejam endereçados por URL, permitam que novas pessoas participem de algumas das discussões e não exijam instalação no lado do cliente de software proprietário. [discussion]
    Exemplos de mecanismos aceitáveis incluem lista(s) de discussão arquivadas, discussões de questões e pull requests do GitHub, Bugzilla, Mantis e Trac. Mecanismos de discussão assíncronos (como IRC) são aceitáveis se atenderem a esses critérios; certifique-se de que haja um mecanismo de arquivamento endereçável por URL. JavaScript proprietário, embora desencorajado, é permitido.

    GitHub supports discussions on issues and pull requests.



    O projeto DEVERIA fornecer documentação em inglês e ser capaz de aceitar relatórios de bugs e comentários sobre código em inglês. [english]
    O inglês é atualmente a língua franca da tecnologia de computadores; o suporte ao inglês aumenta o número de diferentes desenvolvedores e revisores em potencial em todo o mundo. Um projeto pode atender a este critério mesmo que o idioma principal de seus desenvolvedores principais não seja o inglês.

    The full documentation is under Github pages and in english

    https://peter-n91.github.io/hve-squad



    O projeto DEVE ser mantido. [maintained]
    No mínimo, o projeto deve tentar responder a relatórios significativos de problemas e vulnerabilidades. Um projeto que está buscando ativamente um badge provavelmente é mantido. Todos os projetos e pessoas têm recursos limitados, e projetos típicos devem rejeitar algumas mudanças propostas, portanto, recursos limitados e rejeições de propostas não indicam por si só um projeto não mantido.

    Quando um projeto souber que não será mais mantido, ele deve definir este critério como "Não atendido" e usar o(s) mecanismo(s) apropriado(s) para indicar a outros que não está sendo mantido. Por exemplo, use "DEPRECATED" como o primeiro cabeçalho de seu README, adicione "DEPRECATED" perto do início de sua página inicial, adicione "DEPRECATED" ao início da descrição do projeto do repositório de código, adicione um badge de sem intenção de manutenção em seu README e/ou página inicial, marque-o como descontinuado em quaisquer repositórios de pacotes (por exemplo, npm deprecate), e/ou use o sistema de marcação do repositório de código para arquivá-lo (por exemplo, a configuração "archive" do GitHub, a marcação "archived" do GitLab, o status "readonly" do Gerrit ou o status de projeto "abandoned" do SourceForge). Discussão adicional pode ser encontrada aqui.

    There are several workflows used to make sure everything is maintained even some testing workflows that validate that what is being implemented and merged didn't break anything (Always called before official release)

    https://github.com/Peter-N91/hve-squad/actions


 Controle de Mudanças 9/9 ●

  • Repositório de código-fonte público controlado por versão


    O projeto DEVE ter um repositório de código-fonte controlado por versão que seja publicamente legível e tenha uma URL. [repo_public]
    A URL PODE ser a mesma que a URL do projeto. O projeto PODE usar branches privados (não públicos) em casos específicos enquanto a mudança não for lançada publicamente (por exemplo, para corrigir uma vulnerabilidade antes de ser revelada ao público).

    Repository on GitHub, which provides public git repositories with URLs.



    O repositório de código-fonte do projeto DEVE rastrear quais mudanças foram feitas, quem fez as mudanças e quando as mudanças foram feitas. [repo_track]

    Repository on GitHub, which uses git. git can track the changes, who made them, and when they were made.



    Para permitir revisão colaborativa, o repositório de código-fonte do projeto DEVE incluir versões intermediárias para revisão entre lançamentos; ele NÃO DEVE incluir apenas lançamentos finais. [repo_interim]
    Os projetos PODEM optar por omitir versões intermediárias específicas de seus repositórios de código-fonte públicos (por exemplo, aquelas que corrigem vulnerabilidades de segurança não públicas específicas, podem nunca ser lançadas publicamente ou incluem material que não pode ser legalmente postado e não estão no lançamento final).

    There is a pre-release process that creates a pre-release tag of what is being merged to main but the official release stays intact. Like the current situation, we are at v0.16.1 but the pre-release is at v0.16.2-pre
    Users can always use the pre-release if they wish to but it is always better to use the latest one as it is tested.

    https://github.com/Peter-N91/hve-squad/tags
    https://github.com/Peter-N91/hve-squad/releases



    É SUGERIDO que software de controle de versão distribuído comum seja usado (por exemplo, git) para o repositório de código-fonte do projeto. [repo_distributed]
    O Git não é especificamente exigido e os projetos podem usar software de controle de versão centralizado (como subversion) com justificativa.

    Repository on GitHub, which uses git. git is distributed.


  • Numeração de versão única


    Os resultados do projeto DEVEM ter um identificador de versão único para cada lançamento destinado a ser usado pelos usuários. [version_unique]
    Isso PODE ser atendido de várias maneiras, incluindo IDs de commit (como git commit id ou mercurial changeset id) ou um número de versão (incluindo números de versão que usam versionamento semântico ou esquemas baseados em data como AAAAMMDD).

    É SUGERIDO que o formato de numeração de versão Versionamento Semântico (SemVer) ou Versionamento de Calendário (CalVer) seja usado para lançamentos. É SUGERIDO que aqueles que usam CalVer incluam um valor de nível micro. [version_semver]
    Os projetos geralmente devem preferir qualquer formato que seja esperado por seus usuários, por exemplo, porque é o formato normal usado por seu ecossistema. Muitos ecossistemas preferem SemVer, e SemVer é geralmente preferido para interfaces de programação de aplicações (APIs) e kits de desenvolvimento de software (SDKs). CalVer tende a ser usado por projetos que são grandes, têm um número excepcionalmente grande de dependências desenvolvidas independentemente, têm um escopo em constante mudança ou são sensíveis ao tempo. É SUGERIDO que aqueles que usam CalVer incluam um valor de nível micro, porque incluir um nível micro suporta branches mantidos simultaneamente sempre que isso se tornar necessário. Outros formatos de numeração de versão podem ser usados como números de versão, incluindo IDs de commit do git ou IDs de changeset do mercurial, desde que identifiquem exclusivamente as versões. No entanto, algumas alternativas (como IDs de commit do git) podem causar problemas como identificadores de lançamento, porque os usuários podem não ser capazes de determinar facilmente se estão atualizados. O formato do ID de versão pode não ser importante para identificar lançamentos de software se todos os destinatários executarem apenas a versão mais recente (por exemplo, é o código para um único site ou serviço de internet que é constantemente atualizado via entrega contínua).


    É SUGERIDO que os projetos identifiquem cada lançamento dentro de seu sistema de controle de versão. Por exemplo, é SUGERIDO que aqueles que usam git identifiquem cada lançamento usando tags do git. [version_tags]
  • Notas de lançamento


    O projeto DEVE fornecer, em cada lançamento, notas de lançamento que sejam um resumo legível por humanos das principais mudanças nesse lançamento para ajudar os usuários a determinar se devem atualizar e qual será o impacto da atualização. As notas de lançamento NÃO DEVEM ser a saída bruta de um log de controle de versão (por exemplo, os resultados do comando "git log" não são notas de lançamento). Projetos cujos resultados não se destinam à reutilização em vários locais (como o software para um único site ou serviço) E empregam entrega contínua PODEM selecionar "N/A". (URL obrigatória) [release_notes]
    As notas de lançamento PODEM ser implementadas de várias maneiras. Muitos projetos as fornecem em um arquivo chamado "NEWS", "CHANGELOG" ou "ChangeLog", opcionalmente com extensões como ".txt", ".md" ou ".html". Historicamente, o termo "change log" significava um log de todas as mudanças, mas para atender a esses critérios, o que é necessário é um resumo legível por humanos. As notas de lançamento PODEM, em vez disso, ser fornecidas por mecanismos de sistema de controle de versão, como o fluxo de trabalho GitHub Releases.

    Non-trivial release notes file in repository: https://github.com/Peter-N91/hve-squad/blob/main/CHANGELOG.md.



