dso

Projetos que seguem as melhores práticas abaixo podem se autocertificar voluntariamente e mostrar que alcançaram um selo de melhores práticas da Open Source Security Foundation (OpenSSF).

Não existe um conjunto de práticas que possa garantir que o software nunca terá defeitos ou vulnerabilidades; mesmo métodos formais podem falhar se as especificações ou suposições estiverem erradas. Nem existe qualquer conjunto de práticas que possa garantir que um projeto sustentará uma comunidade de desenvolvimento saudável e bem-funcionada. No entanto, seguir as melhores práticas pode ajudar a melhorar os resultados dos projetos. Por exemplo, algumas práticas permitem revisão multipessoal antes do lançamento, o que pode ajudar a encontrar vulnerabilidades técnicas difíceis de encontrar e ajudar a construir confiança e desejo de interação repetida entre desenvolvedores de diferentes empresas. Para ganhar um selo, todos os critérios DEVE e NÃO DEVE devem ser atendidos, todos os critérios DEVERIA devem ser atendidos OU não atendidos com justificativa, e todos os critérios SUGERIDO devem ser atendidos OU não atendidos (queremos que sejam considerados pelo menos). Se você quiser inserir texto de justificativa como um comentário genérico, em vez de ser uma justificativa de que a situação é aceitável, inicie o bloco de texto com '//' seguido de um espaço. Feedback é bem-vindo via site do GitHub como questões ou pull requests Há também uma lista de discussão para discussão geral.

Fornecemos com prazer as informações em vários idiomas, no entanto, se houver qualquer conflito ou inconsistência entre as traduções, a versão em inglês é a versão autoritativa.
Se este é o seu projeto, por favor mostre o status do seu selo na página do seu projeto! O status do selo se parece com isto: O nível do selo para o projeto 12920 é in_progress Aqui está como incorporá-lo:
Você pode mostrar o status do seu selo incorporando isto no seu arquivo markdown:
[![OpenSSF Best Practices](https://www.bestpractices.dev/projects/12920/badge)](https://www.bestpractices.dev/projects/12920)
ou incorporando isto no seu HTML:
<a href="https://www.bestpractices.dev/projects/12920"><img src="https://www.bestpractices.dev/projects/12920/badge"></a>


Estes são os critérios de nível de Aprovação. Você também pode visualizar os critérios de nível Prata ou Ouro.

Baseline Series: Nível Básico 1 Nível Básico 2 Nível Básico 3

        

 Fundamentos 13/13

  • Geral

    Observe que outros projetos podem usar o mesmo nome.

    Zero-persistence secret injection for Docker containers. Eliminates secret storage on disk by retrieving credentials at runtime from AWS Secrets Manager, Azure Key Vault, HashiCorp Vault, or Huawei Cloud CSMS.

    Use o formato de expressão de licença SPDX; exemplos incluem "Apache-2.0", "BSD-2-Clause", "BSD-3-Clause", "GPL-2.0+", "LGPL-3.0+", "MIT" e "(BSD-2-Clause OR Ruby)". Não inclua aspas simples ou aspas duplas.
    Se houver mais de uma linguagem, liste-as como valores separados por vírgula (espaços opcionais) e ordene-as da mais usada para a menos usada. Se houver uma longa lista, liste pelo menos as três primeiras mais comuns. Se não houver linguagem (por exemplo, este é um projeto apenas de documentação ou apenas de teste), use o caractere único "-". Use uma capitalização convencional para cada linguagem, por exemplo, "JavaScript".
    O Common Platform Enumeration (CPE) é um esquema de nomenclatura estruturado para sistemas de tecnologia da informação, software e pacotes. Ele é usado em vários sistemas e bancos de dados ao relatar vulnerabilidades.

    Phase 1 CNCF Sandbox preparation completed. Fixed critical production blockers, established governance model, published roadmap, and implemented automated quality gates. Application pending CNCF review. All code production-ready and security-hardened.

  • Conteúdo básico do site do projeto


    O site do projeto DEVE descrever sucintamente o que o software faz (qual problema ele resolve?). [description_good]
    Isso DEVE estar em linguagem que usuários potenciais possam entender (por exemplo, ele usa o mínimo de jargão).

    The project README.md clearly describes DSO as: "Zero-persistence secret injection for Docker containers. Eliminates secret storage on disk by retrieving credentials at runtime from AWS Secrets Manager, Azure Key Vault, HashiCorp Vault, or Huawei Cloud CSMS." The GitHub repository home page explains the problem being solved and key features.



    O site do projeto DEVE fornecer informações sobre como: obter, fornecer feedback (como relatórios de bugs ou melhorias) e contribuir com o software. [interact]

    The project provides:

    1. How to obtain: GitHub releases page and Docker Hub with installation instructions in README.md

    2. How to provide feedback: GitHub issue templates for bugs, features, and security vulnerabilities (/.github/ISSUE_TEMPLATE/)

    3. How to contribute: CONTRIBUTING.md file details the pull request process, code review standards, and governance model. GitHub discussions enabled for community interaction.

    All information is accessible and non-proprietary.



    As informações sobre como contribuir DEVEM explicar o processo de contribuição (por exemplo, pull requests são usados?) (URL obrigatória) [contribution]
    Presumimos que projetos no GitHub usam issues e pull requests, a menos que indicado de outra forma. Essa informação pode ser breve, por exemplo, declarando que o projeto usa pull requests, um rastreador de issues ou postagens em uma lista de discussão (qual?)

    Non-trivial contribution file in repository: https://github.com/docker-secret-operator/dso/blob/main/CONTRIBUTING.md.



    As informações sobre como contribuir DEVERIAM incluir os requisitos para contribuições aceitáveis (por exemplo, uma referência a qualquer padrão de codificação exigido). (URL obrigatória) [contribution_requirements]

    Code standards required: go vet, go fmt, go test -race
    Minimum coverage: 70% overall, 85% critical packages
    Pull request review required per GOVERNANCE.md
    All GitHub Actions CI/CD checks must pass
    Details: https://github.com/docker-secret-operator/dso/blob/main/GOVERNANCE.md


  • Licença FLOSS


    O software produzido pelo projeto DEVE ser lançado como FLOSS. [floss_license]
    FLOSS é software lançado de uma forma que atende à Definição de Código Aberto ou à Definição de Software Livre. Exemplos de tais licenças incluem CC0, MIT, BSD 2-clause, BSD 3-clause revisada, Apache 2.0, Lesser GNU General Public License (LGPL) e a GNU General Public License (GPL). Para nossos propósitos, isso significa que a licença DEVE ser: O software PODE também ser licenciado de outras formas (por exemplo, "GPLv2 ou proprietário" é aceitável).

    The Apache-2.0 license is approved by the Open Source Initiative (OSI).



    É SUGERIDO que qualquer licença(s) exigida para o software produzido pelo projeto seja aprovada pela Open Source Initiative (OSI). [floss_license_osi]
    A OSI usa um processo de aprovação rigoroso para determinar quais licenças são OSS.

    The Apache-2.0 license is approved by the Open Source Initiative (OSI).



    O projeto DEVE publicar a(s) licença(s) de seus resultados em um local padrão em seu repositório de código-fonte. (URL obrigatória) [license_location]
    Uma convenção é publicar a licença como um arquivo de nível superior chamado LICENSE ou COPYING, que PODE ser seguido por uma extensão como ".txt" ou ".md". Uma convenção alternativa é ter um diretório chamado LICENSES contendo arquivo(s) de licença; esses arquivos são tipicamente nomeados como seu identificador de licença SPDX seguido por uma extensão de arquivo apropriada, conforme descrito na Especificação REUSE. Observe que este critério é apenas um requisito no repositório de código-fonte. Você NÃO precisa incluir o arquivo de licença ao gerar algo a partir do código-fonte (como um executável, pacote ou contêiner). Por exemplo, ao gerar um pacote R para a Comprehensive R Archive Network (CRAN), siga a prática padrão do CRAN: se a licença for uma licença padrão, use a especificação de licença curta padrão (para evitar instalar outra cópia do texto) e liste o arquivo LICENSE em um arquivo de exclusão como .Rbuildignore. Da mesma forma, ao criar um pacote Debian, você pode colocar um link no arquivo de copyright para o texto da licença em /usr/share/common-licenses e excluir o arquivo de licença do pacote criado (por exemplo, deletando o arquivo após chamar dh_auto_install). Nós encorajamos a inclusão de informações de licença legíveis por máquina em formatos gerados, quando praticável.

    Non-trivial license location file in repository: https://github.com/docker-secret-operator/dso/blob/main/LICENSE.


  • Documentação


    O projeto DEVE fornecer documentação básica para o software produzido pelo projeto. [documentation_basics]
    Esta documentação deve estar em alguma mídia (como texto ou vídeo) que inclua: como instalá-lo, como iniciá-lo, como usá-lo (possivelmente com um tutorial usando exemplos) e como usá-lo de forma segura (por exemplo, o que fazer e o que não fazer) se esse for um tópico apropriado para o software. A documentação de segurança não precisa ser longa. O projeto PODE usar hiperlinks para material não pertencente ao projeto como documentação. Se o projeto não produz software, escolha "não aplicável" (N/A).

    Some documentation basics file contents found.



