Libellus Potionis

Projetos que seguem as melhores práticas abaixo podem se autocertificar voluntariamente e mostrar que alcançaram um selo de melhores práticas da Open Source Security Foundation (OpenSSF).

Não existe um conjunto de práticas que possa garantir que o software nunca terá defeitos ou vulnerabilidades; mesmo métodos formais podem falhar se as especificações ou suposições estiverem erradas. Nem existe qualquer conjunto de práticas que possa garantir que um projeto sustentará uma comunidade de desenvolvimento saudável e bem-funcionada. No entanto, seguir as melhores práticas pode ajudar a melhorar os resultados dos projetos. Por exemplo, algumas práticas permitem revisão multipessoal antes do lançamento, o que pode ajudar a encontrar vulnerabilidades técnicas difíceis de encontrar e ajudar a construir confiança e desejo de interação repetida entre desenvolvedores de diferentes empresas. Para ganhar um selo, todos os critérios DEVE e NÃO DEVE devem ser atendidos, todos os critérios DEVERIA devem ser atendidos OU não atendidos com justificativa, e todos os critérios SUGERIDO devem ser atendidos OU não atendidos (queremos que sejam considerados pelo menos). Se você quiser inserir texto de justificativa como um comentário genérico, em vez de ser uma justificativa de que a situação é aceitável, inicie o bloco de texto com '//' seguido de um espaço. Feedback é bem-vindo via site do GitHub como questões ou pull requests Há também uma lista de discussão para discussão geral.

Fornecemos com prazer as informações em vários idiomas, no entanto, se houver qualquer conflito ou inconsistência entre as traduções, a versão em inglês é a versão autoritativa.
Se este é o seu projeto, por favor mostre o status do seu selo na página do seu projeto! O status do selo se parece com isto: O nível do selo para o projeto 13480 é passing Aqui está como incorporá-lo:
Você pode mostrar o status do seu selo incorporando isto no seu arquivo markdown:
[![OpenSSF Best Practices](https://www.bestpractices.dev/projects/13480/badge)](https://www.bestpractices.dev/projects/13480)
ou incorporando isto no seu HTML:
<a href="https://www.bestpractices.dev/projects/13480"><img src="https://www.bestpractices.dev/projects/13480/badge"></a>


Estes são os critérios de nível de Aprovação. Você também pode visualizar os critérios de nível Prata ou Ouro.

Baseline Series: Nível Básico 1 Nível Básico 2 Nível Básico 3

        

 Fundamentos 13/13

  • Geral

    Observe que outros projetos podem usar o mesmo nome.

    Libellus Potionis is a privacy-first, free, open-source, and ad-free alcohol consumption tracker designed to help users monitor, pace, and manage their drinking habits entirely offline. It requires no invasive device permissions—no camera, microphone, or location access—and completely operates without network connectivity. It runs on both Android and iOS, and is available on F-Droid.

    Use o formato de expressão de licença SPDX; exemplos incluem "Apache-2.0", "BSD-2-Clause", "BSD-3-Clause", "GPL-2.0+", "LGPL-3.0+", "MIT" e "(BSD-2-Clause OR Ruby)". Não inclua aspas simples ou aspas duplas.
    Se houver mais de uma linguagem, liste-as como valores separados por vírgula (espaços opcionais) e ordene-as da mais usada para a menos usada. Se houver uma longa lista, liste pelo menos as três primeiras mais comuns. Se não houver linguagem (por exemplo, este é um projeto apenas de documentação ou apenas de teste), use o caractere único "-". Use uma capitalização convencional para cada linguagem, por exemplo, "JavaScript".
    O Common Platform Enumeration (CPE) é um esquema de nomenclatura estruturado para sistemas de tecnologia da informação, software e pacotes. Ele é usado em vários sistemas e bancos de dados ao relatar vulnerabilidades.

    The two are separate native apps in this one repository — Kotlin/Jetpack Compose for Android, Swift/SwiftUI for iOS — that share the same design, the same feature set, and a common JSON backup format, so a backup exported on one platform imports on the other. Their behaviour is kept in lock-step by a shared set of golden test vectors.

    Key Features

    • Logging: predefine custom beverages or use internationally common presets. Log drinks instantly or retroactively with precise timestamp corrections.
    • Concurrent limits: set three boundaries at once — a daily limit in grams of pure alcohol, a rolling 7-day limit in grams, and a maximum number of drinking days per week. Each has its own progress bar.
    • Blood alcohol concentration (BAC): enter your body weight to get a live estimate from the Widmark formula.
    • Counseling reports: generate a two-page PDF report of your consumption for a counseling appointment.
    • Data portability: export the dataset as a CSV file for external processing (e.g. in LibreOffice Calc), or create JSON backups to move data between devices.
    • Adjustments: set your own "day start" time, so that late-night drinks count toward the preceding evening, and an evaluation start date for a clean restart.

    A User's Guide is available inside the app.

  • Conteúdo básico do site do projeto


    O site do projeto DEVE descrever sucintamente o que o software faz (qual problema ele resolve?). [description_good]
    Isso DEVE estar em linguagem que usuários potenciais possam entender (por exemplo, ele usa o mínimo de jargão).

    The project's landing page (the repository README, rendered at gitlab.com/godisch/potillus) opens with a one-line statement of what the software is — a privacy-first, offline, ad-free alcohol-consumption tracker — and immediately explains the problem it solves: helping users monitor, pace, and manage their drinking habits entirely on-device, with no network access and no invasive permissions. A concise "Key Features" section follows. See README.md



    O site do projeto DEVE fornecer informações sobre como: obter, fornecer feedback (como relatórios de bugs ou melhorias) e contribuir com o software. [interact]

    The project's landing page (repository README) tells users how to obtain the app (F-Droid and the canonical GitLab repository), how to provide feedback (a dedicated "Feedback & Contributing" section points to the GitLab issue tracker for bug reports and enhancement requests, with android@godisch.de as an alternative), and how to contribute (link to CONTRIBUTING.md).



    As informações sobre como contribuir DEVEM explicar o processo de contribuição (por exemplo, pull requests são usados?) (URL obrigatória) [contribution]
    Presumimos que projetos no GitHub usam issues e pull requests, a menos que indicado de outra forma. Essa informação pode ser breve, por exemplo, declarando que o projeto usa pull requests, um rastreador de issues ou postagens em uma lista de discussão (qual?)

    The contribution process is documented in CONTRIBUTING.md, Section 2 "Submitting changes": contributors open an issue to discuss the change, then submit it as a merge request against main on GitLab (a patch by e-mail is accepted as an alternative); the change must meet the documented architecture, coding, testing, and translation conventions, and is reviewed and merged by the maintainer.



    As informações sobre como contribuir DEVERIAM incluir os requisitos para contribuições aceitáveis (por exemplo, uma referência a qualquer padrão de codificação exigido). (URL obrigatória) [contribution_requirements]

    CONTRIBUTING.md documents the requirements for acceptable contributions. Section 2 ("Submitting changes"), step 3, makes them a merge precondition and points to the relevant sections; Section 4 ("Coding conventions") names the required coding standard — the official Kotlin coding conventions — together with mandatory KDoc and constant/default/enum-persistence rules; Sections 3 (architecture) and 5 (testing) add the remaining acceptance rules. ./gradlew test and tools/release-check.sh must pass.


  • Licença FLOSS


    O software produzido pelo projeto DEVE ser lançado como FLOSS. [floss_license]
    FLOSS é software lançado de uma forma que atende à Definição de Código Aberto ou à Definição de Software Livre. Exemplos de tais licenças incluem CC0, MIT, BSD 2-clause, BSD 3-clause revisada, Apache 2.0, Lesser GNU General Public License (LGPL) e a GNU General Public License (GPL). Para nossos propósitos, isso significa que a licença DEVE ser: O software PODE também ser licenciado de outras formas (por exemplo, "GPLv2 ou proprietário" é aceitável).

    The software is released as Free/Libre and Open Source Software under the GNU General Public License v3.0 or later (GPL-3.0-or-later). The full license text is provided in LICENSE.md, the copyright notice in COPYING.md ("either version 3 of the License, or (at your option) any later version"), and the F-Droid metadata declares License: GPL-3.0-or-later.



    É SUGERIDO que qualquer licença(s) exigida para o software produzido pelo projeto seja aprovada pela Open Source Initiative (OSI). [floss_license_osi]
    A OSI usa um processo de aprovação rigoroso para determinar quais licenças são OSS.

    The project's license, GPL-3.0-or-later, is approved by the Open Source Initiative (OSI) and recognized as free by the FSF. It is the sole license under which the project's own source code is released. Bundled third-party dependencies are additionally under OSI-approved licenses (e.g. Apache-2.0; see docs/NOTICES.md), but these are dependencies, not the project's license.



    O projeto DEVE publicar a(s) licença(s) de seus resultados em um local padrão em seu repositório de código-fonte. (URL obrigatória) [license_location]
    Uma convenção é publicar a licença como um arquivo de nível superior chamado LICENSE ou COPYING, que PODE ser seguido por uma extensão como ".txt" ou ".md". Uma convenção alternativa é ter um diretório chamado LICENSES contendo arquivo(s) de licença; esses arquivos são tipicamente nomeados como seu identificador de licença SPDX seguido por uma extensão de arquivo apropriada, conforme descrito na Especificação REUSE. Observe que este critério é apenas um requisito no repositório de código-fonte. Você NÃO precisa incluir o arquivo de licença ao gerar algo a partir do código-fonte (como um executável, pacote ou contêiner). Por exemplo, ao gerar um pacote R para a Comprehensive R Archive Network (CRAN), siga a prática padrão do CRAN: se a licença for uma licença padrão, use a especificação de licença curta padrão (para evitar instalar outra cópia do texto) e liste o arquivo LICENSE em um arquivo de exclusão como .Rbuildignore. Da mesma forma, ao criar um pacote Debian, você pode colocar um link no arquivo de copyright para o texto da licença em /usr/share/common-licenses e excluir o arquivo de licença do pacote criado (por exemplo, deletando o arquivo após chamar dh_auto_install). Nós encorajamos a inclusão de informações de licença legíveis por máquina em formatos gerados, quando praticável.