    As notas de lançamento DEVEM identificar todas as vulnerabilidades de tempo de execução publicamente conhecidas corrigidas neste lançamento que já tinham uma atribuição CVE ou similar quando o lançamento foi criado. Este critério pode ser marcado como não aplicável (N/A) se os usuários normalmente não conseguem atualizar o software por conta própria (por exemplo, como geralmente é verdade para atualizações de kernel). Este critério se aplica apenas aos resultados do projeto, não às suas dependências. Se não houver notas de lançamento ou se não houve vulnerabilidades publicamente conhecidas, escolha N/A. [release_notes_vulns]
    Este critério ajuda os usuários a determinar se uma determinada atualização irá corrigir uma vulnerabilidade que é publicamente conhecida, para ajudar os usuários a tomar uma decisão informada sobre atualização. Se os usuários normalmente não conseguem atualizar o software por conta própria em seus computadores, mas devem depender de um ou mais intermediários para realizar a atualização (como é frequentemente o caso de um kernel e software de baixo nível que está entrelaçado com um kernel), o projeto pode escolher "não aplicável" (N/A) em vez disso, já que essa informação adicional não será útil para esses usuários. Da mesma forma, um projeto pode escolher N/A se todos os destinatários executarem apenas a versão mais recente (por exemplo, é o código para um único site ou serviço de internet que é constantemente atualizado via entrega contínua). Este critério se aplica apenas aos resultados do projeto, não às suas dependências. Listar as vulnerabilidades de todas as dependências transitivas de um projeto torna-se difícil conforme as dependências aumentam e variam, e é desnecessário já que ferramentas que examinam e rastreiam dependências podem fazer isso de uma forma mais escalável.

 Relatórios 8/8 ●

  • Processo de relato de bugs


    O projeto DEVE fornecer um processo para os usuários enviarem relatórios de bugs (por exemplo, usando um rastreador de problemas ou uma lista de discussão). (URL obrigatória) [report_process]

    Bug reports are submitted through the GitHub issue tracker at https://github.com/Peter-N91/hve-squad/issues, which is open to the public and requires only a GitHub account. A structured Bug report form at .github/ISSUE_TEMPLATE/bug-report.yml collects the installed version, the Copilot host, expected against actual behaviour, reproduction steps, and optional squad state. The "Reporting a bug" section of CONTRIBUTING.md documents the process and the two exceptions: security vulnerabilities go privately through GitHub Security Advisories as described in SECURITY.md, and defects in upstream microsoft/hve-core assets are directed to that repository. .github/ISSUE_TEMPLATE/config.yml surfaces both routes directly in the issue-creation chooser.



    O projeto DEVERIA usar um rastreador de problemas para rastrear problemas individuais. [report_tracker]

    Some of the issues can be labeled to squad/auto and have the squad itself handle them. The history of the squad member will be saved under .copilot-tracking



    O projeto DEVE reconhecer a maioria dos relatórios de bugs enviados nos últimos 2-12 meses (inclusive); a resposta não precisa incluir uma correção. [report_responses]


    O projeto DEVERIA responder a uma maioria (>50%) das solicitações de melhorias nos últimos 2-12 meses (inclusive). [enhancement_responses]
    A resposta PODE ser 'não' ou uma discussão sobre seus méritos. O objetivo é simplesmente que haja alguma resposta a algumas solicitações, o que indica que o projeto ainda está ativo. Para fins deste critério, os projetos não precisam contar solicitações falsas (por exemplo, de spammers ou sistemas automatizados). Se um projeto não estiver mais fazendo melhorias, selecione "não atendido" e inclua a URL que torna esta situação clara para os usuários. Se um projeto tende a ser sobrecarregado pelo número de solicitações de melhorias, selecione "não atendido" e explique.


    O projeto DEVE ter um arquivo publicamente disponível para relatórios e respostas para pesquisa posterior. (URL obrigatória) [report_archive]

    Reports and responses are archived publicly in the GitHub issue tracker at https://github.com/Peter-N91/hve-squad/issues?q=is%3Aissue, which lists open and closed issues together. The archive is readable without a GitHub account, is indexed by GitHub's full-text search across titles, bodies, and comments, and every issue and comment has a stable, permanently addressable URL. It currently holds 16 issues, 15 of them closed with the discussion and resolution intact, alongside 82 pull requests at https://github.com/Peter-N91/hve-squad/pulls?q=is%3Apr, where most defect fixes are discussed and linked back to the issue they close. Nothing is deleted on closure, so the reasoning behind a past fix stays retrievable.


  • Processo de relato de vulnerabilidades


    O projeto DEVE publicar o processo para relatar vulnerabilidades no site do projeto. (URL obrigatória) [vulnerability_report_process]
    Projetos hospedados no GitHub DEVERIAM considerar habilitar o relato privado de uma vulnerabilidade de segurança. Projetos no GitLab DEVERIAM considerar usar sua capacidade de relatar uma vulnerabilidade de forma privada. Projetos PODEM identificar um endereço de e-mail em https://PROJECTSITE/security, frequentemente na forma security@example.org. Este processo de relato de vulnerabilidades PODE ser o mesmo que seu processo de relato de bugs. Relatórios de vulnerabilidades PODEM ser sempre públicos, mas muitos projetos têm um mecanismo de relato de vulnerabilidades privado.

    All vulnerabilities will be shown under this tab and handled by contributors

    https://github.com/Peter-N91/hve-squad/security/code-scanning



    Se relatórios privados de vulnerabilidades forem suportados, o projeto DEVE incluir como enviar as informações de uma forma que seja mantida privada. (URL obrigatória) [vulnerability_report_private]
    Exemplos incluem um relatório de defeito privado enviado na web usando HTTPS (TLS) ou um e-mail criptografado usando OpenPGP. Se relatórios de vulnerabilidades forem sempre públicos (portanto, nunca há relatórios privados de vulnerabilidades), escolha "não aplicável" (N/A).

    Private vulnerability reports are supported through GitHub Security Advisories at https://github.com/Peter-N91/hve-squad/security/advisories/new. Private vulnerability reporting is enabled on the repository, so any GitHub user can open a report that is visible only to the reporter and the maintainer until an advisory is published. Submission is over HTTPS. The process is documented in SECURITY.md, which states explicitly that vulnerabilities must not be filed as public issues, lists what to include (affected version or commit, component, reproduction steps, observed impact, suggested mitigation), and commits to acknowledgement within 5 business days and a status update within 10. The same private route is surfaced in the issue-creation chooser through .github/ISSUE_TEMPLATE/config.yml and in the Bug report template, so a reporter who starts down the public path is redirected before disclosing anything.



    O tempo de resposta inicial do projeto para qualquer relatório de vulnerabilidade recebido nos últimos 6 meses DEVE ser menor ou igual a 14 dias. [vulnerability_report_response]
    Se não houve vulnerabilidades relatadas nos últimos 6 meses, escolha "não aplicável" (N/A).

    All vulnerabilities were treated in a single day.


 Qualidade 13/13 ●

  • Sistema de compilação funcional


    Se o software produzido pelo projeto requer construção para uso, o projeto DEVE fornecer um sistema de construção funcional que possa reconstruir automaticamente o software a partir do código-fonte. [build]
    Um sistema de construção determina quais ações precisam ocorrer para reconstruir o software (e em que ordem), e então executa essas etapas. Por exemplo, ele pode invocar um compilador para compilar o código-fonte. Se um executável é criado a partir do código-fonte, deve ser possível modificar o código-fonte do projeto e então gerar um executável atualizado com essas modificações. Se o software produzido pelo projeto depende de bibliotecas externas, o sistema de construção não precisa construir essas bibliotecas externas. Se não houver necessidade de construir nada para usar o software depois que seu código-fonte for modificado, selecione "não aplicável" (N/A).