    O projeto DEVE fornecer documentação de referência que descreva a interface externa (tanto entrada quanto saída) do software produzido pelo projeto. [documentation_interface]
    A documentação de uma interface externa explica a um usuário final ou desenvolvedor como usá-la. Isso incluiria sua interface de programação de aplicativos (API) se o software tiver uma. Se for uma biblioteca, documente as principais classes/tipos e métodos/funções que podem ser chamados. Se for uma aplicação web, defina sua interface de URL (geralmente sua interface REST). Se for uma interface de linha de comando, documente os parâmetros e opções que suporta. Em muitos casos, é melhor que a maior parte desta documentação seja gerada automaticamente, para que essa documentação permaneça sincronizada com o software conforme ele muda, mas isso não é obrigatório. O projeto PODE usar hiperlinks para material não pertencente ao projeto como documentação. A documentação PODE ser gerada automaticamente (quando praticável, esta é frequentemente a melhor forma de fazê-lo). A documentação de uma interface REST pode ser gerada usando Swagger/OpenAPI. A documentação da interface de código PODE ser gerada usando ferramentas como JSDoc (JavaScript), ESDoc (JavaScript), pydoc (Python), devtools (R), pkgdown (R) e Doxygen (muitos). Simplesmente ter comentários no código de implementação não é suficiente para satisfazer este critério; precisa haver uma maneira fácil de ver a informação sem ler todo o código-fonte. Se o projeto não produz software, escolha "não aplicável" (N/A).

    DSO provides reference documentation for all external interfaces:

    1. CLI Interface (docker dso command):
      Documentation: https://github.com/docker-secret-operator/dso/blob/main/README.md#usage
      Details: Subcommands, flags, and usage examples

    2. Provider Plugin Interface:
      Documentation: https://github.com/docker-secret-operator/dso/blob/main/pkg/api/plugin.go
      Details: SecretProvider interface with Init(), GetSecret(), WatchSecret() methods
      Implementation examples: cmd/plugins/dso-provider-*/main.go

    3. Configuration Interface:
      Documentation: https://github.com/docker-secret-operator/dso/blob/main/examples/dso.yaml
      Details: YAML configuration schema for providers and secrets
      Fields: provider type, credentials, rotation settings, secret mappings

    4. REST API (Agent Mode):
      Documentation: https://github.com/docker-secret-operator/dso/blob/main/internal/cli/
      Details: gRPC endpoints for secret injection and rotation

    5. Environment Variables:
      Documentation: https://github.com/docker-secret-operator/dso/blob/main/SECURITY.md
      Details: HUAWEI_, AZURE_, AWS_* credential configuration

    All interfaces are documented in code comments and usage examples.


  • Outro


    Os sites do projeto (site, repositório e URLs de download) DEVEM suportar HTTPS usando TLS. [sites_https]
    Isso requer que a URL da página inicial do projeto e a URL do repositório de controle de versão comecem com "https:", não "http:". Você pode obter certificados gratuitos do Let's Encrypt. Os projetos PODEM implementar este critério usando (por exemplo) GitHub pages, GitLab pages ou SourceForge project pages. Se você suportar HTTP, recomendamos que você redirecione o tráfego HTTP para HTTPS.

    Given only https: URLs.



    O projeto DEVE ter um ou mais mecanismos para discussão (incluindo mudanças propostas e questões) que sejam pesquisáveis, permitam que mensagens e tópicos sejam endereçados por URL, permitam que novas pessoas participem de algumas das discussões e não exijam instalação no lado do cliente de software proprietário. [discussion]
    Exemplos de mecanismos aceitáveis incluem lista(s) de discussão arquivadas, discussões de questões e pull requests do GitHub, Bugzilla, Mantis e Trac. Mecanismos de discussão assíncronos (como IRC) são aceitáveis se atenderem a esses critérios; certifique-se de que haja um mecanismo de arquivamento endereçável por URL. JavaScript proprietário, embora desencorajado, é permitido.

    GitHub supports discussions on issues and pull requests.



    O projeto DEVERIA fornecer documentação em inglês e ser capaz de aceitar relatórios de bugs e comentários sobre código em inglês. [english]
    O inglês é atualmente a língua franca da tecnologia de computadores; o suporte ao inglês aumenta o número de diferentes desenvolvedores e revisores em potencial em todo o mundo. Um projeto pode atender a este critério mesmo que o idioma principal de seus desenvolvedores principais não seja o inglês.

    All project documentation is in English:

    • README.md: Complete usage and installation guide
    • GOVERNANCE.md: Contributor model and decision processes
    • ROADMAP.md: 6-12 month development plan
    • SECURITY.md: Security hardening and vulnerability reporting
    • CONTRIBUTING.md: Pull request and contribution process
    • All code comments and documentation in English

    Bug reports and comments:

    • GitHub issue templates (bug.md, feature.md, security.md) - English
    • GitHub discussions enable English-language community interaction
    • Code review comments conducted in English
    • All CI/CD feedback and error messages in English

    Maintainers communicate exclusively in English. No barriers to non-native English speakers participating.



    O projeto DEVE ser mantido. [maintained]
    No mínimo, o projeto deve tentar responder a relatórios significativos de problemas e vulnerabilidades. Um projeto que está buscando ativamente um badge provavelmente é mantido. Todos os projetos e pessoas têm recursos limitados, e projetos típicos devem rejeitar algumas mudanças propostas, portanto, recursos limitados e rejeições de propostas não indicam por si só um projeto não mantido.

    Quando um projeto souber que não será mais mantido, ele deve definir este critério como "Não atendido" e usar o(s) mecanismo(s) apropriado(s) para indicar a outros que não está sendo mantido. Por exemplo, use "DEPRECATED" como o primeiro cabeçalho de seu README, adicione "DEPRECATED" perto do início de sua página inicial, adicione "DEPRECATED" ao início da descrição do projeto do repositório de código, adicione um badge de sem intenção de manutenção em seu README e/ou página inicial, marque-o como descontinuado em quaisquer repositórios de pacotes (por exemplo, npm deprecate), e/ou use o sistema de marcação do repositório de código para arquivá-lo (por exemplo, a configuração "archive" do GitHub, a marcação "archived" do GitLab, o status "readonly" do Gerrit ou o status de projeto "abandoned" do SourceForge). Discussão adicional pode ser encontrada aqui.

    Actively maintained with recent Phase 1 updates (May 2026). Clear maintenance process, defined maintainers, automated testing, and security vulnerability handling. 6-12 month roadmap demonstrates long-term commitment. Bug fixes within 2 weeks per GOVERNANCE.md.


 Controle de Mudanças 9/9

  • Repositório de código-fonte público controlado por versão


    O projeto DEVE ter um repositório de código-fonte controlado por versão que seja publicamente legível e tenha uma URL. [repo_public]
    A URL PODE ser a mesma que a URL do projeto. O projeto PODE usar branches privados (não públicos) em casos específicos enquanto a mudança não for lançada publicamente (por exemplo, para corrigir uma vulnerabilidade antes de ser revelada ao público).

    Repository on GitHub, which provides public git repositories with URLs.



    O repositório de código-fonte do projeto DEVE rastrear quais mudanças foram feitas, quem fez as mudanças e quando as mudanças foram feitas. [repo_track]

    Repository on GitHub, which uses git. git can track the changes, who made them, and when they were made.



    Para permitir revisão colaborativa, o repositório de código-fonte do projeto DEVE incluir versões intermediárias para revisão entre lançamentos; ele NÃO DEVE incluir apenas lançamentos finais. [repo_interim]
    Os projetos PODEM optar por omitir versões intermediárias específicas de seus repositórios de código-fonte públicos (por exemplo, aquelas que corrigem vulnerabilidades de segurança não públicas específicas, podem nunca ser lançadas publicamente ou incluem material que não pode ser legalmente postado e não estão no lançamento final).

    The project does not currently omit interim versions. All commits are public to enable transparency and collaborative review. If non-public security vulnerability fixes are discovered after CNCF Sandbox approval, we may privately patch and release as needed, following the vulnerability disclosure process outlined in SECURITY.md.



    É SUGERIDO que software de controle de versão distribuído comum seja usado (por exemplo, git) para o repositório de código-fonte do projeto. [repo_distributed]
    O Git não é especificamente exigido e os projetos podem usar software de controle de versão centralizado (como subversion) com justificativa.

    Repository on GitHub, which uses git. git is distributed.


  • Numeração de versão única


    Os resultados do projeto DEVEM ter um identificador de versão único para cada lançamento destinado a ser usado pelos usuários. [version_unique]
    Isso PODE ser atendido de várias maneiras, incluindo IDs de commit (como git commit id ou mercurial changeset id) ou um número de versão (incluindo números de versão que usam versionamento semântico ou esquemas baseados em data como AAAAMMDD).

    Yes, Docker Secret Operator uses semantic versioning (MAJOR.MINOR.PATCH) for unique version identification.

    Current release: v3.5.17

    Versioning scheme:

    • MAJOR: Significant breaking changes or architectural updates
    • MINOR: New features, enhancements, or capability additions
    • PATCH: Bug fixes, security patches, performance improvements

    Version management:

    • Versions are tracked as git tags in the GitHub repository (github.com/docker-secret-operator/dso/tags)
    • Each release includes a GitHub Release with:
      • Unique version tag (e.g., v3.5.17)
      • Release notes documenting changes, fixes, and security updates
      • Binary artifacts and container images tagged with the version number
      • Changelog entries linking to related commits and PRs

    Users can access specific versions via:

    • GitHub Releases page: Download source or binaries for any version
    • Docker image tags: docker pull dso:v3.5.17
    • Git tags: git checkout v3.5.17
    • Container registries: Versioned images available for deployment
      Version history is maintained in CHANGELOG.md showing all released versions with their features and fixes.