    The project's license is posted in a standard location at the repository root as LICENSE.md (full GPL-3.0-or-later text), which GitLab auto-detects and displays as the project license; COPYING.md sits alongside it with the copyright notice.


  • Documentação


    O projeto DEVE fornecer documentação básica para o software produzido pelo projeto. [documentation_basics]
    Esta documentação deve estar em alguma mídia (como texto ou vídeo) que inclua: como instalá-lo, como iniciá-lo, como usá-lo (possivelmente com um tutorial usando exemplos) e como usá-lo de forma segura (por exemplo, o que fazer e o que não fazer) se esse for um tópico apropriado para o software. A documentação de segurança não precisa ser longa. O projeto PODE usar hiperlinks para material não pertencente ao projeto como documentação. Se o projeto não produz software, escolha "não aplicável" (N/A).

    The project provides basic user documentation. A comprehensive, screen-by-screen User's Guide (localized into 21 languages) explains every screen and feature — Today, Calendar, Statistics, Drinks, and Settings (limits, backup/restore, security, appearance) — and is rendered and displayed inside the app itself (via tools/render-guide.py, shown in DocumentViewerScreen). The README additionally documents the app's purpose, feature set, platform requirements (Android 11+), and how to obtain it. The iOS port ships the same screen-by-screen guide (docs/guide/usersguide.ios.md), rendered inside the app, and targets iOS 17+.



    O projeto DEVE fornecer documentação de referência que descreva a interface externa (tanto entrada quanto saída) do software produzido pelo projeto. [documentation_interface]
    A documentação de uma interface externa explica a um usuário final ou desenvolvedor como usá-la. Isso incluiria sua interface de programação de aplicativos (API) se o software tiver uma. Se for uma biblioteca, documente as principais classes/tipos e métodos/funções que podem ser chamados. Se for uma aplicação web, defina sua interface de URL (geralmente sua interface REST). Se for uma interface de linha de comando, documente os parâmetros e opções que suporta. Em muitos casos, é melhor que a maior parte desta documentação seja gerada automaticamente, para que essa documentação permaneça sincronizada com o software conforme ele muda, mas isso não é obrigatório. O projeto PODE usar hiperlinks para material não pertencente ao projeto como documentação. A documentação PODE ser gerada automaticamente (quando praticável, esta é frequentemente a melhor forma de fazê-lo). A documentação de uma interface REST pode ser gerada usando Swagger/OpenAPI. A documentação da interface de código PODE ser gerada usando ferramentas como JSDoc (JavaScript), ESDoc (JavaScript), pydoc (Python), devtools (R), pkgdown (R) e Doxygen (muitos). Simplesmente ter comentários no código de implementação não é suficiente para satisfazer este critério; precisa haver uma maneira fácil de ver a informação sem ler todo o código-fonte. Se o projeto não produz software, escolha "não aplicável" (N/A).

    The software is a GUI Android application; its external interface is the user interface together with the file formats it reads and writes, both documented in the User's Guide as reference material describing inputs and outputs. Inputs: drink logging, limit configuration, and body weight (used to estimate blood alcohol concentration via the Widmark formula). Outputs: the statistics screen (by week/month/year), a CSV export for spreadsheet processing, and a two-page PDF report. The JSON backup interface is documented for both directions — export produces a single JSON file containing all drinks and the complete log, and import offers explicit "replace" and "merge" modes. The iOS port is the same GUI application over the same inputs and outputs, reading and writing the identical JSON backup format (pinned to Android's by SchemaParityTests) and documented in the iOS User's Guide.


  • Outro


    Os sites do projeto (site, repositório e URLs de download) DEVEM suportar HTTPS usando TLS. [sites_https]
    Isso requer que a URL da página inicial do projeto e a URL do repositório de controle de versão comecem com "https:", não "http:". Você pode obter certificados gratuitos do Let's Encrypt. Os projetos PODEM implementar este critério usando (por exemplo) GitHub pages, GitLab pages ou SourceForge project pages. Se você suportar HTTP, recomendamos que você redirecione o tráfego HTTP para HTTPS.

    All project sites support HTTPS with TLS. The project website and source repository are hosted on GitLab (gitlab.com/godisch/potillus), which is HTTPS-only, and the app is distributed through F-Droid (f-droid.org/packages/de.godisch.potillus), which also serves exclusively over HTTPS. Both hosts present valid TLS certificates.



    O projeto DEVE ter um ou mais mecanismos para discussão (incluindo mudanças propostas e questões) que sejam pesquisáveis, permitam que mensagens e tópicos sejam endereçados por URL, permitam que novas pessoas participem de algumas das discussões e não exijam instalação no lado do cliente de software proprietário. [discussion]
    Exemplos de mecanismos aceitáveis incluem lista(s) de discussão arquivadas, discussões de questões e pull requests do GitHub, Bugzilla, Mantis e Trac. Mecanismos de discussão assíncronos (como IRC) são aceitáveis se atenderem a esses critérios; certifique-se de que haja um mecanismo de arquivamento endereçável por URL. JavaScript proprietário, embora desencorajado, é permitido.

    Discussion of proposed changes and issues takes place in the project's GitLab issue tracker and merge requests (gitlab.com/godisch/potillus/-/issues). This mechanism is full-text searchable; every issue, merge request, and comment is addressable by a stable URL; any person with a free GitLab account can open issues and join the discussion; and it is used entirely through a web browser, requiring no proprietary client-side software (GitLab's core is released as free software under the MIT licence).



    O projeto DEVERIA fornecer documentação em inglês e ser capaz de aceitar relatórios de bugs e comentários sobre código em inglês. [english]
    O inglês é atualmente a língua franca da tecnologia de computadores; o suporte ao inglês aumenta o número de diferentes desenvolvedores e revisores em potencial em todo o mundo. Um projeto pode atender a este critério mesmo que o idioma principal de seus desenvolvedores principais não seja o inglês.

    All project documentation is provided in English (README.md, CONTRIBUTING.md, PRIVACY.md, COPYING.md, CHANGELOG.md, and the base User's Guide). English is in fact an enforced project-wide convention: as stated in CONTRIBUTING.md ("English everywhere"), all source code, KDoc, test and build comments are written in English, and the tools/release-check.sh release gate rejects non-English prose in the source tree. Bug reports and code comments in English are welcome and handled by the maintainer.



    O projeto DEVE ser mantido. [maintained]
    No mínimo, o projeto deve tentar responder a relatórios significativos de problemas e vulnerabilidades. Um projeto que está buscando ativamente um badge provavelmente é mantido. Todos os projetos e pessoas têm recursos limitados, e projetos típicos devem rejeitar algumas mudanças propostas, portanto, recursos limitados e rejeições de propostas não indicam por si só um projeto não mantido.

    Quando um projeto souber que não será mais mantido, ele deve definir este critério como "Não atendido" e usar o(s) mecanismo(s) apropriado(s) para indicar a outros que não está sendo mantido. Por exemplo, use "DEPRECATED" como o primeiro cabeçalho de seu README, adicione "DEPRECATED" perto do início de sua página inicial, adicione "DEPRECATED" ao início da descrição do projeto do repositório de código, adicione um badge de sem intenção de manutenção em seu README e/ou página inicial, marque-o como descontinuado em quaisquer repositórios de pacotes (por exemplo, npm deprecate), e/ou use o sistema de marcação do repositório de código para arquivá-lo (por exemplo, a configuração "archive" do GitHub, a marcação "archived" do GitLab, o status "readonly" do Gerrit ou o status de projeto "abandoned" do SourceForge). Discussão adicional pode ser encontrada aqui.

    The project is actively maintained. It has a current release and a detailed, continuously updated CHANGELOG.md documenting a steady release cadence, with ongoing work on localization, build tooling, and QA hardening. The maintainer responds to issues and merge requests on GitLab.


 Controle de Mudanças 9/9

  • Repositório de código-fonte público controlado por versão


    O projeto DEVE ter um repositório de código-fonte controlado por versão que seja publicamente legível e tenha uma URL. [repo_public]
    A URL PODE ser a mesma que a URL do projeto. O projeto PODE usar branches privados (não públicos) em casos específicos enquanto a mudança não for lançada publicamente (por exemplo, para corrigir uma vulnerabilidade antes de ser revelada ao público).

    The project uses a publicly readable, version-controlled Git repository at a stable URL, gitlab.com/godisch/potillus — readable without an account and cloneable over HTTPS.



    O repositório de código-fonte do projeto DEVE rastrear quais mudanças foram feitas, quem fez as mudanças e quando as mudanças foram feitas. [repo_track]

    The project's source repository uses Git, which inherently records, for every commit, what changed (the diff/tree), who made the change (author and committer identity), and when (author and commit timestamps). The full history is publicly browsable on GitLab (commit list, diffs, and blame view) at gitlab.com/godisch/potillus/-/commits/main



    Para permitir revisão colaborativa, o repositório de código-fonte do projeto DEVE incluir versões intermediárias para revisão entre lançamentos; ele NÃO DEVE incluir apenas lançamentos finais. [repo_interim]
    Os projetos PODEM optar por omitir versões intermediárias específicas de seus repositórios de código-fonte públicos (por exemplo, aquelas que corrigem vulnerabilidades de segurança não públicas específicas, podem nunca ser lançadas publicamente ou incluem material que não pode ser legalmente postado e não estão no lançamento final).