    The build is automated in PowerShell and driven from CI. scripts/Build-SquadPlugin.ps1 deterministically assembles the distributable Copilot CLI plugin from the squad-src/ tree and is invoked by .github/workflows/publish-plugin.yml on every release tag; it can also be run locally as a manual fallback. scripts/Update-ApmDependencies.ps1 regenerates the apm.yml dependency manifest and apm.lock.yaml from source, and .github/workflows/pr-validation.yml re-runs it on every pull request to verify the checked-in manifest matches what the build produces. Modifying source under squad-src/ and re-running either script yields updated artifacts with no manual steps. External dependencies (microsoft/hve-core) are fetched at install time by APM and are not rebuilt here.



    É SUGERIDO que ferramentas comuns sejam usadas para construir o software. [build_common_tools]
    Por exemplo, Maven, Ant, cmake, o autotools, make, rake (Ruby) ou devtools (R).

    The build uses PowerShell 7 (pwsh), a widely adopted cross-platform build and automation tool, rather than a project-specific build system. Named build targets are declared in the scripts: section of apm.yml (sync-deps, install-sync, change, release-prep), which serves the same role as make targets and gives contributors a single documented entry point per task. The APM CLI performs dependency resolution and installation, and GitHub Actions orchestrates the build in CI. All of these are standard, off-the-shelf tools; the project defines no custom build engine or DSL.



    O projeto DEVERIA ser construível usando apenas ferramentas FLOSS. [build_floss_tools]

    Every tool in the build chain is FLOSS. The build scripts run on PowerShell 7 (MIT), dependency resolution and installation use the APM CLI (microsoft/apm, MIT), source and ref handling uses Git (GPL-2.0), the plugin packaging path uses Node.js and npm (MIT / Artistic-2.0), and release automation uses the GitHub CLI (MIT). No proprietary compiler, SDK, or build tool is required. The build is not Windows-dependent: PowerShell 7 is cross-platform and CI executes the same scripts on Ubuntu runners, so a contributor can reproduce the full build on a Linux machine using only free/libre software.


  • Conjunto de testes automatizados


    O projeto DEVE usar pelo menos um conjunto de testes automatizados que seja disponibilizado publicamente como FLOSS (esse conjunto de testes pode ser mantido como um projeto FLOSS separado). O projeto DEVE mostrar ou documentar claramente como executar o(s) conjunto(s) de testes (por exemplo, por meio de um script de integração contínua (CI) ou por meio de documentação em arquivos como BUILD.md, README.md ou CONTRIBUTING.md). [test]
    O projeto PODE usar múltiplos conjuntos de testes automatizados (por exemplo, um que executa rapidamente, versus outro que é mais completo mas requer equipamento especial). Existem muitos frameworks de teste e sistemas de suporte a testes disponíveis, incluindo Selenium (automação de navegador web), Junit (JVM, Java), RUnit (R), testthat (R).

    The project uses Pester 5.7.1 (Apache-2.0), a FLOSS test framework for PowerShell, across three automated suites in tests/: Tier 0 conformance (tests/tier0/) validates the package manifest and shipped asset structure, Tier 1 behavior (tests/tier1/) validates the squad state contract and coordinator assertions against recorded scenarios, and Tier 2 semantic (tests/tier2/) compares live squad runs against stored baselines. Each tier has a runner script (Invoke-Tier0Tests.ps1, Invoke-Tier1Tests.ps1, Invoke-Tier2Tests.ps1) that can be executed locally with pwsh. All three run in CI on every pull request via .github/workflows/tier0-conformance.yml, tier1-behavior.yml, and tier2-semantic.yml, which document the exact install and invocation steps. The test suites and their fixtures are MIT-licensed as part of this repository.



    Um conjunto de testes DEVERIA ser invocável de forma padrão para aquela linguagem. [test_invocation]
    Por exemplo, "make check", "mvn test", ou "rake test" (Ruby).

    Tests are invoked in the standard way for PowerShell. Each suite is executed through Invoke-Pester with New-PesterConfiguration, the conventional Pester entry point, wrapped in a per-tier runner script (tests/tier0/Invoke-Tier0Tests.ps1 and equivalents for Tier 1 and Tier 2). The wrappers are required because the suites are parameterised through New-PesterContainer -Data, so they cannot be discovered by a bare Invoke-Pester call. A single-command entry point is also declared as the test target in the scripts: section of apm.yml, so apm run test runs the fast conformance suite in the same way make check would. CI invokes the same runner scripts, so local and CI invocation are identical.



    É SUGERIDO que o conjunto de testes cubra a maioria (ou idealmente todos) os ramos de código, campos de entrada e funcionalidade. [test_most]

    Coverage is substantial for the shipped asset package but not yet comprehensive, and it is not measured. The suite implements 122 assertions across three tiers, each traced to a numbered case in tests/squad-behavior-contract.md that cites the source file stating the rule, spanning package conformance, routing, gates, state contract, governance, and semantic comparison. Two known gaps remain and are documented in that contract rather than glossed over: no Tier 1 scenario exercises autopilot mode, and the PowerShell build and release scripts under scripts/ have no unit tests. Code coverage is not currently instrumented via Pester's CodeCoverage configuration, so no percentage can be cited. Planned improvements are an autopilot scenario, Pester unit tests for the build scripts, and enabling coverage reporting in CI.



    É SUGERIDO que o projeto implemente integração contínua (onde código novo ou alterado é frequentemente integrado em um repositório de código central e testes automatizados são executados no resultado). [test_continuous_integration]

    The project practises continuous integration against a single central repository. All changes land on main through squash-merged pull requests, with 103 commits integrated in the last 30 days, and branches are short-lived. Every pull request triggers automated validation in GitHub Actions: .github/workflows/tier0-conformance.yml installs the package the branch would deliver and runs the Pester static conformance suite against it, and .github/workflows/pr-validation.yml verifies release state and change-fragment hygiene. Security analysis runs on the same trigger through CodeQL, Zizmor, Checkov, and OpenSSF Scorecard. The same Tier 0 workflow is reused as the release gate via workflow_call, so the check that guards a merge is the check that guards a tag. Merged work is rebuilt onto a rolling pre-release tag within minutes, keeping the integrated state continuously installable and testable.


  • Teste de novas funcionalidades


    O projeto DEVE ter uma política geral (formal ou não) de que conforme nova funcionalidade importante seja adicionada ao software produzido pelo projeto, testes dessa funcionalidade devem ser adicionados a um conjunto de testes automatizados. [test_policy]
    Desde que haja uma política, mesmo que verbal, que diga que desenvolvedores devem adicionar testes ao conjunto de testes automatizados para novas funcionalidades importantes, selecione "Met".

    The policy is documented in the "Automated tests" section of CONTRIBUTING.md: major new functionality must come with tests. A pull request adding a new agent, routing rule, gate, or any consumer-observable behavior is expected to add or extend a case in the automated suite. Documentation, wording fixes, and behavior-preserving refactors are exempt, and a maintainer may waive the requirement for behavior that cannot be asserted without a live model run, stating so on the pull request. The policy is enforced at review time through a Tests checklist in the pull request template, which asks the contributor to confirm the case was added, declared in tests/squad-behavior-contract.md with a citation to the source file stating the rule, and that apm run test passed locally.



    O projeto DEVE ter evidências de que a test_policy para adicionar testes foi seguida nas mudanças mais recentes e importantes ao software produzido pelo projeto. [tests_are_added]
    Funcionalidade importante seria tipicamente mencionada nas notas de lançamento. Perfeição não é necessária, apenas evidências de que testes estão sendo tipicamente adicionados na prática ao conjunto de testes automatizados quando nova funcionalidade importante é adicionada ao software produzido pelo projeto.

    The automated suite was introduced on 2026-08-20 and the policy has been followed since. Of the sixteen changes merged after that date, ten added or extended test cases. Every change to squad behavior shipped a regression case traced to a numbered entry in tests/squad-behavior-contract.md: PR #79 (state records survive on every host, 5 test files), #81 (Scribe line-number leakage, 3), #82 (Deliverable Root binding, 5), #83 (deliverable path truncation, 4), #84 and #85 (ledger arithmetic and turn accumulation, 3 and 4), #87 (Init floor record, 2), and #89 (dispatch-backed ledger rows, 3). The most recent feature work, PR #86, added four test files alongside the behavior change. Changes merged without tests are confined to build and release workflow fixes (#92, #93, #94), which sit outside the suite's scope of asserting the shipped asset package.