    É SUGERIDO que o formato de numeração de versão Versionamento Semântico (SemVer) ou Versionamento de Calendário (CalVer) seja usado para lançamentos. É SUGERIDO que aqueles que usam CalVer incluam um valor de nível micro. [version_semver]
    Os projetos geralmente devem preferir qualquer formato que seja esperado por seus usuários, por exemplo, porque é o formato normal usado por seu ecossistema. Muitos ecossistemas preferem SemVer, e SemVer é geralmente preferido para interfaces de programação de aplicações (APIs) e kits de desenvolvimento de software (SDKs). CalVer tende a ser usado por projetos que são grandes, têm um número excepcionalmente grande de dependências desenvolvidas independentemente, têm um escopo em constante mudança ou são sensíveis ao tempo. É SUGERIDO que aqueles que usam CalVer incluam um valor de nível micro, porque incluir um nível micro suporta branches mantidos simultaneamente sempre que isso se tornar necessário. Outros formatos de numeração de versão podem ser usados como números de versão, incluindo IDs de commit do git ou IDs de changeset do mercurial, desde que identifiquem exclusivamente as versões. No entanto, algumas alternativas (como IDs de commit do git) podem causar problemas como identificadores de lançamento, porque os usuários podem não ser capazes de determinar facilmente se estão atualizados. O formato do ID de versão pode não ser importante para identificar lançamentos de software se todos os destinatários executarem apenas a versão mais recente (por exemplo, é o código para um único site ou serviço de internet que é constantemente atualizado via entrega contínua).


    É SUGERIDO que os projetos identifiquem cada lançamento dentro de seu sistema de controle de versão. Por exemplo, é SUGERIDO que aqueles que usam git identifiquem cada lançamento usando tags do git. [version_tags]

    Yes, Docker Secret Operator identifies each release using git tags in the GitHub repository.

    Git tag naming convention: v{MAJOR}.{MINOR}.{PATCH}

    Examples of release tags:

    • v3.5.17 (current release)
    • v3.5.16 (previous patch release)
    • v3.5.0 (feature release)
    • v3.4.x (previous minor versions)

    How releases are tagged:

    1. Development occurs on main branch with regular commits
    2. When release is ready:
      • Final commit includes version bump in relevant files (version.go, README.md, etc.)
      • Annotated git tag is created: git tag -a v3.5.17 -m "Release v3.5.17"
      • Tag is pushed to GitHub: git push origin v3.5.17
    3. GitHub automatically creates Release entry from the git tag
    4. Release notes are published with changelog, fixes, and security updates

    Accessing tagged releases:

    • Users can view all tags: github.com/docker-secret-operator/dso/tags
    • Users can checkout specific version: git checkout v3.5.17
    • Users can clone specific version: git clone --branch v3.5.17 https://github.com/docker-secret-operator/dso.git
    • Users can pull versioned container images: docker pull dso:v3.5.17

    Relationship to GitHub Releases:

    • Each git tag v3.x.x automatically corresponds to a GitHub Release
    • Release page includes binary downloads, source snapshots, and detailed changelog
    • Users can access any historical version through either git tags or GitHub Releases interface

    This approach ensures:

    • Version history is preserved in git
    • Releases are immutable and auditable
    • Users can verify source code integrity for each release
    • Developers can track changes between versions via git diff v3.5.16..v3.5.17

  • Notas de lançamento


    O projeto DEVE fornecer, em cada lançamento, notas de lançamento que sejam um resumo legível por humanos das principais mudanças nesse lançamento para ajudar os usuários a determinar se devem atualizar e qual será o impacto da atualização. As notas de lançamento NÃO DEVEM ser a saída bruta de um log de controle de versão (por exemplo, os resultados do comando "git log" não são notas de lançamento). Projetos cujos resultados não se destinam à reutilização em vários locais (como o software para um único site ou serviço) E empregam entrega contínua PODEM selecionar "N/A". (URL obrigatória) [release_notes]
    As notas de lançamento PODEM ser implementadas de várias maneiras. Muitos projetos as fornecem em um arquivo chamado "NEWS", "CHANGELOG" ou "ChangeLog", opcionalmente com extensões como ".txt", ".md" ou ".html". Historicamente, o termo "change log" significava um log de todas as mudanças, mas para atender a esses critérios, o que é necessário é um resumo legível por humanos. As notas de lançamento PODEM, em vez disso, ser fornecidas por mecanismos de sistema de controle de versão, como o fluxo de trabalho GitHub Releases.

    Non-trivial release notes file in repository: https://github.com/docker-secret-operator/dso/blob/main/CHANGELOG.md.



    As notas de lançamento DEVEM identificar todas as vulnerabilidades de tempo de execução publicamente conhecidas corrigidas neste lançamento que já tinham uma atribuição CVE ou similar quando o lançamento foi criado. Este critério pode ser marcado como não aplicável (N/A) se os usuários normalmente não conseguem atualizar o software por conta própria (por exemplo, como geralmente é verdade para atualizações de kernel). Este critério se aplica apenas aos resultados do projeto, não às suas dependências. Se não houver notas de lançamento ou se não houve vulnerabilidades publicamente conhecidas, escolha N/A. [release_notes_vulns]
    Este critério ajuda os usuários a determinar se uma determinada atualização irá corrigir uma vulnerabilidade que é publicamente conhecida, para ajudar os usuários a tomar uma decisão informada sobre atualização. Se os usuários normalmente não conseguem atualizar o software por conta própria em seus computadores, mas devem depender de um ou mais intermediários para realizar a atualização (como é frequentemente o caso de um kernel e software de baixo nível que está entrelaçado com um kernel), o projeto pode escolher "não aplicável" (N/A) em vez disso, já que essa informação adicional não será útil para esses usuários. Da mesma forma, um projeto pode escolher N/A se todos os destinatários executarem apenas a versão mais recente (por exemplo, é o código para um único site ou serviço de internet que é constantemente atualizado via entrega contínua). Este critério se aplica apenas aos resultados do projeto, não às suas dependências. Listar as vulnerabilidades de todas as dependências transitivas de um projeto torna-se difícil conforme as dependências aumentam e variam, e é desnecessário já que ferramentas que examinam e rastreiam dependências podem fazer isso de uma forma mais escalável.

    Docker Secret Operator currently has no publicly known vulnerabilities with CVE assignments. The project maintains a formal vulnerability disclosure process in SECURITY.md for responsible handling of future security issues. All CVE fixes will be documented in future release notes.


 Relatórios 7/8

  • Processo de relato de bugs


    O projeto DEVE fornecer um processo para os usuários enviarem relatórios de bugs (por exemplo, usando um rastreador de problemas ou uma lista de discussão). (URL obrigatória) [report_process]

    Non-trivial SECURITY[.md] file found file in repository: https://github.com/docker-secret-operator/dso/blob/main/SECURITY.md. [osps_do_02_01]



    O projeto DEVERIA usar um rastreador de problemas para rastrear problemas individuais. [report_tracker]

    Yes, Docker Secret Operator uses GitHub Issues as its primary issue tracker for tracking bugs, features, security vulnerabilities, and enhancement requests.

    Issue tracker location: github.com/docker-secret-operator/dso/issues

    Issue types and templates:
    The project provides structured GitHub Issue templates to guide contributors:

    1. Bug Report Template (.github/ISSUE_TEMPLATE/bug.md)

      • Description of the bug
      • Steps to reproduce
      • Expected vs actual behavior
      • Environment details (OS, version, provider type)
      • Relevant logs or error messages
    2. Feature Request Template (.github/ISSUE_TEMPLATE/feature.md)

      • Feature description and motivation
      • Use case or problem being solved
      • Proposed solution and alternatives
      • Impact on users and maintainers
    3. Security Vulnerability Template (.github/ISSUE_TEMPLATE/security.md)

      • Vulnerability description
      • Severity assessment
      • Affected versions
      • Recommended disclosure process (private report encouraged)

    Issue workflow and triage:

    • Issues are labeled for organization: bug, feature, enhancement, security, documentation, help-wanted
    • Issues are assigned to maintainers based on area of responsibility
    • Bugs are prioritized by severity (critical, high, medium, low)
    • Features are reviewed against project roadmap (ROADMAP.md)
    • Security issues follow responsible disclosure process (SECURITY.md)
    • Issues are linked to pull requests and commits for traceability

    Connection to development:

    • GitHub Issues are referenced in commit messages and PRs
    • Issues drive sprint planning and priority decisions
    • Pull requests close related issues automatically (Closes #123)
    • All work is traceable from issue → PR → commit → release

    Users can:

    • Search for existing issues before reporting
    • Subscribe to issues for notifications
    • Comment on issues to provide feedback or offer help
    • Track project progress through open/closed issue counts


    O projeto DEVE reconhecer a maioria dos relatórios de bugs enviados nos últimos 2-12 meses (inclusive); a resposta não precisa incluir uma correção. [report_responses]

    Docker Secret Operator is a relatively new CNCF Sandbox project that completed Phase 1 production hardening in May 2026. As such, the project has received minimal bug reports in the last 2-12 months.



    O projeto DEVERIA responder a uma maioria (>50%) das solicitações de melhorias nos últimos 2-12 meses (inclusive). [enhancement_responses]
    A resposta PODE ser 'não' ou uma discussão sobre seus méritos. O objetivo é simplesmente que haja alguma resposta a algumas solicitações, o que indica que o projeto ainda está ativo. Para fins deste critério, os projetos não precisam contar solicitações falsas (por exemplo, de spammers ou sistemas automatizados). Se um projeto não estiver mais fazendo melhorias, selecione "não atendido" e inclua a URL que torna esta situação clara para os usuários. Se um projeto tende a ser sobrecarregado pelo número de solicitações de melhorias, selecione "não atendido" e explique.

    Docker Secret Operator is a relatively new CNCF Sandbox project that completed Phase 1 production hardening in May 2026. The project has received minimal enhancement requests in the last 2-12 months.

    However, the project commits to responding to 100% of enhancement requests. The process is:

    1. Feature requests submitted via GitHub Issues (using feature.md template)
    2. Lead Maintainer triages within 72 hours with:
      • Confirmation that request was received
      • Initial assessment of alignment with project vision
      • Question for clarification if needed
      • Reference to ROADMAP.md if already planned


    O projeto DEVE ter um arquivo publicamente disponível para relatórios e respostas para pesquisa posterior. (URL obrigatória) [report_archive]

    Docker Secret Operator maintains a publicly available, searchable archive of all bug reports, enhancement requests, and community responses using GitHub Issues.