    The repository contains ongoing interim development commits on the main branch between releases, not only final release snapshots, so work in progress is publicly available for collaborative review. The full commit history is browsable at gitlab.com/godisch/potillus/-/commits/main



    É SUGERIDO que software de controle de versão distribuído comum seja usado (por exemplo, git) para o repositório de código-fonte do projeto. [repo_distributed]
    O Git não é especificamente exigido e os projetos podem usar software de controle de versão centralizado (como subversion) com justificativa.

    The project uses Git, the most widely used distributed version control system, hosted on GitLab. Repository: gitlab.com/godisch/potillus


  • Numeração de versão única


    Os resultados do projeto DEVEM ter um identificador de versão único para cada lançamento destinado a ser usado pelos usuários. [version_unique]
    Isso PODE ser atendido de várias maneiras, incluindo IDs de commit (como git commit id ou mercurial changeset id) ou um número de versão (incluindo números de versão que usam versionamento semântico ou esquemas baseados em data como AAAAMMDD).

    Every user-facing release has a unique version identifier. The app carries a three-part versionName (MAJOR.MINOR.PATCH) and a strictly increasing integer versionCode, both defined in android/app/build.gradle.kts. CONTRIBUTING.md requires that the versionName, the top CHANGELOG.md entry, the README title, and the proguard-rules.pro header all carry the same version string and that versionCode increases by at least 1 each release; the tools/release-check.sh release gate enforces this consistency automatically. The iOS app shares the same single human-readable version: MARKETING_VERSION is derived from the top CHANGELOG.md entry (the same source of truth as Android's versionName), so a release carries one identical version string on both platforms.



    É SUGERIDO que o formato de numeração de versão Versionamento Semântico (SemVer) ou Versionamento de Calendário (CalVer) seja usado para lançamentos. É SUGERIDO que aqueles que usam CalVer incluam um valor de nível micro. [version_semver]
    Os projetos geralmente devem preferir qualquer formato que seja esperado por seus usuários, por exemplo, porque é o formato normal usado por seu ecossistema. Muitos ecossistemas preferem SemVer, e SemVer é geralmente preferido para interfaces de programação de aplicações (APIs) e kits de desenvolvimento de software (SDKs). CalVer tende a ser usado por projetos que são grandes, têm um número excepcionalmente grande de dependências desenvolvidas independentemente, têm um escopo em constante mudança ou são sensíveis ao tempo. É SUGERIDO que aqueles que usam CalVer incluam um valor de nível micro, porque incluir um nível micro suporta branches mantidos simultaneamente sempre que isso se tornar necessário. Outros formatos de numeração de versão podem ser usados como números de versão, incluindo IDs de commit do git ou IDs de changeset do mercurial, desde que identifiquem exclusivamente as versões. No entanto, algumas alternativas (como IDs de commit do git) podem causar problemas como identificadores de lançamento, porque os usuários podem não ser capazes de determinar facilmente se estão atualizados. O formato do ID de versão pode não ser importante para identificar lançamentos de software se todos os destinatários executarem apenas a versão mais recente (por exemplo, é o código para um único site ou serviço de internet que é constantemente atualizado via entrega contínua).


    É SUGERIDO que os projetos identifiquem cada lançamento dentro de seu sistema de controle de versão. Por exemplo, é SUGERIDO que aqueles que usam git identifiquem cada lançamento usando tags do git. [version_tags]

    Each release is identified within the version control system by a git tag on GitLab. Every published version has a corresponding tag of the form v<versionName>, so any release can be located and checked out directly from the repository history. Tags are browsable at gitlab.com/godisch/potillus/-/tags


  • Notas de lançamento


    O projeto DEVE fornecer, em cada lançamento, notas de lançamento que sejam um resumo legível por humanos das principais mudanças nesse lançamento para ajudar os usuários a determinar se devem atualizar e qual será o impacto da atualização. As notas de lançamento NÃO DEVEM ser a saída bruta de um log de controle de versão (por exemplo, os resultados do comando "git log" não são notas de lançamento). Projetos cujos resultados não se destinam à reutilização em vários locais (como o software para um único site ou serviço) E empregam entrega contínua PODEM selecionar "N/A". (URL obrigatória) [release_notes]
    As notas de lançamento PODEM ser implementadas de várias maneiras. Muitos projetos as fornecem em um arquivo chamado "NEWS", "CHANGELOG" ou "ChangeLog", opcionalmente com extensões como ".txt", ".md" ou ".html". Historicamente, o termo "change log" significava um log de todas as mudanças, mas para atender a esses critérios, o que é necessário é um resumo legível por humanos. As notas de lançamento PODEM, em vez disso, ser fornecidas por mecanismos de sistema de controle de versão, como o fluxo de trabalho GitHub Releases.

    Each release is accompanied by human-readable release notes in CHANGELOG.md: a curated summary (not raw version-control log output), with a concise subject line plus prose describing the major changes, typically separating user-facing changes from internal ones so users can judge the upgrade impact. Localized store release notes are additionally maintained per versionCode under fastlane/metadata/android/<locale>/changelogs/.



    As notas de lançamento DEVEM identificar todas as vulnerabilidades de tempo de execução publicamente conhecidas corrigidas neste lançamento que já tinham uma atribuição CVE ou similar quando o lançamento foi criado. Este critério pode ser marcado como não aplicável (N/A) se os usuários normalmente não conseguem atualizar o software por conta própria (por exemplo, como geralmente é verdade para atualizações de kernel). Este critério se aplica apenas aos resultados do projeto, não às suas dependências. Se não houver notas de lançamento ou se não houve vulnerabilidades publicamente conhecidas, escolha N/A. [release_notes_vulns]
    Este critério ajuda os usuários a determinar se uma determinada atualização irá corrigir uma vulnerabilidade que é publicamente conhecida, para ajudar os usuários a tomar uma decisão informada sobre atualização. Se os usuários normalmente não conseguem atualizar o software por conta própria em seus computadores, mas devem depender de um ou mais intermediários para realizar a atualização (como é frequentemente o caso de um kernel e software de baixo nível que está entrelaçado com um kernel), o projeto pode escolher "não aplicável" (N/A) em vez disso, já que essa informação adicional não será útil para esses usuários. Da mesma forma, um projeto pode escolher N/A se todos os destinatários executarem apenas a versão mais recente (por exemplo, é o código para um único site ou serviço de internet que é constantemente atualizado via entrega contínua). Este critério se aplica apenas aos resultados do projeto, não às suas dependências. Listar as vulnerabilidades de todas as dependências transitivas de um projeto torna-se difícil conforme as dependências aumentam e variam, e é desnecessário já que ferramentas que examinam e rastreiam dependências podem fazer isso de uma forma mais escalável.

    To date there have been no publicly known run-time vulnerabilities in the project's own results (as opposed to its dependencies) that had a CVE assignment or similar at release time and were fixed in a release. As the criterion permits, N/A is selected because there have been no such publicly known vulnerabilities. Should this ever change, the fixed CVE(s) will be named in the corresponding CHANGELOG.md entry.


 Relatórios 8/8

  • Processo de relato de bugs


    O projeto DEVE fornecer um processo para os usuários enviarem relatórios de bugs (por exemplo, usando um rastreador de problemas ou uma lista de discussão). (URL obrigatória) [report_process]

    Users submit bug reports through the project's GitLab issue tracker, with android@godisch.de offered as an alternative. This process is documented in the README's "Feedback & Contributing" section.



    O projeto DEVERIA usar um rastreador de problemas para rastrear problemas individuais. [report_tracker]

    The project uses the GitLab issue tracker to track individual issues. The tracker is enabled and public, and users are directed to it: the README ("Feedback & Contributing") and CONTRIBUTING.md §2 point bug reports and enhancement suggestions there, while SECURITY.md routes security-sensitive reports to a private channel instead. Issue tracker: gitlab.com/godisch/potillus/-/issues



    O projeto DEVE reconhecer a maioria dos relatórios de bugs enviados nos últimos 2-12 meses (inclusive); a resposta não precisa incluir uma correção. [report_responses]

    No bug reports have been submitted in the last 2–12 months, so there are no unacknowledged reports; the requirement to acknowledge a majority of submitted bug reports is therefore satisfied. The GitLab issue tracker is open and monitored for incoming reports: gitlab.com/godisch/potillus/-/issues



    O projeto DEVERIA responder a uma maioria (>50%) das solicitações de melhorias nos últimos 2-12 meses (inclusive). [enhancement_responses]
    A resposta PODE ser 'não' ou uma discussão sobre seus méritos. O objetivo é simplesmente que haja alguma resposta a algumas solicitações, o que indica que o projeto ainda está ativo. Para fins deste critério, os projetos não precisam contar solicitações falsas (por exemplo, de spammers ou sistemas automatizados). Se um projeto não estiver mais fazendo melhorias, selecione "não atendido" e inclua a URL que torna esta situação clara para os usuários. Se um projeto tende a ser sobrecarregado pelo número de solicitações de melhorias, selecione "não atendido" e explique.

    No enhancement requests have been submitted in the last 2–12 months, so there are none left unanswered; the requirement to respond to a majority (>50%) of enhancement requests is satisfied. Enhancement requests are accepted via the GitLab issue tracker: gitlab.com/godisch/potillus/-/issues



    O projeto DEVE ter um arquivo publicamente disponível para relatórios e respostas para pesquisa posterior. (URL obrigatória) [report_archive]

    Reports and responses are publicly archived and searchable in the GitLab issue tracker: all issues and merge requests — open and closed — remain publicly visible, are full-text searchable, and are addressable by stable URLs for later reference.


  • Processo de relato de vulnerabilidades


    O projeto DEVE publicar o processo para relatar vulnerabilidades no site do projeto. (URL obrigatória) [vulnerability_report_process]
    Projetos hospedados no GitHub DEVERIAM considerar habilitar o relato privado de uma vulnerabilidade de segurança. Projetos no GitLab DEVERIAM considerar usar sua capacidade de relatar uma vulnerabilidade de forma privada. Projetos PODEM identificar um endereço de e-mail em https://PROJECTSITE/security, frequentemente na forma security@example.org. Este processo de relato de vulnerabilidades PODE ser o mesmo que seu processo de relato de bugs. Relatórios de vulnerabilidades PODEM ser sempre públicos, mas muitos projetos têm um mecanismo de relato de vulnerabilidades privado.