    É SUGERIDO que esta política sobre adicionar testes (veja test_policy) seja documentada nas instruções para propostas de mudanças. [tests_documented_added]
    Contudo, mesmo uma regra informal é aceitável desde que os testes estejam sendo adicionados na prática.

    The policy is documented in the instructions for change proposals in two places. CONTRIBUTING.md carries an "Automated tests" section stating that major new functionality must come with tests, naming the exemptions (documentation, wording fixes, behavior-preserving refactors) and the maintainer waiver for behavior that cannot be asserted without a live model run. It also explains the three test tiers, how to run each locally, and the required Pester version. The pull request template at .github/pull_request_template.md is injected into every pull request description and includes a Tests checklist asking the contributor to confirm that a case was added or extended, that it was declared in tests/squad-behavior-contract.md with a citation to the source file stating the rule, and that apm run test passed locally. Contributors therefore see the policy both before and during change proposal.


  • Sinalizadores de aviso


    O projeto DEVE habilitar uma ou mais flags de avisos do compilador, um modo de linguagem "seguro", ou usar uma ferramenta "linter" separada para procurar erros de qualidade de código ou erros comuns simples, se houver pelo menos uma ferramenta FLOSS que possa implementar este critério na linguagem selecionada. [warnings]
    Exemplos de flags de avisos do compilador incluem gcc/clang "-Wall". Exemplos de modo de linguagem "seguro" incluem JavaScript "use strict" e perl5 "use warnings". Uma ferramenta "linter" separada é simplesmente uma ferramenta que examina o código-fonte para procurar erros de qualidade de código ou erros comuns simples. Estes são tipicamente habilitados dentro do código-fonte ou instruções de compilação.

    The project uses PSScriptAnalyzer, the standard FLOSS linter for PowerShell, over scripts/ and tests/, which together contain all executable code the repository authors. It runs on every pull request and push to main via .github/workflows/lint-powershell.yml, blocks the build on Error-severity findings, and publishes all findings as SARIF to the GitHub Security tab. Rule configuration lives in PSScriptAnalyzerSettings.psd1 at the repository root, so contributors get identical results in VS Code and in CI; the two excluded rules each carry a written justification in that file. In addition, the build scripts and test runners set Set-StrictMode -Version Latest and $ErrorActionPreference = 'Stop', PowerShell's equivalent of a safe language mode. Three further FLOSS analysers run on the same trigger: CodeQL for Python, Zizmor for GitHub Actions workflows, and Checkov for infrastructure-as-code.



    O projeto DEVE tratar os avisos. [warnings_fixed]
    Estes são os avisos identificados pela implementação do critério warnings. O projeto deve corrigir avisos ou marcá-los no código-fonte como falsos positivos. Idealmente não haveria avisos, mas um projeto PODE aceitar alguns avisos (tipicamente menos de 1 aviso por 100 linhas ou menos de 10 avisos).

    All PSScriptAnalyzer findings are addressed. Actionable findings were fixed rather than suppressed: five empty catch blocks now record why the failure is deliberately ignored, seven inconsistent pipeline continuations were realigned, and a line-numbering loop that relied on a cross-scriptblock counter was rewritten. Findings that are genuine false positives are marked in the source with [Diagnostics.CodeAnalysis.SuppressMessageAttribute] carrying a written justification; these cover parameters PSScriptAnalyzer cannot resolve across Pester's separate discovery and run scopes, and a parameter-set selector consumed through $PSCmdlet.ParameterSetName. Two rules are excluded repository-wide in PSScriptAnalyzerSettings.psd1, each with a documented reason: PSAvoidUsingWriteHost, because these are interactive CLI scripts whose console output is the intended behaviour, and PSUseBOMForUnicodeEncodedFile, because every script begins with a #!/usr/bin/env pwsh shebang that a byte-order mark would break on the Linux runners CI uses. The remaining 22 findings are all Warning or Information severity across 5,506 lines of PowerShell, a rate of 0.40 per 100 lines, and none is Error severity. The CI gate blocks the build on Error severity.



    É SUGERIDO que projetos sejam maximamente rigorosos com avisos no software produzido pelo projeto, onde prático. [warnings_strict]
    Alguns avisos não podem ser efetivamente habilitados em alguns projetos. O que é necessário é evidência de que o projeto está se esforçando para habilitar flags de avisos onde puder, de forma que erros sejam detectados cedo.

    The project enables strict checking wherever it is practical. PSScriptAnalyzer runs with IncludeDefaultRules = $true and reports at all three severities (Error, Warning, Information) rather than errors alone, so nothing is filtered out before a human sees it. Only two rules are excluded repository-wide, each with a written justification in PSScriptAnalyzerSettings.psd1, and individual false positives are marked at the call site rather than by broadening those exclusions. Every script and module additionally runs under Set-StrictMode -Version Latest, PowerShell's strictest language mode, which turns references to uninitialized variables, non-existent properties, and malformed method calls into terminating errors, combined with $ErrorActionPreference = 'Stop' so no error is silently swallowed. Three further analysers run at their default full rule sets on every pull request: CodeQL for Python, Zizmor for GitHub Actions workflows, and Checkov for infrastructure-as-code, with Checkov configured as blocking and accepted findings requiring a justified inline checkov:skip.


 Segurança 16/16 ●

  • Conhecimento de desenvolvimento seguro


    O projeto DEVE ter pelo menos um desenvolvedor principal que saiba como projetar software seguro. (Veja 'details' para os requisitos exatos.) [know_secure_design]
    Isto requer entender os seguintes princípios de projeto, incluindo os 8 princípios de Saltzer and Schroeder:
    • economia de mecanismo (mantenha o projeto tão simples e pequeno quanto prático, por exemplo, adotando simplificações amplas)
    • padrões à prova de falhas (decisões de acesso devem negar por padrão, e a instalação dos projetos deve ser segura por padrão)
    • mediação completa (todo acesso que possa ser limitado deve ser verificado quanto à autoridade e não ser contornável)
    • projeto aberto (mecanismos de segurança não devem depender da ignorância do invasor sobre seu projeto, mas sim em informações mais facilmente protegidas e alteradas como chaves e senhas)
    • separação de privilégios (idealmente, acesso a objetos importantes deve depender de mais de uma condição, de forma que derrotar um sistema de proteção não permita acesso completo. Por exemplo, autenticação multifator, como exigir tanto uma senha quanto um token de hardware, é mais forte que autenticação de fator único)
    • menor privilégio (processos devem operar com o menor privilégio necessário)
    • menor mecanismo comum (o projeto deve minimizar os mecanismos comuns a mais de um usuário e dos quais todos os usuários dependem, por exemplo, diretórios para arquivos temporários)
    • aceitabilidade psicológica (a interface humana deve ser projetada para facilidade de uso - projetar para "menor surpresa" pode ajudar)
    • superfície de ataque limitada (a superfície de ataque - o conjunto dos diferentes pontos onde um invasor pode tentar entrar ou extrair dados - deve ser limitada)
    • validação de entrada com listas de permissões (entradas devem tipicamente ser verificadas para determinar se são válidas antes de serem aceitas; esta validação deve usar listas de permissões (que aceitam apenas valores conhecidamente bons), não listas de negação (que tentam listar valores conhecidamente ruins)).
    Um "desenvolvedor principal" em um projeto é qualquer pessoa que esteja familiarizada com a base de código do projeto, esteja confortável fazendo mudanças nela, e seja reconhecida como tal pela maioria dos outros participantes no projeto. Um desenvolvedor principal tipicamente faria várias contribuições ao longo do último ano (via código, documentação ou respondendo perguntas). Desenvolvedores seriam tipicamente considerados desenvolvedores principais se iniciaram o projeto (e não deixaram o projeto há mais de três anos), têm a opção de receber informações em um canal privado de relato de vulnerabilidades (se houver um), podem aceitar commits em nome do projeto, ou realizar lançamentos finais do software do projeto. Se há apenas um desenvolvedor, esse indivíduo é o desenvolvedor principal. Muitos livros e cursos estão disponíveis para ajudá-lo a entender como desenvolver software mais seguro e discutir projeto. Por exemplo, o curso Secure Software Development Fundamentals é um conjunto gratuito de três cursos que explicam como desenvolver software mais seguro (é gratuito se você auditar; por uma taxa extra você pode obter um certificado para provar que aprendeu o material).