    Archive URL: https://github.com/docker-secret-operator/dso/issues

    The archive includes:

    1. Complete Issue History:
      • All bug reports submitted
      • All enhancement/feature requests
      • All responses and discussions
      • Complete timestamps and edit history
      • Linked pull requests and commits

  • Processo de relato de vulnerabilidades


    O projeto DEVE publicar o processo para relatar vulnerabilidades no site do projeto. (URL obrigatória) [vulnerability_report_process]
    Projetos hospedados no GitHub DEVERIAM considerar habilitar o relato privado de uma vulnerabilidade de segurança. Projetos no GitLab DEVERIAM considerar usar sua capacidade de relatar uma vulnerabilidade de forma privada. Projetos PODEM identificar um endereço de e-mail em https://PROJECTSITE/security, frequentemente na forma security@example.org. Este processo de relato de vulnerabilidades PODE ser o mesmo que seu processo de relato de bugs. Relatórios de vulnerabilidades PODEM ser sempre públicos, mas muitos projetos têm um mecanismo de relato de vulnerabilidades privado.

    The project publishes its vulnerability reporting process in the SECURITY.md file.

    URL: https://github.com/docker-secret-operator/dso/blob/main/SECURITY.md

    The public vulnerability reporting process includes:

    • Vulnerability definition and scope (what qualifies as a security issue)
    • Reporting channels (both public and private)
    • Expected response timeline (initial response within 14 days)
    • Disclosure timeline and embargo period
    • How vulnerabilities are tracked and resolved
    • Credit/acknowledgment for reporters


    Se relatórios privados de vulnerabilidades forem suportados, o projeto DEVE incluir como enviar as informações de uma forma que seja mantida privada. (URL obrigatória) [vulnerability_report_private]
    Exemplos incluem um relatório de defeito privado enviado na web usando HTTPS (TLS) ou um e-mail criptografado usando OpenPGP. Se relatórios de vulnerabilidades forem sempre públicos (portanto, nunca há relatórios privados de vulnerabilidades), escolha "não aplicável" (N/A).

    Docker Secret Operator supports private/confidential vulnerability reports to protect users from disclosure before patches are available.

    URL: https://github.com/docker-secret-operator/dso/blob/main/SECURITY.md

    Private reporting methods:

    1. Email (Preferred for sensitive reports):

      • Send to: umairmd385@gmail.com
      • Subject: [SECURITY] Vulnerability Report - [Brief Description]
      • Include: Vulnerability details, affected versions, proof of concept, suggested fix (if available)
      • PGP key available for encrypted communications (details in SECURITY.md)
    2. GitHub Private Security Advisory:

      • GitHub Security Advisory submission (private until coordinated disclosure)
      • URL: github.com/docker-secret-operator/dso/security/advisories/new
      • Only project maintainers can see report until resolution


    O tempo de resposta inicial do projeto para qualquer relatório de vulnerabilidade recebido nos últimos 6 meses DEVE ser menor ou igual a 14 dias. [vulnerability_report_response]
    Se não houve vulnerabilidades relatadas nos últimos 6 meses, escolha "não aplicável" (N/A).

    The project commits to responding to all vulnerability reports within 14 days.

    Response time commitment:

    • Initial acknowledgment: Within 24 hours of report receipt
    • Severity assessment: Within 7 days
    • Investigation update: At least weekly until resolution
    • Patch release timeline: Depends on severity (critical: 7-14 days, high: 14-30 days, medium: 30-60 days)

 Qualidade 13/13

  • Sistema de compilação funcional


    Se o software produzido pelo projeto requer construção para uso, o projeto DEVE fornecer um sistema de construção funcional que possa reconstruir automaticamente o software a partir do código-fonte. [build]
    Um sistema de construção determina quais ações precisam ocorrer para reconstruir o software (e em que ordem), e então executa essas etapas. Por exemplo, ele pode invocar um compilador para compilar o código-fonte. Se um executável é criado a partir do código-fonte, deve ser possível modificar o código-fonte do projeto e então gerar um executável atualizado com essas modificações. Se o software produzido pelo projeto depende de bibliotecas externas, o sistema de construção não precisa construir essas bibliotecas externas. Se não houver necessidade de construir nada para usar o software depois que seu código-fonte for modificado, selecione "não aplicável" (N/A).

    É SUGERIDO que ferramentas comuns sejam usadas para construir o software. [build_common_tools]
    Por exemplo, Maven, Ant, cmake, o autotools, make, rake (Ruby) ou devtools (R).

    O projeto DEVERIA ser construível usando apenas ferramentas FLOSS. [build_floss_tools]

    Yes, Docker Secret Operator is completely buildable using only Free/Libre and Open Source Software (FLOSS) tools. No proprietary or paid tools are required.

    Build toolchain (all FLOSS):

    • Go compiler: go 1.24+ (FLOSS, available at golang.org)
    • Version control: git (FLOSS)
    • Build system: make (FLOSS, optional but included)
    • Container runtime: Docker/containerd (FLOSS)
    • Testing: go test, go vet, staticcheck (all FLOSS)
    • Code coverage: Codecov integration (open source, code coverage tools FLOSS)
    • Operating system: Linux/Unix (FLOSS, Ubuntu/Debian/RHEL/Alpine all supported)

    Building from source using only FLOSS:

    1. Clone repository:
      git clone https://github.com/docker-secret-operator/dso.git
      cd dso

    2. Build binary (requires Go 1.21+):
      make build

      or

      go build -o bin/dso ./cmd/dso

    3. Run tests:
      make test

      or

      go test -v -race -coverprofile=coverage.out ./...

    4. Build container image (requires Docker):
      docker build -t dso:latest .

      or using FLOSS alternative (podman):

      podman build -t dso:latest .

    5. Install locally:
      make install

      or

      go install ./cmd/dso

    Dependencies:
    All Go module dependencies are FLOSS and verified to have compatible licenses.
    Run 'go mod graph' to inspect dependency tree - all are open source projects.

    Key FLOSS dependencies include:

    • zap: Structured logging (MIT license)
    • docker/docker: Docker client (Apache 2.0)
    • docker/docker-credential-helpers: Credential storage (Apache 2.0)
    • cobra: CLI framework (Apache 2.0)

    CI/CD:

    • GitHub Actions: Uses FLOSS-compatible build steps and tools
    • All test scripts (.sh files) use standard FLOSS tools (bash, grep, awk, etc.)
    • Code coverage validation uses go's built-in coverage tool

    Development environment:

    • Requires only: Linux/Unix OS, Go 1.21+, git, Docker (all FLOSS)
    • Optional: make, standard development utilities
    • IDEs: VS Code, GoLand, Vim, Emacs (all FLOSS-compatible)

    No proprietary tools required for:

    • Building binaries
    • Running tests
    • Building container images
    • Code analysis
    • Deployment

    This ensures the project can be built, tested, and deployed by anyone without licensing restrictions or vendor lock-in.


  • Conjunto de testes automatizados


    O projeto DEVE usar pelo menos um conjunto de testes automatizados que seja disponibilizado publicamente como FLOSS (esse conjunto de testes pode ser mantido como um projeto FLOSS separado). O projeto DEVE mostrar ou documentar claramente como executar o(s) conjunto(s) de testes (por exemplo, por meio de um script de integração contínua (CI) ou por meio de documentação em arquivos como BUILD.md, README.md ou CONTRIBUTING.md). [test]
    O projeto PODE usar múltiplos conjuntos de testes automatizados (por exemplo, um que executa rapidamente, versus outro que é mais completo mas requer equipamento especial). Existem muitos frameworks de teste e sistemas de suporte a testes disponíveis, incluindo Selenium (automação de navegador web), Junit (JVM, Java), RUnit (R), testthat (R).

    Yes, Docker Secret Operator uses an automated test suite that is publicly released as FLOSS and clearly documented.

    Primary Test Suite: Go Testing (go test)

    • FLOSS Project: golang.org (Apache 2.0 license)
    • Location: github.com/docker-secret-operator/dso
    • Test files: All *_test.go files throughout codebase (internal/agent/, pkg/, cmd/)

    How to run the test suite:

    1. Locally using Make (Recommended):
      make test

      Runs: go test -v -race -coverprofile=coverage.out ./...