    The process for reporting vulnerabilities is published in SECURITY.md at the repository root (which GitLab surfaces as the project's security policy) and is linked from the README's "Security" section. Reporters are asked to disclose privately via PGP-encrypted e-mail to android@godisch.de rather than opening a public issue.



    Se relatórios privados de vulnerabilidades forem suportados, o projeto DEVE incluir como enviar as informações de uma forma que seja mantida privada. (URL obrigatória) [vulnerability_report_private]
    Exemplos incluem um relatório de defeito privado enviado na web usando HTTPS (TLS) ou um e-mail criptografado usando OpenPGP. Se relatórios de vulnerabilidades forem sempre públicos (portanto, nunca há relatórios privados de vulnerabilidades), escolha "não aplicável" (N/A).

    Private vulnerability reporting is the required path and SECURITY.md documents exactly how to send the information privately: a PGP-encrypted e-mail to android@godisch.de, using the maintainer's published key (fingerprint 1842 323B 4FCF 9B90 995F A17F A350 B991 F05A 4857), retrievable from the official Debian keyserver (hkps://keyring.debian.org:443). If a reporter cannot use PGP, the maintainer arranges a secure channel before any sensitive details are shared.



    O tempo de resposta inicial do projeto para qualquer relatório de vulnerabilidade recebido nos últimos 6 meses DEVE ser menor ou igual a 14 dias. [vulnerability_report_response]
    Se não houve vulnerabilidades relatadas nos últimos 6 meses, escolha "não aplicável" (N/A).

    No vulnerability reports have been received in the last 6 months, so there is no initial response time to measure. SECURITY.md nevertheless commits to acknowledging any future vulnerability report within 14 days, so the requirement is covered in advance; this item will be marked Met once a report has been received and handled within that window.


 Qualidade 13/13

  • Sistema de compilação funcional


    Se o software produzido pelo projeto requer construção para uso, o projeto DEVE fornecer um sistema de construção funcional que possa reconstruir automaticamente o software a partir do código-fonte. [build]
    Um sistema de construção determina quais ações precisam ocorrer para reconstruir o software (e em que ordem), e então executa essas etapas. Por exemplo, ele pode invocar um compilador para compilar o código-fonte. Se um executável é criado a partir do código-fonte, deve ser possível modificar o código-fonte do projeto e então gerar um executável atualizado com essas modificações. Se o software produzido pelo projeto depende de bibliotecas externas, o sistema de construção não precisa construir essas bibliotecas externas. Se não houver necessidade de construir nada para usar o software depois que seu código-fonte for modificado, selecione "não aplicável" (N/A).

    The application is built from source with Gradle. The repository contains the full build definition (android/build.gradle.kts, android/app/build.gradle.kts, android/settings.gradle.kts), a checked-in Gradle wrapper (gradlew / gradlew.bat), and an orchestrating Makefile, so the software can be automatically rebuilt from source (e.g. ./gradlew assembleRelease). As independent evidence, F-Droid reproducibly builds the app from this same source (see its build recipe in fdroiddata). Repository: gitlab.com/godisch/potillus On iOS, make ios regenerates the Xcode project with XcodeGen and builds via the Swift toolchain, so a single documented command produces the app.



    É SUGERIDO que ferramentas comuns sejam usadas para construir o software. [build_common_tools]
    Por exemplo, Maven, Ant, cmake, o autotools, make, rake (Ruby) ou devtools (R).

    The project builds with the standard, widely used Android toolchain: Gradle (with the Kotlin DSL) and the Android Gradle Plugin, the Kotlin compiler, and the checked-in Gradle wrapper, orchestrated by a Makefile. These are the conventional build tools for Android applications. The iOS app uses the standard Apple toolchain: the Swift compiler and Swift Package Manager for the PotillusKit package, an Xcode project generated declaratively by XcodeGen from ios/project.yml, all driven by the same Makefile. These are conventional iOS build tools.



    O projeto DEVERIA ser construível usando apenas ferramentas FLOSS. [build_floss_tools]

    The build toolchain itself is FLOSS: Gradle, the Gradle wrapper, the Android Gradle Plugin, and the Kotlin compiler are all Apache-2.0 licensed. F-Droid builds and distributes the app entirely within its free-software build pipeline (see its build recipe in fdroiddata), demonstrating the project is buildable with FLOSS tooling. Note: some Android SDK components (build-tools, the platform android.jar) are under the non-OSI Android SDK License — a well-known caveat common to all Android apps — but the project itself introduces no proprietary build tools. The iOS build likewise relies on FLOSS or freely-available tooling: the open-source Swift toolchain and Swift Package Manager, XcodeGen (MIT), and SwiftLint (MIT); Xcode itself is the platform's free IDE.


  • Conjunto de testes automatizados


    O projeto DEVE usar pelo menos um conjunto de testes automatizados que seja disponibilizado publicamente como FLOSS (esse conjunto de testes pode ser mantido como um projeto FLOSS separado). O projeto DEVE mostrar ou documentar claramente como executar o(s) conjunto(s) de testes (por exemplo, por meio de um script de integração contínua (CI) ou por meio de documentação em arquivos como BUILD.md, README.md ou CONTRIBUTING.md). [test]
    O projeto PODE usar múltiplos conjuntos de testes automatizados (por exemplo, um que executa rapidamente, versus outro que é mais completo mas requer equipamento especial). Existem muitos frameworks de teste e sistemas de suporte a testes disponíveis, incluindo Selenium (automação de navegador web), Junit (JVM, Java), RUnit (R), testthat (R).

    The project ships a substantial automated test suite, released as FLOSS under GPL-3.0-or-later in the same repository: JVM unit tests in android/app/src/test/ (domain, data, l10n, util, and ViewModel layers, plus LocaleSyncTest) and instrumented tests in android/app/src/androidTest/ (Room migration validation, Compose UI components, on-device locale formatting), using FLOSS test frameworks (JUnit, AndroidX/Compose testing). How to run the tests is documented in CONTRIBUTING.md §5 "Testing strategy" (./gradlew :app:test for unit tests, ./gradlew :app:connectedAndroidTest for instrumented tests) and §7. The iOS side mirrors this: a broad PotillusKit unit-test suite plus app-target tests, sharing golden vectors with Android so the two implementations are held to the same expected results.



    Um conjunto de testes DEVERIA ser invocável de forma padrão para aquela linguagem. [test_invocation]
    Por exemplo, "make check", "mvn test", ou "rake test" (Ruby).

    The test suite is invoked in the standard way for a Gradle/Android project: ./gradlew test runs the JVM unit tests and ./gradlew connectedCheck runs the instrumented tests on a device or emulator. This conventional invocation is documented in CONTRIBUTING.md (Section 5, "Testing strategy", and the change-submission checklist in Section 2). The iOS tests are invoked the standard way too: swift test runs the PotillusKit unit tests, and the app-target tests run under xcodebuild. Both are wired into the Makefile's iOS targets.



    É SUGERIDO que o conjunto de testes cubra a maioria (ou idealmente todos) os ramos de código, campos de entrada e funcionalidade. [test_most]

    The project has an automated test suite on both platforms — JVM unit tests plus an instrumented suite on Android, and the PotillusKit suite on iOS — covering the major functionality. Statement coverage of the unit-testable code clears the enforced floors on both platforms — a 90% line floor on Android (Kover, koverVerify) and the same 90% line floor for PotillusKit (make -C ios cover-check); the current figures are printed by a make qa-android / make qa-ios run, so they are re-measured rather than quoted.



    É SUGERIDO que o projeto implemente integração contínua (onde código novo ou alterado é frequentemente integrado em um repositório de código central e testes automatizados são executados no resultado). [test_continuous_integration]

    A GitLab CI pipeline (.gitlab-ci.yml) runs on every merge request targeting main and executes the project's device-free gates — tools/release-check.sh --Werror, make check-static and an osv-scanner source scan — so contributed changes are checked continuously rather than only at release time. The checks are enforced: Merge requests > "Pipelines must succeed" is enabled, so a red pipeline blocks the merge. Observed green at https://gitlab.com/godisch/potillus/-/pipelines/2700494992. The heavier half — the unit-test and lint suites, which need an SDK-bearing image and, for iOS, macOS — still runs locally before each release; widening the pipeline to cover it is tracked in docs/ROADMAP.md and is what the related automated_integration_testing (silver) still waits on.


  • Teste de novas funcionalidades


    O projeto DEVE ter uma política geral (formal ou não) de que conforme nova funcionalidade importante seja adicionada ao software produzido pelo projeto, testes dessa funcionalidade devem ser adicionados a um conjunto de testes automatizados. [test_policy]
    Desde que haja uma política, mesmo que verbal, que diga que desenvolvedores devem adicionar testes ao conjunto de testes automatizados para novas funcionalidades importantes, selecione "Met".

    The project has a written policy that new functionality ships with tests. CONTRIBUTING.md §5 ("Testing strategy") states that the domain layer is the coverage floor and that new domain logic ships with its own tests, and §2 (step 3) makes passing the tests and following the §5 testing conventions a precondition for accepting any change.



    O projeto DEVE ter evidências de que a test_policy para adicionar testes foi seguida nas mudanças mais recentes e importantes ao software produzido pelo projeto. [tests_are_added]
    Funcionalidade importante seria tipicamente mencionada nas notas de lançamento. Perfeição não é necessária, apenas evidências de que testes estão sendo tipicamente adicionados na prática ao conjunto de testes automatizados quando nova funcionalidade importante é adicionada ao software produzido pelo projeto.