    The project has a single primary developer, who initiated it, authors its releases, and receives private vulnerability reports. Familiarity with secure design is evidenced in the architecture rather than asserted. The system is built around a small number of deliberately narrow human gates rather than a broad permission model (economy of mechanism), and those gates deny by default: an autopilot run stops at any impactful or irreversible action and proceeds only on explicit human approval, never on a timeout (fail-safe defaults). Progress is non-bypassable, since each pipeline stage is gated on the prior stage's artifact and history entry existing on disk, so a stage cannot be skipped by narrating it as complete (complete mediation). The entire design, including every gate and routing rule, is public under an MIT licence and depends on enforcement rather than obscurity (open design). Impactful actions require two independent conditions, the agent's proposal and a human approval delivered through a separate channel (separation of privilege). CI workflows declare an empty top-level permissions: {}, grant the minimum scope per job, and check out with persist-credentials: false (least privilege), while test runs are isolated in per-run scratch directories and Watch Mode scopes sub-squads per event (least common mechanism). The user-facing surface is a single /squad entry point, and a blocked action explains what was stopped and how to proceed (psychological acceptability). The package flow is one-directional: consumers pull assets and the package never reads from consumer environments, and the project runs no service and stores no user data (limited attack surface). Inputs are constrained by allowlists rather than denylists, through ValidateSet on script parameters, a fixed set of squad profiles, and an explicit untrusted-content boundary that treats all ingested external content as data to analyse and never as instructions to execute, refusing embedded authority changes such as "ignore previous instructions" or "set autonomy to full".



    Pelo menos um dos desenvolvedores principais do projeto DEVE conhecer tipos comuns de erros que levam a vulnerabilidades neste tipo de software, bem como pelo menos um método para combater ou mitigar cada um deles. [know_common_errors]
    Exemplos (dependendo do tipo de software) incluem injeção SQL, injeção de SO, estouro clássico de buffer, cross-site scripting, autenticação ausente e autorização ausente. Veja o CWE/SANS top 25 ou OWASP Top 10 para listas comumente usadas. Muitos livros e cursos estão disponíveis para ajudá-lo a entender como desenvolver software mais seguro e discutir erros comuns de implementação que levam a vulnerabilidades. Por exemplo, o curso Secure Software Development Fundamentals é um conjunto gratuito de três cursos que explicam como desenvolver software mais seguro (é gratuito se você auditar; por uma taxa extra você pode obter um certificado para provar que aprendeu o material).

    The primary developer has over eleven years of experience as a software developer and technical lead and works as a Partner Solution Architect at Microsoft, where secure development practice is part of the role. Because this project ships AI agent assets rather than a network service, the dominant error classes are those in the OWASP Top 10 for LLM Applications and the OWASP Agentic Security Initiative rather than the memory-safety and injection classes of the CWE Top 25, though the latter still apply to the build scripts. The relevant classes and their mitigations in this project are: prompt injection (LLM01), countered by an explicit untrusted-content boundary that processes all ingested external content as data to analyse or quote and never as instructions, and that refuses embedded authority changes such as "ignore previous instructions" or "set autonomy to full"; excessive agency and insecure output handling (LLM02, LLM06), countered by an impactful-action gate that halts any irreversible operation and resumes only on explicit human approval delivered through a separate channel, never on a timeout; supply-chain compromise (LLM03, CWE-1357), countered by pinning every third-party GitHub Action to a full commit SHA, pinning the upstream microsoft/hve-core dependency to a specific commit that only a guarded workflow may move, a resolved apm.lock.yaml, Dependabot updates, and OpenSSF Scorecard analysis; sensitive information disclosure (CWE-200), countered by a mandatory sanitisation checklist on any pull request proposing a shared learning, requiring removal of secrets, customer and individual names, internal URLs, and environment-specific paths, backed by GitHub secret scanning with push protection; CI script injection (CWE-94, CWE-78), countered by Zizmor static analysis of every workflow and by passing untrusted inputs through environment variables rather than interpolating them into shell blocks; path traversal (CWE-22), countered by consistent use of -LiteralPath in file operations; and missing authorization (CWE-862), countered by gates that persist in state.json and advance only on an authorised approval. Familiarity with these classes is further evidenced by the assessment tooling the project ships: security-review-llm.prompt.md drives owasp-llm and owasp-agentic assessments, and the package includes dedicated CVE analysis, dependency review, supply-chain review, and VEX generation agents.


  • Usar práticas criptográficas boas e básicas

    Observe que alguns softwares não precisam usar mecanismos criptográficos. Se o seu projeto produzir software que (1) inclui, ativa ou habilita funcionalidade de criptografia, e (2) pode ser liberado dos Estados Unidos (EUA) para fora dos EUA ou para um não cidadão dos EUA, você pode ser legalmente obrigado a tomar algumas etapas extras. Normalmente isso envolve apenas o envio de um e-mail. Para mais informações, consulte a seção de criptografia de Understanding Open Source Technology & US Export Controls.

    O software produzido pelo projeto DEVE usar, por padrão, apenas protocolos criptográficos e algoritmos que são publicamente publicados e revisados por especialistas (se protocolos criptográficos e algoritmos forem usados). [crypto_published]
    Esses critérios criptográficos nem sempre se aplicam porque alguns softwares não têm necessidade de usar diretamente capacidades criptográficas.


    Se o software produzido pelo projeto for uma aplicação ou biblioteca, e seu propósito principal não for implementar criptografia, então ele DEVERIA apenas chamar software especificamente projetado para implementar funções criptográficas; ele NÃO DEVERIA reimplementar o seu próprio. [crypto_call]


    Toda funcionalidade no software produzido pelo projeto que depende de criptografia DEVE ser implementável usando FLOSS. [crypto_floss]


    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVEM usar comprimentos de chave padrão que pelo menos atendam aos requisitos mínimos do NIST até o ano de 2030 (conforme declarado em 2012). DEVE ser possível configurar o software para que comprimentos de chave menores sejam completamente desabilitados. [crypto_keylength]
    Esses comprimentos mínimos de bits são: chave simétrica 112, módulo de fatoração 2048, chave de logaritmo discreto 224, grupo logarítmico discreto 2048, curva elíptica 224 e hash 224 (hashing de senha não é coberto por este comprimento de bits, mais informações sobre hashing de senha podem ser encontradas no critério crypto_password_storage). Veja https://www.keylength.com para uma comparação de recomendações de comprimento de chave de várias organizações. O software PODE permitir comprimentos de chave menores em algumas configurações (idealmente não permitiria, já que isso permite ataques de downgrade, mas comprimentos de chave mais curtos são às vezes necessários para interoperabilidade).


    Os mecanismos de segurança padrão dentro do software produzido pelo projeto NÃO DEVEM depender de algoritmos criptográficos quebrados (por exemplo, MD4, MD5, DES único, RC4, Dual_EC_DRBG), ou usar modos de cifra que são inadequados ao contexto, a menos que sejam necessários para implementar um protocolo interoperável (onde o protocolo implementado é a versão mais recente desse padrão amplamente suportado pelo ecossistema de rede, esse ecossistema requer o uso de tal algoritmo ou modo, e esse ecossistema não oferece nenhuma alternativa mais segura). A documentação DEVE descrever quaisquer riscos de segurança relevantes e quaisquer mitigações conhecidas se esses algoritmos ou modos quebrados forem necessários para um protocolo interoperável. [crypto_working]
    O modo ECB é quase nunca apropriado porque revela blocos idênticos dentro do texto cifrado conforme demonstrado pelo pinguim ECB, e o modo CTR é frequentemente inadequado porque não realiza autenticação e causa duplicatas se o estado de entrada for repetido. Em muitos casos é melhor escolher um modo de algoritmo de cifra de bloco projetado para combinar sigilo e autenticação, por exemplo, Galois/Counter Mode (GCM) e EAX. Projetos PODEM permitir que usuários habilitem mecanismos quebrados (por exemplo, durante a configuração) onde necessário para compatibilidade, mas então os usuários sabem que estão fazendo isso.