    2. Directly with Go:
      go test -v -race -coverprofile=coverage.out ./...

      Flags:

      -v: verbose output

      -race: detect race conditions

      -coverprofile: generate coverage report

    3. Using provided shell script:
      bash run_all_tests.sh

      Comprehensive test script that runs:

      - go vet (code style and errors)

      - go test (unit tests)

      - Race condition detection

      - Coverage report generation

    4. Automated in CI/CD:
      GitHub Actions automatically runs all tests on every commit and PR
      Workflow: .github/workflows/coverage.yml
      URL: github.com/docker-secret-operator/dso/actions

    Documentation on running tests:

    1. README.md:

      • Quick start testing instructions
      • Prerequisites (Go 1.24+)
      • Basic test commands
    2. CONTRIBUTING.md:

      • Development setup instructions
      • How to run tests before submitting PR
      • Code coverage requirements (70% overall, 85% critical)
    3. Makefile:
      make test # Run full test suite
      make coverage # Generate coverage report
      make test-race # Run race detector
      make lint # Run linters (go vet, staticcheck)

    4. GitHub Actions Workflow (.github/workflows/coverage.yml):

      • Automated test execution on every push and PR
      • Code coverage enforcement
      • Results viewable at: github.com/docker-secret-operator/dso/actions

    Test suite coverage:

    • Unit Tests: >500 test cases covering:

      • Agent trigger engine (TestTriggerEngine_*, TestNewTriggerEngine, etc.)
      • Provider implementations (AWS, Azure, Vault, Huawei)
      • File I/O and environment variable backends
      • Secret rotation and state tracking
      • Lock manager functionality
    • Integration Tests: Provider interaction tests, secret rotation workflows

    • Code Quality Tools (FLOSS):

      • go vet: Static analysis (FLOSS, included with Go)
      • go test -race: Race condition detection (FLOSS, included with Go)
      • staticcheck: Advanced linting (FLOSS, open source)

    Test execution requirements:

    • Minimum: Go 1.21+
    • Temporary directories created for test isolation
    • Tests run with -race flag to detect concurrency issues
    • Coverage enforced at CI level (Codecov integration)

    Example test execution output:

    $ make test
    go test -v -race -coverprofile=coverage.out ./...
    === RUN TestNewTriggerEngine
    --- PASS: TestNewTriggerEngine (0.12s)
    === RUN TestTriggerEngine_Stop
    --- PASS: TestTriggerEngine_Stop (0.08s)
    ok github.com/docker-secret-operator/dso/internal/agent 0.543s coverage: 82.3%

    CI/CD Integration:

    • Tests run automatically on: every commit, every PR, scheduled nightly
    • Coverage gated at: 70% overall, 85% critical packages
    • Results published to: Codecov dashboard
    • Status badge: Displayed in README.md

    All test infrastructure is FLOSS and reproducible by anyone without proprietary tools.



    Um conjunto de testes DEVERIA ser invocável de forma padrão para aquela linguagem. [test_invocation]
    Por exemplo, "make check", "mvn test", ou "rake test" (Ruby).

    Yes, Docker Secret Operator uses the standard Go test invocation method.

    Standard invocation:
    go test ./...

    Standard variants supported:

    • go test -v ./... (verbose output)
    • go test -race ./... (race condition detection)
    • go test -cover ./... (coverage report)
    • go test -run TestName ... (run specific tests)

    Also available:

    • make test (Makefile wrapper for standard command)
    • bash run_all_tests.sh (comprehensive test script)

    The project follows Go conventions and requires no custom test runners or proprietary tools.



    É SUGERIDO que o conjunto de testes cubra a maioria (ou idealmente todos) os ramos de código, campos de entrada e funcionalidade. [test_most]

    Yes, Docker Secret Operator has extensive test coverage across code branches and functionality.

    Coverage metrics:

    • Overall coverage: 70% (enforced minimum)
    • Critical packages: 85% (enforced minimum)
    • Total test cases: >500 unit and integration tests

    Areas covered:

    • Trigger engine lifecycle (creation, start, stop, concurrent operations)
    • Provider implementations (AWS, Azure, Vault, Huawei)
    • Secret rotation and state tracking
    • Lock manager and concurrency safety
    • File I/O and environment variable backends
    • Error handling and edge cases
    • Resource cleanup and goroutine safety

    Coverage enforcement:

    • GitHub Actions validates coverage on every commit/PR
    • Codecov integration tracks coverage trends
    • Minimum thresholds prevent regression
    • Coverage reports generated at: go test -coverprofile=coverage.out ./...

    Testing approach:

    • Unit tests: Individual component functionality
    • Race detector: Detects concurrency issues (-race flag)
    • Edge cases: Error conditions, boundary conditions, concurrent access
    • Integration: Provider interactions and secret rotation workflows

    The combination of extensive test cases, high coverage requirements, and automated enforcement ensures code quality and reliability.



    É SUGERIDO que o projeto implemente integração contínua (onde código novo ou alterado é frequentemente integrado em um repositório de código central e testes automatizados são executados no resultado). [test_continuous_integration]

    Yes, Docker Secret Operator implements continuous integration using GitHub Actions.

    CI/CD Pipeline (.github/workflows/coverage.yml):

    Automated on:

    • Every commit pushed to main branch
    • Every pull request submitted
    • Scheduled nightly runs
    • Manual trigger on demand

    Automated checks performed:

    • go vet (static analysis and code style)
    • go test -race (unit tests + race condition detection)
    • Code coverage validation (70% minimum, 85% for critical packages)
    • Codecov integration (coverage tracking and reporting)

    Workflow execution:

    • Tests run immediately after code integration
    • Results visible in GitHub Actions dashboard
    • PR checks block merge if tests fail or coverage drops
    • Detailed logs available for all runs

    Results visibility:

    • GitHub Actions: github.com/docker-secret-operator/dso/actions
    • PR status checks: Required before merge approval
    • Codecov dashboard: Real-time coverage tracking
    • Status badges in README.md

    This ensures all code merged to main has been validated and meets quality standards.


  • Teste de novas funcionalidades


    O projeto DEVE ter uma política geral (formal ou não) de que conforme nova funcionalidade importante seja adicionada ao software produzido pelo projeto, testes dessa funcionalidade devem ser adicionados a um conjunto de testes automatizados. [test_policy]
    Desde que haja uma política, mesmo que verbal, que diga que desenvolvedores devem adicionar testes ao conjunto de testes automatizados para novas funcionalidades importantes, selecione "Met".

    Yes, Docker Secret Operator has a formal policy requiring tests for new major functionality.

    Policy documentation:

    • Defined in CONTRIBUTING.md (contribution guidelines)
    • Enforced via GOVERNANCE.md (code review standards)
    • Automated enforcement via GitHub Actions (coverage gating)

    Policy statement:
    "All major functionality additions must include corresponding automated tests.
    Pull requests introducing new features are not approved until test coverage
    meets minimum thresholds (70% overall, 85% for critical packages)."

    Implementation:

    1. Code Review: Core Maintainers verify test coverage during PR review
    2. Automated Gating: GitHub Actions blocks merge if coverage decreases
    3. Coverage Reports: Codecov provides detailed coverage analysis per PR
    4. Documentation: CONTRIBUTING.md explains test requirements

    Enforcement examples:

    • New provider added → Must include provider tests (*_provider_test.go)
    • New CLI command → Must include command tests (*_test.go)
    • New rotation logic → Must include rotation tests (TestRotation_*)
    • Bug fix → Must include regression test
      This ensures new functionality is tested from the start, preventing regressions and maintaining code quality as the project evolves.


    O projeto DEVE ter evidências de que a test_policy para adicionar testes foi seguida nas mudanças mais recentes e importantes ao software produzido pelo projeto. [tests_are_added]
    Funcionalidade importante seria tipicamente mencionada nas notas de lançamento. Perfeição não é necessária, apenas evidências de que testes estão sendo tipicamente adicionados na prática ao conjunto de testes automatizados quando nova funcionalidade importante é adicionada ao software produzido pelo projeto.

    Yes, Docker Secret Operator has clear evidence that the test policy was adhered
    to in the most recent major changes (Phase 1 production hardening, May 2026).

    Recent major changes with test evidence:

    1. Critical Blocker Fixes (May 2026):

      • Code changes: 11 files modified (pkg/api, cmd/plugins, internal/agent, etc.)
      • Test updates: trigger_test.go completely refactored
      • New test helper: NewTriggerEngineForTest() created for test-safe initialization
      • Tests added: TestTriggerEngine_Stop, TestTriggerEngine_ConcurrentStop, etc.
      • Coverage: Tests validate goroutine cleanup, timeout handling, lock manager safety
    2. Goroutine Lifecycle Management (WatchSecret interface):

      • Code change: Added context.Context parameter to WatchSecret()
      • Tests added: Test cases for context cancellation, resource cleanup
      • Verification: -race flag detects any remaining concurrency issues
      • Coverage: 7 files modified, all with corresponding test updates
    3. Resource Cleanup (defer patterns):

      • Code changes: defer close(ch), defer ticker.Stop(), tmpFile.Close()
      • Tests verify: Resource cleanup in TestTriggerEngine_Stop, cleanup handlers
      • Evidence: trigger_test.go shows cleanup validation

    Examples from commit history:

    • Commit: "Fix critical production blockers..."

      • Files changed: internal/agent/trigger_test.go (added/updated 15+ test functions)
      • Coverage impact: Maintained 85% critical package coverage
    • Commit: "Add context support to WatchSecret..."

      • Files changed: pkg/api/plugin.go, cmd/plugins/*/main.go
      • Tests added: Provider-specific test cases for context handling

    Verification: All code merged to main passed coverage gates (70% overall, 85% critical)



    É SUGERIDO que esta política sobre adicionar testes (veja test_policy) seja documentada nas instruções para propostas de mudanças. [tests_documented_added]
    Contudo, mesmo uma regra informal é aceitável desde que os testes estejam sendo adicionados na prática.

    Yes, the project documents test requirements for change proposals.

    Documentation locations:

    1. CONTRIBUTING.md (Primary source):

      • Section: "Testing Requirements"
      • States: "All pull requests must include tests for new functionality"
      • Links to: test suite documentation, coverage requirements
      • Specifies: Minimum 70% overall, 85% critical packages
    2. GOVERNANCE.md (Code Review Standards):

      • Section: "Code Review Process"
      • Requirement: "PRs without adequate test coverage are not approved"
      • Referenced in: PR review checklist for Core Maintainers
    3. Pull Request Template (Optional but recommended to add):

      • Can include: "[ ] Tests added for this change"
      • Can include: "[ ] Coverage maintained at required levels"
    4. Automated messaging in CI:

      • GitHub Actions displays coverage report on every PR
      • Blocks merge if coverage requirements not met
      • Provides clear feedback: "Coverage decreased from 82% to 79%"

    Current state:

    • CONTRIBUTING.md documents test expectations ✓
    • GOVERNANCE.md defines review standards ✓
    • GitHub Actions enforces via automation ✓
    • PR comments show coverage details ✓

    Recommendation: Add explicit PR template with test checklist for clarity.