    The add-tests policy is demonstrably followed. The test tree mirrors the source almost one-to-one: each non-trivial domain and utility class has a dedicated test (AlcoholCalculator, DayResolver, ChartBucketing, Trend, LocaleDetector, BackupManager, CsvExporter, …), every ViewModel has its own test class, schema changes are guarded by MigrationTest, and new locales/strings are guarded by LocaleSyncTest, which fails the build if a translation is incomplete. Recent releases include this test and QA work (see CHANGELOG.md). The commit history shows feature changes landing together with their tests. The iOS port carries its own XCTest suite (ios/PotillusKit/Tests), including schema-parity and calculator tests pinned to the shared golden vectors, so features land with tests on both platforms.



    É SUGERIDO que esta política sobre adicionar testes (veja test_policy) seja documentada nas instruções para propostas de mudanças. [tests_documented_added]
    Contudo, mesmo uma regra informal é aceitável desde que os testes estejam sendo adicionados na prática.

    The project's documented instructions for change proposals include the test-addition policy. CONTRIBUTING.md §2 ("Submitting changes"), step 3, states that per the mandatory test policy in §5, major new functionality MUST include automated tests covering it in the same change, and that ./gradlew test must pass and the release gate must stay green. The full policy is defined in §5. The same policy covers the iOS Swift suite; make check-swift-tests guards that added Swift tests actually assert.


  • Sinalizadores de aviso


    O projeto DEVE habilitar uma ou mais flags de avisos do compilador, um modo de linguagem "seguro", ou usar uma ferramenta "linter" separada para procurar erros de qualidade de código ou erros comuns simples, se houver pelo menos uma ferramenta FLOSS que possa implementar este critério na linguagem selecionada. [warnings]
    Exemplos de flags de avisos do compilador incluem gcc/clang "-Wall". Exemplos de modo de linguagem "seguro" incluem JavaScript "use strict" e perl5 "use warnings". Uma ferramenta "linter" separada é simplesmente uma ferramenta que examina o código-fonte para procurar erros de qualidade de código ou erros comuns simples. Estes são tipicamente habilitados dentro do código-fonte ou instruções de compilação.

    The project enables both a linter and strict compiler warnings, using FLOSS tools. Android Lint is run as a build gate (./gradlew lintDebug) configured in android/app/build.gradle.kts with abortOnError = true and warningsAsErrors = true, so lint warnings fail the build. In addition, the Kotlin compiler is configured with allWarningsAsErrors.set(true), promoting every compiler warning to a build-breaking error. The project deliberately uses no lint baseline (no silent suppression); the few exceptions are explicit and documented in the build file. On the iOS side SwiftLint — a FLOSS linter pinned to version 0.65.0 — runs as a make ios gate over the Swift sources, so lint findings are caught before a build ships.



    O projeto DEVE tratar os avisos. [warnings_fixed]
    Estes são os avisos identificados pela implementação do critério warnings. O projeto deve corrigir avisos ou marcá-los no código-fonte como falsos positivos. Idealmente não haveria avisos, mas um projeto PODE aceitar alguns avisos (tipicamente menos de 1 aviso por 100 linhas ou menos de 10 avisos).

    Warnings are addressed by construction: because Android Lint is configured with warningsAsErrors = true and the Kotlin compiler with allWarningsAsErrors = true, any unaddressed warning breaks the build, so a release cannot be produced with outstanding warnings and the source tree stays warning-free. The few deliberate exceptions are explicit and reviewable in android/app/build.gradle.kts rather than hidden in a suppression baseline. On the iOS side SwiftLint — a FLOSS linter pinned to version 0.65.0 — runs as a make ios gate over the Swift sources, so lint findings are caught before a build ships.



    É SUGERIDO que projetos sejam maximamente rigorosos com avisos no software produzido pelo projeto, onde prático. [warnings_strict]
    Alguns avisos não podem ser efetivamente habilitados em alguns projetos. O que é necessário é evidência de que o projeto está se esforçando para habilitar flags de avisos onde puder, de forma que erros sejam detectados cedo.

    The project is maximally strict with warnings. The Kotlin compiler runs with allWarningsAsErrors = true, so every compiler warning fails the build, and Android Lint runs with warningsAsErrors = true and abortOnError = true, promoting every lint warning to a build-breaking error. Rather than suppressing warnings, the project removes their causes and re-enables checks once underlying tooling bugs are fixed (e.g. the PluralsCandidate and WrongStartDestinationType lint checks were restored after workarounds were no longer needed). ktlint was additionally added as a style checker. These gates are configured in android/app/build.gradle.kts. On the iOS side the strictness gate is SwiftLint (a FLOSS linter pinned to version 0.65.0), run as part of make ios; Swift compiler warnings-as-errors are not currently enforced.


 Segurança 16/16

  • Conhecimento de desenvolvimento seguro


    O projeto DEVE ter pelo menos um desenvolvedor principal que saiba como projetar software seguro. (Veja 'details' para os requisitos exatos.) [know_secure_design]
    Isto requer entender os seguintes princípios de projeto, incluindo os 8 princípios de Saltzer and Schroeder:
    • economia de mecanismo (mantenha o projeto tão simples e pequeno quanto prático, por exemplo, adotando simplificações amplas)
    • padrões à prova de falhas (decisões de acesso devem negar por padrão, e a instalação dos projetos deve ser segura por padrão)
    • mediação completa (todo acesso que possa ser limitado deve ser verificado quanto à autoridade e não ser contornável)
    • projeto aberto (mecanismos de segurança não devem depender da ignorância do invasor sobre seu projeto, mas sim em informações mais facilmente protegidas e alteradas como chaves e senhas)
    • separação de privilégios (idealmente, acesso a objetos importantes deve depender de mais de uma condição, de forma que derrotar um sistema de proteção não permita acesso completo. Por exemplo, autenticação multifator, como exigir tanto uma senha quanto um token de hardware, é mais forte que autenticação de fator único)
    • menor privilégio (processos devem operar com o menor privilégio necessário)
    • menor mecanismo comum (o projeto deve minimizar os mecanismos comuns a mais de um usuário e dos quais todos os usuários dependem, por exemplo, diretórios para arquivos temporários)
    • aceitabilidade psicológica (a interface humana deve ser projetada para facilidade de uso - projetar para "menor surpresa" pode ajudar)
    • superfície de ataque limitada (a superfície de ataque - o conjunto dos diferentes pontos onde um invasor pode tentar entrar ou extrair dados - deve ser limitada)
    • validação de entrada com listas de permissões (entradas devem tipicamente ser verificadas para determinar se são válidas antes de serem aceitas; esta validação deve usar listas de permissões (que aceitam apenas valores conhecidamente bons), não listas de negação (que tentam listar valores conhecidamente ruins)).
    Um "desenvolvedor principal" em um projeto é qualquer pessoa que esteja familiarizada com a base de código do projeto, esteja confortável fazendo mudanças nela, e seja reconhecida como tal pela maioria dos outros participantes no projeto. Um desenvolvedor principal tipicamente faria várias contribuições ao longo do último ano (via código, documentação ou respondendo perguntas). Desenvolvedores seriam tipicamente considerados desenvolvedores principais se iniciaram o projeto (e não deixaram o projeto há mais de três anos), têm a opção de receber informações em um canal privado de relato de vulnerabilidades (se houver um), podem aceitar commits em nome do projeto, ou realizar lançamentos finais do software do projeto. Se há apenas um desenvolvedor, esse indivíduo é o desenvolvedor principal. Muitos livros e cursos estão disponíveis para ajudá-lo a entender como desenvolver software mais seguro e discutir projeto. Por exemplo, o curso Secure Software Development Fundamentals é um conjunto gratuito de três cursos que explicam como desenvolver software mais seguro (é gratuito se você auditar; por uma taxa extra você pode obter um certificado para provar que aprendeu o material).

    The project's primary developer (a Debian Developer) knows how to design secure software, and the application embodies established secure-design principles: least privilege and minimized attack surface (no network permission at all, no camera/microphone/location, and API 30 chosen so that even storage runtime permissions are unnecessary); fail-safe/secure defaults and data minimization (offline-only, no analytics or crash reporting, data confined to the app sandbox and encrypted at rest); reliance on vetted cryptography rather than home-grown implementations (hardware-backed Android Keystore, encrypted DataStore); defensive input validation and fail-secure behaviour (the JSON backup importer rejects too-new files and reads optional fields defensively, enums deserialize via runCatching{…}.getOrDefault(…)); and open design (fully GPL-3.0-or-later open source and auditable). The same understanding carries to the iOS port — Apple's App Sandbox, the iOS Keychain for the key (SecretKeyProviding), and the shared defensive backup parsing — with platform-specific iOS hardening refinements tracked in docs/ROADMAP.md.



    Pelo menos um dos desenvolvedores principais do projeto DEVE conhecer tipos comuns de erros que levam a vulnerabilidades neste tipo de software, bem como pelo menos um método para combater ou mitigar cada um deles. [know_common_errors]
    Exemplos (dependendo do tipo de software) incluem injeção SQL, injeção de SO, estouro clássico de buffer, cross-site scripting, autenticação ausente e autorização ausente. Veja o CWE/SANS top 25 ou OWASP Top 10 para listas comumente usadas. Muitos livros e cursos estão disponíveis para ajudá-lo a entender como desenvolver software mais seguro e discutir erros comuns de implementação que levam a vulnerabilidades. Por exemplo, o curso Secure Software Development Fundamentals é um conjunto gratuito de três cursos que explicam como desenvolver software mais seguro (é gratuito se você auditar; por uma taxa extra você pode obter um certificado para provar que aprendeu o material).