    Os mecanismos de segurança padrão dentro do software produzido pelo projeto NÃO DEVERIAM depender de algoritmos criptográficos ou modos com fraquezas sérias conhecidas (por exemplo, o algoritmo de hash criptográfico SHA-1 ou o modo CBC em SSH). [crypto_weaknesses]
    Preocupações sobre o modo CBC em SSH são discutidas em CERT: SSH CBC vulnerability.


    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVERIAM implementar sigilo perfeito para frente para protocolos de acordo de chave, de modo que uma chave de sessão derivada de um conjunto de chaves de longo prazo não possa ser comprometida se uma das chaves de longo prazo for comprometida no futuro. [crypto_pfs]


    Se o software produzido pelo projeto causar o armazenamento de senhas para autenticação de usuários externos, as senhas DEVEM ser armazenadas como hashes iterados com um salt por usuário usando um algoritmo de extensão de chave (iterado) (por exemplo, Argon2id, Bcrypt, Scrypt ou PBKDF2). Veja também OWASP Password Storage Cheat Sheet. [crypto_password_storage]
    Este critério aplica-se apenas quando o software está aplicando autenticação de usuários usando senhas para usuários externos (também conhecida como autenticação de entrada), como aplicações web do lado do servidor. Não se aplica em casos onde o software armazena senhas para autenticar em outros sistemas (também conhecida como autenticação de saída, por exemplo, o software implementa um cliente para algum outro sistema), já que pelo menos partes desse software devem ter acesso frequentemente à senha não hasheada.


    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVEM gerar todas as chaves criptográficas e nonces usando um gerador de números aleatórios criptograficamente seguro, e NÃO DEVEM fazê-lo usando geradores que são criptograficamente inseguros. [crypto_random]
    Um gerador de números aleatórios criptograficamente seguro pode ser um gerador de números aleatórios de hardware, ou pode ser um gerador de números pseudo-aleatórios criptograficamente seguro (CSPRNG) usando um algoritmo como Hash_DRBG, HMAC_DRBG, CTR_DRBG, Yarrow ou Fortuna. Exemplos de chamadas para geradores de números aleatórios seguros incluem o java.security.SecureRandom do Java e o window.crypto.getRandomValues do JavaScript. Exemplos de chamadas para geradores de números aleatórios inseguros incluem o java.util.Random do Java e o Math.random do JavaScript.

  • Entrega protegida contra ataques man-in-the-middle (MITM)


    O projeto DEVE usar um mecanismo de entrega que contraponha ataques MITM. Usar https ou ssh+scp é aceitável. [delivery_mitm]
    Um mecanismo ainda mais forte é liberar o software com pacotes assinados digitalmente, já que isso mitiga ataques no sistema de distribuição, mas isso só funciona se os usuários puderem estar confiantes de que as chaves públicas para assinaturas estão corretas e se os usuários realmente verificarão a assinatura.

    Distribution channels use HTTPS exclusively. [osps_br_03_02]



    Um hash criptográfico (por exemplo, um sha1sum) NÃO DEVE ser recuperado por http e usado sem verificar uma assinatura criptográfica. [delivery_unsigned]
    Esses hashes podem ser modificados durante o trânsito.

    The project never retrieves a cryptographic hash, over HTTP or otherwise, so there is no hash whose integrity could depend on an unauthenticated channel. No file in the repository contains an http:// URL, and no build script or workflow invokes curl, wget, Invoke-WebRequest, Invoke-RestMethod, or any other direct download mechanism. All external content is fetched by established tools over HTTPS: git for source, the APM CLI for package dependencies, npm for the Copilot CLI, and the GitHub CLI for release automation. Integrity is enforced through immutable identifiers rather than separately published checksums. Every third-party GitHub Action is pinned to a full commit SHA, the upstream microsoft/hve-core dependency is pinned to a specific commit that only a guarded workflow is permitted to advance, apm.lock.yaml records the resolved dependency set, and build-time tooling such as Pester and PSScriptAnalyzer is installed at an exact -RequiredVersion.


  • Vulnerabilidades conhecidas publicamente corrigidas


    NÃO DEVE haver vulnerabilidades não corrigidas de severidade média ou superior que sejam publicamente conhecidas por mais de 60 dias. [vulnerabilities_fixed_60_days]
    A vulnerabilidade deve ser corrigida e lançada pelo próprio projeto (as correções podem ser desenvolvidas em outro lugar). Uma vulnerabilidade se torna publicamente conhecida (para este propósito) uma vez que tem um CVE com informações lançadas publicamente sem paywall (relatadas, por exemplo, no National Vulnerability Database) ou quando o projeto foi informado e a informação foi liberada ao público (possivelmente pelo projeto). Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente usado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade eles mesmos usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem publicamente reveladas uma vez que a vulnerabilidade seja publicamente conhecida. Nota: isso significa que os usuários podem ficar vulneráveis a todos os atacantes em todo o mundo por até 60 dias. Este critério é frequentemente muito mais fácil de atender do que o que o Google recomenda em Rebooting responsible disclosure, porque o Google recomenda que o período de 60 dias comece quando o projeto é notificado mesmo se o relatório não for público. Observe também que este critério de selo, como outros critérios, aplica-se ao projeto individual. Alguns projetos fazem parte de organizações guarda-chuva maiores ou projetos maiores, possivelmente em múltiplas camadas, e muitos projetos alimentam seus resultados para outras organizações e projetos como parte de uma cadeia de suprimentos potencialmente complexa. Um projeto individual geralmente não pode controlar o resto, mas um projeto individual pode trabalhar para lançar uma correção de vulnerabilidade de forma oportuna. Portanto, focamos apenas no tempo de resposta do projeto individual. Uma vez que uma correção esteja disponível do projeto individual, outros podem determinar como lidar com a correção (por exemplo, eles podem atualizar para a versão mais recente ou podem aplicar apenas a correção como uma solução cherry-picked).

    The project has never had a vulnerability reported against it. There are no published GitHub security advisories, no open Dependabot alerts, and no known CVEs affecting the software this project produces. Dependabot alerts, Dependabot security updates, secret scanning, and push protection are enabled on the repository, and CodeQL, Zizmor, Checkov, and OpenSSF Scorecard run on every pull request with findings published to the GitHub Security tab. One code-scanning alert is currently open, a zizmor/artipacked warning raised on 2026-08-24 against a workflow. It is a static-analysis hygiene finding rather than a disclosed vulnerability, it carries no CVE or CVSS score, and it has been open for less than 60 days.



    Os projetos DEVERIAM corrigir todas as vulnerabilidades críticas rapidamente após serem relatadas. [vulnerabilities_critical_fixed]

    No critical or high-severity vulnerabilities have been reported against this project, and none are outstanding. The project is nonetheless set up to ship a fix quickly rather than relying on a promise to do so. SECURITY.md commits to acknowledging a report within 5 business days and providing a status update within 10, with the fix shipping in the next release and the advisory published once it is available. Releases are cut on demand when pending work is judged ready rather than on a fixed schedule, so a fix does not wait for a release window. CONTRIBUTING.md documents a hotfix procedure for the case where the default branch holds work that must not ship yet: a hotfix branch is cut from the last release tag, the fix is applied there, and Release Prep assembles and tags a patch release from that branch alone, leaving unshippable pending work untouched. The hotfix is then merged back so the fix survives the next release. Separately, every merge rebuilds a rolling pre-release tag within minutes, so a fix is installable for verification as soon as it lands, before a formal release is cut. Automated detection runs continuously through Dependabot alerts and security updates, CodeQL, Zizmor, Checkov, and OpenSSF Scorecard, with findings published to the GitHub Security tab.