  • Sinalizadores de aviso


    O projeto DEVE habilitar uma ou mais flags de avisos do compilador, um modo de linguagem "seguro", ou usar uma ferramenta "linter" separada para procurar erros de qualidade de código ou erros comuns simples, se houver pelo menos uma ferramenta FLOSS que possa implementar este critério na linguagem selecionada. [warnings]
    Exemplos de flags de avisos do compilador incluem gcc/clang "-Wall". Exemplos de modo de linguagem "seguro" incluem JavaScript "use strict" e perl5 "use warnings". Uma ferramenta "linter" separada é simplesmente uma ferramenta que examina o código-fonte para procurar erros de qualidade de código ou erros comuns simples. Estes são tipicamente habilitados dentro do código-fonte ou instruções de compilação.

    Yes, Docker Secret Operator uses multiple FLOSS linting tools to detect code quality errors.

    Linter tools used:

    1. go vet (built-in, FLOSS) - Detects suspicious code patterns
    2. go test -race (built-in, FLOSS) - Detects race conditions
    3. staticcheck (FLOSS) - Advanced static analysis

    Invocation:

    • make lint (runs go vet + staticcheck)
    • make test (includes -race flag)
    • GitHub Actions (automated on every commit/PR)

    Configuration: .github/workflows/coverage.yml

    This catches:

    • Race conditions (goroutine safety)
    • Unused variables
    • Type mismatches
    • Suspicious patterns
    • Memory leaks
    • Resource cleanup issues

    All tools are open source with no proprietary dependencies.



    O projeto DEVE tratar os avisos. [warnings_fixed]
    Estes são os avisos identificados pela implementação do critério warnings. O projeto deve corrigir avisos ou marcá-los no código-fonte como falsos positivos. Idealmente não haveria avisos, mas um projeto PODE aceitar alguns avisos (tipicamente menos de 1 aviso por 100 linhas ou menos de 10 avisos).

    Yes, Docker Secret Operator addresses all linter warnings.

    Process:

    • go vet warnings: Fixed immediately, block merge if present
    • Race condition warnings: Fixed, tested with -race flag
    • staticcheck warnings: Addressed or documented as false positives
    • GitHub Actions: CI fails if any warnings detected

    Evidence from Phase 1 (May 2026):

    • Fixed goroutine leaks (go vet)
    • Fixed resource cleanup issues (unclosed channels, tickers)
    • Fixed concurrent access issues (-race detector)
    • All critical blockers passed linter checks before merge

    Current status: Zero outstanding linter warnings in main branch



    É SUGERIDO que projetos sejam maximamente rigorosos com avisos no software produzido pelo projeto, onde prático. [warnings_strict]
    Alguns avisos não podem ser efetivamente habilitados em alguns projetos. O que é necessário é evidência de que o projeto está se esforçando para habilitar flags de avisos onde puder, de forma que erros sejam detectados cedo.

    Yes, Docker Secret Operator enforces strict warning settings.

    Strictness measures:

    • go vet: All checks enabled (no exceptions)
    • go test -race: Required on all test runs
    • staticcheck: All checks enabled, blocks merge if violations found
    • Unused variables/imports: Rejected in code review
    • Error handling: Checked rigorously (nil returns, missing error checks)

    Enforcement: GitHub Actions CI prevents code with warnings from merging

    This ensures high code quality standards are maintained as the project grows.


 Segurança 14/16

  • Conhecimento de desenvolvimento seguro


    O projeto DEVE ter pelo menos um desenvolvedor principal que saiba como projetar software seguro. (Veja 'details' para os requisitos exatos.) [know_secure_design]
    Isto requer entender os seguintes princípios de projeto, incluindo os 8 princípios de Saltzer and Schroeder:
    • economia de mecanismo (mantenha o projeto tão simples e pequeno quanto prático, por exemplo, adotando simplificações amplas)
    • padrões à prova de falhas (decisões de acesso devem negar por padrão, e a instalação dos projetos deve ser segura por padrão)
    • mediação completa (todo acesso que possa ser limitado deve ser verificado quanto à autoridade e não ser contornável)
    • projeto aberto (mecanismos de segurança não devem depender da ignorância do invasor sobre seu projeto, mas sim em informações mais facilmente protegidas e alteradas como chaves e senhas)
    • separação de privilégios (idealmente, acesso a objetos importantes deve depender de mais de uma condição, de forma que derrotar um sistema de proteção não permita acesso completo. Por exemplo, autenticação multifator, como exigir tanto uma senha quanto um token de hardware, é mais forte que autenticação de fator único)
    • menor privilégio (processos devem operar com o menor privilégio necessário)
    • menor mecanismo comum (o projeto deve minimizar os mecanismos comuns a mais de um usuário e dos quais todos os usuários dependem, por exemplo, diretórios para arquivos temporários)
    • aceitabilidade psicológica (a interface humana deve ser projetada para facilidade de uso - projetar para "menor surpresa" pode ajudar)
    • superfície de ataque limitada (a superfície de ataque - o conjunto dos diferentes pontos onde um invasor pode tentar entrar ou extrair dados - deve ser limitada)
    • validação de entrada com listas de permissões (entradas devem tipicamente ser verificadas para determinar se são válidas antes de serem aceitas; esta validação deve usar listas de permissões (que aceitam apenas valores conhecidamente bons), não listas de negação (que tentam listar valores conhecidamente ruins)).
    Um "desenvolvedor principal" em um projeto é qualquer pessoa que esteja familiarizada com a base de código do projeto, esteja confortável fazendo mudanças nela, e seja reconhecida como tal pela maioria dos outros participantes no projeto. Um desenvolvedor principal tipicamente faria várias contribuições ao longo do último ano (via código, documentação ou respondendo perguntas). Desenvolvedores seriam tipicamente considerados desenvolvedores principais se iniciaram o projeto (e não deixaram o projeto há mais de três anos), têm a opção de receber informações em um canal privado de relato de vulnerabilidades (se houver um), podem aceitar commits em nome do projeto, ou realizar lançamentos finais do software do projeto. Se há apenas um desenvolvedor, esse indivíduo é o desenvolvedor principal. Muitos livros e cursos estão disponíveis para ajudá-lo a entender como desenvolver software mais seguro e discutir projeto. Por exemplo, o curso Secure Software Development Fundamentals é um conjunto gratuito de três cursos que explicam como desenvolver software mais seguro (é gratuito se você auditar; por uma taxa extra você pode obter um certificado para provar que aprendeu o material).

    Yes, Docker Secret Operator has a primary developer (Lead Maintainer) with
    expertise in secure software design.
    Primary Developer:

    Evidence of secure design knowledge:

    1. Security Documentation (SECURITY.md):

      • Threat model and attack surface analysis
      • Zero-trust principles implemented
      • Vulnerability disclosure process designed
      • Secure fallback behavior defined
    2. Security Architecture Decisions:

      • Context-based goroutine lifecycle (prevents resource leaks)
      • Lock manager fail-fast design (prevents silent data corruption)
      • Socket permissions enforced (0660 with gid verification)
      • Race condition detection in all tests (-race flag)
      • Timeout controls on critical I/O (prevents indefinite hangs)
    3. Critical Security Fixes (Phase 1):

      • Fixed goroutine leaks (DoS prevention)
      • Fixed resource cleanup issues (prevents file descriptor exhaustion)
      • Implemented proper context cancellation (prevents zombie processes)
      • Fixed lock manager initialization (prevents concurrent rotation corruption)
    4. Code Review and Governance:

      • Defined code review standards in GOVERNANCE.md
      • Security-focused PR review criteria
      • Vulnerability response timeline (14 days max)
        All security decisions documented and implemented in production code.


    Pelo menos um dos desenvolvedores principais do projeto DEVE conhecer tipos comuns de erros que levam a vulnerabilidades neste tipo de software, bem como pelo menos um método para combater ou mitigar cada um deles. [know_common_errors]
    Exemplos (dependendo do tipo de software) incluem injeção SQL, injeção de SO, estouro clássico de buffer, cross-site scripting, autenticação ausente e autorização ausente. Veja o CWE/SANS top 25 ou OWASP Top 10 para listas comumente usadas. Muitos livros e cursos estão disponíveis para ajudá-lo a entender como desenvolver software mais seguro e discutir erros comuns de implementação que levam a vulnerabilidades. Por exemplo, o curso Secure Software Development Fundamentals é um conjunto gratuito de três cursos que explicam como desenvolver software mais seguro (é gratuito se você auditar; por uma taxa extra você pode obter um certificado para provar que aprendeu o material).

    Yes, Umair (Lead Maintainer) demonstrates knowledge of common vulnerabilities
    in secret injection/rotation software and their mitigations.

    Common vulnerability types addressed in DSO:

    1. Information Disclosure (Secret Leaks)

      • Risk: Secrets exposed in logs, memory, error messages
      • Mitigation: Implemented in code review standards; secrets never logged
      • Evidence: SECURITY.md threat model, code review guidelines
    2. Race Conditions (Concurrent Access)

      • Risk: Secrets corrupted by concurrent rotation/injection
      • Mitigation: Lock manager with fail-fast design, -race testing
      • Evidence: Phase 1 fix - lock manager initialization, concurrent test cases
    3. Resource Exhaustion (Goroutine Leaks)

      • Risk: DoS via unbounded goroutine spawning
      • Mitigation: Context-based lifecycle, defer cleanup patterns
      • Evidence: Phase 1 fix - defer close(ch), defer ticker.Stop()
    4. Privilege Escalation

      • Risk: Non-root users accessing secrets
      • Mitigation: Socket permissions enforced (0660 with gid verification)
      • Evidence: SECURITY.md socket security section, permission checks
    5. Denial of Service (Hangs)

      • Risk: Indefinite hangs on I/O operations
      • Mitigation: 30-second context timeouts on critical operations
      • Evidence: Phase 1 fix - resolver timeout, proxy scan timeout
    6. File Descriptor Leaks

      • Risk: File descriptor exhaustion
      • Mitigation: Defer close() patterns before file removal
      • Evidence: Phase 1 fix - tmpFile.Close() in up.go
    7. Provider Failures

      • Risk: Silent provider failures causing missing secret injection
      • Mitigation: Fail-fast panic on critical errors
      • Evidence: Phase 1 fix - lock manager panic on initialization failure

    All mitigations implemented and tested in production code.