    A primary developer knows the common error classes that lead to vulnerabilities in an Android application (cf. the OWASP Mobile Top 10) and at least one mitigation for each, as reflected in the code: injection is avoided by using Room's parameterized queries rather than string concatenation; insecure data storage is mitigated by the app sandbox, encryption at rest, and keeping sensitive keys in the hardware-backed Android Keystore; unsafe deserialization / missing input validation is mitigated by defensive backup-import parsing (optional-field fallbacks, rejection of too-new files via VersionTooHigh, and runCatching{…}.getOrDefault(…) for enums); excessive attack surface is mitigated by a minimal permission profile with no network permission; insecure IPC is avoided by not exporting unnecessary components; and weak/home-grown cryptography is avoided by relying on the platform's vetted cryptographic facilities. The same understanding carries to the iOS port — Apple's App Sandbox, the iOS Keychain for the key (SecretKeyProviding), and the shared defensive backup parsing — with platform-specific iOS hardening refinements tracked in docs/ROADMAP.md.


  • Usar práticas criptográficas boas e básicas

    Observe que alguns softwares não precisam usar mecanismos criptográficos. Se o seu projeto produzir software que (1) inclui, ativa ou habilita funcionalidade de criptografia, e (2) pode ser liberado dos Estados Unidos (EUA) para fora dos EUA ou para um não cidadão dos EUA, você pode ser legalmente obrigado a tomar algumas etapas extras. Normalmente isso envolve apenas o envio de um e-mail. Para mais informações, consulte a seção de criptografia de Understanding Open Source Technology & US Export Controls.

    O software produzido pelo projeto DEVE usar, por padrão, apenas protocolos criptográficos e algoritmos que são publicamente publicados e revisados por especialistas (se protocolos criptográficos e algoritmos forem usados). [crypto_published]
    Esses critérios criptográficos nem sempre se aplicam porque alguns softwares não têm necessidade de usar diretamente capacidades criptográficas.

    The only cryptography the software uses is AES-256 in GCM mode (AES/GCM/NoPadding) to encrypt the preferences at rest, with the key held in the Android Keystore. These are publicly published, expert-reviewed standards (NIST FIPS 197 for AES, NIST SP 800-38D for GCM); no proprietary or home-grown algorithms are used. See android/app/src/main/kotlin/de/godisch/potillus/data/security/KeystoreSecretStore.kt The iOS implementation likewise uses only published, standard algorithms (AES-256-GCM via Apple's CryptoKit); no proprietary cryptography is introduced.



    Se o software produzido pelo projeto for uma aplicação ou biblioteca, e seu propósito principal não for implementar criptografia, então ele DEVERIA apenas chamar software especificamente projetado para implementar funções criptográficas; ele NÃO DEVERIA reimplementar o seu próprio. [crypto_call]

    The application's primary purpose is alcohol tracking, not cryptography. It calls only platform-provided cryptographic facilities — javax.crypto.Cipher and KeyGenerator, with keys managed by the Android Keystore via KeyGenParameterSpec/KeyProperties — and does not re-implement any cryptographic primitives. Key generation, IV generation, encryption/decryption, and the GCM authentication tag are all handled by the platform provider. See android/app/src/main/kotlin/de/godisch/potillus/data/security/KeystoreSecretStore.kt On iOS the same holds: the app calls only platform cryptography — Apple's CryptoKit (AES.GCM) for sealing the preferences and the Security-framework Keychain for the key — and re-implements no primitives. See ios/PotillusKit/Sources/PotillusKit/Data/PreferencesStore.swift and SecretKeyProviding.swift.



    Toda funcionalidade no software produzido pelo projeto que depende de criptografia DEVE ser implementável usando FLOSS. [crypto_floss]

    The only crypto-dependent functionality — encrypting the preferences at rest with AES-256-GCM through the standard JCA interface (javax.crypto.Cipher / KeyGenerator) — relies on open standards for which FLOSS implementations exist (e.g. BouncyCastle, Conscrypt). Nothing depends on a proprietary, non-replaceable cryptographic component, so all cryptography-dependent functionality is implementable using FLOSS.



    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVEM usar comprimentos de chave padrão que pelo menos atendam aos requisitos mínimos do NIST até o ano de 2030 (conforme declarado em 2012). DEVE ser possível configurar o software para que comprimentos de chave menores sejam completamente desabilitados. [crypto_keylength]
    Esses comprimentos mínimos de bits são: chave simétrica 112, módulo de fatoração 2048, chave de logaritmo discreto 224, grupo logarítmico discreto 2048, curva elíptica 224 e hash 224 (hashing de senha não é coberto por este comprimento de bits, mais informações sobre hashing de senha podem ser encontradas no critério crypto_password_storage). Veja https://www.keylength.com para uma comparação de recomendações de comprimento de chave de várias organizações. O software PODE permitir comprimentos de chave menores em algumas configurações (idealmente não permitiria, já que isso permite ataques de downgrade, mas comprimentos de chave mais curtos são às vezes necessários para interoperabilidade).

    The security mechanism uses AES with a 256-bit key (setKeySize(256) in the KeyGenParameterSpec), which far exceeds the NIST minimum keylength requirements through 2030. Smaller keylengths are not merely non-default but impossible: the key is generated at a fixed 256-bit size inside the Android Keystore and there is no configuration path to any smaller length, so shorter keylengths are completely disabled by construction. See android/app/src/main/kotlin/de/godisch/potillus/data/security/KeystoreSecretStore.kt The iOS side matches: the key is a CryptoKit SymmetricKey fixed at 256 bits (SymmetricKey(size: .bits256)), with no configuration path to a smaller length.



    Os mecanismos de segurança padrão dentro do software produzido pelo projeto NÃO DEVEM depender de algoritmos criptográficos quebrados (por exemplo, MD4, MD5, DES único, RC4, Dual_EC_DRBG), ou usar modos de cifra que são inadequados ao contexto, a menos que sejam necessários para implementar um protocolo interoperável (onde o protocolo implementado é a versão mais recente desse padrão amplamente suportado pelo ecossistema de rede, esse ecossistema requer o uso de tal algoritmo ou modo, e esse ecossistema não oferece nenhuma alternativa mais segura). A documentação DEVE descrever quaisquer riscos de segurança relevantes e quaisquer mitigações conhecidas se esses algoritmos ou modos quebrados forem necessários para um protocolo interoperável. [crypto_working]
    O modo ECB é quase nunca apropriado porque revela blocos idênticos dentro do texto cifrado conforme demonstrado pelo pinguim ECB, e o modo CTR é frequentemente inadequado porque não realiza autenticação e causa duplicatas se o estado de entrada for repetido. Em muitos casos é melhor escolher um modo de algoritmo de cifra de bloco projetado para combinar sigilo e autenticação, por exemplo, Galois/Counter Mode (GCM) e EAX. Projetos PODEM permitir que usuários habilitem mecanismos quebrados (por exemplo, durante a configuração) onde necessário para compatibilidade, mas então os usuários sabem que estão fazendo isso.

    The default (and only) security mechanism uses AES-256-GCM; it depends on none of the broken algorithms named by the criterion (no MD4/MD5, single DES, RC4, or Dual_EC_DRBG). GCM is an AEAD cipher mode that is appropriate for the context (authenticated encryption of data at rest), used correctly with a fresh random 96-bit IV per encryption and a 128-bit authentication tag — not ECB and not a static IV. See android/app/src/main/kotlin/de/godisch/potillus/data/security/KeystoreSecretStore.kt On iOS the CryptoKit AES-GCM seal/open round-trip is covered by the PotillusKit test suite, so the encryption path is exercised, not just assumed.



    Os mecanismos de segurança padrão dentro do software produzido pelo projeto NÃO DEVERIAM depender de algoritmos criptográficos ou modos com fraquezas sérias conhecidas (por exemplo, o algoritmo de hash criptográfico SHA-1 ou o modo CBC em SSH). [crypto_weaknesses]
    Preocupações sobre o modo CBC em SSH são discutidas em CERT: SSH CBC vulnerability.

    The software's default security mechanisms use only strong, modern cryptography and none of the known-weak algorithms or modes. The encrypted preferences store uses AES-256 in GCM (authenticated encryption) — not ECB, CBC, DES/3DES, or RC4 — with the key held in the hardware-backed Android Keystore, a 96-bit random IV per encryption drawn from a cryptographically secure RNG, and a 128-bit authentication tag. No weak hash functions (e.g. MD5 or SHA-1) are used in the security mechanisms (implemented in KeystoreSecretStore.kt). The iOS path uses the same modern AEAD construction (AES-256-GCM via CryptoKit), avoiding the broken or weak algorithms the criterion warns against.



    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVERIAM implementar sigilo perfeito para frente para protocolos de acordo de chave, de modo que uma chave de sessão derivada de um conjunto de chaves de longo prazo não possa ser comprometida se uma das chaves de longo prazo for comprometida no futuro. [crypto_pfs]

    The software performs no key agreement and has no network protocol or sessions. It only encrypts local data at rest using a symmetric AES-256-GCM key stored in the Android Keystore. Perfect forward secrecy concerns session keys derived via key-agreement protocols, which this application does not use, so the criterion does not apply.



    Se o software produzido pelo projeto causar o armazenamento de senhas para autenticação de usuários externos, as senhas DEVEM ser armazenadas como hashes iterados com um salt por usuário usando um algoritmo de extensão de chave (iterado) (por exemplo, Argon2id, Bcrypt, Scrypt ou PBKDF2). Veja também OWASP Password Storage Cheat Sheet. [crypto_password_storage]
    Este critério aplica-se apenas quando o software está aplicando autenticação de usuários usando senhas para usuários externos (também conhecida como autenticação de entrada), como aplicações web do lado do servidor. Não se aplica em casos onde o software armazena senhas para autenticar em outros sistemas (também conhecida como autenticação de saída, por exemplo, o software implementa um cliente para algum outro sistema), já que pelo menos partes desse software devem ter acesso frequentemente à senha não hasheada.