  • Outras questões de segurança


    Os repositórios públicos NÃO DEVEM vazar uma credencial privada válida (por exemplo, uma senha funcionando ou chave privada) que se destina a limitar o acesso público. [no_leaked_credentials]
    Um projeto PODE vazar credenciais "de amostra" para testes e bancos de dados sem importância, desde que não sejam destinadas a limitar o acesso público.

    The repository contains no credentials. All secrets consumed by CI are referenced exclusively through the GitHub Actions secrets context (GITHUB_TOKEN, COPILOT_GITHUB_TOKEN, HVE_SQUAD_PLUGIN_PUSH_TOKEN, SYNC_DEPS_TOKEN) and are stored as encrypted repository secrets, never as literals in tracked files. No private key material, keystore, or .env file is tracked. A pattern scan for GitHub tokens, AWS access keys, PEM private key blocks, Slack tokens, OpenAI keys, and JWTs found nothing across the 184 tracked files, and the same scan across the full 305-commit history on all branches likewise found nothing, so no credential was committed and later removed. GitHub secret scanning is enabled with push protection, currently reporting zero open alerts, which blocks a supported credential type from being pushed in the first place. The project runs no service and provisions no accounts, so there is no credential intended to limit public access that could be leaked.


 Análise 8/8 ●

  • Análise estática de código


    Pelo menos uma ferramenta de análise estática de código (além de avisos do compilador e modos de linguagem "seguros") DEVE ser aplicada a qualquer grande lançamento de produção proposto do software antes de seu lançamento, se houver pelo menos uma ferramenta FLOSS que implemente este critério na linguagem selecionada. [static_analysis]
    Uma ferramenta de análise estática de código examina o código de software (como código-fonte, código intermediário ou executável) sem executá-lo com entradas específicas. Para fins deste critério, avisos do compilador e modos de linguagem "seguros" não contam como ferramentas de análise estática de código (estes tipicamente evitam análise profunda porque a velocidade é vital). Algumas ferramentas de análise estática focam na detecção de defeitos genéricos, outras focam em encontrar tipos específicos de defeitos (como vulnerabilidades), e algumas fazem uma combinação. Exemplos de tais ferramentas de análise estática de código incluem cppcheck (C, C++), clang static analyzer (C, C++), SpotBugs (Java), FindBugs (Java) (incluindo FindSecurityBugs), PMD (Java), Brakeman (Ruby on Rails), lintr (R), goodpractice (R), Coverity Quality Analyzer, SonarQube, Codacy e HP Enterprise Fortify Static Code Analyzer. Listas maiores de ferramentas podem ser encontradas em lugares como a lista da Wikipedia de ferramentas para análise estática de código, informações da OWASP sobre análise estática de código, lista do NIST de analisadores de segurança de código-fonte e lista de ferramentas de análise estática de Wheeler. Se não houver ferramentas de análise estática FLOSS disponíveis para a(s) linguagem(ns) de implementação usada(s), você pode selecionar 'N/A'.

    Four FLOSS static analysis tools run in CI, all beyond compiler warnings and safe language modes. Checkov 3.2.533 scans infrastructure-as-code and workflow definitions and is configured as blocking, with any accepted finding requiring a justified inline checkov:skip. Zizmor 1.29.0 performs security analysis of GitHub Actions workflows, targeting supply-chain and privilege weaknesses such as credential persistence and template injection. CodeQL analyses the Python surface. PSScriptAnalyzer 1.25.0 analyses the PowerShell build scripts and test suites. All four publish SARIF results to the GitHub Security tab under distinct categories. Checkov and Zizmor are triggered on every pull request targeting the default branch with no path filter, and pull requests are the only route by which a change can reach that branch. Because a release is a tag cut from the head of the default branch, the tree that is released is exactly the tree those analysers have already passed, so static analysis is applied to every proposed release by construction rather than as a separate step that could be omitted. CodeQL additionally runs on a weekly schedule, and Zizmor on a weekly schedule, so newly published rules are applied to released code even when no change is proposed.



    É SUGERIDO que pelo menos uma das ferramentas de análise estática usadas para o critério static_analysis inclua regras ou abordagens para procurar vulnerabilidades comuns na linguagem ou ambiente analisado. [static_analysis_common_vulnerabilities]
    Ferramentas de análise estática que são especificamente projetadas para procurar vulnerabilidades comuns são mais propensas a encontrá-las. Dito isso, usar quaisquer ferramentas estáticas normalmente ajudará a encontrar alguns problemas, então estamos sugerindo mas não exigindo isso para o nível de selo 'passing'.

    Three of the four static analysis tools are purpose-built vulnerability scanners rather than general-purpose quality linters. Zizmor exists specifically to find security vulnerabilities in GitHub Actions workflows, covering template injection, credential persistence, artifact poisoning, and excessive token permissions, which is the dominant vulnerability class for a project whose executable surface is largely CI automation. CodeQL applies semantic queries mapped to CWE categories such as injection, path traversal, and unsafe deserialization against the Python surface. Checkov scans infrastructure-as-code and workflow definitions for security misconfiguration and runs in blocking mode, with any accepted finding requiring a justified inline checkov:skip annotation. PSScriptAnalyzer additionally carries security-specific rules including PSAvoidUsingPlainTextForPassword, PSAvoidUsingConvertToSecureStringWithPlainText, PSAvoidUsingInvokeExpression, and PSUsePSCredentialType. All four publish SARIF to the GitHub Security tab under distinct categories. These tools find real issues rather than hypothetical ones: Zizmor currently reports an open artipacked finding against a workflow that persists a repository push token into the git configuration for the remainder of a job, which is being tracked for remediation.



    Todas as vulnerabilidades exploráveis de severidade média e superior descobertas com análise estática de código DEVEM ser corrigidas de forma oportuna após serem confirmadas. [static_analysis_fixed]
    Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente usado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade eles mesmos usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem publicamente reveladas uma vez que a vulnerabilidade seja publicamente conhecida. Observe que o critério vulnerabilities_fixed_60_days exige que todas essas vulnerabilidades sejam corrigidas dentro de 60 dias de se tornarem públicas.

    No medium or higher severity exploitable vulnerability has been discovered by static analysis. CodeQL and Checkov currently report zero open alerts. PSScriptAnalyzer reports 22 findings, all Warning or Information severity and all code-quality in nature (naming conventions, comment-based help, ShouldProcess on internal helper functions), with no Error-severity findings and none carrying security impact; the CI gate blocks the build on Error severity. One Zizmor finding is open, artipacked, which reports that a checkout step in publish-plugin.yml persists a repository token into the git configuration for the remainder of the job. It was assessed and is not exploitable: that workflow is triggered solely by workflow_dispatch, which requires write access to the repository, and has no pull_request, pull_request_target, or fork-triggered path, so injecting a step to read the persisted credential requires privileges that already confer access to the token. Zizmor rates it Warning and GitHub assigns it no security severity level, placing it below the medium threshold. It is nonetheless tracked as a hardening item and will be addressed rather than dismissed. Findings that are accepted rather than fixed carry a justified inline annotation (# zizmor: ignore[...] or # checkov:skip=...) recording the reasoning, so no finding is silently suppressed.



    É SUGERIDO que a análise estática de código-fonte ocorra em cada commit ou pelo menos diariamente. [static_analysis_often]

    Static analysis runs on every commit. Checkov and Zizmor are both triggered on every pull request targeting the default branch with no path filter, and pull requests are the only route by which a change can reach that branch, so no commit lands without being analysed regardless of which files it touches. Checkov additionally runs on every push to the default branch. CodeQL analyses the Python surface and PSScriptAnalyzer the PowerShell surface on any pull request or push touching those file types. Beyond change-triggered runs, three scheduled scans re-analyse the released code so that newly published rules are applied even when nothing has changed: Zizmor weekly on Mondays, OpenSSF Scorecard weekly on Tuesdays, and CodeQL weekly on Thursdays. All results are published to the GitHub Security tab under distinct categories, so a finding introduced by a rule update surfaces without a code change.