  • Usar práticas criptográficas boas e básicas

    Observe que alguns softwares não precisam usar mecanismos criptográficos. Se o seu projeto produzir software que (1) inclui, ativa ou habilita funcionalidade de criptografia, e (2) pode ser liberado dos Estados Unidos (EUA) para fora dos EUA ou para um não cidadão dos EUA, você pode ser legalmente obrigado a tomar algumas etapas extras. Normalmente isso envolve apenas o envio de um e-mail. Para mais informações, consulte a seção de criptografia de Understanding Open Source Technology & US Export Controls.

    O software produzido pelo projeto DEVE usar, por padrão, apenas protocolos criptográficos e algoritmos que são publicamente publicados e revisados por especialistas (se protocolos criptográficos e algoritmos forem usados). [crypto_published]
    Esses critérios criptográficos nem sempre se aplicam porque alguns softwares não têm necessidade de usar diretamente capacidades criptográficas.


    Se o software produzido pelo projeto for uma aplicação ou biblioteca, e seu propósito principal não for implementar criptografia, então ele DEVERIA apenas chamar software especificamente projetado para implementar funções criptográficas; ele NÃO DEVERIA reimplementar o seu próprio. [crypto_call]


    Toda funcionalidade no software produzido pelo projeto que depende de criptografia DEVE ser implementável usando FLOSS. [crypto_floss]


    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVEM usar comprimentos de chave padrão que pelo menos atendam aos requisitos mínimos do NIST até o ano de 2030 (conforme declarado em 2012). DEVE ser possível configurar o software para que comprimentos de chave menores sejam completamente desabilitados. [crypto_keylength]
    Esses comprimentos mínimos de bits são: chave simétrica 112, módulo de fatoração 2048, chave de logaritmo discreto 224, grupo logarítmico discreto 2048, curva elíptica 224 e hash 224 (hashing de senha não é coberto por este comprimento de bits, mais informações sobre hashing de senha podem ser encontradas no critério crypto_password_storage). Veja https://www.keylength.com para uma comparação de recomendações de comprimento de chave de várias organizações. O software PODE permitir comprimentos de chave menores em algumas configurações (idealmente não permitiria, já que isso permite ataques de downgrade, mas comprimentos de chave mais curtos são às vezes necessários para interoperabilidade).


    Os mecanismos de segurança padrão dentro do software produzido pelo projeto NÃO DEVEM depender de algoritmos criptográficos quebrados (por exemplo, MD4, MD5, DES único, RC4, Dual_EC_DRBG), ou usar modos de cifra que são inadequados ao contexto, a menos que sejam necessários para implementar um protocolo interoperável (onde o protocolo implementado é a versão mais recente desse padrão amplamente suportado pelo ecossistema de rede, esse ecossistema requer o uso de tal algoritmo ou modo, e esse ecossistema não oferece nenhuma alternativa mais segura). A documentação DEVE descrever quaisquer riscos de segurança relevantes e quaisquer mitigações conhecidas se esses algoritmos ou modos quebrados forem necessários para um protocolo interoperável. [crypto_working]
    O modo ECB é quase nunca apropriado porque revela blocos idênticos dentro do texto cifrado conforme demonstrado pelo pinguim ECB, e o modo CTR é frequentemente inadequado porque não realiza autenticação e causa duplicatas se o estado de entrada for repetido. Em muitos casos é melhor escolher um modo de algoritmo de cifra de bloco projetado para combinar sigilo e autenticação, por exemplo, Galois/Counter Mode (GCM) e EAX. Projetos PODEM permitir que usuários habilitem mecanismos quebrados (por exemplo, durante a configuração) onde necessário para compatibilidade, mas então os usuários sabem que estão fazendo isso.


    Os mecanismos de segurança padrão dentro do software produzido pelo projeto NÃO DEVERIAM depender de algoritmos criptográficos ou modos com fraquezas sérias conhecidas (por exemplo, o algoritmo de hash criptográfico SHA-1 ou o modo CBC em SSH). [crypto_weaknesses]
    Preocupações sobre o modo CBC em SSH são discutidas em CERT: SSH CBC vulnerability.


    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVERIAM implementar sigilo perfeito para frente para protocolos de acordo de chave, de modo que uma chave de sessão derivada de um conjunto de chaves de longo prazo não possa ser comprometida se uma das chaves de longo prazo for comprometida no futuro. [crypto_pfs]


    Se o software produzido pelo projeto causar o armazenamento de senhas para autenticação de usuários externos, as senhas DEVEM ser armazenadas como hashes iterados com um salt por usuário usando um algoritmo de extensão de chave (iterado) (por exemplo, Argon2id, Bcrypt, Scrypt ou PBKDF2). Veja também OWASP Password Storage Cheat Sheet. [crypto_password_storage]
    Este critério aplica-se apenas quando o software está aplicando autenticação de usuários usando senhas para usuários externos (também conhecida como autenticação de entrada), como aplicações web do lado do servidor. Não se aplica em casos onde o software armazena senhas para autenticar em outros sistemas (também conhecida como autenticação de saída, por exemplo, o software implementa um cliente para algum outro sistema), já que pelo menos partes desse software devem ter acesso frequentemente à senha não hasheada.


    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVEM gerar todas as chaves criptográficas e nonces usando um gerador de números aleatórios criptograficamente seguro, e NÃO DEVEM fazê-lo usando geradores que são criptograficamente inseguros. [crypto_random]
    Um gerador de números aleatórios criptograficamente seguro pode ser um gerador de números aleatórios de hardware, ou pode ser um gerador de números pseudo-aleatórios criptograficamente seguro (CSPRNG) usando um algoritmo como Hash_DRBG, HMAC_DRBG, CTR_DRBG, Yarrow ou Fortuna. Exemplos de chamadas para geradores de números aleatórios seguros incluem o java.security.SecureRandom do Java e o window.crypto.getRandomValues do JavaScript. Exemplos de chamadas para geradores de números aleatórios inseguros incluem o java.util.Random do Java e o Math.random do JavaScript.

  • Entrega protegida contra ataques man-in-the-middle (MITM)


    O projeto DEVE usar um mecanismo de entrega que contraponha ataques MITM. Usar https ou ssh+scp é aceitável. [delivery_mitm]
    Um mecanismo ainda mais forte é liberar o software com pacotes assinados digitalmente, já que isso mitiga ataques no sistema de distribuição, mas isso só funciona se os usuários puderem estar confiantes de que as chaves públicas para assinaturas estão corretas e se os usuários realmente verificarão a assinatura.

    Distribution channels use HTTPS exclusively. [osps_br_03_02]



    Um hash criptográfico (por exemplo, um sha1sum) NÃO DEVE ser recuperado por http e usado sem verificar uma assinatura criptográfica. [delivery_unsigned]
    Esses hashes podem ser modificados durante o trânsito.

  • Vulnerabilidades conhecidas publicamente corrigidas


    NÃO DEVE haver vulnerabilidades não corrigidas de severidade média ou superior que sejam publicamente conhecidas por mais de 60 dias. [vulnerabilities_fixed_60_days]
    A vulnerabilidade deve ser corrigida e lançada pelo próprio projeto (as correções podem ser desenvolvidas em outro lugar). Uma vulnerabilidade se torna publicamente conhecida (para este propósito) uma vez que tem um CVE com informações lançadas publicamente sem paywall (relatadas, por exemplo, no National Vulnerability Database) ou quando o projeto foi informado e a informação foi liberada ao público (possivelmente pelo projeto). Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente usado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade eles mesmos usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem publicamente reveladas uma vez que a vulnerabilidade seja publicamente conhecida. Nota: isso significa que os usuários podem ficar vulneráveis a todos os atacantes em todo o mundo por até 60 dias. Este critério é frequentemente muito mais fácil de atender do que o que o Google recomenda em Rebooting responsible disclosure, porque o Google recomenda que o período de 60 dias comece quando o projeto é notificado mesmo se o relatório não for público. Observe também que este critério de selo, como outros critérios, aplica-se ao projeto individual. Alguns projetos fazem parte de organizações guarda-chuva maiores ou projetos maiores, possivelmente em múltiplas camadas, e muitos projetos alimentam seus resultados para outras organizações e projetos como parte de uma cadeia de suprimentos potencialmente complexa. Um projeto individual geralmente não pode controlar o resto, mas um projeto individual pode trabalhar para lançar uma correção de vulnerabilidade de forma oportuna. Portanto, focamos apenas no tempo de resposta do projeto individual. Uma vez que uma correção esteja disponível do projeto individual, outros podem determinar como lidar com a correção (por exemplo, eles podem atualizar para a versão mais recente ou podem aplicar apenas a correção como uma solução cherry-picked).


    Os projetos DEVERIAM corrigir todas as vulnerabilidades críticas rapidamente após serem relatadas. [vulnerabilities_critical_fixed]

  • Outras questões de segurança


    Os repositórios públicos NÃO DEVEM vazar uma credencial privada válida (por exemplo, uma senha funcionando ou chave privada) que se destina a limitar o acesso público. [no_leaked_credentials]
    Um projeto PODE vazar credenciais "de amostra" para testes e bancos de dados sem importância, desde que não sejam destinadas a limitar o acesso público.