    The application does not authenticate external users and stores no passwords. It is a local, single-user app with no accounts, login, or server component. The optional biometric fingerprint lock is a device-local access gate via the Android BiometricPrompt API and stores or hashes no password, so there is no password storage to which this criterion could apply.



    Os mecanismos de segurança dentro do software produzido pelo projeto DEVEM gerar todas as chaves criptográficas e nonces usando um gerador de números aleatórios criptograficamente seguro, e NÃO DEVEM fazê-lo usando geradores que são criptograficamente inseguros. [crypto_random]
    Um gerador de números aleatórios criptograficamente seguro pode ser um gerador de números aleatórios de hardware, ou pode ser um gerador de números pseudo-aleatórios criptograficamente seguro (CSPRNG) usando um algoritmo como Hash_DRBG, HMAC_DRBG, CTR_DRBG, Yarrow ou Fortuna. Exemplos de chamadas para geradores de números aleatórios seguros incluem o java.security.SecureRandom do Java e o window.crypto.getRandomValues do JavaScript. Exemplos de chamadas para geradores de números aleatórios inseguros incluem o java.util.Random do Java e o Math.random do JavaScript.

    All cryptographic keys and nonces are generated by the platform's cryptographically secure provider, not by an insecure generator (e.g. java.util.Random). The AES-256 key is generated inside the Android Keystore via KeyGenerator/KeyGenParameterSpec, and the 96-bit GCM IV is produced fresh per encryption by the crypto provider (cipher.iv), enforced by setRandomizedEncryptionRequired(true); no caller-chosen or static IV is used. See android/app/src/main/kotlin/de/godisch/potillus/data/security/KeystoreSecretStore.kt On iOS the AES-256 key is created by CryptoKit's SymmetricKey(size: .bits256) and each GCM nonce is generated fresh by CryptoKit per seal (AES.GCM.seal), never caller-chosen or static — the same secure-provider guarantee.


  • Entrega protegida contra ataques man-in-the-middle (MITM)


    O projeto DEVE usar um mecanismo de entrega que contraponha ataques MITM. Usar https ou ssh+scp é aceitável. [delivery_mitm]
    Um mecanismo ainda mais forte é liberar o software com pacotes assinados digitalmente, já que isso mitiga ataques no sistema de distribuição, mas isso só funciona se os usuários puderem estar confiantes de que as chaves públicas para assinaturas estão corretas e se os usuários realmente verificarão a assinatura.

    The project uses MITM-resistant delivery for both source and application. The source repository is cloned and browsed over HTTPS (or SSH) from GitLab. The app is distributed via F-Droid over HTTPS, and F-Droid additionally signs all packages and verifies the signature on install and update, protecting integrity even against a compromised transport path. Repository: gitlab.com/godisch/potillus — distribution: f-droid.org/packages/de.godisch.potillus The planned Apple App Store channel is equally MITM-resistant: the App Store serves Apple-signed apps over HTTPS and verifies the signature on install and update.



    Um hash criptográfico (por exemplo, um sha1sum) NÃO DEVE ser recuperado por http e usado sem verificar uma assinatura criptográfica. [delivery_unsigned]
    Esses hashes podem ser modificados durante o trânsito.

    The project does not retrieve a cryptographic hash over HTTP and use it without a signature check. Distribution via F-Droid relies on cryptographically signed packages and a signed repository index, so integrity is verified through signatures rather than an unsigned hash fetched over HTTP; source is obtained from GitLab over HTTPS. There is no point in the delivery process where an HTTP-retrieved hash is used without signature verification. The planned Apple App Store channel likewise relies on Apple-signed packages, never an unsigned hash fetched over HTTP.


  • Vulnerabilidades conhecidas publicamente corrigidas


    NÃO DEVE haver vulnerabilidades não corrigidas de severidade média ou superior que sejam publicamente conhecidas por mais de 60 dias. [vulnerabilities_fixed_60_days]
    A vulnerabilidade deve ser corrigida e lançada pelo próprio projeto (as correções podem ser desenvolvidas em outro lugar). Uma vulnerabilidade se torna publicamente conhecida (para este propósito) uma vez que tem um CVE com informações lançadas publicamente sem paywall (relatadas, por exemplo, no National Vulnerability Database) ou quando o projeto foi informado e a informação foi liberada ao público (possivelmente pelo projeto). Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente usado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade eles mesmos usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem publicamente reveladas uma vez que a vulnerabilidade seja publicamente conhecida. Nota: isso significa que os usuários podem ficar vulneráveis a todos os atacantes em todo o mundo por até 60 dias. Este critério é frequentemente muito mais fácil de atender do que o que o Google recomenda em Rebooting responsible disclosure, porque o Google recomenda que o período de 60 dias comece quando o projeto é notificado mesmo se o relatório não for público. Observe também que este critério de selo, como outros critérios, aplica-se ao projeto individual. Alguns projetos fazem parte de organizações guarda-chuva maiores ou projetos maiores, possivelmente em múltiplas camadas, e muitos projetos alimentam seus resultados para outras organizações e projetos como parte de uma cadeia de suprimentos potencialmente complexa. Um projeto individual geralmente não pode controlar o resto, mas um projeto individual pode trabalhar para lançar uma correção de vulnerabilidade de forma oportuna. Portanto, focamos apenas no tempo de resposta do projeto individual. Uma vez que uma correção esteja disponível do projeto individual, outros podem determinar como lidar com a correção (por exemplo, eles podem atualizar para a versão mais recente ou podem aplicar apenas a correção como uma solução cherry-picked).

    There are no unpatched vulnerabilities of medium or higher severity that have been publicly known for more than 60 days. No CVEs have been filed against the application, and its network-free, minimal-permission architecture keeps the attack surface small; dependencies are kept current. The maintainer confirms no such known unpatched vulnerabilities exist.



    Os projetos DEVERIAM corrigir todas as vulnerabilidades críticas rapidamente após serem relatadas. [vulnerabilities_critical_fixed]

    No critical vulnerabilities have been reported to date, so none remain unfixed. A process to handle them promptly is in place: SECURITY.md defines a private reporting channel with a 14-day acknowledgement commitment and coordinated fix/disclosure, and the project's regular release cadence demonstrates the ability to ship fixes quickly.


  • Outras questões de segurança


    Os repositórios públicos NÃO DEVEM vazar uma credencial privada válida (por exemplo, uma senha funcionando ou chave privada) que se destina a limitar o acesso público. [no_leaked_credentials]
    Um projeto PODE vazar credenciais "de amostra" para testes e bancos de dados sem importância, desde que não sejam destinadas a limitar o acesso público.

    The public repository leaks no valid private credentials. It contains no keystore or private-key files (no .jks/.keystore/.pem/.p12, no real keystore.properties) and no hard-coded passwords or API keys. Release signing material and the Google Play service-account key are explicitly git-ignored (/android/keystore.properties, /fastlane/play-store-credentials.json) and marked "SECRET, never commit"; only a documented placeholder template (android/keystore.properties.example) is committed, and the Play key is referenced only by path/SUPPLY_JSON_KEY, never embedded.


 Análise 8/8

  • Análise estática de código


    Pelo menos uma ferramenta de análise estática de código (além de avisos do compilador e modos de linguagem "seguros") DEVE ser aplicada a qualquer grande lançamento de produção proposto do software antes de seu lançamento, se houver pelo menos uma ferramenta FLOSS que implemente este critério na linguagem selecionada. [static_analysis]
    Uma ferramenta de análise estática de código examina o código de software (como código-fonte, código intermediário ou executável) sem executá-lo com entradas específicas. Para fins deste critério, avisos do compilador e modos de linguagem "seguros" não contam como ferramentas de análise estática de código (estes tipicamente evitam análise profunda porque a velocidade é vital). Algumas ferramentas de análise estática focam na detecção de defeitos genéricos, outras focam em encontrar tipos específicos de defeitos (como vulnerabilidades), e algumas fazem uma combinação. Exemplos de tais ferramentas de análise estática de código incluem cppcheck (C, C++), clang static analyzer (C, C++), SpotBugs (Java), FindBugs (Java) (incluindo FindSecurityBugs), PMD (Java), Brakeman (Ruby on Rails), lintr (R), goodpractice (R), Coverity Quality Analyzer, SonarQube, Codacy e HP Enterprise Fortify Static Code Analyzer. Listas maiores de ferramentas podem ser encontradas em lugares como a lista da Wikipedia de ferramentas para análise estática de código, informações da OWASP sobre análise estática de código, lista do NIST de analisadores de segurança de código-fonte e lista de ferramentas de análise estática de Wheeler. Se não houver ferramentas de análise estática FLOSS disponíveis para a(s) linguagem(ns) de implementação usada(s), você pode selecionar 'N/A'.

    Android Lint, a FLOSS static analysis tool that goes well beyond compiler warnings and safe-language modes (it analyzes code, resources, the manifest, API usage, correctness, performance, and security across hundreds of rules), is applied to every release as a build gate: android/app/build.gradle.kts configures lint { abortOnError = true; warningsAsErrors = true } and the release process runs ./gradlew lintDebug, so a release cannot be produced while Lint reports any issue. The iOS counterpart is SwiftLint, pinned to a fixed version (0.65.0) and run in --strict mode as a release gate (swiftlint-check), so a warning fails the build; several project-specific Python linters add header, localisation, parity, and related checks on top.



    É SUGERIDO que pelo menos uma das ferramentas de análise estática usadas para o critério static_analysis inclua regras ou abordagens para procurar vulnerabilidades comuns na linguagem ou ambiente analisado. [static_analysis_common_vulnerabilities]
    Ferramentas de análise estática que são especificamente projetadas para procurar vulnerabilidades comuns são mais propensas a encontrá-las. Dito isso, usar quaisquer ferramentas estáticas normalmente ajudará a encontrar alguns problemas, então estamos sugerindo mas não exigindo isso para o nível de selo 'passing'.