  • Análise dinâmica de código


    É SUGERIDO que pelo menos uma ferramenta de análise dinâmica seja aplicada a qualquer grande lançamento de produção proposto do software antes de seu lançamento. [dynamic_analysis]
    Uma ferramenta de análise dinâmica examina o software executando-o com entradas específicas. Por exemplo, o projeto PODE usar uma ferramenta de fuzzing (por exemplo, American Fuzzy Lop) ou um scanner de aplicação web (por exemplo, OWASP ZAP ou w3af). Em alguns casos, o projeto OSS-Fuzz pode estar disposto a aplicar testes de fuzzing ao seu projeto. Para fins deste critério, a ferramenta de análise dinâmica precisa variar as entradas de alguma forma para procurar vários tipos de problemas ou ser um conjunto de testes automatizado com pelo menos 80% de cobertura de ramificação. A página da Wikipedia sobre análise dinâmica e a página da OWASP sobre fuzzing identificam algumas ferramentas de análise dinâmica. A(s) ferramenta(s) de análise PODEM estar focadas em procurar vulnerabilidades de segurança, mas isso não é obrigatório.

    The project applies automated testing before release but does not currently meet the specific bar this criterion sets. The release gate is the Tier 0 conformance suite, which installs the package exactly as a consumer receives it and executes 575 Pester assertions against the installed tree. Tier 1 additionally performs live behavioural runs against fixture repositories, executing the squad end to end and asserting on the state artifacts left on disk, and Tier 2 compares a live run against stored semantic baselines. However, none of these vary their inputs in the manner of a fuzzer or scanner: Tier 1 exercises a fixed set of recorded scenarios. Branch coverage is also not instrumented, since none of the tier runners enable Pester's CodeCoverage configuration, so the project cannot demonstrate the 80% threshold this criterion offers as an alternative. Coverage of the PowerShell build scripts would in any case be low, because Tier 0 asserts against an installed package tree rather than executing those scripts. Planned improvements are to enable Pester code coverage reporting in CI to establish a measured baseline, and to add unit tests for the build and release scripts, which are currently the least-covered executable surface.



    É SUGERIDO que se o software produzido pelo projeto incluir software escrito usando uma linguagem insegura em memória (por exemplo, C ou C++), então pelo menos uma ferramenta dinâmica (por exemplo, um fuzzer ou scanner de aplicação web) seja rotineiramente usada em combinação com um mecanismo para detectar problemas de segurança de memória, como estouros de buffer. Se o projeto não produzir software escrito em uma linguagem insegura em memória, escolha "não aplicável" (N/A). [dynamic_analysis_unsafe]
    Exemplos de mecanismos para detectar problemas de segurança de memória incluem Address Sanitizer (ASAN) (disponível no GCC e LLVM), Memory Sanitizer e valgrind. Outras ferramentas potencialmente usadas incluem thread sanitizer e undefined behavior sanitizer. Assertivas generalizadas também funcionariam.

    The project produces no software written in a memory-unsafe language. Its output is a package of markdown assets (agents, prompts, instructions, and skills) together with PowerShell 7 build scripts, Pester test suites, and YAML workflow definitions. There is no C, C++, or unsafe Rust in the repository and nothing is compiled to native code, so there is no memory-safety surface for a sanitizer or memory-error detector to examine. PowerShell runs on the .NET managed runtime, which provides memory safety by construction.



    É SUGERIDO que o projeto use uma configuração para pelo menos alguma análise dinâmica (como testes ou fuzzing) que habilite muitas asserções. Em muitos casos, essas asserções não devem ser habilitadas em builds de produção. [dynamic_analysis_enable_assertions]
    Este critério não sugere habilitar asserções durante a produção; isso é inteiramente decisão do projeto e de seus usuários. O foco deste critério é, em vez disso, melhorar a detecção de falhas durante a análise dinâmica antes da implantação. Habilitar asserções no uso em produção é completamente diferente de habilitar asserções durante a análise dinâmica (como testes). Em alguns casos, habilitar asserções no uso em produção é extremamente imprudente (especialmente em componentes de alta integridade). Existem muitos argumentos contra habilitar asserções em produção, por exemplo, bibliotecas não devem travar chamadores, sua presença pode causar rejeição por lojas de aplicativos e/ou ativar uma asserção em produção pode expor dados privados, como chaves privadas. Observe que em muitas distribuições Linux NDEBUG não é definido, então assert() em C/C++ será habilitado por padrão para produção nesses ambientes. Pode ser importante usar um mecanismo de asserção diferente ou definir NDEBUG para produção nesses ambientes.

    The test configuration deliberately enables more assertions than a normal run. The suites are assertion-based throughout, with 575 Pester assertions executing in the Tier 0 conformance run alone, and every case traces to a numbered entry in tests/squad-behavior-contract.md. Two switches exist specifically to widen assertion coverage during analysis. Tier 1's -Strict promotes consumption findings, which are advisory during a live run, to blocking during the self-check, on the reasoning that a mutation the contract merely mentions is a mutation it does not catch. Tier 0's -IncludeAdvisory enables additional assertion cases that are otherwise reported without gating. Tier 1 also ships mutation controls invoked with -SelfCheck, where each case breaks exactly one rule and requires the contract to detect it, which is the evidence that the assertions can fail rather than passing vacuously. All PowerShell scripts, modules, and test runners execute under Set-StrictMode -Version Latest with $ErrorActionPreference = 'Stop', turning uninitialised variable references, non-existent property access, and malformed method calls into terminating errors during analysis. Tier 0 additionally treats a run that produces zero tests as a failure, so a discovery error cannot be mistaken for success. None of this carries into what consumers receive: the shipped package is markdown assets with no runtime assertion machinery, so there is no production assertion cost or disclosure risk.



    Todas as vulnerabilidades exploráveis de severidade média e superior descobertas com análise dinâmica de código DEVEM ser corrigidas em tempo hábil após serem confirmadas. [dynamic_analysis_fixed]
    Se você não está executando análise dinâmica de código e, portanto, não encontrou nenhuma vulnerabilidade dessa forma, escolha "não aplicável" (N/A). Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente utilizado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade por conta própria usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem reveladas publicamente assim que a vulnerabilidade for conhecida publicamente.

    The project does not perform dynamic code analysis as this criterion defines it, consistent with the answer given for dynamic_analysis: it uses no fuzzer or scanner that varies inputs, and branch coverage is not instrumented, so the 80% alternative threshold cannot be demonstrated. No vulnerability has therefore been discovered by dynamic analysis, and none is outstanding. The project does run automated Pester test suites across three tiers, including live behavioural runs against fixture repositories, and these have found functional defects that were fixed and covered by regression cases, but they have surfaced no security vulnerability. Should dynamic analysis be introduced and a medium or higher severity exploitable vulnerability be confirmed, it would be handled under the process documented in SECURITY.md, which commits to acknowledgement within 5 business days, a status update within 10, and a fix in the next release, with a hotfix path documented in CONTRIBUTING.md for shipping a patch without releasing unrelated pending work.



Você pode usar ferramentas e sistemas de IA para propor alterações por meio de uma URL simples, como https://www.bestpractices.dev/pt-BR/projects/14231/choose/edit?osps_ac_01_01_status=Met&osps_ac_01_01_justification=GitHub+enforced. Veja nosso sistema de propostas de automação para saber como fazer isso. Estes dados estão disponíveis sob o Community Data License Agreement – Permissive, Version 2.0 (CDLA-Permissive-2.0). Isso significa que um Destinatário de Dados pode compartilhar os Dados, com ou sem modificações, desde que o Destinatário de Dados disponibilize o texto deste acordo com os Dados compartilhados. Por favor, dê crédito a Peter Nehme e aos contribuidores do selo de melhores práticas OpenSSF.

Entrada de selo do projeto de propriedade de: Peter Nehme.
Entrada criada em 2026-08-25 06:53:21 UTC, última atualização em 2026-10-19 21:45:30 UTC. Selo de aprovação alcançado pela última vez em 2026-08-25 08:33:58 UTC.