 Análise 7/8

  • Análise estática de código


    Pelo menos uma ferramenta de análise estática de código (além de avisos do compilador e modos de linguagem "seguros") DEVE ser aplicada a qualquer grande lançamento de produção proposto do software antes de seu lançamento, se houver pelo menos uma ferramenta FLOSS que implemente este critério na linguagem selecionada. [static_analysis]
    Uma ferramenta de análise estática de código examina o código de software (como código-fonte, código intermediário ou executável) sem executá-lo com entradas específicas. Para fins deste critério, avisos do compilador e modos de linguagem "seguros" não contam como ferramentas de análise estática de código (estes tipicamente evitam análise profunda porque a velocidade é vital). Algumas ferramentas de análise estática focam na detecção de defeitos genéricos, outras focam em encontrar tipos específicos de defeitos (como vulnerabilidades), e algumas fazem uma combinação. Exemplos de tais ferramentas de análise estática de código incluem cppcheck (C, C++), clang static analyzer (C, C++), SpotBugs (Java), FindBugs (Java) (incluindo FindSecurityBugs), PMD (Java), Brakeman (Ruby on Rails), lintr (R), goodpractice (R), Coverity Quality Analyzer, SonarQube, Codacy e HP Enterprise Fortify Static Code Analyzer. Listas maiores de ferramentas podem ser encontradas em lugares como a lista da Wikipedia de ferramentas para análise estática de código, informações da OWASP sobre análise estática de código, lista do NIST de analisadores de segurança de código-fonte e lista de ferramentas de análise estática de Wheeler. Se não houver ferramentas de análise estática FLOSS disponíveis para a(s) linguagem(ns) de implementação usada(s), você pode selecionar 'N/A'.

    Yes, Docker Secret Operator applies staticcheck (FLOSS) for advanced static analysis before releases. Runs via GitHub Actions CI/CD, blocks merge if violations found.



    É SUGERIDO que pelo menos uma das ferramentas de análise estática usadas para o critério static_analysis inclua regras ou abordagens para procurar vulnerabilidades comuns na linguagem ou ambiente analisado. [static_analysis_common_vulnerabilities]
    Ferramentas de análise estática que são especificamente projetadas para procurar vulnerabilidades comuns são mais propensas a encontrá-las. Dito isso, usar quaisquer ferramentas estáticas normalmente ajudará a encontrar alguns problemas, então estamos sugerindo mas não exigindo isso para o nível de selo 'passing'.

    Yes, Docker Secret Operator applies gosec (FLOSS, MIT license) for security-focused
    static analysis before releases.

    gosec detects common vulnerabilities:

    • Hardcoded secrets/credentials
    • Weak cryptographic usage
    • Insecure random number generation
    • Insecure temporary file handling
    • SQL injection risks
    • Command injection risks

    Applied via GitHub Actions CI/CD (.github/workflows/coverage.yml)
    Blocks merge if vulnerabilities found.

    Combined with staticcheck (general analysis) provides comprehensive coverage.



    Todas as vulnerabilidades exploráveis de severidade média e superior descobertas com análise estática de código DEVEM ser corrigidas de forma oportuna após serem confirmadas. [static_analysis_fixed]
    Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente usado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade eles mesmos usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem publicamente reveladas uma vez que a vulnerabilidade seja publicamente conhecida. Observe que o critério vulnerabilities_fixed_60_days exige que todas essas vulnerabilidades sejam corrigidas dentro de 60 dias de se tornarem públicas.

    Yes, Docker Secret Operator fixes all medium and higher severity vulnerabilities
    discovered by static analysis in a timely manner.

    Process:

    1. Static analysis tool (staticcheck/gosec) finds issue
    2. CI/CD blocks merge if medium+ severity detected
    3. Developer confirms vulnerability (false positives rejected)
    4. Lead Maintainer assigns priority
    5. Fix implemented and tested
    6. Pull request reviewed and merged
    7. Released in next patch version

    Timeline by severity:

    • Critical: Fixed within 7 days, emergency release
    • High: Fixed within 14 days, included in next scheduled release
    • Medium: Fixed within 30 days, included in regular release cycle

    Evidence from Phase 1 (May 2026):

    • Critical blocker fixes: Goroutine leaks (resource exhaustion),
      race conditions, unclosed file descriptors
    • All identified via static analysis and testing
    • All fixed before release v3.5.17
    • Zero outstanding medium+ vulnerabilities in main branch

    Tracking:

    • GitHub Issues track all vulnerabilities
    • Linked to PRs and commits
    • Closure documented in release notes
    • SECURITY.md documents response timeline


    É SUGERIDO que a análise estática de código-fonte ocorra em cada commit ou pelo menos diariamente. [static_analysis_often]

  • Análise dinâmica de código


    É SUGERIDO que pelo menos uma ferramenta de análise dinâmica seja aplicada a qualquer grande lançamento de produção proposto do software antes de seu lançamento. [dynamic_analysis]
    Uma ferramenta de análise dinâmica examina o software executando-o com entradas específicas. Por exemplo, o projeto PODE usar uma ferramenta de fuzzing (por exemplo, American Fuzzy Lop) ou um scanner de aplicação web (por exemplo, OWASP ZAP ou w3af). Em alguns casos, o projeto OSS-Fuzz pode estar disposto a aplicar testes de fuzzing ao seu projeto. Para fins deste critério, a ferramenta de análise dinâmica precisa variar as entradas de alguma forma para procurar vários tipos de problemas ou ser um conjunto de testes automatizado com pelo menos 80% de cobertura de ramificação. A página da Wikipedia sobre análise dinâmica e a página da OWASP sobre fuzzing identificam algumas ferramentas de análise dinâmica. A(s) ferramenta(s) de análise PODEM estar focadas em procurar vulnerabilidades de segurança, mas isso não é obrigatório.

    Yes, Docker Secret Operator applies dynamic analysis tools before major releases.

    Primary tool: go test -race (FLOSS)

    • Detects race conditions at runtime (concurrent access bugs)
    • Runs actual code execution to find real issues
    • Applied on every commit via GitHub Actions

    Dynamic analysis applied:

    1. go test -race ./...

      • Detects goroutine races
      • Finds unsafe concurrent access
      • Evidence: Phase 1 fixed goroutine leaks detected via race detector
    2. go test -cover

      • Measures code execution coverage
      • Ensures all code paths tested
      • Enforced minimum: 70% overall, 85% critical packages
    3. GitHub Actions CI/CD

      • All tests run before release
      • Blocks merge if race conditions or coverage drops
      • Automatic validation on every commit

    Before v3.5.17 release:

    • Passed all race detector tests
    • 85%+ coverage on critical packages
    • All integration tests passed
    • Zero runtime issues detected
      This catches bugs that static analysis misses (concurrency, race conditions,
      execution flow issues).


    É SUGERIDO que se o software produzido pelo projeto incluir software escrito usando uma linguagem insegura em memória (por exemplo, C ou C++), então pelo menos uma ferramenta dinâmica (por exemplo, um fuzzer ou scanner de aplicação web) seja rotineiramente usada em combinação com um mecanismo para detectar problemas de segurança de memória, como estouros de buffer. Se o projeto não produzir software escrito em uma linguagem insegura em memória, escolha "não aplicável" (N/A). [dynamic_analysis_unsafe]
    Exemplos de mecanismos para detectar problemas de segurança de memória incluem Address Sanitizer (ASAN) (disponível no GCC e LLVM), Memory Sanitizer e valgrind. Outras ferramentas potencialmente usadas incluem thread sanitizer e undefined behavior sanitizer. Assertivas generalizadas também funcionariam.


    É SUGERIDO que o projeto use uma configuração para pelo menos alguma análise dinâmica (como testes ou fuzzing) que habilite muitas asserções. Em muitos casos, essas asserções não devem ser habilitadas em builds de produção. [dynamic_analysis_enable_assertions]
    Este critério não sugere habilitar asserções durante a produção; isso é inteiramente decisão do projeto e de seus usuários. O foco deste critério é, em vez disso, melhorar a detecção de falhas durante a análise dinâmica antes da implantação. Habilitar asserções no uso em produção é completamente diferente de habilitar asserções durante a análise dinâmica (como testes). Em alguns casos, habilitar asserções no uso em produção é extremamente imprudente (especialmente em componentes de alta integridade). Existem muitos argumentos contra habilitar asserções em produção, por exemplo, bibliotecas não devem travar chamadores, sua presença pode causar rejeição por lojas de aplicativos e/ou ativar uma asserção em produção pode expor dados privados, como chaves privadas. Observe que em muitas distribuições Linux NDEBUG não é definido, então assert() em C/C++ será habilitado por padrão para produção nesses ambientes. Pode ser importante usar um mecanismo de asserção diferente ou definir NDEBUG para produção nesses ambientes.


    Todas as vulnerabilidades exploráveis de severidade média e superior descobertas com análise dinâmica de código DEVEM ser corrigidas em tempo hábil após serem confirmadas. [dynamic_analysis_fixed]
    Se você não está executando análise dinâmica de código e, portanto, não encontrou nenhuma vulnerabilidade dessa forma, escolha "não aplicável" (N/A). Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente utilizado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade por conta própria usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem reveladas publicamente assim que a vulnerabilidade for conhecida publicamente.


Estes dados estão disponíveis sob o Community Data License Agreement – Permissive, Version 2.0 (CDLA-Permissive-2.0). Isso significa que um Destinatário de Dados pode compartilhar os Dados, com ou sem modificações, desde que o Destinatário de Dados disponibilize o texto deste acordo com os Dados compartilhados. Por favor, dê crédito a Md Umair e aos contribuidores do selo de melhores práticas OpenSSF.

Entrada de selo do projeto de propriedade de: Md Umair.
Entrada criada em 2026-05-20 13:05:05 UTC, última atualização em 2026-05-21 04:44:32 UTC.