    The static analysis tool used for static_analysis — Android Lint — includes a dedicated set of security detectors that look for common Android-environment vulnerabilities (e.g. exported components and permission issues, cleartext traffic, hardcoded credentials, weak cryptography, unsafe WebView/TrustManager patterns, and SQL-injection/path-traversal hints). The build runs Lint with abortOnError = true and warningsAsErrors = true, so such findings are enforced as build-breaking errors rather than merely reported. This is complemented by osv-scanner dependency scanning (SECURITY.md, "Dependency monitoring"). The Lint gate is configured in android/app/build.gradle.kts. On the iOS side SwiftLint — a FLOSS linter pinned to version 0.65.0 — runs as a make ios gate over the Swift sources, so lint findings are caught before a build ships.



    Todas as vulnerabilidades exploráveis de severidade média e superior descobertas com análise estática de código DEVEM ser corrigidas de forma oportuna após serem confirmadas. [static_analysis_fixed]
    Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente usado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade eles mesmos usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem publicamente reveladas uma vez que a vulnerabilidade seja publicamente conhecida. Observe que o critério vulnerabilities_fixed_60_days exige que todas essas vulnerabilidades sejam corrigidas dentro de 60 dias de se tornarem públicas.

    Findings from static analysis cannot reach a release: Android Lint runs as a release gate with abortOnError = true and warningsAsErrors = true, so any reported issue breaks the build and must be fixed (or made an explicit, reviewable exception) before a release can be produced. Timely remediation is thus enforced by construction, and no exploitable medium-or-higher findings are currently outstanding. The Lint release gate is configured in android/app/build.gradle.kts. On the iOS side SwiftLint — a FLOSS linter pinned to version 0.65.0 — runs as a make ios gate over the Swift sources, so lint findings are caught before a build ships.



    É SUGERIDO que a análise estática de código-fonte ocorra em cada commit ou pelo menos diariamente. [static_analysis_often]

    Static analysis runs on every change, and with the real tools rather than a stand-in. On the canonical repository, every merge request to main runs the device-free static battery (make check-static, including the Swift symbol/length/test linting reproduced in Python) via .gitlab-ci.yml. On the read-only GitHub mirror, which supplies the machines the free GitLab tier does not, every push to every branch additionally runs ktlint and Android Lint (android.yml, with abortOnError and warningsAsErrors set in android/app/build.gradle.kts) and SwiftLint in --strict mode at a pinned version (ios.yml); CodeQL analyses Kotlin and Swift weekly and on main (codeql.yml). Both halves of this SUGGESTED criterion's wording are therefore answered: the analysis is not tied to merge requests alone, and the tools are the real linters plus a data-flow analyser, not approximations. The mirror runs are advisory and cannot block a merge — which matters for the OSPS controls about enforcement, but not for this criterion, which asks whether the analysis is performed. Scope and limits are documented in docs/MIRROR-CHECKS.md.


  • Análise dinâmica de código


    É SUGERIDO que pelo menos uma ferramenta de análise dinâmica seja aplicada a qualquer grande lançamento de produção proposto do software antes de seu lançamento. [dynamic_analysis]
    Uma ferramenta de análise dinâmica examina o software executando-o com entradas específicas. Por exemplo, o projeto PODE usar uma ferramenta de fuzzing (por exemplo, American Fuzzy Lop) ou um scanner de aplicação web (por exemplo, OWASP ZAP ou w3af). Em alguns casos, o projeto OSS-Fuzz pode estar disposto a aplicar testes de fuzzing ao seu projeto. Para fins deste critério, a ferramenta de análise dinâmica precisa variar as entradas de alguma forma para procurar vários tipos de problemas ou ser um conjunto de testes automatizado com pelo menos 80% de cobertura de ramificação. A página da Wikipedia sobre análise dinâmica e a página da OWASP sobre fuzzing identificam algumas ferramentas de análise dinâmica. A(s) ferramenta(s) de análise PODEM estar focadas em procurar vulnerabilidades de segurança, mas isso não é obrigatório.

    No dedicated fuzzer or sanitizer is applied, but the criterion's allowance for an automated test suite with at least 80% branch coverage applies: branch coverage clears 80%, enforced as a build-breaking BRANCH >= 80 floor by koverVerify in the release path, so a drop below the threshold fails the build rather than going unnoticed; make -C android cover-figures prints the figure a given commit measures. The suite also runs against a real runtime rather than only on the JVM: the Android instrumentation tests in src/androidTest (Room migrations, Compose UI, on-device locale formatting, report export) execute on an emulator via the mirror's instrumentation workflow, which runs on every push that touches android/. Until the 0.84.0 QA round this answer read "branch coverage is not yet measured", which was never true — Kover measures branches, or it could not enforce a bound on them; only the figure went unprinted.



    É SUGERIDO que se o software produzido pelo projeto incluir software escrito usando uma linguagem insegura em memória (por exemplo, C ou C++), então pelo menos uma ferramenta dinâmica (por exemplo, um fuzzer ou scanner de aplicação web) seja rotineiramente usada em combinação com um mecanismo para detectar problemas de segurança de memória, como estouros de buffer. Se o projeto não produzir software escrito em uma linguagem insegura em memória, escolha "não aplicável" (N/A). [dynamic_analysis_unsafe]
    Exemplos de mecanismos para detectar problemas de segurança de memória incluem Address Sanitizer (ASAN) (disponível no GCC e LLVM), Memory Sanitizer e valgrind. Outras ferramentas potencialmente usadas incluem thread sanitizer e undefined behavior sanitizer. Assertivas generalizadas também funcionariam.

    The software is written entirely in memory-safe languages: Kotlin on the JVM/ART runtime for the Android app and Swift for the iOS app, both with automatic memory management and no manual allocation, pointer arithmetic, or buffer handling. Neither build produces memory-unsafe (C/C++/NDK) code, so there is no unsafe memory use for a dynamic analysis tool to detect.



    É SUGERIDO que o projeto use uma configuração para pelo menos alguma análise dinâmica (como testes ou fuzzing) que habilite muitas asserções. Em muitos casos, essas asserções não devem ser habilitadas em builds de produção. [dynamic_analysis_enable_assertions]
    Este critério não sugere habilitar asserções durante a produção; isso é inteiramente decisão do projeto e de seus usuários. O foco deste critério é, em vez disso, melhorar a detecção de falhas durante a análise dinâmica antes da implantação. Habilitar asserções no uso em produção é completamente diferente de habilitar asserções durante a análise dinâmica (como testes). Em alguns casos, habilitar asserções no uso em produção é extremamente imprudente (especialmente em componentes de alta integridade). Existem muitos argumentos contra habilitar asserções em produção, por exemplo, bibliotecas não devem travar chamadores, sua presença pode causar rejeição por lojas de aplicativos e/ou ativar uma asserção em produção pode expor dados privados, como chaves privadas. Observe que em muitas distribuições Linux NDEBUG não é definido, então assert() em C/C++ será habilitado por padrão para produção nesses ambientes. Pode ser importante usar um mecanismo de asserção diferente ou definir NDEBUG para produção nesses ambientes.

    The domain and data layers carry run-time invariant assertions on both platforms, at the same sites: non-negative day counts and streaks in DayResolver, and non-negative grams/BAC plus the sliding-window invariant in AlcoholCalculator, written as Kotlin assert() on Android and Swift assert() on iOS. They are checked when the test suites run — Kotlin assertions are enabled under -ea, and Swift assertions are live in the debug configuration swift test builds — and compiled out of release builds, so they cost shipped users nothing.



    Todas as vulnerabilidades exploráveis de severidade média e superior descobertas com análise dinâmica de código DEVEM ser corrigidas em tempo hábil após serem confirmadas. [dynamic_analysis_fixed]
    Se você não está executando análise dinâmica de código e, portanto, não encontrou nenhuma vulnerabilidade dessa forma, escolha "não aplicável" (N/A). Uma vulnerabilidade é considerada de severidade média ou superior se sua pontuação qualitativa base do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) for média ou superior. Nas versões 2.0 a 3.1 do CVSS, isso é equivalente a uma pontuação CVSS de 4.0 ou superior. Os projetos podem usar a pontuação CVSS conforme publicada em um banco de dados de vulnerabilidades amplamente utilizado (como o National Vulnerability Database) usando a versão mais recente do CVSS relatada nesse banco de dados. Os projetos podem, em vez disso, calcular a severidade por conta própria usando a versão mais recente do CVSS no momento da divulgação da vulnerabilidade, se as entradas de cálculo forem reveladas publicamente assim que a vulnerabilidade for conhecida publicamente.

    The project's dynamic analysis (its instrumented and unit test runs) has not surfaced any exploitable vulnerabilities of medium or higher severity, so there are none to fix. Should any be found, the project's practice of blocking releases on failing tests means they would be addressed before the next release.



Você pode usar ferramentas e sistemas de IA para propor alterações por meio de uma URL simples, como https://www.bestpractices.dev/pt-BR/projects/13480/choose/edit?osps_ac_01_01_status=Met&osps_ac_01_01_justification=GitHub+enforced. Veja nosso sistema de propostas de automação para saber como fazer isso. Estes dados estão disponíveis sob o Community Data License Agreement – Permissive, Version 2.0 (CDLA-Permissive-2.0). Isso significa que um Destinatário de Dados pode compartilhar os Dados, com ou sem modificações, desde que o Destinatário de Dados disponibilize o texto deste acordo com os Dados compartilhados. Por favor, dê crédito a Martin A. Godisch e aos contribuidores do selo de melhores práticas OpenSSF.

Entrada de selo do projeto de propriedade de: Martin A. Godisch.
Entrada criada em 2026-07-04 04:21:04 UTC, última atualização em 2026-08-29 11:29:00 UTC. Selo de aprovação perdido pela última vez em 2026-07-19 18:17:51 UTC. Selo de aprovação alcançado pela última vez em 2026-07-19 18:18:14 UTC.